Espaço dos projetos TIC em 3D, Fab@rts - O 3D nas mãos da Educação!, Laboratório de Criatividade Digital - Clube de Robótica AEVP e outros projetos digitais desenvolvidos no Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro.
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domingo, 20 de maio de 2018
Criatix: Raiz da Criatividade
Dia 19 estivemos presentes no Criatix: Raiz da Criatividade. Organizado pela CAF da Escola Básica de S. Vicente, em Telheiras, oferece aos visitantes um conjunto diversificado de atividades, workshops e projetos para visitar. O público está restrito aos alunos e encarregados de educação da escola, mais por informação do que por restrição de acessos. O resultado é um evento divertido mas calmo, bom contraponto para fins de semana intensos no Festival Nacional de Robótica e E-Tech Portugal.
Estivemos presentes como TIC em 3D, representando as atividades desenvolvidas no domínio da impressão 3D em TIC, clube de robótica e projetos interdisciplinares.
Estávamos bem acompanhados pelas girls in ICT da ANPRI, a partilhar o espaço com os kits FischerTechnic da Ludicenter, os robots da Ardozia e a escola de programação Happy Code.
Confronto de anprinos? Dois Arthurs, o nosso (o que tem mais estilo, se nos permitirem o convencimento) e um dos da ANPRI, às voltas na pista de robots.
Eu queria fazer uma letra chinesa, diz-me uma das pequenas alunas do projeto Vicentix. Como fazer, e imprimir em pouco tempo? Graças ao 3DC.io, foi só desenhar a letra à vista e enviar para a nossa impressora. A recompensa? O brilho nos olhos de uma criança.
Sendo um evento tranquilo, dá pra usar o tempo mais livre noutras coisas. Como continuar a aprender a desenhar no Onshape. É desenhando que se aprende a dominar a ferramenta, e quanto mais experimentamos, mais próximos nos sentimos de desenvolver estratégias para ensinar a modelar em 3D com esta ferramenta.
Projetos como o Criatix merecem todo o nosso apoio. É, nas palavras do responsável, um ambiente boa onda. Pode não ter o impacto de eventos institucionais, mas se queremos ajudar a dinamizar a mudança educativa, temos de olhar para todos os públicos. Momentos de partilha intimista e relaxada são tão importantes como as grandes ações de divulgação. Se para o ano o Criatix se repetir, e nos voltarem a desafiar, a nossa resposta é, obviamente, contem connosco.
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
Instantes
Com o semestre de TIC a terminar, os alunos avançam nos seus projetos finais. Estamos a utilizar o Sketchup Make para modelar sob temas definidos em projetos eTwinning.
Uma das turmas de TIC está num projeto diferente, inserido no Da Janela da Minha Escola e Mais Além. Projeto que foi apoiado pelo Ciência na Escola para desenvolvimento. Estes apoios são importantes e prestigiosos, mas não esperamos por eles para desenvolver o nosso trabalho. Curiosamente, a notícia da nomeação chegou-nos no dia em que começámos a imprimir em 3D os modelos criados pelos alunos neste projeto.
A grande novidade deste segundo período é o reforço do espaço Maker do Centro de Recursos. O clube de robótica anda agora a perceber como tirar melhor partido deste espaço renovado.
sábado, 23 de dezembro de 2017
Boas Festas!
Não temam o conhecimento. Divirtam-se com a criatividade. Descubram coisas novas, reinventem o que já conhecem. Concretizem muitos projetos e abram-se aos novos desafios. Experimentem. Desmontem. Façam e refaçam. Modifiquem superfícies e extrudam volumes. Soldem componentes. Programem, construam, desenhem, modelem em 3D, tirem partido de todo o potencial criativo da tecnologia digital. E em 2018, derretam filamento termoplástico!
As TIC em 3D/Fab@rts estão em pausa até janeiro, mas deixam estes votos a toda a comunidade que nos acompanha. Boas Festas!
