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sábado, 20 de fevereiro de 2016

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Visita, ontem, ao Lab Aberto em Torres Vedras. Um espaço que desconhecia e descobri na lista de participantes no encontro nacional de fablabs que houve recentemente em Lisboa. Fica ao lado da localização das TIC em 3D. Somos quase vizinhos, e partilhamos o foco na pedagogia e educação.


O Lab Aberto é um pequeno mas dinâmico fablab, para já centrando na impressão 3D, robótica, programação de Raspberri Pi, design gráfico e projectos pedagógicos de introdução à impressão 3D, robótica e tecnologias de apoio ao ensino de ciências. Tem feito acções com alunos de Torres Vendras utilizando o OpenSCAD, imprimem foguetões a partir de perfis do Open Rocket, desenvolvem kits de introdução à robótica com componentes reciclados e placas arduino, plotters manuais em lego, e experiências com drones, entre outros projectos que me foram amavelmente explicados, com muito entusiasmo, por António Gonçalves, um dos coordenadores do fablab.


Um fablab não está completo sem um espaço dedicado à marcenaria e trabalho com materiais. É por estes aspectos (e outros) que se sublinha o potencial multi-disciplinar destes espaços, onde saberes de diferentes áreas, não necessariamente tecnológicas, se conjugam ao serviço da criatividade. Um tipo de espaços que faz todo o sentido nas nossas escolas, e que de certa forma, em contextos mais artísticos, já existiu com a extinta disciplina de Educação Visual e Tecnológica. 


Dois dos robots educativos desenvolvidos pelo Lab Aberto. Estão agora apostados em adquirir uma máquina de corte por laser e em montar um fablab móvel, projecto para o qual estão em crowdfunding.

Um espaço interessante, que ficarei a conhecer melhor ao frequentar os seus cursos de modelação e impressão 3D com o OnShape e OpenSCAD. A primeira sessão foi produtiva. Saí de lá a saber fazer muito mais do que cube(50,true); (desenha um cubo com 50 mm na origem das coordenadas). Dado que partilhamos interesses na impressão 3D e educação dentro da mesma área geográfica, suspeito que poderemos iniciar alguma forma de colaboração.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Dia Aberto IST


Aproveitar o Dia Aberto do Instituto Superior Técnico para dar aquela aula que nos contextos habituais só se pode dar recorrendo a vídeos e imagens: mostrar aos alunos robots, drones e outras aplicações de engenhar e tecnologia. Incentivar as CTEM (Ciênca, Tecnologia, Engenharia, Matemática) através da interacção com objectos concretos. Desafiar à descoberta daquele mundo tecnológico que a muitos dos alunos apenas chega de vislumbre pelo ecrã de televisão.

No Dia Aberto do IST foi possivel a duas turmas do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro terem uma aula de TIC diferente, interagindo com estudantes do ensino superior que lhes mostraram algumas das potencialidades criativas da tecnologia. Algo que se constrói com criatividade e conhecimento, conforme se podia perceber pelos projectos ao dispor dos nossos alunos.

Só foi possível levar duas turmas. A actividade foi divulgada com muito pouco tempo disponível para organizar uma deslocação mais alargada. Foram selecciondas duas turmas, com alunos que curiosamente tenho vindo a acompanhar desde o quinto ano em EVT e TIC, e que têm revelado uma grande apetência por áreas complexas. De uma das turmas já nem sou professor, estão agora no nono ano, mas esta é a aula que eu lhes queria ter dado nos anos anteriores. Mas sublinhe-se, foram duas turmas agora. O IST é muito aberto a visitas de estudo aos seus espaços e laboratórios, o que significa que talvez seja possível repetir uma experiência destas com outras turmas. Mas desta vez com um pouco mais de tempo de preparação. Este post tem algumas fotos, mas a galeria (alojada na conta institucional do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro) tem muitas mais: Dia Aberto IST.


Perseguidos por drones: é quase mágico. Estarão pendurados no ar por fios? Ao longo da manhã drones controlados por estudantes de engenharia deliciaram os visitantes.


Os Lego Mindstorms são uma excelente, apesar de um pouco cara, forma de trabalhar robótica com crianças e jovens. Em exposição estavam alguns robots Lego da First Lego League, que em Portugal tem dinamizado campeonatos de robótica com robots Lego Mindstorms.


