domingo, 22 de maio de 2016

Impressão 3D @ eTwinning Coding and Robotics


Say 1... 2... 3D: A short introduction on 3D modeling and printing for eTwinning projects.

Not magic, but science, art and engineering: 3D printing, also known as addictive manufacturing, is an amazing technology that is on the cusp of reaching consumer status, being already established in several industries. Around the world, educators are starting to experiment with it, bringing these awesome contraptions into their classrooms, trying new ideas, developing methodologies and creating maker cultures in education. Within this workshop, we hope to spark our fellow eTwinners creativity, showing that 3D printing is easy and can be very useful in STEAM (Science, Technology, Engeneering, Arts, Maths) projects, giving our students the ability to turn digital abstractions into physical objects.

Topics:
- Nuts and bolts of 3D printing: hardware, software, workflow;
- How can I...: finding and creating 3D models for printing;
- What can I use this for?: Ideas on educational 3D printing, grassroots projects, eTwinning challenges.

(Sem notas, mas registando elementos do evento.)

sábado, 21 de maio de 2016

European Maker Week


As TIC em 3D não podiam deixar de assinalar a European Maker Week. Tivemos de cancelar o evento TIC em 3D na Festa das Escolas do Agrupamento. Aproveitámos a vaga na agenda, e o materiais, para dinamizar dois eventos:

Intergenerational ICT, aproveitando uma solicitação do lar de terceira idade da Santa Casa da Misericórdia da Venda do Pinheiro. Pediram um momento com jogos de computador. Vamos oferecer drones, jogos de programação e impressão 3D. Vai ser já na próxima sexta-feira!

3D Printing and Arduino Workshops, que in strictu sensu são da responsabilidade da ANPRI, e nascem da necessidade de dinamizar sessões formativas sobre impressão 3D fora de Lisboa, tendo apoio da BEEVERYCREATIVE no que toca às impressoras. Uma sessão que estávamos a tentar organizar há algum tempo, e que acontecerá no próximo dia 28. Dada a temática, e o foco pedagógico, a inclusão neste evento trans-europeu tinha toda a lógica.

As TIC em 3D são um projecto pequeno, parte de uma escola, especialmente se comparado aos Fablabs, makerspaces, centros de ciência e empresas que participam neste evento. Mas não podemos deixar de dar o nosso pequeno contributo para esta cultura tecnológica e criativa vibrante, com a qual temos aprendido e evoluído imenso.

Aproximar


É sempre interessante trocar experiências e ideias com Manuel Moreira, do projecto Arte Transformer. Passei pelo festival Aproxima-te!, que reúne por estes dias no espaço do Museu Nacional de História Natural entidades e projectos ligados à educação patrimonial. Visitei-os, para ficar a conhecer a sua colaboração com o  Lab Aberto de Torres Vedras. Dois fablabs que têm em comum o serem dinamizados por professores, no cruzamento entre cultura maker e pedagogia. O mesmo espírito que anima as TIC em 3D e o futuro Fab@rts_AEVP.


O destaque no seu espaço está nesta plotter mecânica, apesar de ser a impressão 3D que desperta a atenção dos visitantes. Mais do que o equipamento, tem um conjunto de modelos de trabalho pensados para crianças com necessidades educativas especiais. É essa a razão daqueles aparentemente inócuos cilindros coloridos. São manípulos pensados para vários graus de motricidade. 


Pensar o cruzamento entre as artes e a tecnologia, assumindo que não são mutuamente exclusivas, que as técnicas tradicionais só têm a ganhar com as ferramentas digitais. Que são, em essência ferramentas. Discutir e conceptualizar formas de educar no cruzamento de disciplinas. Reflectir sobre a importância da comunicação pedagógica, elemento que falta à cultura maker, mais centrada no fascínio tecnicista do que nos processos de aprendizagem. Observar que o que realmente interessa na impressão 3D, o nicho que nos é mais querido, não é a tecnologia em si mas os processos de concepção que desperta. Moreira falou-me da sua experiência em AECs, desafiando alunos de quarto ano a modelar em 3D, imprimindo os resultados, após aprenderem a representação por vistas. Um trabalho notável, que faz todo o sentido. "Eles (os nossos alunos) sabem ler em 3D, mas... não sabem escrever", observou quando comentei que a exposição contínua a representações tridimensionais nos jogos e cultura popular facilitava a adesão a este tipo de trabalho. Certeiro. E quando lhes ensinamos os elementos basilares, através do desenho e de ferramentas digitais, a capacidade criativa expande-se.

