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sexta-feira, 15 de junho de 2018

Receção aos Alunos de 4º Ano



Foi a despedida do clube de robótica, este ano. Ao longo da semana, participámos nas atividades de receção aos alunos de quarto ano das escolas básicas do Agrupamento, para ficarem a conhecer a escola que a maior parte virá frequentar no próximo ano letivo.





Juntámo-nos ao núcleo de Ciências, que criou uma zona experimental em que os visitantes puderam fazer experiências e sair de lá com pega-monstros feitos no momento.





Na nossa zona, os visitantes ficaram a conhecer o que por cá se faz com impressão 3D, interagiram com vários robots. aprenderam a programar um robot simples, e descobriram como voar com drones.

É de assinalar que a participação dos alunos do clube foi espontânea. Nas correrias e cansaço de final de ano letivo, não nos foi possível criar uma escala de alunos, e pedimos apenas a que quem pudesse, estivesse presente nos momentos de receção. A maior parte dos alunos do clube fez questão de aparecer, e ajudar, dinamizando e demonstrando as atividades aos meninos mais novos. É uma sensação fantástica, perceber que se criou um núcleo coeso que gosta de se envolver nestas atividades. Coisas que dão força para manter um clube de programação e robótica!

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Nós e os Robots


Entre o evento Codeweek, tive de roubar um tempo para uma visita fugaz à exposição integrada na conferência sobre ética na robótica e padrões de segurança, que decorreu no passado fim de semana no Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva. Essencialmente, um mostruário de projetos de investigação universitária e militar que exploram robótica avançada em Portugal. 






Robots sociais, drones de vigilância, mãos robóticas e programação dos versáteis NAO foram os mecanismos inteligentes expostos. Não consigo deixar de me perguntar se os alunos que hoje participam nas atividades de robótica, futuramente se dediquem a avançara este campo de investigação e desenvolvimento.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Citações


Extractos de um longo e intrigante ensaio sobre robótica, estética e artes. Primeiro, da importância de tentar ir mais além do simples uso de tecnologias digitais:

"Estoy simultaneamente sorprendido e inquieto por el curso que ha tornado la investigacion cientifica y tecnológica. Historicamente las artes vigilaban las fronteras de la cultura. Me temo que, en este nuestro mundo dominado por la tecnologia, han dejado de hacerlo. Historicamente, las artes alertaban ante los procesos en marcha, analizaban las consecuencias ocultas e inda-gaban en futuros alternativos. Cuando el centro de la imagination cultural se ha desplazado halo los laboratorios tecnologicos, las artes no han enten-dido ci desafio. Es un grave error entenderla investigation tan solo Como indagacion puntual, tecnica, especializada. La historia reciente ha demostrado que los resultados de la investigation han transformado la vida abierto nuevas perspectivas en cuestiones filosóficas fundamentales, como, por ejemplo) en clue consiste la condition humana o cual es la naturaleza del mundo. Limitarse a usar los nuevos gadgets para crear nuevos media es quedarse corto (Wilson, 2006: online)."
Em seguida, um apontamento sobre os estados de fluxo que caracterizam a sociedade contemporânea, esta ideia de estabilidade na instabilidade, que assenta bem nas reflexões sobre a necessidade de ensinar os alunos de hoje competências de resiliência, aprendizagem contínua e flexibilidade para os ajudar a navegar um futuro repleto de, como diz a frase comum nestes discursos, "desafios e problemáticas hoje ainda por imaginar":

"Las tecnologias no se pueden reducir a la tecnica, y el discurso de la tecnica no sirve para las tecnologias, pero todavia no tenemos otro, y probablemente no lo volveremos a tener. Para algunos, nos encontramos en una epoca de transicion, pero la idea de pasar de un periodo de "inestabilidad" a un periodo de estabilidad se muestra, en si misma, heredera de un pensamiento clasico. La "estabilidad", hoy en dia, se desarrolla en un constante estado de inestabilidad. El pensamiento utópico del regreso a un estado ideal permanente, invariable e inalterable ya no se puede defender."
Ricardo Iglesias García (2016). Arte y Robótica: La Tecnología como Experimentacíon Estética. Madrid: Casimiro Libros

terça-feira, 4 de julho de 2017

Concurso Robot Anprino



A ANPRI lançou uma iniciativa para atribuir kits robot anprino às escolas, através de concurso que decorre de 1 a 31 de julho. São cinquenta anprinos, atribuídos aos projetos que se candidatarem no âmbito deste concurso:

Podem candidatar-se todos os estabelecimentos de ensino de Portugal Continental e Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores.
A candidatura tem de ser coordenada por um Professor de Informática que poderá constituir uma equipa.