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Instantes
Processar modelos 3D...
... imprimir modelos 3D. O projeto Paleo segue a bom ritmo.
Mas às vezes as impressões também nos correm mal. A base aqui era demasiado pequena.
Aprender a digitalizar em 3D com fotografia foi o desafio LCD desta semana. Testámos o Scann3D para android.
Continua a afinação do nosso Anprino.
Diferentes vertentes do 3D, da modelação à captura, formas diferentes de ver o real.
Robots DOC, drones, jogos Cody&Roby.
Esta semana, uma turma de quinto ano veio à sala TIC experimentar uma Hora do Código.
Semana também da visita de estudo História-TIC aos museus de Arqueologia e Berardo. Este Anúbis na secção egípcia do Museu de Arqueologia nunca deixa de pregar grandes sustos aos visitantes.
No museu Berardo, o desafio é o de entrar as obras de arte.
As atividades letivas do primeiro período terminaram. Hora de fazer balanços e descansar um pouco. Regressamos em janeiro.
Zona Proximal
Mesmo num museu de arte contemporânea , não tenho fuga possível às TIC. Não é algo em si surpreendente, uma vez que boa parte da arte contemporânea faz uso de, e reflete muito sobre o impacto, dos meios tecnológicos digitais, mas no dia 14 o choque foi imediato. A primeira peça explorada no espaço do Museu Berardo foi Broken Jug de Frank Stella, onde este artista marcante da arte do século XX explode os limites da pintura e invade o espaço com um híbrido biomórfico de escultura e arquitectura tornado possível pelo design digital em CAD. Uma sensação impressionante, entrar dentro de um espaço quase alienígena, como um Voronoi retorcido.
Um dos projetos anuais que mais me dá prazer colaborar é na visita de estudo partilhada entre História e TIC para o sétimo ano. Com História, os alunos visitam o museu de Arqueologia em Belém. Connosco, o desafio é ficar a conhecer a coleção Berardo. Uma atividade que parece estranha no domínio das TIC, mas que quem conhece este projeto e a sua origem compreende. Uma sólida cultura tecnológica não se faz apenas com bits e electrões, é preciso conhecimento variado, diversidade cultural e experiências estéticas para estimular a criatividade. O contrário também é válido, cultura e estética sem conhecimento técnico, hoje, não responde aos desafios da contemporaneidade. Continuar a acreditar no isolamento tradicional das artes é um misto de fuga em
direção a um passado que já se esfumou e aposta na obsolescência.
Este processo é em muito facilitado pelo excelente desempenho do serviço educativo do Museu. Em vez de visitas exaustivas, difíceis de contextualizar, os monitores guiam os alunos na descoberta de elementos da arte moderna e contemporânea com atividades de exploração e questionamento crítico. É um trabalho fundamental para suavizar a violência do impacto da estética da arte moderna e contemporânea nos olhos dos nossos alunos.
É um pouco paradoxal, esta sensação de violência estética sobre o olhar das crianças. Vivemos num mundo cultural intensamente visual. Os olhares dos alunos dividem-se nas iconografias dos ecrãs, entre estéticas de jogo, informação ou partilha social. Isto sem esquecer a omnipresença da imagem televisiva, saturação iconográfica do espaço urbano e os contextos visuais das culturas pop da adolescência . Na escola, são desafiados a criar, dentro dos limites de culturas visuais essencialmente formalistas. Algo que em parte se explica pelo seu nível etário, e pela necessidade de gerir programas letivos e salas de aula. Os alunos são desafiados a aprender a produzir, mas a estética em si não os desafia, repete estereótipos de beleza e temática, raramente ultrapassa o nível do confortavelmente "bonito". Contactar com obras de arte que não estão pensadas primordialmente em função de agradabilidade estética é, para muitos, um choque, que se chega a traduzir numa recusa imediata em aceitar o objeto artístico como arte. O papel destes mediadores é, por isso, fundamental para suavizar o impacto, despertar o questionar, contextualizar e consciencializar.