O evento incluía entrada nos espaços do Museu Nacional de História Natural, que aproveitei. E se das conversas com quem dinamiza o Arte Transformer saio enriquecido, reflectindo sobre este tipo de projectos, entrei na sala dedicada aos jogos matemáticos e... já sei como desafiar os professores de Matemática para alinharem nos desafios Fab@rts_AEVP em conjunto com o Centro de Recursos Poeta José Fanha.

Nunca se pára de ter ideias. Agora, é arranjar tempo para as implementar.

Instantes


Os nossos alunos afadigam-se nos seus projectos finais. É este o culminar da lógica que sustenta a nossa abordagem às TIC: aprender sobre, aprender ferramentas, aplicar em projecto. Estamos, por questões de tempo, limitados ao 3D, Scratch e edição vídeo.






É bom ver que a faísca dos jogos pegou.





Esta foi a semana em que encerrámos formalmente o projecto Moléculas na Palma da Mão. Materiais via CTT, relatórios online, e um sentimento de trabalho bem feito.





Outras formas de explorar o pensamento computacional. Na sessão de Programação 1CEB, algo de diferente. Desafiámos os alunos a desenhar robots para, na sessão, escolher-mos um. O resto foi um momento de modelação 3D ao vivo, mostrando como é que se criam personagens em 3D. Com muita geometria e resolução de problemas à mistura. Transformar um desenho numa forma tridimensional é um desafio que mete as engrenagens do cérebro a trabalhar a todo o vapor.





Chegou-nos na sexta o kit de materiais da European Maker Week. Se o nosso evento original teve de ser cancelado, as TIC em 3D já se tornaram responsáveis por mais dois eventos. Um em Ílhavo, outro, como não podia deixar de ser, na nossa escola. Os materiais já estão afixados e disponíveis.


Mesmo a terminar a semana, um pedido de última hora. Os nossos alunos vão deslocar-se ao concurso Pangeia, será que podias imprimir alguma coisa para os identificar? Alguma coisa? Sim... Quantos são? Dez.. Menos mal. Talvez um logótipo da escola... ... que posso aplicar em feltro, como crachat. E para quando? Não é este domingo, é no próximo. Argh. Felizmente tenho uma biblioteca de ficheiros STL prontos para estes desafios. Já agora, quão no final da semana? O pedido surgiu no intervalo da tarde, antes da última aula.


O final da semana foi no auditório da Santa Casa da Misericórdia da Venda do Pinheiro, no concerto do projecto Cantar Mais. Um trabalho excepcional do professor Sérgio, com setenta alunos coordenados, afinados e entusiasmados em palco. Parece que nos lançou um desafio para o próximo concerto...

sexta-feira, 20 de maio de 2016

EU Maker Week


Entrar na escola e... algo diferente para divulgar. Chegaram-nos os materiais de divulgação da European Maker Week. Infelizmente, devido ao adiamento da Festa das Escolas, não  nos vai ser possível fazer o que tínhamos originalmente planeado: demonstrações TIC em 3D sobre robótica com Lego, drones e Impressão 3D, e ciência activa com investigadores do ITQB.


Mas não baixamos os  braços. O espaço na agenda foi preenchido com um workshop sobre impressão 3D, em colaboração com a ANPRI e a BEEVERYCREATIVE, em Ílhavo. E... acho que não ficamos por aqui.


Dia 27 de maio, fomos desafiados para um evento inter-geracional. Os senhores do lar da Santa Casa queriam uma sessão nos computadores, com os alunos a ensinarem a jogar, disseram-nos. Sentados? Frente ao computador? Aprender a jogar? Lamentamos, não fazemos disso. Somos as TIC em 3D. Podemos fazer melhor! Estamos a preparar, em conjunto com uma turma de sétimo ano, uma surpresa para os jovens dos 50 aos 90 anos que nos visitarão, com programação sem computadores, drones e impressão 3D. Já nos disseram que os mais velhos são os mais curiosos e entusiasmados. Ainda bem. Cá os aguardamos, para celebrar de forma diferente a cultura maker, a criatividade digital e a vontade de aprender.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

E-Tech Portugal 2016

Vamos estar presentes, a representar as iniciativas de uso criativo das tecnologias digitais no Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro, bem como enquanto Clube de Robótica e Programação. O E-Tech Portugal irá decorrer nos dias 3 e 4 de junho na Escola Secundária D. João II, em Setúbal, organizado pela eCode, CPED e ANPRI.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Worskhops de Impressão 3D e Arduino - Ílhavo


Dia 28 de maio, sábado, na sala multi-usos da Câmara Municipal de Ílhavo, vão decorrer duas acções de formação de curta duração direccionadas para as TIC na educação.  A de Impressão 3D é assegurada pelas TIC em 3D, com apoio da BEEVERYCREATIVE, que cede impressoras e o espaço para o evento. Se forem professores da zona centro, quiserem passar uma manhã a descobrir o que é que é isto da impressão 3D, e aprender a modelar em 3D no Tinkercad, aproveitem!

