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domingo, 16 de outubro de 2016

Workshop de Impressão 3D - Ílhavo.



"Interdisciplinaridade resume muito bem a utilidade deste tipo de ferramentas."
Este comentário, deixado por um dos formandos, resume bem uma das mensagens que tentamos transmitir nestas sessões. A tecnologia é uma linguagem transdisciplinar fantástica, que abre enormes possibilidades quando se conjugam diferentes áreas. Neste sábado, por Ílhavo, numa acção de curta duração promovida pela ANPRI com apoio da BEEVERYCREATIVE, que cedeu a impressora 3D BEEINSCHOL A para o workshop. Estavam presentes cerca de vinte participantes, professores de informática da zona norte e centro, que experimentaram em três curtas horas os processos de impressão 3D, desde a modelação à impressão, passando pela manutenção de impressora e validação de malhas poligonais. Este tipo de acções é muito intensiva, mesmo sendo num nível introdutório.


Workshop Ílhavo - Estrutura

Antes:
- montar espaço com objetos impressos em 3D dos alunos;
- colocar a imprimir recordações - pin steampunk.

Desenvolvimento:

1 - Tinkercad

- ligar ao wifi do espaço;
- aceder ao Tinkercad, criando conta;
- chrome://flags -> web GL (activar o WebGL no Chrome)
- demonstrar Tinkercad:
    - espaço de trabalho
    - controle do rato (órbita, zoom, pan)
    - workplane
    - primitivos e formas paramétricas
    - modificações 3R (rotate, resize, reposition)
    - duplicar com inferências
    - deformações (proporcional, não proporcional, simétrica)
    - operações booleanas (sólido/hole)
    - grupos
    - formatos de exportação (STL/OBJ/VRML-X3D, Minecraft, SGV)
    - partilha e licenciamento (uso em aula: aluno só partilha trabalho que deseja ver avaliado, privacidade garantida, abordagens à propriedade intelectual e remix culture).

- Desafio: modelar um porta-chaves.


2 - Do STL ao objeto impresso

- seleccionar um STL criado pelos participantes (partilhar projecto do Tinkercad e enviar url por email);
- abrir cópia no Tinkercad e descarregar STL;
- processar STL no netfabb
    - scale
    - mesh validation
    - deteção e correção de erros
    - export
- processar STL no Meshlab
    - mesh reduction
    - conversão entre formatos 3D

- imprimir no beesoft
    - espaço de trabalho e ferramentas
    - importar STL
    - opções de impressão (resolução, densidade, raft, suportes, estimar)
    - imprimir

3 - apresentação 3D printing.

Fotos do evento aqui: Wks_Ílhavo.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Workshop Impressão 3D - Ílhavo


Dia 15 de outubro, sábado, vamos estar em no Fórum da Juventude da Biblioteca Municipal de Ílhavo a partilhar o que aprendemos sobre impressão 3D em contextos educativos. O workshop é duplo. Após impressão 3D, seguir-se-á um de introdução ao arduino. Esta iniciativa tem o apoio da BEEVERYCREATIVE, que cede uma impressora para a acção. Mais informações e inscrições aqui: ANPRI - Workshops de Impressão 3D e Arduino.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Crescer na Maker Faire Lisbon


No passado fim de semana, o espaço do Pavilhão do Conhecimento Ciência Viva voltou a encher-se com mais de cento e cinquenta projectos de tecnologia e criatividade digital. Foi a terceira Maker Faire Lisbon, em que o projecto As TIC em 3D do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro voltou a marcar presença. Este ano, a mostrar o quanto tem crescido, algo que tem sido possível graças ao feedback positivo das participações neste tipo de eventos, dentro ou fora do mundo da educação. Mais do que mostrar o que fazemos, queremos partilhar ideias e experiências, aprender com outros projectos inspiradores, que nos mostram novas metodologias e vertentes de intervenção.

Mostrar ao grande público o que tem sido possível fazer em sala de aula regular com impressão 3D é muito importante. Pessoalmente, não concebo melhor forma de valorizar a escola do que esta. Podemos participar em iniciativas institucionais, mas o que de facto mostra às pessoas que a escola está a evoluir e a atrever-se a novas experiências é a sua presença em eventos completamente fora do âmbito da educação. Algo que esteve em evidência nesta Maker Faire, onde a presença de projectos de escolas foi muito significativa. Junto da nossa escola básica estavam as escolas secundárias D. Dinos (Lisboa), Emídio Navarro (Almada), Augusto Cabrita (Barreiro) e é bem provável que me tenha esquecido de outras, representadas pelos seus clubes de robótica. A ANPRI trouxe outros projectos de escolas à Faire através do seu espaço, e mais no meio da Faire o projecto O Robot Ajuda do excepcional Paulo Torcato deslumbrava os vistantes. O AE S. Gonçalo de Torres Vedras também marcou presença neste evento. A Maker Faire torna-se assim mais um espaço onde os projectos educativos se podem encontrar e partilhar experiências entre pares.

