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terça-feira, 5 de novembro de 2019

Anprino LeMans...


... ou pisca-pisca, ou luminoso, ou o que lhe quiserem chamar. Estão publicadas na página do Robot Anprino as peças para imprimir em 3D que permitem adaptar LEDs grove ao Anprino. E, também, exemplos de como usar. Para descobrir a evolução deste Anprino, visiem a páguna Anprino Le Mans.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

III Congresso Nacional de Professores de Informática - ANPRI 20 Anos


Nos passados dias 1 e 2 de novembro, o desafio foi partilhar e aprender no III Congresso Nacional de Professores de Informática, em Santarém. O primeiro desafio foi logo dia 1, com a dinamização de um workshop sobre 3D... mas não impressão, nem modelação tradicional.



O foco esteve nos dispositivos móveis, sempre tão demonizados nas escolas. Mas, e porque não retirar partido do seu uso? Para que as crianças percebam, mais cedo, do potencial dos dispositivos móveis como ferramentas de trabalho e expressão (porque se irão aperceber disso eventualmente, e teremos nós, professores, feito bem o nosso trabalho se os nossos alunos apenas fizerem essas descobertas fora do contexto da escola?); para colmatar as cada vez mais gritantes falhas do parque informático nas escolas, que já ultrapassou os mais impensáveis níveis de obsolescência; e, essencialmente, porque na inexorável marcha da evolução tecnológica, a mobilidade da computação é a tendência dominante.


Para mostrar o que se pode fazer já, hoje, com simples e baratos tablets Android, os formandos aprenderam os elementos de modelação em 3DC.io e Onshape - essencialmente, os dois grandes limites do 3D, a modelação por primitivos e o CAD.


Pelo meio, ainda deu para contar a história do Carocha da esposa de Ivan Sutherland, e da seminal contribuição deste para a computação gráfica.


Coisas que acontecem: ajudar a meter dois anprinos a dançar o Fandango. Só mesmo o Luís Dourado para me meter nestas coisas.


Outro dos desafios: fazer o main engine start do concurso 3Digital 2019-2020. Começando por recordar a excelência do trabalho dos professores de TIC que se atreveram a participar, especialmente tendo em conta as condições agrestes em que trabalhamos (material obsoleto, excesso de turmas e falta de tempo) e apreciar o enorme talento dos seus alunos. Tema para esta segunda edição, transportes, da junta de bois ao foguetão, da caravela ao Airbus da SATA (um pedido especial dos Açores, e aproveita-se para recordar o futuro porto espacial de Santa Maria.).


Se estamos por Santarém, um café e um pampilho são prazeres obrigatórios. Especialmente a acompanhar a programação de algumas novidades Anprino.


Que o papá Luís Dourado me ensinou a programar. O Anprino já tem luzes!



Anprinos e outros artefactos em exposição.


Evoluções do Anprino: um Nano capaz de autonomia no movimento.


LEDs e servos, a novidade no Anprino. Pequenas peças para expandir as capacidades do robot.

Participar nestes eventos é sempre uma excelente experiência de aprendizagem. O melhor é escutar, perceber o que os nossos colegas sentem e fazem nos seus territórios de intervenção. Partilhar o que sabemos só faz sentido se for significativo para os outros, e temos tido a sorte de o ser.  Um dos sinais de dinamismo e maturidade da ANPRI é a forma como ouve, e desafia, pessoas de outras áreas a partilhar experiências que enriquecem, globalmente, a evolução do ensino de TIC em portugal. Sabemos que os desafios são muitos, as dificuldades também, e estes momentos de partilha dão força para continuar.

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Maker Faire Rome 2019


Digamos que foi uma ideia de sanidade algo duvidosa. E porque não candidatar as TIC em 3D/Fab@rts à Maker Faire Rome? Diga-se que conseguir estar presente naquele que é o maior evento maker europeu, e dos maiores a nível mundial, é um velho sonho. Conseguir-se-ia? Uma escola de portuguesa de periferia conseguiria representar Portugal neste encontro de empresas, fablabs, centros de investigação, makers e universidades? Para grande surpresa nossa, sim. E por isso, infelizmente sem alunos, arrumámos as malas e de 17 a 20 de outubro rumámos à cidade eterna.


Não tínhamos, assumidamente, o espaço mais vistoso do evento, para gerir o espaço disponível em malas. Mas conseguimos levar robots, programas e modelos 3D criados pelos nossos alunos, alguns dos quais feitos de propósito para este evento por insistência dos elementos do clube de robótica. Mais do que a vitória de estar presente na Maker Faire, é esta coesão e sentimento dos nossos alunos, de se sentirem representados lá fora, o que aquece realmente o coração.



Projetos micro:bit, programação de jogos, programação de robots, impressão 3D, foi o que mostrámos aos visitantes.



E, claro, o nosso robot anprino a pintar, correndo o código desenvolvido no ano passado pelos nossos alunos do clube de robótica.