Logo a seguir, segue-se uma sessão de arduino. Ambas são creditadas, ao abrigo da legislação sobre acções de curta duração. Para mais informações e inscrições, consultem a página da ANPRI: Formações de Curta Duração em Ílhavo.

Avançar Metódico


Terminado, e enviado no correio (a parte tangível, entenda-se). A nossa participação no Ciência na Escola - Fundação Ilídio Pinho termina aqui. Foi um projecto simples, que deu algum trabalho mas não nos sobrecarregou. Cumpriu os nossos objectivos: rentabilizar a impressora 3D, financiar custos de filamento através do prémio de participação, e contribuir para perceber, com dados advindos da prática lectiva, se pode utilizar esta tecnologia na escola. Os alunos ganharam experiências de aprendizagem diferentes, entre o ter de estudar a fundo os modelos das moléculas e o descobrir os laboratórios do ITQB. A escola ganhou um valioso parceiro com esta instituição. Até os professores aprenderam. Falo por mim. Não sabia que havia ângulos rigorosos nas representações das substâncias... ou que acetona (daquela a sério, não a das unhas) faz maravilhas para alisar PLA.

Esperemos que a molécula de HNO3 sobreviva aos CTT.


Fica aqui o nosso vídeo de apresentação ao júri do concurso de ideias. Sabemos que não vamos ganhar o concurso final, mas isso não é o mais importante. Passo a passo, estamos no AE Venda do Pinheiro a construir conhecimento e experiência de integração de impressão 3D na educação, com experiências práticas, envolvendo directamente os alunos, tendo como perspectiva que o real potencial desta tecnologia está na capacitação trazida pela aprendizagem da modelação 3D. A ajuda financeira deste tipo de iniciativa permite-nos manter este percurso sem recorrer ao orçamento da escola. Mais do que a sensação de ganhar concursos, este avançar metódico com uma tecnologia de ponta é o nosso grande objectivo. Se bem que os montantes financeiros dos primeiros prémios e menções honrosas permitissem alguns investimentos de peso.

Note-se que os desafios deste projecto ainda não terminaram. Tenho uma lisozima para perceber como imprimir. Uma... quê? Em breve mostro resultados...

Cancelamento da Festa das Escolas

Este ano, o evento Festa das Escolas do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro terá de ser adiado até setembro. A escola vai entrar em obras, e decidiu-se aliviar a carga de final de ano. Infelizmente, com isso fica sem efeito o nosso evento European Maker Week, envolvendo demonstrações de impressão 3D, drones e cientistas do ITQB que cá viriam fazer ciência divertida.

Fica para setembro, sem maker week.

sábado, 14 de maio de 2016

Instantes


O desafio, nesta semana, é o de começar a imprimir os projectos introdutórios de impressão 3D dos alunos. E estão a ficar um mimo. É incrível perceber como as TIC, tradicionalmente vistas como um domínio exclusivamente tecnicistas, também podem ser um instrumento de expressão artística.


Aquele olhar... fui eu que fiz isto! Da mente para o computador, e daí para as mãos. 


As actividades de programação no primeiro ciclo estão quase a terminar. E não resisti: que tal um desafio em 3D? Duas turmas vão propor as suas mascotes, e planeio passar uma sessão a mostrar-lhes como transformar um desenho num objecto tridimensional. Não é estritamente programação, mas o processo de concepção tem tudo a ver com elementos do pensamento computacional.


A lição da semana: sempre que levar drones para a sala de aula, certificar-me que as baterias têm a carga completa... ia eu todo cheio de vontade de meter os alunos da EB1 da Venda do Pinheiro a programar directamente no Tynker, mas sem bateria para alimentar os motores, não há voo. Mas fiquei contente com os alunos. Perguntei-lhes se tinha que escrever muitas vezes o mesmo código. Muitos dedinhos no ar, de resposta pronta: não, professor, usa uma repetição!


 Na sessão seguinte, já com alguma carga nas baterias, tivemos espaço para uma boa hora a perceber como se pode controlar o voo dos drones com programação. O grupo desta escola é pequeno, e tivemos tempo para que cada um programasse uma acção para o drone executar.


O que é que estes alunos irão conseguir fazer, no futuro?

terça-feira, 10 de maio de 2016

Class dismissed.