A robótica mais avançada: investigadores do INESC trouxeram este simpático robot, pensado para dar às pessoas que com ele interagam a sensação que este as reconhece. O robot reagia aos sons, virando-se para onde detectava o input sonoro das vozes dos jogadores, aparentando conversar com eles. Com este robot o desafio era jogar contra ele numa superfície multitoque. Três humanos contra um robot. Quem terá ganho? Deixo-vos uma pista: o robot não teve uma tarefa fácil.


O Núcleo de Engenharia propôs aos alunos um desafio estimulante: construir uma catapulta a partir de um conjunto de objectos díspares: esfregões, palitos, elásticos, fita-cola, lápis, pratos de plástico e palhinhas de sumos.


Cada grupo trabalhou com muito afinco em busca da melhor solução. Os alunos de engenharia andavam por entre os participantes, a dar algumas dicas de melhora. Os professores estavam proibidos de ajudar. Não é que este professor fosse capaz de o fazer, mas enfim. Foi interessante ver quase todos os alunos interessados a tentar montar a sua catapulta. Os que não estavam lá estavam a jogar jogos de computador contra robots ou a soldar circuitos.


Uma das catapultas criadas pelos nossos alunos. Diga-se que a ideia foi excelente. Ver robots, drones e outros equipamentos é interessante, mas é muito mais interessante fazer e com esta actividade lúdica (mas muito séria) os alunos puderam exercitar a sua criatividade na procura de soluções para problemas de engenharia. Ah, já vos disse que não havia instruções nem receitas para aplicar? Teve de ser tudo inventado pelos grupos, no momento. E os nossos alunos estavam a sentir-se em desvantagem. Os nossos grupos estavam a competir contra alunos mais velhos do secundário. O que não os impediu de construir catapultas funcionais.

Pode ser difícil conceber o acto de soldar como algo que interesse a adolescentes, mas quando os resultados são quase imediatos o entusiasmo ganha asas. É o caso destas alunas, muito interessadas e soldar uma placa com leds e resistências que, ligada a uma pilha, começava a piscar. Recusaram-se a sair enquanto não tivessem terminado a soldadura.


E cá está ela, gentilmente oferecida pelos estudantes do IST às alunas que a montaram e soldaram. Suspeito que depois de uma experiência destas o investimento em open hardware com Arduino é um passo lógico.

Confesso que comecei o dia a medo. Não sabia bem o que esperar desta iniciativa. Na pior das hipóteses, pensei, é um espaço em aberto com algumas tecnologias em exposição. E quando lá chegámos, era realmente um espaço aberto com tecnologias expostas. Que, sendo tecnologias, não aparentavam ser a coisa mais completa e perfeita para exposição. A princípio incertos, curiosos mas sem saber bem o que encontrar, os alunos depressa encontraram nos desafios a dinâmica necessária para se interessarem. Terminaram a manhã deslumbrados. Foi muito fixe, stor! Temos mesmo que ir embora? Isto é espectacular! Como é que se vem para aqui estudar? Esta tem uma reposta menos fácil.

Num toque pessoal, o melhor comentário que me fizeram foi o das duas alunas que ficaram encantadas pelo soldar de um circuito digital. Está orgulhoso de nós, stor? Estou. Pelo entusiasmo, pela descoberta, pela alegria, por descobrirem algo de novo. E porque soldaram o circuito com muito cuidado para que ele funcionasse. Especialmente, pelo sorriso que tinham estampado no rosto enquanto meticulosamente seguravam no ferro de soldar para fixar os leds e resistências na placa.

Termino com um agradecimento às directoras de turma do 9.º C e 8.º A, professoras Maria José Oliveira e Eulália Dias, à organização do evento no IST, mas em especial aos alunos. São eles que motivam, cujo entusiasmo dá vontade de tentar ir mais além. É difícil conceber uma forma mais agradável de estar numa manhã de aulas.

domingo, 19 de outubro de 2014

Pedagogia e Tecnologia Criativa


Participámos no primeiro encontro ArdRobotic. Para ver as fotos do evento visitem a galeria no G+.