A candidatura pode ser realizada no âmbito de um:

    Clube de Programação e Robótica;
    Projeto nos cursos das vias profissionalizantes na área de informática, multimédia, eletrónica e automação e afins;
    Projeto nas disciplinas de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), Aplicações Informáticas B e Oficina Multimédia B;
    Projeto na Iniciação à Programação no Ensino Básico.
Para consultar todas as informações sobre este concurso, bem como o seu regulamento e formulário de inscrição, visitem a página Robot Anprino.

Esta iniciativa é possibilitada pelo apoio dado pela Fundação Calouste Gulbenkian ao projeto. As TIC em 3D fazem parte da equipa de conceção do Anprino, tendo o Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro como parceiro.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Instantes






Depois de uma versão com cortes, tentámos imprimir o geoide terrestre numa só peça. Nove horas e alguns minutos depois, ficou pronto.


E isto serve para... resolver problemas práticos da infraestrutura da escola.


No LCD_AEVP, a pensar nos desafios que se avizinham. Regressar à programação de drones.


Treinar o workflow de impressão 3D, do design à impressão.


E sem esquecer o nosso novo robot.


E, para terminar, a biblioteca tem de ser um local tranquilo de silêncio e reflexão, certo?


Uma pequena vitória: modelar e imprimir em menos de uma hora.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Above and Beyond


Um quinto lugar... que sabe a primeiro. Confesso que estou espantado pelo que foi conseguido nos dois dias do RobôOeste pela equipa do Laboratório de Criatividade Digital. Nenhum de nós esperava chegar tão longe. O nosso clube é incipiente, não estamos ainda muito desenvolvidos no que toca à programação, e a robótica, por enquanto, não passa de montar, desmontar e testar em infindas combinações um velhinho robot Lego RCX que já não conseguimos programar. Electrónica, tirando as nossas primeiras brincadeiras com os kits LittleBits, é inexistente. Apenas estamos a avançar no domínio da impressão 3D.

Partimos para este evento com o objectivo de ficar em último. Não queríamos competir, queríamos aprender, e dotar o clube de mais um robot para desenvolver competências. Não sabíamos o que esperar, e eu, como professor, fiz a escolha consciente de não os treinar. Poderia ter feito mais atividades de programação com drones, por exemplo, mas honestamente não sabia por onde começar. Foi a primeira vez que participámos num destes eventos, com tecnologias que desconhecíamos. Como o LCD tem de ser antes de tudo um espaço de liberdade criativa, fizeram o que sempre fizeram... montar circuitos improváveis com LittleBits, recombinar Legos, treinar o uso da impressora 3D. Uma conversa com Jaime Rei, o brilhante mentor do premiado e fantástico clube de robótica de S. Gonçalo, durante o CodeMove PT, tranquilizou-me. O objectivo do evento, frisou, não era a competição mas a aprendizagem, e equipas como a nossa eram precisamente as que ele queria: jovens sem experiência prévia, a iniciar-se. A parte de competição era apenas um estímulo, o essencial era descobrir, experimentar e aprender.

Por isso fomos, apostados em ficar em último lugar. Sempre com muitas dúvidas minhas. Sou, fundamentalmente, um professor de artes a trabalhar nas TIC, a tentar ir mais além do que é esperado na disciplina com o que sei e aprendi por mim ou formalmente no mestrado, mas também muito consciente do que não sei, especialmente das minhas lacunas tremendas nos domínios da programação e electrónica. Paticipar num evento desta natureza, um campeonato de robótica que parte da soldadura e montagem de componentes e programação dura para construir um robot com um grupo de alunos pareceu-me um desafio demasiado além das minhas capacidades, mas essencial para dar resposta às necessidades dos alunos. Sabia que são excelentes, sei o que lhes ensinei, mas também o que não lhes ensinei. Tudo o que precisam para sobreviver a um evento destes, como noções de electrónica, soldadura, ou programação além do interface amigável do Scratch, cai no vasto campo do que não lhes ensinei. Excepto, talvez, uma sensação que lhe tento transmitir: que a tecnologia pode ser encarada como divertida e criativa, uma ferramenta ao serviço da nossa imaginação, que o não saber não pode ser uma barreira que nos limite. Experimentamos, arriscamos, aprendemos.