É o pormenor mais divertido de dinamizar workshops para uma audiência internacional: poder utilizar o bom humor inerente à língua inglesa, terminando com um class dismissed ou can I go have my coffee now? O desafio foi participar no evento eTwinning PDW (workshops de desenvolvimento profissional) Coding and Robotics: The Future Is Now. Organizado numa parceria entre Portugal, Estónia e Noruega, trouxe à cidade de Braga cento e trinta professores provenientes de vinte países europeus. Em comum têm o pertencer à rede eTwinning, um dos grandes casos de sucesso de promoção da integração europeia, rede que tem reunido milhares de alunos pela Europa fora em parcerias transfronteiriças. Suportada pela European Schoolnet/Comissão Europeia, a rede eTwinning é um dos grandes projectos europeus no domínio da educação e interconexão entre países, não se esgotando nas fronteiras da União Europeia.



Dada a temática do evento, foi-nos pedida a dinamização de workshops sobre impressão 3D em parceria com elementos da Estónia. Não nos ficámos apenas por isso. Durante todo o evento uma impressora Beethefirst+ cedida pela Beeverycreative esteve em demonstração num espaço de exposição partilhado com robótica educativa.



A imprimir durante o evento, uma pequena lembrança alusiva ao encontro eTwinning de Braga. Não deu para todos, mas também não sobrou nenhuma...


Os workshops foram missão impossível. Uma hora e meia para falar de impressão 3D, explorar o seu potencial educacional, e iniciar os participantes à modelação 3D era manifestamente insuficiente. Fica o registo: se tiver uma próxima oportunidade, dividir em dois workshops complementares. It was... intense, disse-me uma das participantes, com uma expressão que traía intensidade. A percepção com que fiquei, da generalidade de quem sobreviveu ao workshop, foi de contentamento e interesse despertado pela impressão 3D num nível superior ao do simples deslumbre com a tecnologia. Se isto se verificar para a maioria dos participantes, cumpri os objectivos do evento.

Gostei da reacção do professor norueguês que depois do workshop me deu um abraço e disse job well done. Ou da professora austríaca que me grelhou com perguntas sobre Sketchup e outras vertentes do 3D, que quando ao mostrar-lhe a sobreposição de pontos de vista fotográficos na mesh do 123D Catch comentei what would Picasso do with this... "Precisely what I was thinking", disse.


A estrutura seguiu uma lógica progressiva. Primeiro, mostrar o que está dentro de uma impressora, como funciona, as bases da tecnologia, o software de controle/slicing. Depois, reflectir sobre o seu potencial educativo, falando das ideias vindas das experiências, e mostrar exemplos práticos de como se está a utilizar esta tecnologia na minha prática lectiva. É um elemento importante, ir além de ideias vagas e teóricas, mostrando o que realmente se faz. Há ainda outro momento de reflexão sobre o porquê desta vertente pedagógica, onde tento deixar expresso que se queremos que esta tecnologia realmente seja bem sucedida, temos de esquecer o deslumbre com a impressora e focalizar nos objectivos pedagógicos. Ou, colocando de forma mais coloquial, não interessa o para que serve a impressão 3D, mas sim o para que nos serve, enquanto professores, nos nossos contextos específicos.

De facto, chego a desencorajar activamente o investimento se este lado, para mim fulcral, não estiver estruturado. Creio que como professores temos o dever de ir além do mero deslumbre, do ok, o que é que se imprime? vamos à net descarregar qualquer coisa, aquilo que tanto ouço em eventos e fablabs. O verdadeiro potencial desta tecnologia sente-se quando colocamos nas mãos dos nossos alunos a modelação 3D. A partir daí, deixamos de proporcionar uma mera experiência educativa, fornecendo-lhes ferramentas cognitivas e criativas que permitem o desenvolvimento de competências nas artes e áreas STEM.

Para isso, é preciso aprender a modelar em 3D, algo pouco comum entre professores. Para este evento escolhi o Tinkercad como ferramenta, por não requerer instalação de software, pela simplicidade e estanquicidade dos ficheiros STL que produz. Recaiu aqui aquela que para mim foi a grande falha do workshop, a falta de tempo para os participantes fazerem mais do que um exercício prático muito liminar e reduzido. Espero que pelo menos a percepção da simplicidade e a faísca do 3D tenham ficado.


O workshop foi desenvolvido a duas mãos, com o estónio Argo Llves, que partilhou com os participantes a sua experiência com professores no domínio da impressão 3D com prusas, bem como nos introduziu ao 3D Creationist, uma das raras apps de modelação 3D para Android.


