Espaço dos projetos TIC em 3D, Fab@rts - O 3D nas mãos da Educação!, Laboratório de Criatividade Digital - Clube de Robótica AEVP e outros projetos digitais desenvolvidos no Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro.
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terça-feira, 29 de janeiro de 2019
RVCC @ LabAberto
Ontem, foi dia de dar um salto ao fim do dia ao Lab Aberto para ajudar num workshop sobre tecnologias para alunos de RVCC da Escola Secundária Madeira Torres.
Num ambiente informal, experimentaram trabalhar com Raspberry Pi, programação de arduino, programação de drones e modelação e impressão 3D. Nesta vertente, assegurada por nós, os participantes descobriam como criar um modelo por revolução em Onshape para depois se explorar as temáticas da impressão.
Mais do que aprofundamento, este workshop despertou os presentes, formandos em cursos de certificação de competências, para o potencial da fabricação digital.
sábado, 20 de maio de 2017
Instantes
Numa sessão mais calma do LCD, os alunos aprenderam que nem todos os ecrãs são sensíveis ao toque ao colocar Blocks Zero que estamos a testar a imprimir.
Também no LCD, hora de aprofundar as técnicas de modelação 3D utilizando modelação por primitivos.
Nas aulas de TIC, sétimo ano, o desafio tem sido abordar o 3DC.io. Desafio para todos. Para os alunos, pela descoberta, para o professor, para perceber quais as melhores estratégias de abordagem e temas desafiantes.
Depois de uma aula de introdução, a segunda aula tem um tema. Nesta turma, desafiamos os alunos a modelar animais e plantas.
Para afinar a aula de introdução, pensámos numa atividade simples que permite aos alunos descobrir as ferramentas do 3DC.io e perceber as principais técnicas de modelação por primitivos: modelar uma caneca. É simples, permite abordar o interface da aplicação, leva a desenvolver técnicas de modelação e a perceber as operações booleanas de corte e união.
Já só faltam... bastantes. Um desafio para o baile de gala, este ano.
As casas impressas em 3D do projeto Rainbow Village regressaram às exposições. Desta vez, integradas na semana do departamento de Expressões, junto dos desenhos originais que serviram de base a este trabalho, desenvolvidos em Educação Visual.
O nosso micro-fablab em modo de fábrica de porta-chaves/Girls in ICT, enquanto o professor actualiza o firmware da Blocks Zero. Uma impressora simpática, mas um pouco difícil de utilizar, comparando com a usabilidade das impressoras da Beeverycreative.
Um momento privilegiado: Jorge Horta, que fotografou a cores o 25 de Abril, fala aos alunos da sua experiência. Jorge Horta trabalhou durante anos na Autodesk, foi um dos primeiros a introduzir software de CAD 3D na indústria, adquirindo o primeiro sistema da Lisnave para auxílio à construção naval. Ficou bem impressionado com o nosso trabalho de desenvolvimento de competências 3D, especialmente ao saber que as ferramentas gratuitas da Autodesk são fundamentais para o que fazemos.
Primeiro, os protótipos.
Quando se percebe qual a melhor configuração, finaliza-se. Modelo da Ponte 25 de abril sobre mapa de elevações, criado pelos alunos no âmbito do projeto A Terra Treme, a nossa participação este ano no Ciência na Escola.
Quarta foi dia de formação 3D na nossa escola. Apesar de para professores de áreas não artísticas ou tecnológicas o mundo dos repositórios ser mais importante e pertinente, quisemos que experimentassem a modelação 3D. Assim, perceberam a complexidade mental do 3D, o jogo mental a que obriga, na busca da forma de conjugar formas para representar objetos, a necessidade de ter perceção do espaço e compreender a globalidade da forma em diferentes pontos de vista.
terça-feira, 7 de junho de 2016
Convite Lab Aberto
Convite a empresários da região de Torres Vedras, vindo do Lab Aberto:
"O LAB Aberto, em parceria com o ARENA Shopping e diversas empresas de Fabricação Digital, convidam-no a participar num encontro que vai decorrer no ARENA Shopping, dia 11 de junho, entre as 9h45 e as 13h30.
Neste encontro, de participação gratuita, irá assistir a apresentações de inventores/fazedores/fabbers/makers com larga experiência na área e a demonstrações das potencialidades destas tecnologias, nomeadamente, impressoras 3D com diferentes níveis de precisão, máquinas de corte a laser e fresadoras.
Agradecíamos que confirmasse a sua participação para António Gonçalves, responsável do Lab Aberto, através do email/telemóvel: lababerto@gmail.com/919952334."