A maior recompensa desta atividade é, após ter decorrido, questionar alunos e professores, recebendo em resposta comentários que mostram não ter sido em vão. Que apreciaram a visita aos espaços de arte moderna, ou que passaram a vê-la com outros olhos. Ajudar a abrir horizontes, é esse o nosso objectivo. Há um certo aceleracionismo nas atividades TIC em 3D, quer as estritamente dentro das TIC, quer as de interconexão com outras áreas. Trabalhar no limite do expectável, na fronteira de estádios de desenvolvimento (para os vygotskyanos, nos limiares da zona proximal) é acelerar o desenvolvimento natural .Sempre que possível, gostamos de trabalhar para lá do horizonte.
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
Conferência InCoDe.2030
No dia 6 de dezembro, a convite da Direção Geral de Educação, o projeto TIC em 3D/Fab@rts esteve presente na área expositiva da 1ª Conferência do Fórum para as Competências Digitais. Reunindo responsáveis governamentais, investigadores, professores, empresas e outros empenhados na promoção das competências para o século XXI, esta conferência decorrida no Convento de S. Francisco em Coimbra refletiu sobre os principais eixos do programa InCoDe.2030.
Em paralelo, decorria num dos espaços do claustro do Convento de S. Francisco uma mostra de projetos que reunia empresas, instituições de ensino e projetos educativos. Foi com muita honra que aceitámos o convite da DGE, juntando-nos aos Agrupamentos de Escolas de Sátão, Nelas, Moinhos de Arroja, Ílhavo, Vieira de Leiria, Porto de Mós, Coimbra Oeste, Albergaria-a-Velha, Escola Secundária Avelar Brotero, Escola do Departamento de Pediatria do Hospital de Santa Maria, e Colégio Sagrado Coração de Maria, que mostraram projetos de inclusão digital no domínio do eTwinning, Apps for Good e Selo de Segurança Digital. Estiveram também presentes os clubes de robótica dos Agrupamento de Escolas S. Gonçalo de Torres Vedras, D. Dinis de Lisboa e Eduardo Gageiro de Alverca. Em comum, são projetos que se distinguem pelo dinamismo, estando na linha da frente da inovação educacional quer no domínio de projetos institucionais, quer na expansão da robótica educativa. Representámos o Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro com os projetos 3D possibilitados pela distinção em 2014 com o Prémio Inclusão e Literacia Digital, e em 2015 com o Prémio de Mérito da Rede de Bibliotecas Escolares. Foram esses pontos de charneira que nos permitiram iniciar a aventura na impressão 3D e criação de espaços maker na Biblioteca Escolar. É bom sentir que fazemos parte do conjunto de projetos que está na linha da frente da inovação tecnológica educacional em Portugal.
No nosso espaço, optámos por fazer uma amostra dos projetos criados pelos nossos alunos, quer na disciplina de TIC, onde aprendem modelação 3D integrada no currículo, quer nos inúmeros projetos interdisciplinares que tiram partido do 3D (modelação e impressão) na educação. Com destaque para o e-book/objetos tangíveis criados no âmbito das comemorações do tri-centenário do convento de Mafra.
Claro que levámos uma das nossas impressoras, e aproveitámos o dia para imprimir os primeiros resultados à escala real de um projeto de fotogrametria em parceria com um docente de História do nosso Agrupamento, envolvendo a captura digital de artefatos líticos.
Devido à longa viagem e horários longos de um evento que, para nós, iniciou às oito da manhã em Coimbra, não levámos alunos connosco. Mostrando que o envolvimento neste projeto ultrapassa em muito a disciplina de TIC, envolvendo o clube de robótica, Bibliotecas Escolares e docentes de outras disciplinas, o Agrupamento esteve representado por mim e pela coordenadora das Bibliotecas Escolares, Prof.ª Jacqueline Duarte, parceira ativa no projeto Fab@rts (3D na Educação e Espaço Maker no Centro de Recursos).
