Espaço dos projetos TIC em 3D, Fab@rts - O 3D nas mãos da Educação!, Laboratório de Criatividade Digital - Clube de Robótica AEVP e outros projetos digitais desenvolvidos no Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro.
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domingo, 26 de novembro de 2017
Workshops 3D - Arrifana
Este foi um fim de semana de desafios, em Arrifana, Santa Maria da Feira. Sexta feira foi dia de estrear a impressora 3D Beethefirst+ adquirida pelo Agrupamento de Escolas para o seu makerspace na Biblioteca. A sessão destinou-se aos docentes do Agrupamento, focada na operação da impressoras, cuidados a ter, o que fazer quando algo não corre bem. Mas, como educadores, temos de olhar para esta tecnologia como algo mais do que uma máquina de fazer coisas. Daí a conversa sobre manufatura aditiva e os potenciais desta tecnologia.
Uma sessão que decorreu com um grupo entusiasmado, à descoberta da impressão 3D. Pelos olhos brilhantes dos participantes, suspeito que segunda-feira a impressora já esteja a funcionar...
Sábado foi dia de aprender a modelar em 3D. De manhã, descobrir o Tinkecar e o 3DC.io (e, já agora, um pouquinho de OnShape). De tarde, Sketchup Make. O objetivo era dar aos formandos tempo para experiências de modelação com primitivos e subdivisão de superfícies. Com o Sketchup foi um pouco mais difícil, porque com a recente decisão da Trimble de terminar o desenvolvimento da versão Make e implementar a versão Free na web, não tínhamos uniformização no software utilizado pelos formandos. Ou seja, o formador também teve de aprender, na hora. Faz parte, e é esse o espírito que temos de ter numa escola integrada num mundo em que o conhecimento evolui com rapidez. Se não sabemos, não podemos fechar a porta. Partimos à descoberta, pondo de lado a reticência de dizer, perante formandos ou alunos, que isto é novidade, ainda não sei como funciona.
O desafio partiu do Agrupamento de Escolas de Arrifana, e em conjunto com a ANPRI foi possível ir mais longe, abrindo a docentes de outras escolas e dinamizando outros workshops sobre Arduino e Realidade Virtual. São momentos destes que mostram o poder da colaboração. Como diz o lema da ANPRI, juntos conseguimos melhor. Agradecemos à ANPRI toda a ajuda, aos docentes do Agrupamento de Escolas de Arrifana o caloroso acolhimento, e à direção do Agrupamento o desafio, excelente acolhimento e disponibilidade. Esperemos ter estado à altura! E agora começa o melhor desafio: usar estas tecnologias nos contextos educativos do Agrupamento. Sentimos que a faísca, que já lá estavam, está agora em chama.
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Formação Introdução à Impressão 3D - Venda do Pinheiro
Alguma vez tem de ser a primeira. No âmbito do plano de formação do Centro de Formação de Escolas Rómulo de Carvalho, dinamizámos a primeira ação de formação inteiramente dedicada à impressão 3D. Já o tínhamos tentado fazer com a APEVT e a ANPRI, mas por razões várias, não foi possível a sua abertura. Calhou então desenvolvermos a primeira ação de formação creditada para professores sobre esta tecnologia naquele que é o mais apropriado dos locais: a escola onde trabalhamos, e onde desenvolvemos o nosso know how e experiência com os alunos.
Esta formação foi desenvolvida no âmbito das atividades do projeto Fab@rts: O 3D nas mãos da Educação, prémio de mérito da Rede de Bibliotecas Escolares.
Dentro do âmbito do CFAERC, confessamos não ter esperado por muitos formandos. Sabemos que o 3D é uma tecnologia muito específica, mesmo sem equacionar a impressora, e conhecemos a dimensão reduzida do concelho. Ficamos surpreendidos pelo número de inscritos ter excedido o limite de formandos que tínhamos colocado, o que nos levou a aumentar a capacidade da formação. Houve algumas desistências de última hora, e no final os dois dias de formação contaram com catorze formandos. Alguns do nosso Agrupamento, a querer conhecer melhor esta tecnologia e a pensar em projetos específicos, outros de outras escolas do concelho, e alguns vindos de fora. O público-alvo pensado para esta ação foi abrangente, não quisemos restringir apenas a docentes ligados às TIC ou às artes. O desafio é perceber como levar esta tecnologia a todos os docentes.
Concebemos esta formação como um misto de conhecimentos técnicos sobre impressão 3D, exploração de pesquisa de conteúdos 3D, modelação utilizando computador e tablet, e processos de trabalho. Sabemos que cada um destes temas, se aprofundado, daria para múltiplas ações de formação. Optámos por condensar, despertando o interesse dos formandos, dando-lhes uma iniciação e materiais de referência que lhes permitam seguir processos de auto-aprendizagem.
Dentro dos limites apertados de tempo, tentámos dar espaço à descoberta individual e experiências de 3D. A sessão final foi livre, deixando ao critério de cada um que técnica ou aplicação explorar. Poderíamos ter aproveitado para aprofundar algumas questões ou aplicações, mas conhecemos bem a importância de explorar livremente, de acordo com interesses pessoais.