Sinto como preocupante a ideia que se instalou de que a escola é um local fossilizado, avesso à tecnologia. É a sensação que trago do contacto com os visitantes da Faire, boa parte dos quais questiona-nos se somos uma empresa, se desenvolvemos actividades em workshops ou vendemos produtos educacionais. Não, refiro, as TIC em 3D representam uma escola básica pública, e são um de muitos exemplos de apostas pedagógicas na inovação. Este ano, com tantos clubes de robótica em evidência, foi mais fácil sublinhar essa ideia.

Não resisto: ao salientar o crescimento da presença de escolas neste evento, fora do espaço educativo mas com um grande impacto cultural, a presidente da ANPRI recordou-me que no primeiro ano da Maker Faire lisboeta havia apenas dois projectos de escolas presentes, as TIC em 3D e os carros solares do Vítor Palminha. Curiosamente, dois projectos tecnológicos que nasceram na sala de aula de Educação Visual e Tecnológica. A presença da ANPRI na edição de 2015 ajudou à disseminação deste evento, com os projectos que no ano passado estavam no seu espaço a regressar este ano, como participação de escolas. Este crescimento e progressiva aposta na visibilidade do que se faz no domínio da inovação pedagógica com recurso às tecnologias faz-me perguntar se não estará na hora de equacionar uma variante educativa da Maker Faire.


Aproveitámos o espaço para mostrar alguns dos projectos desenvolvidos no âmbito das TIC em 3D. O destaque vai para a impressão 3D na sala de aula, actividade que tanto quanto sabemos somos dos poucos (senão os únicos) a desenvolver de forma integrada no currículo da disciplina de TIC. Mostrámos também algumas das moléculas concebidas no projecto Moléculas na Palma da Mão, os drones Code2Fly (que não demonstrámos, estes aparelhos voadores dão-se mal em zonas ventosas e preferimos não arriscar), e as actividades no âmbito da Programação 1CEB, com destaque para a nossa versão do jogo Cody & Roby.


Outro destaque foi a estreia na Maker Faire dos robots Anprino, o kit de robótica de baixo custo com arduino e impressão 3D que estamos a desenvolver com Luís Dourado, professor do AE Augusto Cabrita, e Fernanda Ledesma, presidente da ANPRI. A primeira variante do Anprino deu os primeiros passos no evento de encerramento da iniciativa Programação 1CEB, e para a Maker Faire preparámos o estruturalmente menos complexo carro. Tínhamos peças suficientes para dois veículos, que ficaram prontos para mostra e funcionamento.


Cá estão eles, no espaço da ANPRI. Foram montados durante o evento, e o Luís Dourado teve tempo para os programar em duas variantes. Os anprinos andaram! Como co-criador, diga-se que é muito gratificante ver estes robozinhos em movimento. Com este e outros projectos, bem como pela influência que tem tido no estímulo à inovação tecnológica na educação, a ANPRI voltou a ganhar a distinção de Maker of Merit atribuído pela organização. Orgulho-me de ter contribuído um pouquinho para isso.


A Maker Faire é um espaço por excelência para ter ideias e aprender coisas novas. Afirmo sempre que nós, TIC em 3D, somos pequeninos no meio de gigantes. Há que aproveitar o evento para aprendizagem e inspiração. Estar responsável por um espaço diminui as oportunidades de frequentar workshops ou investigar a fundo os projectos, mas não deixamos de visitar os restantes projectos. Pelo foco nas artes, educação e 3D, salientamos alguns. Como este Moyupi, que recria em 3D desenhos de crianças e os transforma em brinquedos personalizados. Projecto intrigante, que inspirou uma das representantes da associação de pais do nosso agrupamento, que nos visitou, a lançar um desafio directo às TIC em 3D. Quando estiver pronto, revelamos.


Tenho um carinho especial pelo projecto Arte_Transformer. Partilhamos a visão da tecnologia ao serviço da expressão artística, e adoro as suas iniciativas.


Já que falamos de arte e tecnologia, também saliento O Robot Ajuda no Museu, projecto de robótica do Paulo Torcato que mistura informática, história de arte e artes visuais. Um excelente exemplo de trabalho interdisciplinar.


A Maker Faire é também um espaço privilegiado para desfrutar de doses maciças de tecnoluxúria. Do Hack Algarve, uma reprap com um extrusor capaz de misturar três cores, possibilitando impressão multi-cores. Não percebo porque é que lhe chamam RGB Steel, uma vez que nas misturas subtractivas se usam o Cyan, Magenta e Amarelo... mas tendo em conta a espectacularidade do projecto, estão mais do que desculpados.