Ao longo destes dois dias, foi espantoso e incrivelmente estimulante vê-los a superar todos os desafios. Soldar os componentes electrónicos de uma placa controladora. Montar a mecânica de um robot. Programar as suas funções. sempre com um enorme sorriso, entusiasmados, tão absorvidos que nem deram pelo tempo passar. a superar todos os desafios, ao seu ritmo, concentrados, sempre preocupados em ir mais além, e a conseguir. Passámos de um saco cheio de componentes eletrónicos a um robot funcional programado para seguir uma linha num percurso. Ajudou a qualidade do kit pedagógico RobôOeste, sem facilitismos mas a reflectir a larga experiência de S. Gonçalo no estímulo a estas aprendizagens.

Não foi fácil. Foram muitos os momentos que obrigaram a uma enorme perseverança da parte deles. O primeiro dia correu melhor do que o esperado, com o robot a funcionar a meio do dia, e os testes de programação a parecer promissores. No segundo dia, a perceber que tínhamos hipótese de ir a competição, tudo parecia correr mal. Recomeçou-se a programação do zero. A solda dos componentes cedia. Eu lia a preocupação e a frustração no olhar dos alunos, e via-os imparáveis. O fio soltou-se? Nem pestanejavam. Iam logo buscar o ferro de soldar e corrigiam. O código não fazia o robot funcionar como esperado? Experimentavam, testavam, corrigiam. Pediam ajuda aos alunos do clube de S. Gonçalo, que os ajudavam a fazer troubleshooting e a melhorar o código. O momento em que o robot fez com sucesso o percurso de teste foi, para todos nós, incrível.


A quinze minutos da primeira prova, estavam a soldar cabos soltos e a afinar programação. Mas conseguiram, com um sucesso inesperado. O nosso robot estava imparável. Literalmente: um bug que nem a equipa LCD nem os monitores perceberam como resolver impedia que o programa corresse bem a rotina de parar o robot no final do percurso...

O progresso destes alunos, sem preparação, do zero ao objecto foi fascinante. Estou incrivelmente orgulhoso destes alunos, pelo que conseguiram, pela felicidade que sempre irradiam, pela dedicação e perseverança. A parte chata é que não consegui aprender nada. Tirando uma ajuda nalguns momentos de solda ou encaixe de componentes, foi tudo feito por eles É assim que deve ser, creio. dar-lhes espaço, intervir apenas no limite, dar-lhes o tempo para questionarem e superarem-se nos desafios. Aprender, no século XXI, é isto. Sempre o foi, claro, mas o foco exclusivo da escola como lugar de aprendizagens formais, inflexíveis no espaço e tempo, focalizadas para resultados metrificáveis, impede o desenvolvimento deste tipo de competências humanistas, onde os saberes se cruzam com o fazer e a colaboração. Talvez a lição que eu, como professor, tenha retirado é a importância de me afastar, de não ceder à tentação de meter as mãos e fazer certo.

Nem poderia ser de outra forma. Por estranho que pareça, as minhas lacunas de formação foram aqui uma vantagem. Tudo o que foi conseguido, foi-o por eles. Estiveram à altura, entre equipas de alunos de cursos profissionais, e outras onde se via os alunos a ver vídeos enquanto o professor responsável programava e testava o robot. O meu papel resumiu-se a estimular, dar-lhes a oportunidade de participar, registar, apoiá-los com encorajamento e obrigá-los a parar para comer e beber.

Partimos a sorrir, com o objetivo expresso de ficar em último lugar. Tínhamos objetivos mais específicos, claro. Participar pela primeira vez num evento destes, dotar os alunos participantes de competências em programação e hardware para depois replicar no clube, trazer um equipamento específico com várias funcionalidades para usar nas atividades do clube (escolhemos o mais complexo, um segue linhas/detecta obstáculos com módulo Bluetooth oferecido). Tudo o resto que fosse conseguido seria um extra, e estes alunos foram, de facto, extraordinários. Above and beyond!


Ferramentas, componentes e tutoriais? Mas o robot tem de ser montado...?


Trabalho de equipa, e sem medo de ferros de soldar.


Trabalho de equipa flexível: uns assemblam e soldam, outros aprendem os meandros da programação.


Até o professor metia as mãos no ferro de soldar...


O primeiro momento da verdade: tudo montado e soldado, será que liga? Ligou.


