Espaço dos projetos TIC em 3D, Fab@rts - O 3D nas mãos da Educação!, Laboratório de Criatividade Digital - Clube de Robótica AEVP e outros projetos digitais desenvolvidos no Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro.
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
Instantes
Em TIC, a trabalhar nos projectos finais. Este Stonehenge é particularmente interessante porque requer um tipo de trabalho de modelação 3D mais apurado do que a extrusão de superfícies.
Mas mesmo apenas recorrendo à extrusão, os nossos alunos esmeram-se.
Drones a voar na biblioteca da escola? E porque não? As bibliotecas de hoje são espaços abertos às novas literacias. A imagem de espaço de silêncio e recolhimento, reforçada pelo olhar assassino da bibliotecária austera caso algum utente ouse restolhar as páginas do livro, não é de todo a de uma biblioteca de hoje. Não é por acaso que desenvolvemos as atividades do LCD no espaço da biblioteca. Ela é, de facto, a nossa sala de aula do futuro.
O desafio este ano tem sido envolver mais os alunos no lado técnico da impressão 3D.
Mais dois projectos da vila Rainbow Village a ganharem tangibilidade. Com tempos de impressão entre duas a quatro horas, o ritmo de acabamento é lento. Uma turma está quase terminada.
No LCD, exploramos um pouco mais da modelação 3D...
... ainda de forma pouco estruturada, constroem-se circuitos com os Little Bits...
.... preparam-se personagem e guião para um filme em stop motion (com personagens impressas em 3D, claro)...
... e o Lego RCX é uma excelente maneira de despertar a criatividade mecânica dos alunos.
Nada como um bom voo para terminar a sessão semanal do LCD, e descobrimos que temos um piloto nato de drones no clube. Com a lição aprendida da semana passada, voámos dentro do espaço do Centro de Recursos.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
Instantes
O que é que estamos a imprimir no Centro de Recursos Poeta José Fanha? Na sessão da semana passada do LCD_AEVP, os alunos estiveram a modelar decorações de natal no Sculpt+.
O FormIt, da Autodesk, tem um enorme potencial de modelação 3D, embora não seja das aplicações mais fáceis de utilizar. Vamos reforçar a sua aprendizagem junto dos alunos, e como habitual, a persistência é recompensadora. Na terceira sessão de uso, a criadora deste projecto já consegue criar formas com alguma complexidade.
Estando o FormIt integrado numa conta Autodesk, foi fácil sincronizar com o serviço cloud A360. Desafiei a criadora deste projecto a passar ao meu gabinete de trabalho (de momento, os computadores do Centro de Recursos estão desligados). Usando a versão web do FormIt, descarregámos em STL, verificámos a integridade da malha poligonal no netfabb, e no final da sessão do LCD deixámos a impressora 3D a imprimir este objecto.
Pronto a descolar? Mais do que estímulo à programação, as atividades com drones assumem agora o carácter de treino para o RobôOeste. Sabemos que no evento teremos de aprender a programar em Picaxe, mas se o modo de pensar em programação estiver consolidado, o resto é uma questão de esforço.
Apesar de não estarmos a conseguir ligar o Lego RCX ao computador para programação, os alunos do LCD adoram montar, desmontar e recomentar várias combinações de veículos e depois testar com os programas pré-carregados no brick.
Hoje, por exemplo, criaram um veículo com o centro de gravidade deslocado que, ao fim de alguns metros, dá uma pirueta.
O LCD já tem mascote a condizer. Bite our shiny digital creativity! Fizemos batota, utilizámos um modelo encontrado no Thingiverse em vez de modelar de raiz. A Beeinschool das TIC fez a impressão, em filamento translúcido.
Mais uma das criaturas criadas no Codeweek 3D. A impressão que ocupou a impressora durante esta semana...
Com dois bonecos articulados, o que é que poderemos fazer? Com uma máquina fotográfica, um tripé e um cenário a condizer, talvez uma animação? Fica para a semana...
Fim de sessões, fim de semana de trabalho nas TIC em 3D/LCD_AEVP/Fab@rts. Hora de dar descanso às impressoras. Deixámos o Bender a tomar conta da Beethefirst da biblioteca.
sábado, 5 de novembro de 2016
Instantes
O projecto que tem ocupado a impressora das TIC em 3D ao longo da semana: imprimir três cópias desta recriação da fachada do convento de Mafra, criada no Tinkercad por dois alunos do sétimo ano, no segundo semestre do ano passado.
No LCD_AEVP, o grupo de robótica está a dar nova vida ao nosso velhinho RCX.
O grupo de impressão 3D do LCD_AEVP está a ser preparado para tomar conta do processo de impressão.
Drones e fitas métricas? Este grupo do LCD_AEVP andou a testar quantos metros por segundo voa o drone com diferentes potências de motor. Tudo programado no Tynker, claro.
Uma primeira vez para as TIC em 3D: imprimir um objecto articulado que sai da impressora pronto a utilizar. Não foi modelado por nós, é o primeiro objecto a ser impresso do concurso Codeweek 3D: Imprime o Teu Brinquedo. É uma das mais fantásticas possibilidades desta tecnologia, o imprimir objectos articulados directamente numa só impressão. A BEETHEFIRST do Centro de Recursos foi a responsável por esta primeira vez do nosso projecto.