A Escola Secundária D. João II em Setúbal acolheu o ArdRobotic, evento organizado pela Anpri que permitiu reunir no mesmo espaço diversos projectos de utilização das tecnologias na educação e entidades que trabalham na vanguarda da inovação. Por entre os muitos projectos de robótica e open hardware com Arduino estava este As TIC em 3D, mostrando o trabalho realizado pelos alunos do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro nos campos da modelação 3D, animação 3D e mundos virtuais. Projectos que se sentem um pouco perdidos no meio de tanta robótica, electrónica e programação mas que mostram uma outra vertente do uso criativo das tecnologias.



No espaço das TIC em 3D mostravam-se modelos de Sketchup criados na área curricular de TIC, mundos virtuais de turmas de 2.º ciclo criados em projectos interdisciplinares, e vídeos de animação 3D, 3D Scanning e realidade aumentada que têm vindo a ser criados ao longo dos anos pelos alunos do Agrupamento.

Porque, desculpem-me a especulação, o evento estava pensado como uma mostra de tecnologia nas escolas mas foi de facto uma mostra de pedagogia nas tecnologias criativas. Os projectos participantes distinguem-se por usarem tecnologia como um meio e não um fim. Interessa desenvolver ideias, criar, e não aprender conceitos. É talvez por isso que sejam tão intrigantes e despertem o interesse para tecnologia vista não como elemento de consumo mas como ferramenta ao serviço do engenho criativo.


Estavam presentes algumas empresas. A Nautilus com os seus projectores que permitem transformar qualquer superfície em ecrã interactivo, a Artica com os robots Farrusco  e a Printoo com os seus circuitos modulares flexíveis. Estes intrigaram-me, pela demo com um dirigível criado com motores, circuitos printoo e balões a hélio (tenho um fascínio pouco saudável por zeppelins e similares), e por dinamizarem actividades de AEC com alunos do primeiro ciclo que incluem electrónica e modelação 3D.


Outros espaços da escola estavam abertos aos visitantes. Na biblioteca recordavam-se gerações anteriores da tecnologia digital com uma pequena mostra de scanners portáteis, equipamnto diverso e dois Spectrums com ar de muito uso e que quase me levaram a perguntar se ainda funcionariam. Não é impossível, e aqueles que se interessam por retro computing devem saber como.


Talvez o mais encantador dos presentes no encontro foi o Robot Zeca e o seu criador, José Carlos Fernandes. Não confundir com o autor da fabulosa bandadesenhada A Pior Banda do Mundo, mas igualmente genial e cativante. Ver o ZECA em acção, e em especial a interacção das crianças com a máquina, é algo que espanta. Não resisti a uma experiência com o 123D que agradou ao criador do robot.

Foi muito interessante poder conversar com o seu criador, que veio ter comigo para perceber um bocadinho do que é a modelação 3D. Só tenho a quarta classe, disse-me o construtor de CNCs, robots e que por andar a experimentar com o dar relevo a fotografias para criar baixo e alto relevo na CNC quis descobrir um pouco sobre a modelação 3D. Eu tenhou um pouco mais que isso como formação, mas note-se que naquilo que trabalho com os alunos e vim mostrar e demonstrar no ArdRobotic sou autodidacta. Há aqui uma lição a retirar, e não, não é de alguma suposta inutilidade do ensino formal. Antes, é o poder da curiosidade, do interesse despertado, da vontade de aprender quando algo nos toca no coração, apaixona a mente e dá ideias. Do experimentar, não ter medo de estragar, e assim aprender, evoluir e criar. Nunca cessa de me fascinar esta que é a mais elementar das competências artísticas - é, na sua essência, o acto de desenhar, aplicada ao mundo da tecnologia. Notável, o robot ZECA, pela máquina que é e pela postura de inquietude cognitiva do seu criador.



Os projectos pedagógicos presentes incluíam modding por Rui Cabral; a criatividade desenfreada do Clube de Robótica da Escola Profissional de Almada (quase com um momento whoviano com o seu orgão a laser a tocar samples passando a mão pelos sensores); o Clube de Robótica do AE de S. Gonçalo, daqui mesmo ao lado em Torres Vedras, com resultados de excelência nos festivais de robótica nacionais e internacionais; o dinâmico Robotis, clube de robótica da AE D. Dinis; a diversidade do Projecto de Arduino da AE Augusto Cabrita, e O Robot Ajuda, projecto de robótica educativa de Paulo Torcato na Escola Secundária da Portela.