Por entre os muitos robots presentes no evento, apaixonei-me por estes torsos andróides da InMoov. Apanhei este em modo do androids dream na garagem do Pavilhão do Conhecimento. Pouco depois, já montado na Faire, disse-me bom dia. Será que me reconheceu?



Debaixo desta estrutura de sanidade duvidosa mas que se aguentou muito bem estava o espaço FabLabs, onde diversos FabLabs portugueses mostraram os seus projectos. O local certo para me cruzar com o dinâmico Lab Aberto, de Torres Vedras, com o qual gostaria de aprofundar o envolvimento.


Devo confessar que os stands dedicados à impressão 3D me desiludem pela sua monotonia. Deslumbram pela tecnologia, mas as peças que mostram são... monótonas. Reina a impressão de modelos descarregados de repositórios online. É interessante e útil, mas se queremos que esta tecnologia ganhe asas creio que temos de esquecer o fascínio com a máquina e investir em potenciar o que podemos fazer com esta tecnologia. É por isso que as impressoras 3D das TIC em 3D/Fab@rts têm como regra imprimir sempre objectos criados pelos alunos e professores. O nosso objectivo é estimular as competências de modelação (com as de percepção visual e expressão artística que lhes estão associadas), indo além do deslumbre. Algo que não vejo em muitos dos espaços que divulgam a impressão 3D. Ou, como colocou de forma magistral uma das minhas alunas, que esteve no nosso espaço, professor, há aqui muitas impressoras 3D, mas ninguém explica o que é que é mais interessante, que é a modelação!


Poderia salientar muitos outros projectos fabulosos na Faire, mas termino com este modelo impresso em 3D para o videoclip Wide Open dos Chemical Brothers. Um trabalho absolutamente awesome de impressão 3D!


De regresso ao espaço das TIC em 3D. Aproveitámos o tempo para ir imprimindo os projectos dos alunos de segundo semestre, e conseguimos entregar um no evento à sua criadora. O modelo mostra algumas das condicionantes da impressora. Refira-se que a Beethefirst estava a imprimir ao ar livre, em condições que lhe são adversas. O vento que se fazia sentir poderia prejudicar a impressão. Estava um pouco apreensivo. Sou muito cuidadoso com as nossas impressoras. Na BEEVERYCREATIVE observaram que não tinham testado as impressoras nestas condições, mas que à partida o pior que poderia acontecer seria ter warping nas peças. Algo que não aconteceu, mesmo levando com rajadas de vento que ameaçavam fazer levantar voo as peças na exposição. Só ao ser exposta ao sol é que a Bee se queixou, notando-se o sobreaquecimento na qualidade de impressão. Aí optei por mantê-la desligada, para minimizar a possibilidade de avarias. Hoje já a testei no gabinete de trabalho, e imprime normalmente.

Estas condicionantes propiciaram um dos momentos mais divertidos da Faire. Domingo à tarde, com a impressora a falhar na impressão, abri-a junto com a minha aluna para descarregar/carregar filamento. Equanto seguíamos os passos da manutenção da impressora, reparámos que estávamos rodeados de visitantes que nos contemplavam de olhar fascinado. Eles estão à espera de algo fantástico, não estão, I...? comentei em voz baixa. Pois, stor, já viu que quando há problemas é que todos ficam a ver... mas não se apercebem que está com problemas, acham que está tudo bem!

A fiabilidade e resistência destas impressoras é notável. Um dia conto-vos a história daquela vez que cederam uma Beethefirst + para um evento, e a impressora esteve uma noite inteira deitada dentro do beepack, até eu chegar no dia seguinte para montar o espaço e apanhar um susto quando vi a posição da impressora. Ai o extrusor! Ai o alinhamento do braço da mesa de impressão! Ai... nada, que bastou verificar a calibração para perceber que estava a funcionar na perfeição.



Um dos objectivos que tínhamos para esta Faire era demonstrar o Code2Fly, estímulo à aprendizagem de programação com Tynker e drones. As condições climatéricas não permitiram arriscar, mas no segundo dia do evento não resisti a colocar o nosso RedRanger nas mãos dos alunos que estavam connosco.


Esperem lá. Alunos, disse? Então mas não tinha uma política assumida de não trazer alunos para os eventos, uma vez que as nossas actividades não fazem parte de um clube com um núcleo específico, não temos forma de assegurar transportes e não estão no nível etário dos alunos que habitualmente estão presentes nos espaços dos clubes de robótica? Esta foi uma das apostas ganhas desta edição da Maker Faire. O incentivo partiu da E-Tech Portugal 2016, onde referiram que a não presença de alunos a representar as TIC em 3D era algo a corrigir. Aproveitei este evento para arriscar, convidando directamente alguns alunos a estarem presentes. O resultado foi excelente! Quem, melhor do que eles, para explicar o que fazem? Foi muito bom sentir que deixava de ser preciso. Explicavam, interagiam, mostravam o entusiasmo. Sem preparação prévia, de forma espontânea.

