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segunda-feira, 13 de maio de 2019

Fair Play na E-Tech 2019


O nosso clube de robótica esteve presente na E-Tech 2019, que decorreu em Setúbal nos dias 10 e 11 de maio. O espaço do Cais 3 APSS encheu-se de expositores e visitantes que vieram partilhar o que se faz com tecnologias.


Sempre prontos para os visitantes.


O nosso espaço na E-Tech 2019


Estreámos um dos nossos novos projetos, o Anprino Pintor.

Participámos no âmbito da Edutech, a mostra/concurso de projetos e clubes de robótica, que divulga o que se faz com robótica, programação e impressão 3D nas escolas. Para além de estarmos presentes, participámos nalguns dos concursos promovidos. Estreamo-nos na dança de robots, com um Anprino meticulosamente programado por um dos nossos mais novos alunos, e sem rede, de forma espontânea, fizemos um pitch dos nossos projetos. O entusiasmo e bom espírito dos nossos alunos cativaram os júris, que nos atribuíram o prémio Fair Play pela participação, colaboração, e espírito de divertimento.


Devíamos estar todos, mas neste evento só podem estar presentes três alunos por dia: Prémio Fair Play.

Saber ser, saber estar e saber fazer é o lema da nossa escola. Por isso, é especialmente apropriado termos sido distinguidos com o prémio Fair Play na Edutech. É uma honra, e sublinha o nosso espírito, aprender, partilhar mas essencialmente divertirmo-nos. Porque com um sorriso, tudo corre melhor. Obrigado a todos, e parabéns a todos os alunos do clube de robótica, que todos os dias nos dão motivos para sorrir.

domingo, 13 de maio de 2018

E-Tech Portugal 2018


A melhor recordação que trazemos da E-Tech Portugal este ano é o primeiro lugar obtido por um aluno do nosso clube de robótica no concurso de drones Parrot Drone-Tech Challenge. Uma fantástica vitória, que lhe garantiu o primeiro prémio, um drone mambo FPV, para além do drone de oferta como participante na corrida. Um prémio duplo, e um gosto, ver este aluno a ser o melhor piloto de drones da sua categoria.

Não reclamamos louros ou mérito pela vitória do nosso aluno. É totalmente dele. Não passámos horas no clube a treinar voo de drones para garantir vitórias. O nosso único mérito é conseguirmos criar e manter um espaço e um tempo que permita aos alunos da nossa escola descobrir, interagir e criar com estas tecnologias, bem como criar oportunidade de participação nestes eventos. Dito isto, digamos que na parte do Challenge que envolvia programação, o nosso aluno tinha já aprendizagem prévia... feita livremente, como membro do clube de robótica.


A E-Tech Portugal, maior feira tecnológica a sul do Tejo, é marcação obrigatória na agenda do nosso projeto. Não esquecemos que estamos presentes desde a primeira edição deste evento, e que foi de lá que saiu um desafio que nos tem trazido muitas alegrias: envolver os alunos nestes eventos, trazê-los, ao invés de simplesmente representar os seus projetos. O nosso grande objetivo, na nossa escola, é o de dar aos alunos a oportunidade de descobrir, interagir e trabalhar com tecnologias digitais e fabricação digital, e a sua presença neste tipo de eventos é mais uma forma de descobrir novas ideias e projetos.


Para cada dia do evento, desafiámos três alunos do clube de robótica para representar o Agrupamento e os seus projetos na área da educação digital.


3D é, como sempre, a nossa área de interesse, mas no nosso espaço estavam representados projetos de TIC, clube de robótica, voo de drones, Pixel Art em Python, e as incipientes experiências com robótica.


Uma das razões pelas quais gostamos de trazer alunos à E-Tech é que esta é mais do que uma mostra de projetos, cheia de atividades para estes experimentarem. Inevitavelmente, o espaço de gaming foi o favorito.


Como colaboradores do Robot Anprino, ficámos encantados com estas experiências, que levam o projeto onde sempre quisemos que fosse. Este robot não tem de se ficar pelo carro segue-linhas/desvia obstáculos, é uma plataforma configurável para qualquer tipo de robot. Apelidámos estes, construídos pelo Luís Dourado, o outro pai do Anprino, de robots feéricos, que se movem como poemas, ativados pelo som ou pelo movimento. Será que lhes poderemos chamar Anprino Zen?


No segundo dia da E-Tech, mais três alunos do clube a representar o que fazemos na escola.


Sempre que necessário, explicavam aos visitantes o que fazem no clube.  Como parte da participação no evento, estávamos incluídos no concurso Robotech, uma competição amigável entre as escolas participantes. De sublinhar que tirando os nossos vizinhos do lado, o fantástico projeto Melodrone Educativo da escola básica de Aranguez, os restantes participantes são cursos e clubes de escolas secundárias. Os nossos meninos, um grupo interessado que faz uso de um pouco do seu tempo livre para aprender e descobrir impressão 3D e programação no makerspace do Centro de Recursos Poeta José Fanha, são pesos-pluma no meio dos pesos pesados de alunos mais velhos, experientes e a frequentar cursos específicos na área da informática.