Se funciona, é hora de programar. Direções, velocidades do motor... fazer andar em linha reta é uma tarefa complexa.


Programa, testa, reprograma, testa, repara, programa, testa... 


Quase, quase... sempre sem pensar em desistir.


De saco de peças a robot funcional. Estou incrivelmente orgulhoso destes alunos. Superaram-se em todas as expectativas. Terminámos estes dois dias fatigados mas felizes, com uma tremenda sensação de realização.

sábado, 17 de dezembro de 2016

Nova Casa e Apoio da Gulbenkian ao Robot Anprino



O Robot Anprino, projecto de robótica educativa de baixo custo em que estamos envolvidos na vertente de modelação 3D, já tem a sua casa na internet. Na página Robot Anprino podem ficar a conhecer melhor este projecto inovador, que tira partido da impressão 3D, arduino e programação por blocos para oferecer uma solução concebida por professores para robótica educativa. Também já é possível encomendar kits Anprino para escolas. Para já, dispomos de um carro em três versões: controlado por Bluetooth, seguidor de linhas ou sensor de obstáculos. Visitem, e notem o aceno dos nomes dos robots aos seus criadores.

Uma das melhores notícias que recebi nos últimos tempos é o apoio manifestado pela Fundação Calouste Gulbenkian a este projecto. É uma honra, reconhecimento do mérito e potencial educativo, e essencialmente do esforço da Fernanda Ledesma, presidente da ANPRI, mentora do projecto e incansável lutadora pelas TIC na Educação em Portugal.


Ainda me surpreende como este projecto, que há seis meses era uma ideia difusa discutida em reuniões, e um projecto estranho perdido na minha conta do Tinkercad, é hoje uma realidade. Na Maker Faire apresentámos o primeiro carro, com peças ainda quentinhas da impressora. Hoje, é uma frota. No encerramento do Code Move PT, perdi a conta aos Anprinos...

Claro que no nosso caso, o LCD_AEVP irá imprimir e construir os seus Anprinos. Só me falta adquirir os componentes electrónicos.

Nota: estou envolvido com o projeto, mas não financeiramente. A aquisição dos kits cobre o custo dos materiais de impressão 3D e dos componentes electrónicos. Numa fase posterior do projeto, está prevista a disponibilização dos ficheiros STL, base dos modelos e listagens de componentes para que escolas que tenham acesso a impressoras 3D possam construir os seus. As verbas angariadas destinam-se também a financiar kits Anprino para doação a escolas em zonas desfavorecidas.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Circuitos em Segundos



Mais duas adições para os espaços maker da escola: um kit LittleBits e um kit solar. Suspeito que os alunos do LCD irão apreciar...


O LittleBits é o que mais possibilidades desperta, e mal abri a caixa tive de experimentar.


Não mentem, é mesmo fácil criar circuitos electrónicos com este kit. A caixa promete circuits in seconds e depressa se fizeram umas experiências. Será que.... controlando o LittleBits com sensor de luz e imprimindo a base de um carro, poderemos construir um veículo? Venham daí ideias!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Instantes


O que é que estamos a imprimir no Centro de Recursos Poeta José Fanha? Na sessão da semana passada do LCD_AEVP, os alunos estiveram a modelar decorações de natal no Sculpt+.


O FormIt, da Autodesk, tem um enorme potencial de modelação 3D, embora não seja das aplicações mais fáceis de utilizar. Vamos reforçar a sua aprendizagem junto dos alunos, e como habitual, a persistência é recompensadora. Na terceira sessão de uso, a criadora deste projecto já consegue criar formas com alguma complexidade.


Estando o FormIt integrado numa conta Autodesk, foi fácil sincronizar com o serviço cloud A360. Desafiei a criadora deste projecto a passar ao meu gabinete de trabalho (de momento, os computadores do Centro de Recursos estão desligados). Usando a versão web do FormIt, descarregámos em STL, verificámos a integridade da malha poligonal no netfabb, e no final da sessão do LCD deixámos a impressora 3D a imprimir este objecto.


Pronto a descolar? Mais do que estímulo à programação, as atividades com drones assumem agora o carácter de treino para o RobôOeste. Sabemos que no evento teremos de aprender a programar em Picaxe, mas se o modo de pensar em programação estiver consolidado, o resto é uma questão de esforço.