As TIC em 3D colaboram nesta iniciativa, dinamizando workshops de Tinkercad! Para mais informações, visitem a página da Feira da Tecnologia no Arena Shopping, consultem o programa da Feira da Tecnologia, e descubram as propostas fantásticas do pequeno mas muito dinâmico LAB Aberto.
quarta-feira, 23 de julho de 2014
3D printing @ fablab Lisboa
No fablab Lisboa, a aproveitar o encontro 3D Hubs para aprofundar a investigação naquele que será o passo lógico para este projecto 3D Alpha: impressão 3D. Se os alunos já lidam com modelação, porque não avançar e mergulhar nesta tecnologia que está agora a implementar-se em força? Há factores financeiros a ter em conta mas suspeito que haja aqui muita mais valia pedagógica, em especial se integrada em projectos interdisciplinares. Não que eu seja de desdenhar a criatividade por si só, mas é quase magia quando ideias e conhecimentos de diferentes áreas se conjugam no acto criativo. O que nas vertentes de aprendizagem é algo de fundamental. As horas lectivas separam as áreas, e há que mostrar que os pontos comuns são mais que muitos. Isso, apostar na criatividade e na capacidade de resolução de problemas.
Ver a prusa pelas traseiras, controlada por um thinkpad a correr linux. Open source rulez!
O espaço do fablab, que desconhecia, é um mimo para quem gosta de criar. Nem só de impressoras 3D vive o espaço. Há por lá muita ferramenta e zonas de trabalho que vão da marcenaria tradicional às CNC que cortam materiais a partir de CAD. Tenho de arranjar forma de ir lá mais vezes.
Hello makerbot replicator!
O objectivo deste encontro 3D hubs era o de colocar pessoas em contacto com o 3D Printing e a conversa entre aqueles que estão mais avançados nas utilizações desta tecnologia foi uma experiência de aprendizagem fantástica. Ouvi-los permitiu-me perceber que certas escolhas que ando a fazer estão na direcção certa, despertou dúvidas, esclareceu outras, e aprofundou potencialidades desta tecnologia. Elas são bem conhecidas, e a ideia de que têm um impacto sobre o conceito de indústria tal como a conhecemos é repetido como um mantra. Pessoalmente creio que não será tanto assim. É verdade que quem tem acesso a esta tecnologia tanto pode imprimir um como mil objetos. Mas os custos e economias de escala não se aplicam. E ficam de fora as questões ligadas ao design, à criação enquanto acto mental. Por giro que seja descarregar um modelo em stl de um repositório e imprimir é muito mais interessante conceber, representar, criar e... materializar. Um processo que pouco tem de novo, é algo de elementar desde que há artistas e artesãos. O 3D printing apenas traz para os meios digitais esses processos tão normais em pintura, escultura, enfim, em qualquer expressão criativa que solidifique num material o imaginário do criador. O que intriga é esta nova forma de ser artesão com ferramentas digitais. Percebi que muitos dos presentes olham para a impressão 3D pelo desafio técnico de montar e refinar a impressora e só depois percebem que o processo criativo tem tudo a ver com o objectivo desta nova tecnologia.
As beethefirst como objectos de design.
Em exposição, ou melhor, a imprimir furiosamente, impregnando o ar com o aroma do plástico pla derretido, estavam vários modelos de impressoras trazidos pelos participantes. Interpretem o furiosamente da frase anterior muito ao ralenti. Imprimir objectos não é um processo rápido. O aspecto rude e diy da makerbot impressionava, e o cuidado estético no design das bee nunca cessa de me surpreender. Mas claramente aquela que melhor se adequa aos objectivos do que ando a preparar é a Prusa. A makerbot é bastante cara, algo que também se aplica à bee. Nestas, o conceito de 3D printing doméstico é uma excelente ideia que temo estar um pouco avançada no tempo. Talvez, e espero que assim seja, consigam fatia de mercado com designers e outros criativos que se querem concentrar no conceber e fazer e não nos aspectos técnicos de montar e calibrar equipamentos. As impressoras que vendem são um equipamento muito apetecível.
Mas para objectivos pedagógicos, que é por aí que estou a avançar, a ideia de ter um equipamento semi-fechado faz perder uma das vertentes de abordagem educativa possível com esta tecnologia: o mexer nela, abrir e perceber como funciona, conseguir resolver problemas advindos do seu uso. Em suma, conhecer o que está debaixo do capot, resistindo à tendência de obsolescência programada e restrição do uso do hardware que vamos adquirindo. O Cory Doctorow explica isto muito melhor do que eu, que estou cansado e ainda tenho um relatório de avaliação interna de cem páginas para rever.
Percebi que estou correcto na minha intuição informada sobre a Prusa em termos de equilíbrio entre preço, complexidade de montagem, e comunidade de apoio. Entretanto mostraram-me as OneUp, com preços mais convidativos, mas suspeito que para neófitos pouco à vontade com electrónica é melhor apostar num equipamento que tem uma fortíssima comunidade de utilizadores. Na inevitável hora do SOS é um factor que é capaz de fazer jeito.
Em suma, entrei nervoso sem saber o que esperava. Cheguei lá com muitas ideias. E saí de lá a planar, com muito mais ideias e vontade de levar para a frente esta minha ideia pedagógica de sanidade duvidosa para os mais conservadores. Saí direitinho para um jantar com pessoas ligadas à ficção científica portuguesa e brasileira, e cheguei lá a dizer meus caros, acabei de vir do futuro. Efeitos da exposição ao fablab,
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