Inevitavelmente, os nossos projetos de impressão 3D despertam a curiosidade dos visitantes. Este ano a área da fabricação digital esteve muito ausente do certamente. Apenas o nosso clube e a BEEVERYCREATIVE, de entre o grande número de participantes, esteve a mostrar o potencial destas tecnologias. Não nos surpreende. A impressão 3D deslumbrava, há pouco tempo atrás, e agora perdeu o encanto do primeiro impacto. É um momento pelo qual já esperávamos, o momento em que quem se iniciou nesta tecnologia apenas pelo deslumbre inicial desiste, e aqueles que procuram ativamente vertentes de exploração vão desenvolvendo projetos de continuidade. Nisto, estamos a pensar a longo prazo. Para nós, as impressoras não são objetos decorativos para atrair o olhar dos alunos, são uma ferramenta de expressão plástica que queremos colocar ao serviço da criatividade.


Porque os velhos jogos também despertam a atenção.

Despedimo-nos da E-Tech com um firme até para o ano. Quer com alunos do clube de robótica, quer representando-os (lutamos por manter o espaço do clube, mas não podemos garantir a priori horários disponíveis e verbas para deslocações), as TIC em 3D/Fab@rts farão sempre questão de estar presentes na E-Tech, uma feira que todos os anos cresce, e leva mais pessoas a descobrir o que se faz cá com tecnologias na escola, indústria e sociedade.

sábado, 6 de maio de 2017

E-Tech Portugal 2017


O Laboratório de Criatividade Digital, clube de robótica do AE Venda do Pinheiro, juntou-se aos clubes que estiveram presentes na segunda edição da feira tecnológica E-Tech Portugal 2017. Organizada pela Associação Nacional de Professores de Informática e pela ECode, com apoio do município de Setúbal e da Aiset, juntou no espaço do Porto de Setúbal mais de cinquenta expositores ligados às tecnologias digitais nas suas diferentes vertentes, com especial destaque para a educação. Também participaram doze escolas de todo o país, mostrando os seus projetos de inovação no âmbito disciplinar ou de clubes de robótica.


Seis dos nossos alunos estiveram presentes, divididos pelos dois dias do evento. Não fomos de Tardis, mas o Sr. Isidoro, que nos levou e foi buscar a Setúbal, também é bigger on the inside.


O 3D é a nossa área forte, e foi essa experiência que levámos à E-Tech, com um pouquinho de drones em voo livre ou programado.


No nosso stand, às voltas com o Tinkercad.


Modelação e impressão 3D, com a impressora e alguns dos projectos, formam o cerne do nosso espaço.


Sem esquecer os drones.


Sublinhando a nossa especialização.


A curiosidade, desperta. Durante o evento imprimimos uma peça grande, e fascinou-nos a curiosidade imparável desta aluna de um clube de robótica de Setúbal, o Melodrone Educativo (mistura programação com voo de drones e expressão musical).


O  Vysor é a nossa nova paixão. Aqui, a mostrar a uma formadora da ECode como projetar do seu tablet utilizando um computador e esta app.


O nosso clube a atrair as lentes das câmaras.


O que é que irá sair daqui?


O Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro, entre as escolas mais representativas no domínio da inovação tecnológica.


E também elemento fundamental do projeto Robot Anprino. Foi o arriscar nas tecnologias de impressão 3D que nos deu o know-how que permitiu este projeto de robótica educativa, cujo impacto supera todos os dias o esperado.


The evil empire is a bit yellow... a responder a pedidos dos visitantes. Porque não? Se despertarmos um sorriso em quem nos visita, o dia sabe melhor.


Um desafio vindo da RobôOeste, onde ficámos a conhecer esta dinâmicas escola profissional. Será que os engenheiros do CINEL se renderão à impressão 3D?


Já os nossos alunos adoraram aprender a soldar com os alunos do CINEL.


Hora do professor dar um workshop sobre impressão 3D na educação. Contámos com a presença da fantástica Aurora Baptista, da BEEVERYCREATIVE, que acedeu ao nosso convite. Foi muito bom ter a intervenção de alguém que trabalha directamente com esta tecnologia, ajudando-nos a ser mais rigorosos na forma como a abordamos. Apesar de difícil, pois as condições do espaço não eram as melhores, este workshop permitiu-nos tentar algo novo, com uma live demo de modelação 3D com  3DC.io e FormIt em tablets Android. Pois. É por isso que estamos a adorar a app Vysor.


Os Bot 'n' Roll One, que ainda não estão ao nosso alcance.


Como co-criadores dos Anprinos, ficamos sempre contentes quando os vemos nas mãos de utilizadores. Aqui, os Anprinos do lendário Clube de Robótica da escola de S. Gonçalo, em Torres Vedras.


Há um ano atrás, imaginavas que ia dar nisto?, perguntou-nos o Luís Dourado, um dos pais do Anprino, responsável pelo conceito, programação e adaptação do Blockly para português. Não, não imaginávamos. Quando a Fernanda Ledesma nos fez o desafio, pensámos que teria impacto pela diferença e lado do it yourself, mas não imaginávamos que chegasse tão longe, em crescimento rápido e contínuo. O lema continua o mesmo: arduino, programação e impressão 3D, para que nenhum aluno fique para trás.