Este robot futebolista de S. Gonçalo dá toda uma nova dimensão à angústia do guarda redes antes do penalty. Todos os projectos em exposição têm em comum o abordar a tecnologia através da apropriação criativa dos meios. É por isso que este primeiro ArdRobotic, mais do que um encontro sobre robótica e arduino (com 3D infiltrado) se tornou um encontro sobre tecnologia criativa.


Um aspirante a doutoramento pela Universidade de Gallifrey demonstra os princípios da aerodinâmica pré-TARDIS. Ou melhor, um momento do workshop ABC da Animação 3D. Neste, os participantes puderam ter uma iniciação rápida ao Sketchup, potente e intuitivo modelador 3D, e sofreram um percurso pelas técnicas de trabalho que utilizo para trabalhar com os alunos. No Sketchup mostrou-se a modelação simples e alguns truques mais avançados (a modelação por revolução surpreende sempre quem a está a descobrir). Para a animação 3D fez-se o percurso de criar um objecto no Doga, criar um cenário em Bryce, importar o objecto e criar a animação, sempre com referências à geometria, matemática, perspectiva, artes, trabalho interdisciplinar. Porque, como gosto sempre de assustar os alunos nas primeiras aulas, 3D é matemática. São coordenadas de pontos no espaço cartesiano. São pontos que traçam segmentos que formam superfícies e geram formas. São os pontos de vista, a perspectiva e os alçados. E o trabalho no digital vem de uma longa continuidade histórica e estética. O workshop em si permitiu afinar estratégias para os que serão dinamizados em Novembro e Dezembro no Museu das Comunicações.

Á conversa sobre 3D veio à mente a obra de Giotto. Porque me recordei das aulas de Geometria Descritiva no liceu com o velho professor Luís Gonçalves, adepto de usar um pau de vassoura e as paredes para demonstrar as projecções das retas nos quadrantes. Recordei o que ouvi, décadas atrás, sobre Giotto ter sido um dos precursores da geometrização do corpo e do espaço. Ou seja, um dos primeiros a tentar descrever o corpo humano attavés de formas geométricas, conceito radical e inovador que fazia parte da perspectiva, essa nova tecnologia transformativa que revolucionou as formas de ver e representar o mundo nos velhos tempos do renascimento, há quinhentos anos atrás. Há uma linha de continuidade entre a geometria no espaço da sistematização perspéctica e as magias virtuais do 3D, descendentes directas dos frescos de Giotto e da experiência de Brunelleschi no baptistério florentino. Foi algo que me passou pela mente durante o workshop ABC da Animação 3D, inserido num dia de partilhas de projectos e experiências.

Só posso agradecer à Anpri o convite para estar presente neste evento de partilha. Num sábado, em Setúbal, nas instalações de uma escola, mas que mesmo assim teve muitos visitantes. Pela presença, pela oportunidade de partilha. Fez sentir um pouco menos sozinho. Tenho a consciência que o 3D é zona de nicho, entre as Artes, cujos professores olham mais naturalmente para os media tradicionais, vídeo e fotografia, e a Tecnologia, cujos professores entendem numa via mais... tecnológica, falhando-me agora le mot juste. Quando um grupo de alunos visitou o espaço das TIC em 3D e depois de uma discussão sobre técnicas, programas e ideias me deu os parabéns pelo trabalho dos meus alunos, ganhei emocionalmente o dia. Porque é isso. É o trabalho dos alunos, as suas aprendizagens espelhadas nas suas criações, o cerne deste projecto.