Tão bom quanto isto era ver o ar fascinando com que vinham ter connosco depois da visita à Faire. A maior parte dos alunos convidados não passou tempo nenhum no espaço das TIC em 3D... chegavam, acompanhados das famílias. Dizia-lhes para primeiro visitarem a Faire, e depois, se tivessem tempo, ficarem um pouco no espaço a interagir com os visitantes. Invariavelmente apareciam duas ou três horas depois, a pedir muitas desculpas porque tinham que se ir embora, com aquele brilhozinho nos olho que denota o quanto gostaram da Faire.


Foi mais uma edição intensa e recompensadora da Maker Faire Lisbon. Neste ano as TIC em 3D deram um enorme salto. Reforçaram laços e parcerias. Tivemos muitas visitas que permitem aferir que este projecto está a ter um impacto que ultrapassa o âmbito da escola em que trabalha. O trabalho desenvolvido tem reconhecimento que vem dos sítios mais inesperados, bem como o carinho de muitos. Deixou de ser one man show, com o apoio e presença dos alunos e suas famílias, e ajuda directa da coordenadora do Centro de Recursos Poeta José Fanha, que se estreou nas lides como maker. Foi o ano em que senti que estamos a ter impacto na comunidade. Aliás, se me permitirem a pontinha de orgulho, nas comunidades. Quer nas de impressão 3D, quer dos professores inovadores, quer na comunidade educativa em que estamos inseridos. São estímulos para continuar, e melhorar.

Termino com agradecimentos. São a pequena forma que tenho de reconhecer todos os apoios e ajuda. Começo por quem? São tantos... e em pé de igualdade. Talvez pela direcção do Agrupamento, que me dá carta branca e condições para estes projectos fora da caixa. A todos os amigos, parceiros, colegas e conhecidos que me visitaram para dar um abraço e divulgar o projecto. À professora Jacqueline Duarte, que se estreou como maker em nome das Bibliotecas Escolares do Agrupamento, à Sara Veludo, que esteve sempre presente nos dois dias do evento. À Fernanda Ledesma e à ANPRI, pelos desafios, apoio e ajuda, sublinhando que juntos aprendemos melhor, que é a colaborar  e partilhar que se vai mais longe. À Associação de Pais da EB23 Venda do Pinheiro, belíssima surpresa a vossa visita (e desafio, mas acho que ainda não discutiram isso...). Aos encarregados de educação dos alunos convidados, que se prestaram a passar as tardes de sábado e domingo num fim de semana que só convidava à praia a trazer os seus educandos à Maker Faire. À BEEVERYCREATIVE, a começar pelos desafios do Francisco Mendes, ao pessoal de desenvolvimento e marketing que faz questão de vir ter connosco, e às representantes que estavam no espaço da BEE, sempre disponíveis para ajudar. Um dia conto a história daquele professor distraído que pensou que tinha perdido uma das protecções da caixa da BEETHEFIRST, foi imediatamente ajudado pelas representantes, e no dia seguinte foi muito contrito explicar-lhes que tinha encontrado a protecção desaparecida... em casa, ao pé dos livros.  Estes pequenos pormenores contam muito!

O agradecimento mais especial vai para os alunos que estiveram connosco no espaço. Mesmo àqueles que passaram o tempo todo a explorar a Faire. Esse era um dos objectivos, e planta sementes para projectos futuros. Tivemos alunos que insistiram em estar connosco nos dois dias. Wow! Este professor aprendeu uma grande lição.

E agora, o que se segue? A curto prazo, as nossas BEETHEFIRST ao serviço da educação entram em acção em contexto de formação interna no Agrupamento, no XVI Encontro das TIC na Educação do CCEMS em Leiria, e no Festival Sci-Fi Lx no Instituto Superior Técnico. Setembro arrancará com o encontro sobre diferenciação pedagógica do CFAERC. Quanto à Maker Faire Lisbon, não planeio voltar a candidatar as TIC em 3D. Não por falta de vontade, mas pela necessidade de evolução. Estamos a crescer, e o desafio Fab@rts, bem como o futuro clube de robótica AEVP_Lab, são os próximos passos. Se regressarmos à Maker Faire, será com o makerspace na Biblioteca Escolar, que esperamos ser mais um projecto a desbravar terreno na inovação educacional.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Worskhops de Impressão 3D e Arduino - Ílhavo


Dia 28 de maio, sábado, na sala multi-usos da Câmara Municipal de Ílhavo, vão decorrer duas acções de formação de curta duração direccionadas para as TIC na educação.  A de Impressão 3D é assegurada pelas TIC em 3D, com apoio da BEEVERYCREATIVE, que cede impressoras e o espaço para o evento. Se forem professores da zona centro, quiserem passar uma manhã a descobrir o que é que é isto da impressão 3D, e aprender a modelar em 3D no Tinkercad, aproveitem!