Estruturamos a formação em três eixos: conhecimento técnico sobre impressão 3D, entre o processamento de modelos (correção e validação, remeshing) e o uso e manutenção da impressora; ligação entre o 3D, diferentes áreas disciplinares e biblioteca escolar; aprender a modelar em 3D com diversas aplicações. Foi interessante ver ao longo das sessões a autonomia dos formandos a imprimir ou preparar impressões.
No domínio da modelação, colocámos a ênfase no Tinkercad, pelo seu poder e simplicidade, dando seguimento no tipo de modelação com o 3DC.io. Passámos do PC ao tablet porque sabemos as dificuldades de implementar projetos que requeiram um número elevado de computadores, e hoje os dispositivos móveis são quase omnipresentes entre os alunos. Mostrando que se pode ir mais longe, demonstrámos o Sketchup Make em PC e o Autodesk FormIt em tablets. Aqui, o interessante foi ver formandos da área da Matemática a querer aprender mais sobre Sketchup, porque perceberam que esta aplicação lhes poderia potenciar experiências de aprendizagem na sua área disciplinar.
O grande objetivo foi despertar curiosidade, desmistificar a tecnologia e incentivar a criação com ferramentas de modelação.
Aqui, a prof.ª Jacqueline Duarte, coordenadora das Bibliotecas Escolares, a abordar as questões de direitos de autor, makerspaces, fablabs, e o seu potencial no domínio das bibliotecas.
O lado mais techie ficou para o professor Artur Coelho (TIC/PTE), encarregue da modelação e impressão 3D. Uma das grandes mais valias das tecnologias digitais é a forma como potenciam a colaboração entre pessoas de diferentes backgrounds. É por isto que optámos por desenvolver estas sessões no espaço do Centro de Recursos Poeta José Fanha. Quebra a estrutura espacial habitual das formações com ferramentas TIC, e sublinha que se um professor consegue desenvolver projetos interessantes, estes tornam-se muito mais interessantes quando se adiciona o saber de outros.
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domingo, 11 de junho de 2017
Instantes
A terminar as atividades deste ano, os alunos finalizam os seus projetos 3D. Muitos utilizando o tablet, algo que nos surpreende.
No computador, as possibilidades de modelação são maiores, e os desafios também.
Mas quem trabalha com o tablet também nos surpreende pela complexidade dos projetos.
Optámos por imprimir os projetos modelados em tablet, e alguns ficarão prontos a tempo do final do ano. Como este avião...
este personagem da série Spongebob..
ou este espantoso hambúrguer com batatas fritas.
No clube de robótica também já se sente o cansaço dos alunos e o acumular de atividades. Estamos mesmo no final do nosso primeiro ano.
Mas terminamos a preparar o próximo. Finalmente, começámos a montar os nossos robots Anprino.
O desafio está lançado, mas ainda não terminámos a montagem...
segunda-feira, 5 de junho de 2017
Instantes
Hora de fazer as avaliações dos trabalhos de aula, as etapas de aprendizagem para os projetos finais. E ter boas surpresas, especialmente nas atividades de modelação 3D em dispositivos móveis.
Boas surpresas que continuam durante o desenvolvimento dos projetos dos alunos.
Alguns seguem o caminho do tema livre, outros preferem pesquisar e recriar em 3D.
Entretanto, vamos ultimando projetos que ficaram pendentes. A aluna, frequentadora assídua da biblioteca, que fez esta boneca no Thingmaker design ficará contente.
Numa semana de balanços de atividade do espaço naker do Centro de Recursos, esta é a imagem que melhor descreve os nossos esforços: uma aluna de quinto ano, que não tem TIC nem faz parte do Clube de Robótica, a trabalhar autónoma no Tinkercad. Aprendeu... com as alunas monitoras 3D do Centro de Recursos.
Esta semana não houve sessão do clube de robótica. Estivemos no Funchal, sexta e sábado, a partilhar a nossa experiência no domínio da modelação e impressão 3D.
No primeiro dia, com demonstrações e workshop no encontro de professores de informática da RAM.
No segundo dia, mais um dos nossos primeiros momentos: o primeiro workshop de Impressão 3D para docentes das áreas artísticas, com a APEVT-Madeira. Gostaríamos de o conseguir também fazer cá, até porque a APEVT é uma das associações com as quais colaboramos, mas o primeiro de todos foi na Madeira.
domingo, 28 de maio de 2017
Festa das Escolas AEVP 2017
Este sábado foi dia de... ficar em casa. Ou melhor, mostrar e demonstrar a impressão 3D na escola onde este projeto nasceu. Estivemos na Festa das Escolas do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro, como não poderia deixar de ser. Se nos dá gosto partilhar estas experiências um pouco por todo o país, temos um gosto especial por mostrar à comunidade educativa em que estamos inseridos o que o 3D potencia nos nossos alunos. Ontem partilhámos o espaço da nossa escola com representantes das escolas básicas do agrupamento, associações de pais e instituições locais, no dia em que a escola está de portas abertas à comunidade.