O evento contou a presenta do Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, cuja alma de cientista se animou especialmente quando descobriu um dos nossos projetos, a criação de modelos moleculares com impressão 3D, efetuada pelos nossos alunos no âmbito de uma parceria entre Ciências Físico-Químicas e TIC. A molécula de água ficou para o ministro, como recordação. Mas mais importante do que o encontro, é frisar a importância desta tecnologia como mais uma ao serviço das aprendizagens dos alunos, através da tangibilização de conceitos abstratos, criação de recursos educativos, e, essencialmente, despertando os alunos para o potencial económico da manufatura aditiva ensinando-os a expandir as suas capacidades criativas através da aprendizagem de modelação 3D. Como observou Maria José Vitorino em conversa connosco, o que interessa é a capacidade de conceber mentalmente, visualizar, para aplicar, algo que tanto pode ser feito recorrendo a estas tecnologias como a métodos mais tradicionais. Mas com isto potenciamos as tecnologias contemporâneas, mostrando o seu potencial e abrindo os alunos a campos de trabalho que vão além do uso da tecnologia digital como apoio à aprendizagem e aquisição/tratamento de informação.
Sublinhando a parceria com as Bibliotecas Escolares, espaços dinâmicos que compreenderam a importância da inovação e novas literacias digitais, a nossa coordenadora com uma das suas mentoras, Drª. Teresa Calçada.
Como recipientes do prémio Inclusão e Literacia Digital, pediram-nos umas breves palavras sobre o seu impacto no nosso projeto. Creio que aqui o Robot Anprino é o melhor exemplo que como o apoio desta iniciativa potenciou, de formas inimagináveis, o que se iniciou nos idos de 2007 com a introdução de modelação 3D na sala de aula em EVT. O prémio permitiu-nos a aquisição da nossa primeira impressora 3D, expandindo com isso o nosso know-how no domínio da modelação 3D em contexto pedagógicos, e também no domínio técnico. Possibilitou a miríade de projetos que desenvolvemos com os alunos, a aposta crescente na formação formal e informal a professores, experiências de makerspaces nas bibliotecas, e também este projeto de robótica educativa de baixo custo, que só se tornou possível com o desafio e visão de Fernanda Ledesma, presidente da ANPRI, pelo trabalho em eletrónica e programação de Luís Dourado, do Agrupamento de Escolas Augusto Cabrita no Barreiro, e pelo design e impressão 3D por nós desenvolvido no Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro. Um projeto que tem chegado a dezenas de escolas, que está já a ser potenciado por alunos de cursos profissionais, apoiado pela Fundação Gulbenkian. E tudo começou com um telefonema dos responsáveis da Rede TIC e Sociedade a informar-nos que pertencíamos ao grupo de projetos distinguidos com o primeiro Prémio Inclusão e Literacia Digital.
No que toca ao potencial do programa InCoDe.2030 no domínio do nosso projeto, que nos pediram para refletir, olhamos muito mais à frente com uma reflexão a quente sobre impactos presentes e futuros próximos da robótica, algoritmia, inteligência artificial e robótica, e como a escola tem de preparar os alunos para saber usar estas tecnologias para aumentar as suas capacidades,não se tornando humanos obsoletos numa sociedade desigual. Projetos como o InCoDe.2030 são essenciais para que escolas, professores e sociedade em geral levem em frente o desafio da capacitação no domínio das competências digitais, que hoje vão muito mais além do mero domínio de ferramentas.
Poderia destacar muitos outros projetos patentes na exposição, entre as parcerias e crescimento do evento eTech Portugal às diversas instituições presentes, mas o esforço colocado pelo CINEL no domínio da aprendizagem de robótica e automação é notável. Na foto, um protótipo de robot empilhador que responde a códigos de cores para agilizar a distribuição em armazém.