Logo a seguir, segue-se uma sessão de arduino. Ambas são creditadas, ao abrigo da legislação sobre acções de curta duração. Para mais informações e inscrições, consultem a página da ANPRI: Formações de Curta Duração em Ílhavo.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Class dismissed.


É o pormenor mais divertido de dinamizar workshops para uma audiência internacional: poder utilizar o bom humor inerente à língua inglesa, terminando com um class dismissed ou can I go have my coffee now? O desafio foi participar no evento eTwinning PDW (workshops de desenvolvimento profissional) Coding and Robotics: The Future Is Now. Organizado numa parceria entre Portugal, Estónia e Noruega, trouxe à cidade de Braga cento e trinta professores provenientes de vinte países europeus. Em comum têm o pertencer à rede eTwinning, um dos grandes casos de sucesso de promoção da integração europeia, rede que tem reunido milhares de alunos pela Europa fora em parcerias transfronteiriças. Suportada pela European Schoolnet/Comissão Europeia, a rede eTwinning é um dos grandes projectos europeus no domínio da educação e interconexão entre países, não se esgotando nas fronteiras da União Europeia.



Dada a temática do evento, foi-nos pedida a dinamização de workshops sobre impressão 3D em parceria com elementos da Estónia. Não nos ficámos apenas por isso. Durante todo o evento uma impressora Beethefirst+ cedida pela Beeverycreative esteve em demonstração num espaço de exposição partilhado com robótica educativa.



A imprimir durante o evento, uma pequena lembrança alusiva ao encontro eTwinning de Braga. Não deu para todos, mas também não sobrou nenhuma...


Os workshops foram missão impossível. Uma hora e meia para falar de impressão 3D, explorar o seu potencial educacional, e iniciar os participantes à modelação 3D era manifestamente insuficiente. Fica o registo: se tiver uma próxima oportunidade, dividir em dois workshops complementares. It was... intense, disse-me uma das participantes, com uma expressão que traía intensidade. A percepção com que fiquei, da generalidade de quem sobreviveu ao workshop, foi de contentamento e interesse despertado pela impressão 3D num nível superior ao do simples deslumbre com a tecnologia. Se isto se verificar para a maioria dos participantes, cumpri os objectivos do evento.

Gostei da reacção do professor norueguês que depois do workshop me deu um abraço e disse job well done. Ou da professora austríaca que me grelhou com perguntas sobre Sketchup e outras vertentes do 3D, que quando ao mostrar-lhe a sobreposição de pontos de vista fotográficos na mesh do 123D Catch comentei what would Picasso do with this... "Precisely what I was thinking", disse.


A estrutura seguiu uma lógica progressiva. Primeiro, mostrar o que está dentro de uma impressora, como funciona, as bases da tecnologia, o software de controle/slicing. Depois, reflectir sobre o seu potencial educativo, falando das ideias vindas das experiências, e mostrar exemplos práticos de como se está a utilizar esta tecnologia na minha prática lectiva. É um elemento importante, ir além de ideias vagas e teóricas, mostrando o que realmente se faz. Há ainda outro momento de reflexão sobre o porquê desta vertente pedagógica, onde tento deixar expresso que se queremos que esta tecnologia realmente seja bem sucedida, temos de esquecer o deslumbre com a impressora e focalizar nos objectivos pedagógicos. Ou, colocando de forma mais coloquial, não interessa o para que serve a impressão 3D, mas sim o para que nos serve, enquanto professores, nos nossos contextos específicos.

De facto, chego a desencorajar activamente o investimento se este lado, para mim fulcral, não estiver estruturado. Creio que como professores temos o dever de ir além do mero deslumbre, do ok, o que é que se imprime? vamos à net descarregar qualquer coisa, aquilo que tanto ouço em eventos e fablabs. O verdadeiro potencial desta tecnologia sente-se quando colocamos nas mãos dos nossos alunos a modelação 3D. A partir daí, deixamos de proporcionar uma mera experiência educativa, fornecendo-lhes ferramentas cognitivas e criativas que permitem o desenvolvimento de competências nas artes e áreas STEM.

Para isso, é preciso aprender a modelar em 3D, algo pouco comum entre professores. Para este evento escolhi o Tinkercad como ferramenta, por não requerer instalação de software, pela simplicidade e estanquicidade dos ficheiros STL que produz. Recaiu aqui aquela que para mim foi a grande falha do workshop, a falta de tempo para os participantes fazerem mais do que um exercício prático muito liminar e reduzido. Espero que pelo menos a percepção da simplicidade e a faísca do 3D tenham ficado.