Numa feira tão intensa e cheia de projetos como a Maker Faire Rome, o nosso espaço não era daqueles que despertava mais atenções. Nem faria sentido que tal fosse. O nosso orgulho é o de ter levado um pouco daquilo que os nossos meninos e meninas fazem, a este evento de partilha. Mas não éramos invisíveis, e despertámos a curiosidade de bastantes visitantes, que ficaram a saber que, por Portugal, programação, robótica e 3D são ferramentas nas mãos das crianças.


Tínhamos poucos objetos, mas a presença complementava-se por cartazes que mostraram algumas das nossas áreas de atuação.


Este foi o momento mais tocante da nossa estada na Maker. O momento em que um menino autista fica de atenção desperta, e começa a brincar com o robot anprino. O pai senta-se no chão, protegendo-o com ternura. O anprino sobreviveu. Uma criança ficou com uma memória feliz. E nós, também.


É de observar que é um orgulho ver os miúdos romanos a descobrir os programas feitos pelos nossos alunos. Mesmo que sejam jogos algo surrealistas.


Não estivemos na Maker apenas para mostrar. Fomos para aprender e descobrir. Exploraremos o muito que por lá vimos noutros posts, mas não resistimos a mostrar estes dois: um kit iniciação do projeto Mission Control Lab, uma start-up de tecnologia educativa americano-holandesa, e os Varikabi, robots totalmente analógicos (só eletrónica, sem programação, como nos explicou um dos seus criadores). Suspeito que em breve o Varikabi que trouxemos de lá vai estar a mexer-se na biblioteca da escola....


Para terminar, um pouco de vandalismo. Adoraríamos ter trazido o banner que identificava a presença do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro na Maker Faire Rome, mas não cabia nas malas. Ficámos com este excerto, que já está no espaço Maker da biblioteca, recordação tangível de quatro dias extraordinários em Roma. Quatro, disseram, como, se a Faire teve três? Partimos um dia antes, para montar o espaço atempadamente, e mal se chega à gigante Fiera di Roma, com seis dos seus enormes pavilhões ocupados por projetos, começa a descoberta e aprendizagem.


Até que ponto é importante esta Faire? É visitada por dezenas de milhar de visitantes (não é um exagero). Em toda a cidade de Roma, encontra-se divulgação do evento. Em qualquer viagem de metro, era impossível não escapar à Maker.


Neste final de aventura, cansados, mas orgulhosos por esta vitória, o trazer aquele projeto que já se desenvolve desde os velhos tempos de EVT à Maker Faire Rome. Para quem se está a habituar ao informalismo da nossa cultura maker, isto é todo um outro nível, onde empresas, fablabs (curiosamente, poucos), universidades pequenos negócios e escolas coexistem. Neste aspeto, confirmámos este ano que nós não estamos nada atrás, e fazemos nas escolas o que fazemos com meios e recursos vastamente inferiores ao que por aqui se faz. Mas é bom recordar que isto não se consegue sozinho, se conseguimos estar aqui, é graças a muita gente que nos rodeia e inspira. Aos alunos que nos aturam. Aos colegas que nos suportam, especialmente nos dias de stress. À diretora e equipe de direção de uma escola que está no coração, porque não só apoia, dentro do que é possível, como ainda pergunta e porque não. Tal como a inspiração da presidente e elementos da ANPRI, uma associação que tem revolucionado a computação na educação portuguesa, e é conhecida pelos seus olha, e que tal se... Aos professores, clubes e projetos que temos conhecido nestes anos, que mostram o que se pode fazer (e, que provavelmente, estariam muito mais apropriadamente na Maker Faire do que nós). No man is an island, standing on the shoulders of giants, etc.. Frases lugar-comum, mas que são verdades elementares. Obrigado a todos. Sem vós, não teria valido a pena levar Portugal e o Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro ao maior evento Maker europeu.

Gostaríamos de regressar. Mas com alunos, para que eles descubram o fervilhar incrível de ciência, tecnologia e criatividade do ambiente deste evento.

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Até Para o Ano, LCD!


Este foi um ano mais morno no Clube de Robótica. O nosso foco este ano esteve  no reaprender a trabalhar TIC, com novos desafios e projetos, e sobrou pouco tempo para o clube. Não que isso tivesse desmotivado os alunos, mas findo o ano, sente-se que se poderia ter ido mais longe. Bem, há sempre o próximo ano para voltar a ganhar força!

Em jeito de balanço, deixamos aqui algumas fotos de atividades do Clube.

Receção aos Alunos de 4.º Ano: demonstrações de robótica e 3D para os futuros alunos da escola-sede.




Partilha de Projetos na Feira Pedagógica do Barreiro



Participação na E-Tech Portugal 2019




Participação na Feira das Ciências de Mafra




Participação na Incode 2030




Alguns momentos do dia a dia do Clube











Desenvolvimento do Cenário de Aprendizagem Robot Anprino Pintor