Apesar de não estarmos a conseguir ligar o Lego RCX ao computador para programação, os alunos do LCD adoram montar, desmontar e recomentar várias combinações de veículos e depois testar com os programas pré-carregados no brick.


Hoje, por exemplo, criaram um veículo com o centro de gravidade deslocado que, ao fim de alguns metros, dá uma pirueta. 






O LCD já tem mascote a condizer. Bite our shiny digital creativity! Fizemos batota, utilizámos um modelo encontrado no Thingiverse em vez de modelar de raiz. A Beeinschool das TIC fez a impressão, em filamento translúcido.


Mais uma das criaturas criadas no Codeweek 3D. A impressão que ocupou a impressora durante esta semana...


Com dois bonecos articulados, o que é que poderemos fazer? Com uma máquina fotográfica, um tripé e um cenário a condizer, talvez uma animação? Fica para a semana...


Fim de sessões, fim de semana de trabalho nas TIC em 3D/LCD_AEVP/Fab@rts. Hora de dar descanso às impressoras. Deixámos o Bender a tomar conta da Beethefirst da biblioteca.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Robô Oeste


Organizado pelo clube de robótica da Escola de S. Gonçalo, o Robô Oeste é um evento onde durante dois dias grupos de participantes serão desafiados a construir, programar e testar um robot em diversas provas. Este ano, um grupo de alunos do Laboratório de Criatividade Digital do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro vai estar, pela primeira vez, presente neste evento. São três alunos brilhantes, e um professor que percebe pouco de programação e tem medo de ferros de soldar, mas pensa que tão importante como transmitir o que sabe é o abrir horizontes e proporcionar experiências e oportunidades de desenvolvimento aos alunos.

Uma aluna empenhada, que já esteve connosco na Maker Faire, e não tem medo de explicar o que é isso da impressão 3D a qualquer pessoa. Um daqueles raros alunos que nos interrompe a qualquer hora para aprofundar mais o tema em discussão, e grande fã de programar os nossos drones em esquemas de voo inesperados. Nas mãos dele, as probabilidades dos drones voarem contra a parede são baixas. Outro aluno, minecrafter atento e construtor exímio de robots em Lego. Só não irão mais porque a equipe está restrita a quatro e requer a presença de um adulto como elemento, mas esperamos poder contrabandear mais um ou outro aluno como assistente...

O nosso objectivo não é o de ganhar competições. Aliás, estamos apostados em vir de Torres Vedras com um muito honrado último lugar. Queremos aprender os elementos de electrónica e programação que são a base deste evento, para depois trazer esses conhecimentos, e um robot, para a nossa escola. E daí disseminar junto dos restantes alunos que fazem parte do LCD_AEVP. É a primeira vez que participamos num evento destes. Não estamos preparados, mas estamos com vontade de arriscar e aprender. O verdadeiro objectivo é o de trazer de lá ideias, plantar sementes na nossa escola, que com tempo e trabalho irão germinar em resultados inesperados.

domingo, 20 de novembro de 2016

Instantes


Em TIC, a finalizar os desenhos em SVG para os marcadores impressos em 3D e já a experimentar o Tinkercad.






Os marcadores já começam a sair da impressora!





No mini makerspace do Centro de Recursos, a semana foi dedicada ao segundo vencedor do Codeweek 3D. Ficou impresso, e impressionante!


Suspeito que se a professora de inglês nos apanha, nos dá um valente sermão. Depois de construir um texto alusivo ao projecto eTwinning, os alunos pedem alguma ajuda ao Google Translate para passarem para inglês. Claro, vai requerer uma versão final.


Entretanto, afinam as suas capacidades no Sketchup Make. Suspeito que sairão daqui belíssimos projectos para a Rainbow Village.





Já nos tablets, não se sente que esteja a correr tão bem. Estando já habituados às capacidades avançadas da modelação 3D no computador, sentem-se frustrados pelas limitações das apps de modelação 3D.


Curiosamente, o contrário passa-se no LCD_AEVP. Neste momento, uma das alunas integrantes está a ensinar um novo elemento a modelar no FormIt.


Hora de rodar. No LCD estamos a trabalhar com robots, drones e impressão 3D. Os elementos vão rodando entre actividades, aprendendo de acordo com os seus interesses. Brevemente, será hora de colocar alguns desafios...


Se este Lego RCX entretém os alunos com as imensas possibilidades de construção, está difícil conseguir que comunique com um computador para ser programado. Hora de pensar num novo robot? Talvez um Anprino?