O workshop foi desenvolvido a duas mãos, com o estónio Argo Llves, que partilhou com os participantes a sua experiência com professores no domínio da impressão 3D com prusas, bem como nos introduziu ao 3D Creationist, uma das raras apps de modelação 3D para Android.


Let's open it up and have a look inside, shall we? I'll try to explain the wibbly wobbly bits. Not the timey wimey ones. 3D printing only works in three spatial dimensions. Não havia whovianos na audiência, infelizmente. Se defendo que na utilização de impressoras 3D em contexto pedagógico aqueles que preferem o lado da concepção, do design e da criação têm de optar por soluções plug and play, não deixa de ser importante aprender e descobrir o que está dentro das impressoras. Isso faz-se com proximidade, com um olhem, vejam, toquem (mas não no extrusor, que neste momento já dava para fazer uma pizza com o calor) e questionem


A qualidade, estética e fiabilidade da Beethefirst+ cativaram os participantes. É impossível não sentir uma ponta de orgulho ao mostrar este excelente exemplo de tecnologia portuguesa a um público internacional, com alguns já habituados a Prusas ou a Makerbots. Estes ficaram surpreendidos com a falta de necessidade que tenho em calibrar a Beethefirst (a que está a imprimir aqui ao meu lado na sala do servidor da escola não é calibrada desde novembro, e quem acompanha regularmente este blog sabe que não tem tido muito descanso) ou a facilidade com o que o Beesoft permite importar um modelo e começar a imprimir. Foi divertida a reacção do operador de imagem da equipe de reportagem enviada por Bruxelas para registar o evento, que não se cansava de filmar a bee a trabalhar.

A participação neste evento não se resumiu à impressão 3D. Ainda passei por alguns workshops interessantes. O evento em si foi intenso, com muitas actividades a decorrer em pouco tempo, e o encontro com pessoas que conheço das andanças digitais. É sempre um prazer falar IRL.

Não posso deixar de agradecer à coordenação do NSS eTwinning português, co-organizadora deste PDW e de onde partiu mais um desafio, que esperamos ter correspondido. Como habitual, o apoio da BEEVERYCREATIVE foi fundamental para o sucesso deste desafio, com a cedência da Beethefirst+ e filamento solicitada pela organização do encontro.

Agora... descansar um pouco, e voltar ao trabalho. É na sala de aula que nascem as ideias e metodologias que permitem corresponder a estes desafios. E tenho também de começar a preparar outros desafios, enquanto se ultimam alguns projectos.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Caminhos


O rescaldo da nossa presença no Qualifica 2016, Exponor. De 14 a 17 de abril rumámos ao Porto, integrados no espaço Ambientes Educativos Inovadores da Direcção Geral de Educação. Encarregues da área dedicada à impressão 3D, fomos desafiados a mostrar e demonstrar como se pode integrar esta tecnologia na escola, quer na sala de aula de TIC, quer em projectos interdisciplinares. A estrutura do evento, bem como a experiência, equipamentos e contexto, foi similar à da presença na Futurália 2016.


Desta vez, optei por mostrar resultados tangíveis do trabalho desenvolvido pelos alunos. As moléculas do Ciência na Escola foram o grande destaque, bem como alguns objectos mais interessantes e bem conseguidos.


Esta beebot acompanha-nos desde a Futurália na zona dedicada à aprendizagem de programação em contextos de pré-alfabetização. Recriá-la em 3D foi um desafio que veio desse evento, e que foi impresso agora.


O espaço 3D, ao contrário das restantes zonas da Sala, não tinha ajudantes para demonstrar as utilizações. O que não quer dizer que tivesse de ser eu a fazer tudo...


Porque é que a Bee está aberta? Considero que não chega olhar para a impressora em funcionamento. Quem nos visitava saía a perceber como se modela em 3D, quais os usos dentro da escola, e via um pouco das entranhas de uma impressora em funcionamento. Demonstrar, mostrar, desmistificar, ajudar a compreender. Outros preferem apenas mostrar. Mas eu sou professor, tenho de explicar e transmitir conhecimento.


A curiosidade desperta-se com a simples presença desta máquina, mas para que esta se sustente há que ir mais longe, explicar, motivar, e mostrar que está ao alcance.


Claro que durante o evento foi crescendo o acervo de impressões 3D dos desafios ERTE-DGE. Muitos piscas, em 2.5 e 3D, e símbolos eTwinning.


A apresentação não é tudo, mas captar o olhar com formas interessantes e cores vivas ajuda. Apesar de estar ligado às TIC, as preocupações artísticas com forma, cor, volumetria e estética são fundamentais para o trabalho das TIC em 3D. Esta tecnologia está, em termos pedagógicos, num ponto de cruzamento entre as TIC e as Expressões. O domínio técnico das ferramentas não implica, por si só, bons resultados. A contribuição de uma visão estética potencia o que se pode fazer com estes meios.