Com um toque de ironia, passámos o dia a imprimir... armamento. Especificamente bifaces pré-históricos, digitalizados em 3D com fotogrametria a partir de instrumentos líticos recolhidos na zona oeste. Um toque de história milenar, num dia que mostrou a importância dos projetos nascidos no terreno, com esforço dos professores e apoio local e institucional, para uma promoção real das competências digitais nos alunos e, por extensão, sociedade em geral.
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domingo, 26 de novembro de 2017
Workshops 3D - Arrifana
Este foi um fim de semana de desafios, em Arrifana, Santa Maria da Feira. Sexta feira foi dia de estrear a impressora 3D Beethefirst+ adquirida pelo Agrupamento de Escolas para o seu makerspace na Biblioteca. A sessão destinou-se aos docentes do Agrupamento, focada na operação da impressoras, cuidados a ter, o que fazer quando algo não corre bem. Mas, como educadores, temos de olhar para esta tecnologia como algo mais do que uma máquina de fazer coisas. Daí a conversa sobre manufatura aditiva e os potenciais desta tecnologia.
Uma sessão que decorreu com um grupo entusiasmado, à descoberta da impressão 3D. Pelos olhos brilhantes dos participantes, suspeito que segunda-feira a impressora já esteja a funcionar...
Sábado foi dia de aprender a modelar em 3D. De manhã, descobrir o Tinkecar e o 3DC.io (e, já agora, um pouquinho de OnShape). De tarde, Sketchup Make. O objetivo era dar aos formandos tempo para experiências de modelação com primitivos e subdivisão de superfícies. Com o Sketchup foi um pouco mais difícil, porque com a recente decisão da Trimble de terminar o desenvolvimento da versão Make e implementar a versão Free na web, não tínhamos uniformização no software utilizado pelos formandos. Ou seja, o formador também teve de aprender, na hora. Faz parte, e é esse o espírito que temos de ter numa escola integrada num mundo em que o conhecimento evolui com rapidez. Se não sabemos, não podemos fechar a porta. Partimos à descoberta, pondo de lado a reticência de dizer, perante formandos ou alunos, que isto é novidade, ainda não sei como funciona.
O desafio partiu do Agrupamento de Escolas de Arrifana, e em conjunto com a ANPRI foi possível ir mais longe, abrindo a docentes de outras escolas e dinamizando outros workshops sobre Arduino e Realidade Virtual. São momentos destes que mostram o poder da colaboração. Como diz o lema da ANPRI, juntos conseguimos melhor. Agradecemos à ANPRI toda a ajuda, aos docentes do Agrupamento de Escolas de Arrifana o caloroso acolhimento, e à direção do Agrupamento o desafio, excelente acolhimento e disponibilidade. Esperemos ter estado à altura! E agora começa o melhor desafio: usar estas tecnologias nos contextos educativos do Agrupamento. Sentimos que a faísca, que já lá estavam, está agora em chama.
Semana da Ciência LAB Aberto
Fazer sessões contínuas a grupos sucessivos de alunos é algo cansativo. Grupos grandes, alguns com curiosidade, outros mais distraídos. O esforço compensa quando vemos, no olhar de alguns, pelos comentários ou perguntas que fazem, que lhes despertámos a curiosidade. Quando se nota um brilho nos seus olhos, percebe-se que mais do que aprender, descobriram algo novo, e já estão a ter ideias sobre isso.
23 de novembro foi dia de nos juntarmos às atividades da Semana da Ciência do Torres Vedras Lab Center. Este evento, apoiado pela Câmara Municipal de Torres Vedras, contou com uma feira de ciência organizado pelo LAB Aberto. O nosso desafio foi partilhar o que sabemos sobre modelação e impressão 3D aos visitantes. O conhecimento do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro esteve em destaque neste dia, mas a feira não se centrou só sobre 3D.
Para saber mais sobre como correu este dia, e que atividades decorreram na Semana da Ciência, visitem a página do LAB Aberto.
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