Investimos full guns blazing, com as impressoras BEEINSCHOOL das TIC em 3D e BEETHEFIRST do Centro de Recursos Poeta José Fanha. Levámos também trabalhos demonstrativos dos projetos com os alunos, quer em TIC, quer nas parcerias Fab@rts, quer no clube de robótica.
Mas só levámos um computador. Íamos alternando entre cabos usb...
Na nossa escola já nos conhecem bem, mas a impressão 3D não deixa de despertar atenções. Especialmente de alunos da comunidade local que frequentam outros estabelecimentos de ensino, que exploram as TIC no ensino básico em vertentes mais formais.
Tivemos a ajuda de um dos elementos do Laboratório de Criatividade Digital, um entusiasta dos drones e 3D que divertiu todos os visitantes com as suas proezas de voo, e ainda teve tempo para modelar e imprimir um foguetão. Este aluno tem um pormenor curioso: sempre que está com o clune em eventos, usa gravata.
sexta-feira, 26 de maio de 2017
Instantes
A primeira imagem da semana. Uma impressão falhada, que nos encheu de alegria. Chegar à escola e deparar com este objeto na mesa de impressão foi o melhor momento da semana. Porquê? Porque significa que alguns alunos do LCD (e monitores do Centro de Recursos) já estão completamente autónomos na impressão 3D. Modelam, preparam, carregam a impressora, imprimem. O erro aqui foi a aluna não ter percebido qual era a posição óptima de impressão. Mas para chegar a esta falha, foi preciso conquistar muito.
Nesta semana, fomos experimentais na abordagem com tablets. Em vez de projetos difusos ("faz uma casa") ou demasiado concretos ("modela um porta-chaves", "cria uma chávena"), optámos por um desafio mais exigente: recriar obras de arte.
Uma atividade que tocou diretamente nas artes, integrou elementos de pesquisa, e finalizou com resultados muito interessantes.
Os dispositivos móveis na sala de aula não têm de ser uma ameaça, como muitos os vêem, nem um mero veículo da clássica estratégia da pergunta/resposta, como é divulgado em muitas formações dedicadas à inovação educacional. Também podem ser ferramenta de criação.
O projeto secreto está terminado: uma nave Eagle da série Espaço: 1999, com um mapa 3D da superfície lunar (cratera de Aristarco, graças à NASA) a servir de base. Com uma caixinha de acrílico a proteger. Prenda para o diretor do Agrupamento, quase a terminar o seu mandato, por várias razões, uma das quais foi, quando recebemos a primeira impressora 3D, ter comentado agora tens de me imprimir uma Eagle.
Dois desafios: a alunos de TIC para aprender a fazer revoluções no Sketchup Make, e aos alunos do LCD_AEVP para aprender modelação 3D em tablets.
O Paint 3D chegou a um dos nossos computadores. A primeira impressão é intrigante, com a possibilidade de pintar modelos 3D e importar ficheiros no formato .3mf.
Estamos a direcionar o clube para trabalho com apps 3D. Decidiram todos modelar uma cadeira, inspirando-se no mobiliário do Centro de Recursos. Modelar em 3D, à vista...
Há que admirar alunos que já não têm medo de meter as mãos dentro da impressora 3D.
E, no final do dia, um dos alunos ainda nos surpreendeu com as suas experiências com o 3D Builder.
domingo, 21 de maio de 2017
Workshop Fab@rts: Venda do Pinheiro
Esta quarta feira foi dia de partilhar conhecimentos sobre 3D com os professores da nossa casa. Dentro do projeto Fab@rts: O 3D nas mãos da Educação, eu e a professora Jacqueline Duarte, bibliotecária do Agrupamento, dinamizámos uma sessão de introdução à impressão 3D.
Três impressoras a funcionar? As bees já são bem conhecidas pelos nossos colegas (afinal, a BEETHEFIRST está permanentemente a trabalhar no nosso Centro de Recursos). Trouxemos uma Blocks Zero da ANPRI, para mostrar outras variantes desta tecnologia.
Nesta sessão, abordámos os pormenores técnicos das impressoras, repositórios de modelos 3D, validação e correção de STL, modelação com aplicações móveis, potencialidades despertas pelos makerspaces na educação e novas literacias digitais.
Ao contrário de outras tecnologias, a impressão 3D ainda tem os seus componentes diretamente acessíveis. Fazemos sempre questão de abrir a impressora e mostrar o seu interior, explicando para que servem cada componente.
Uma mistura de professores de línguas, matemática e ciências, arte e ensino especial a dar o primeiro (e talvez único) passo na modelação 3D. O objetivo aqui não era incentivá-los a modelar em 3D (sabemos que para isso é preciso gostar de desenhar e ser criativo nestas áreas), mas levá-los a compreender o desafio mental que representa o criar formas complexas em 3D, a partir do agrupar e corte de formas primitivas, bem como o incentivo a competências ativas de visualização espacial, necessárias para se conseguir desenhar no espaço tridimensional.
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