Com algum humor à mistura. Alas, poor Yorick, I knew him well...


Num dos dias tive de estar semi-ausente, como participante noutro evento portuense. Como a impressora é um robot que trabalha muito bem sozinha,  deixei-a de manhã a imprimir um projecto de 7 horas. Ficou pronto em cinco...


No último dia testei um projecto para o próximo desafio das TIC em 3D. Quatro horas de impressão, e deu para perceber o que há a melhorar ou a afinar.


Aproximem-se. Não morde, mas pode queimar... e daí levantar a tampa e mostrar por dentro o que é a impressão 3D. Para se perceber o potencial disto tem de se ir mais longe do que o simples deslumbre.


Diria que enquanto houver estrada para andar... continuar-se-á. Espero ter estado à altura do desafio colocado pela Direção Geral de Educação, representando o Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro. O apoio da BEEVERYCREATIVE foi fulcral, quando uma avaria na impressora cedida à DGE para o evento foi resolvida na hora, logo na quinta de manhã. A simpatia e disponibilidade do pessoal da Bee é fantástica, e a beethefirst+ um mimo, apesar de considerar que no nível a que trabalho a Bee original é mais adequada. Não prevejo, nas actividades que tenho previstas, imprimir em ABS, nylon ou laywood.

Este desafio foi, como sempre, motivador e recompensador. Aliás, pedirem-me para passar quatro dias de volta de impressoras 3D... awesome, certo?

sábado, 16 de abril de 2016

Instantes


Temos oxigénio na mesa de impressão.


E temos moléculas na palma da mão. 


Estamos ao serviço da Direção Geral de Educação, a imprimir em 3D na Qualifica.


Uma abelinha modelada em 3D no Tinkercad a partir de uma Beebot, impressa numa Beethefirst+... isso é um pouco recursivo.


Não chega ver, apenas. Há que ver por dentro, perceber como funciona, demistificar. Não é magia, é ciência e tecnologia.


"Estou a filmar o meu nome a ser impresso... "
 

A galeria desafios DGE vai crescendo.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Qualifica 2016


De 14 a 17 de abril estamos na Exponor, na Qualifica, ao serviço da Direção Geral de Educação. Quatro dias a demonstrar o que é possível fazer com Impressão 3D e educação, com projectos concretos, integrados nos currículos, e vindos do terreno.

domingo, 20 de março de 2016

Instantes


Esta semana, as TIC em 3D estiveram no espaço Sala de Aula do Futuro, organizado pela Equipa de Recursos Tecnológicos Educativos da Direcção Geral de Educação na Futurália, evento na Feira Internacional de Lisboa dedicado à educação e formação. Estivemos presentes a convite da DGE, que nos forneceu uma Beethefirst+ e um portátil Tsunami ao abrigo de protocolos com a BEEVERYCREATIVE e JP SáCouto Inspiring Knowledge. Quatro dias muito intensos a imprimir, partilhar conhecimento, ensinar, educar e mostrar como é que podemos aproveitar a impressão 3D (associada à modelação)  em sala de aula, com projectos concretos que mostram possibilidades de integração curricular. Concretos, e já a decorrer na nossa escola, com muito e gratificante esforço.

Pormenores técnicos: Adorei a beethefirst+. Apesar de não a ter testado nas funções que a distinguem das bees clássicas (pause print, imprimir desligado da corrente, filamento não PLA), fiquei muito bem surpreendido com a limpeza do plug & play, estabilidade, e funcionamento global. Tinha alguma reticência em ligá-la ao meu computador, como uso habitualmente a beethefirst, mas não tive quaisquer problemas. Ligou, calibrei-a, imprimiu sem problemas. Nos restantes dias utilizei o portátil Tsunami, que com uns exíguos 4GB de RAM (eu sei, esta memória é standard na maioria dos portáteis no mercado, mas quando trabalhamos com 3D faz jeito ter mais memória), sabia que iria dar-se bem com o beesoft, e imprimi sem quaisquer problemas. Pormenores que não gostei: o Beepack (caixa que permite guardar e proteger a impressora e os materiais) torna-se exíguo para o transformador da Beethefirst+ e restante cablagem; o autocolante que identifica o filamento nos rolos está colocado no lado que vai ficar encostado à impressora, o que complica um bocadinho o processo de carregamento no Beesoft quando tem que se indicar o código do filamento para aplicar o perfil de impressão correcto, se não se tiver a caixa à mão. São pequenos pormenores. Das bee já se espera qualidade, e esta está à altura das expectativas.