Na aula de TIC, os alunos de oitavo ano iniciam-se na modelação 3D com o FormIt da Autodesk, em tablets. O objectivo é o de participar no projecto eTwinning Rainbow Village.
O projecto não se esgota nas aulas de TIC. Em Educação Visual, estão a projectar casas futuristas sustentáveis.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Instantes
No arranque do LCD_AEVP, iniciando os alunos do Laboratório na impressão 3D.
Outra das vertentes do LCD_AEVP é a robótica. É desta que este velhinho RCX regressa à vida.
Esta semana, o makerspace do Centro de Recursos iniciou actividade. A impressão 3D, numa óptica de promoção da literacia informacional.
Uma das nossas iniciativas Codeweek envolvia a modelação para impressão 3D utilizando tablets. Confesso que não me oriento no 123D Sculpt. Já os alunos não se queixam do mesmo.
O makerspace da Biblioteca não estaria completo sem bibliografia apropriada.
Impressão a impressão recupera-se o atraso. Mais um trabalho do ano passado a ficar pronto.
No âmbito da Codeweek, desenvolvemos actividades de introdução à programação com alunos do 8º. ano. E, porque não, de mais qualquer coisinha. Arduino parece-nos uma excelente nova aventura.
domingo, 16 de outubro de 2016
LCD_AEVP
Iniciamos no próximo dia 21. Finalmente. Se as TIC em 3D têm desenvolvido as suas actividades em contextos estritamente de sala de aula, já sentíamos há algum tempo a necessidade de um espaço e de um tempo que permitisse aos alunos mais interessados desenvolver as suas capacidades e conhecimentos para além dos níveis introdutórios possíveis na aula. Sendo mais específico, o desafio partiu de alunos que aproveitam tempos livres para estar connosco, a querer aprender mais. Estava mais do que na hora de responder a esta necessidade.
A fasquia parece alta, mas o objectivo é simples. Queremos colocar estes alunos a brincar com tecnologia, naquele sentido que Papert lhe deu. Sabemos que alguns alunos irão preferir drones e robots, outros pediram expressamente para trabalhar com impressão 3D. Arduino é o desafio para o professor, que ao longo deste anos de atividades nas TIC já descobriu que a melhor maneira de aprender algo é perder o medo, levando-o para os alunos mesmo que não se domine a tecnologia. Funcionou com a linguagem Scratch...
Para já arrancaremos com cerca de dez alunos, que esperamos que se tornem um núcleo de crescimento, bem como de apoio e monitorização ao projecto Fab@rts (que, por causa do uso do espaço do Centro de Recursos como sala de aula temporária até ao final das obras na escola, está a meio gás).
Não lhe queremos chamar clube. Preferimos a metáfora do atelier, porque tentamos intervir na fronteira entre tecnologia e criatividade. Talvez se consiga estabelecer as bases de um makerspace criativo e educativo. Este laboratório de criatividade digital é uma nova e estimulante aventura deste projeto.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
RCX
Os conhecedores da robótica com Lego estão a reconhecer aqui um venerável Mindstorms RCX. Um kit clássico, que desencantei do fundo de uma arrecadação e tenho andando a ver como é que lhe poderia dar uso. Alguns alunos responderam-me a essa questão de forma inesperada. Cooptei o exíguo espaço do bastidor principal para usar como gabinete quando não estou na sala de aula. Não é um espaço agradável, mas é útil. Estou próximo dos servidores e do material de reserva, acelerando a resolução de problemas e facilitando a manutenção. Também é o espaço de impressão 3D, uma vez que por boas intenções que tenha dentro da sala de aula é complicado imprimir e gerir a aula. É um espaço que quando lá estou está sempre de porta aberta para todos, e mesmo sendo zona técnica nunca nenhum aluno foi impedido de lá entrar. Afinal, não lhes faz mal ficar a conhecer um pouco da infraestrutura digital da escola.
Um aluno com furos no horário começou a visitar-me regularmente. Para lhe dar algo de significativo numa hora em que geralmente estou de volta de email, site da escola ou dos muitos afazeres invisíveis de sysadmin, mostrei-lhe o kit RCX, mal sabendo que ele ia convencer os amigos a ajudarem-no a montar um super-carro. Ficou fascinando quando descobriu os motores controlados pelo brick (é o que se chama à caixa amarela que contém o processador do robot). Para já, temo-nos concentrado nos problemas de engenharia do veículo. Mas em breve vou ter de lhes mostrar como é que se programa um RCX. Por divertido que seja montar um carro que anda para a frente, será mais interessante fazê-lo contornar obstáculos...
Ah, o mais fantástico disto? É completamente informal. Todas as quintas feiras, pontual, o aluno aparece-me no gabinente, leva com ele as peças para o Centro de Recursos onde, com os amigos, afina o seu veículo. Interrompe para ir ter aulas, regressa para trabalhar mais um pouco até chegar a hora de se ir embora. Eu fico pelo gabinete, de volta dos servidores, ou ocupado com manutenções. A autonomia deles é enorme. De vez em quando vou ver se sobram peças e dou algumas sugestões que eles alegremente ignoram até testarem as suas construções e verem o que não corre bem. Aprender também é isto, é dar espaço, deixar mexer, de forma informal, sem pressões, testando soluções, guiando o progresso dos alunos quando necessário.
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