Em exposição estava este dispositivo de resposta electrónica, talvez um avô dos clickers de resposta tão admirados pela vertente mais instrutivista da tecnologia na escola, adepta de quadros interactivos, vídeos e aplicações de aprendizagem estruturada. São úteis, e importantes para alguns aspectos do acto de aprender, mas pode e deve-se ir mais longe,

Aprende e ensinar com tecnologia, hoje, já vai muito mais longe do que o aprender processos de trabalho em aplicações específicas. É isto o que o ArdRobotic sublinha. As tecnologias não são um fim pedagógico, são um instrumento potenciador da criatividade. Os projectos partilhados mostraram o poder dessa dimensão criativa, de tinkering, making, empreendedorismo, o que lhe quiserem chamar: o ter ideias, ir aprender mais, pegar nas ferramentas e experimentar, um processo evolutivo onde cada novo passo não nos aproxima do fim mas mostra outros caminhos a desbravar. Um evento deste mostra o que já hoje se faz nas nossas escolas, apesar das dificuldades do momento.


Termino com esta imagem, que mostra o poder da vontade de aprender, da criatividade e do conhecimento tecnológico aplicado. Agradeço ao Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro a abertura e apoio neste projeto das TIC em 3D, e à Anpri pela presença num evento que espero que se repita e ganhe maior dimensão. A organização está de parabéns por ter proporcionado este momento de partilha que pôs em contacto criadores e professores que apostam na criatividade tecnológica para potenciar os seus alunos.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Lisbon Mini Maker Faire: Dia 1


Bom dia, humanos insignificantes. Hoje o dia foi de testes, montagens e palestras mas já deu para ver muita coisa. Robots e impressoras 3D abundam, e o espaço do Pavilhão do Conhecimento está a encher-se de projectos muito criativos que têm em comum o uso experimental da tecnologia.


Um pequeno detalhe de uma grande impressora 3D da Leds & Chips. Suspeito que tenha um metro cúbico de volume. Cabe lá dentro um humano.


Máquinas féericas de Pietro Proserpio, que leva à Faire uma máquina do tempo e uma máquina de fazer sons aleatórios. A fazer lembrar Tinguely pela deliciosa magia mecânica.


Coelhos a reproduzirem-se. Se bem que o paradigma da impressora que imprime peças de impressora é mais da RepRap do que da Makerbot, mas enfim. Coelhos a reproduzirem-se. O low poly é um mimo.


Bicharocos montados a correr parede fora. Uma ideia de estética interessante do FabLab Aldeias de Xisto.


E sim, os velhinhos mindstorms de primeira geração ainda mexem.


Teste de montagem ao espaço do 3D Alpha na MakerFaire. Não se preocupem, vai haver mais do que isto. Mas já percebi que levei monitores a mais para o espaço de que realmente disponho, o que quer dizer que não vou poder mostrar tanto quando poderia.


Do Mafralab estão a vir coisas muito giras. Como estes tricos g33k. Um barrete com leds e um pacman tricotado.


Quando os elementos da beeverycreative estavam a começar a montar o seu espaço suspeitei que estariam a construir um forte de caixas de cartão. O resultado final anda lá perto, mas é uma solução com um design interessante e de baixo custo para criar um espaço diferente e atraente.


Awww. Sad robot is sad. Digamos que os robots Infante ficaram com um ar de frágeis criaturinhas.

Pequenos apanhados do primeiro dia da primeira maker faire portuguesa. Os níveis de criatividade e talento são espantosos. Amanhã será o dia do grande embate com o público. O fim de semana promete. E eu não consigo deixar de me sentir pequenino, com o trabalho de introdução ao 3D desenvolvido com alunos que todos os anos me deixam surpreso, ao pé de projectos tão avançados e espantosos como os que estão para partilha na maker faire.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Experiências


A estudar inovações e introdução de novas vertentes de exploração de tecnologias digitais. Aqui o desafio partiu da participação com dois grupos no concurso D3Mobile, mas digitalizar o real não é tão fácil como dizer 123... a ideia é utilizar o 123D Catch da Autodesk para digitalizar objectos reais e depois recorrer à realidade aumentada para os visualizar. Para já ando a tentar dominar a captação de imagens para conseguir os melhores resultados na app de conversão para 3D. Meia cabeça... é melhor que nada.


A aproveitar a embalagem da formação que frequentei sobre robótica, e mantendo o objectivo de recuperar para uso o velhinho robot rcx da escola, desafiei alguns alunos de CEF a arregaçar as mangas e construir um robot. O primeiro passo vai em bom andamento. Estão deliciados com as engrenagens complexas do mecanismo das lagartas. Em breve começamos a experimentar colocá-lo a andar.