O lado plug & play (que no caso das bee não é plug & pray) é um aspecto importante desta tecnologia. Sabemos do fascínio, e capacidades, das Prusa e restantes kits DIY/open source, mas também sabemos a importância de resultados imediatos e fiabilidade na sala de aula. Quando se tem projectos com alunos do ensino básico que se focam no design e concepção, o tempo para resolver problemas de hardware ou configurações é nulo. As bee distinguem-se positivamente por isso. Não que não seja importante o aspecto de tinkering tão querido pelos makers, e é essa a razão porque ao falar desta tecnologia, abro as partes acessíveis da bee para poder mostrar o que lá está dentro. Mas para quem se quer concentrar nos aspectos estéticos, de design e pedagógicos, ajuda imenso ter uma tecnologia que nos liberta das configurações mais complexas.


Apanhado pelo Paulo O Robot Ajuda Torcato a retirar os suportes da primeira impressão dos quatro dias. Momento zen?


O escritório: espaço da impressão 3D na sala de aula do futuro. Era o menos interactivo dos espaços, porque ao contrário da robótica com lego, quadros interactivos, tablets para pesquisa e vídeo, é difícil ter procedimentos rápidos de modelação e impressão 3D. Mesmo que se conseguisse fazer uma actividade rápida de modelação 3D (e o Tinkercad permite isso), o tempo de impressão é imperdoável. Mas não se pretende, como noutros stands, o endeusamento da máquina de impressão para que os visitantes se fascinem com a impressão. Na prática, mostrámos aos visitantes o processo pedagógico de modelação 3D aplicada às TIC ou a projectos interdisciplinares que tem na impressão 3D uma ferramenta de concretização. Ferramenta espectacular, mas ferramenta, e não fim em si mesmo.


É impossível não ter uma pontinha de orgulho nesta imagem. Espero ter representado bem o Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro. Este trabalho, e os sucessos que tem trazido, só é possível graças aos alunos, restantes professores e apoio das estruturas de gestão. Posso ser eu a estar nos locais, mas o trabalho representa o resultado dos esforços de uma comunidade educativa, da qual faço parte. O mesmo se aplica a outros sucessos nossos, ao nível das bibliotecas escolares, etwinning e outras iniciativas.


Os projectos de 3D, junto ao nosso kit CodyRoby, também estavam presentes noutro espaço da futurália, o stand da ANPRI


Um instante de tecnologias a falar português: a Beethefirst, desenhada, concebida e manufacturada em Portugal, controlada por um portátil da empresa portuguesa JP SáCouto. 


Imprint education? Na primeira impressão do Tsunami, como não tinha nada configurado no computador, imprimi a abelinha da Bee como teste. 


Por óbvias razões profissionais, o momento mais alto destes quatro dias, quando o Ministro da Educação visitou o espaço Escola do Futuro. Tive a oportunidade de explicar o conceito das TIC em 3D, focalizada não no deslumbramento com as maravilhas da tecnologia mas com o seu aproveitamento como ferramenta ao serviço das aprendizagens, com integração curricular, estimulando interdisciplinaridade e áreas STEM com toque artístico. Neste momento, mostro o primeiro resultado do projecto Moléculas na Palma da Mão a um ministro que é cientista, e já passou pelo ITQB, com o qual colaboramos nesta actividade.

Momento que superou a conversa que tive com uma simpática senhora, que me colocou muitas questões sobre currículo e esta tecnologia, que só depois vim a descobrir que se tratava da secretária de estado do Ensino Superior. Mas, apesar da importância institucional, que está em paralelo com o momento em que um grupo de professores estrangeiros em Erasmus, de visita ao nosso espaço, me diz que aquela foi a primeira vez que tomaram contacto com a impressão 3D. Com tecnologia portuguesa e inserida num projecto pedagógico, tive de sublinhar.


Não disponho ainda de fotos das interacções com os visitantes. Eventualmente, os fotógrafos ao serviço da DGE irão partilhar os seus registos. Encontrei esta nas redes sociais, que ajuda a mostrar o processo de demonstração. Não é apenas contemplar a impressora, mas descobrir como se modela em 3D, demonstrando técnicas simples em Tinkercad e Sketchup (o follow me é excelente, surpreende todos), falando da preparação do objecto a imprimir, até mostrar o processo de impressão em si, abrindo a máquina para se perceber o que lá está dentro.

Ou seja, prego valentes secas aos visitantes.

Adorei o comentário que estava nas conversas desta foto: é um professor que faz maravilhas com uma impressora 3D. Oh, wow!


Encerrámos com a impressão de um Piscas, a mascote do projecto Seguranet, à escala original, temporizado para estar quase pronto aquando da visita do ministro.

Foram quatro dias intensos, cansativos mas recompensadores. Não posso deixar de agradecer ao Dr. Vítor Figueiredo pelo desafio, à equipa da ERTE-DGE pela simpatia (com um abraço especial à Vânia Ramos, porque me desafia a fazer coisas bonitas), à BEEVERYCREATIVE pelo apoio. E à comunidade educativa à qual pertenço, porque sem eles estes projectos não seriam possíveis. Espero ter estado à altura.