Let's open it up and have a look inside, shall we? I'll try to explain the wibbly wobbly bits. Not the timey wimey ones. 3D printing only works in three spatial dimensions. Não havia whovianos na audiência, infelizmente. Se defendo que na utilização de impressoras 3D em contexto pedagógico aqueles que preferem o lado da concepção, do design e da criação têm de optar por soluções plug and play, não deixa de ser importante aprender e descobrir o que está dentro das impressoras. Isso faz-se com proximidade, com um olhem, vejam, toquem (mas não no extrusor, que neste momento já dava para fazer uma pizza com o calor) e questionem


A qualidade, estética e fiabilidade da Beethefirst+ cativaram os participantes. É impossível não sentir uma ponta de orgulho ao mostrar este excelente exemplo de tecnologia portuguesa a um público internacional, com alguns já habituados a Prusas ou a Makerbots. Estes ficaram surpreendidos com a falta de necessidade que tenho em calibrar a Beethefirst (a que está a imprimir aqui ao meu lado na sala do servidor da escola não é calibrada desde novembro, e quem acompanha regularmente este blog sabe que não tem tido muito descanso) ou a facilidade com o que o Beesoft permite importar um modelo e começar a imprimir. Foi divertida a reacção do operador de imagem da equipe de reportagem enviada por Bruxelas para registar o evento, que não se cansava de filmar a bee a trabalhar.

A participação neste evento não se resumiu à impressão 3D. Ainda passei por alguns workshops interessantes. O evento em si foi intenso, com muitas actividades a decorrer em pouco tempo, e o encontro com pessoas que conheço das andanças digitais. É sempre um prazer falar IRL.

Não posso deixar de agradecer à coordenação do NSS eTwinning português, co-organizadora deste PDW e de onde partiu mais um desafio, que esperamos ter correspondido. Como habitual, o apoio da BEEVERYCREATIVE foi fundamental para o sucesso deste desafio, com a cedência da Beethefirst+ e filamento solicitada pela organização do encontro.

Agora... descansar um pouco, e voltar ao trabalho. É na sala de aula que nascem as ideias e metodologias que permitem corresponder a estes desafios. E tenho também de começar a preparar outros desafios, enquanto se ultimam alguns projectos.

domingo, 8 de maio de 2016

Instantes


Semana curta, de finalização da preparação para o PDW eTwinning Coding and Robotics. Algo que significa muita impressão repetida de recordações para o evento.


Altura também de umas aulas mais livres. Os alunos de sétimo ano, esta semana, não tiveram desafios específicos, mas sim tempo livre para explorar. Percebi que o Tinkercad lhes despertou o interesse...


... bem como, claro, as revoluções da ferramenta follow me do Sketchup Make.


Bee... productive? O que levámos ao evento que reuniu professores de mais de vinte países europeus.

terça-feira, 3 de maio de 2016

The Future is Now!

O encontro eTwinning Coding and Robotics: The Future is now! é o próximo desafio das TIC em 3D, através de dois workshops dados em parceria com colegas da Estónia que irão abordar a impressão 3D em contextos pedagógicos.

Claro. Do que é que estavam à espera?

Espero estar à altura do desafio, e planeio estender o tempo de impressão para lá da duração dos workshops... não teria piada de outra forma. O encontro reúne professores que se envolvem em projectos de parceria entre escolas da União Europeia (e outros países aderentes). Junto com a impressão 3D haverá ainda robótica, programação e minecraft.

domingo, 1 de maio de 2016

Instantes


Finalizando as moléculas.


Mais um pequeno exército que se vai construindo.


Imprimir em diferentes cores? Porque não? Requer algum engenho e muita atenção aos encaixes, mas os resultados compensam.


A preparar algumas lembranças para o Personal Development Workshop eTwinning em Braga.


Uma semana mais dedicada ao backoffice da escola, com boa parte do tempo de trabalho ocupado com gestão de exames e formações sobre aplicações de gestão. Muito menos interessantes do que o trabalho em 3D, mas essenciais para que a escola funcione e permita dar respostas aos alunos. O tempo de impressão foi dedicado a preparar materiais para o workshop no encontro eTwinning, o desafio que vai marcar a próxima semana. Será um momento desafiante, que espero ser seguido por uma necessária acalmia. Há que finalizar projectos com alunos, estruturar e dar seguimento aos projectos formativos que queremos implementar no próximo ano, responder às solicitações de backoffice e seviço de exames, desenvolver alguns workshops, preparar um maker event condigno para a festa das escolas do Agrupamento, e... começar a acelerar o envolvimento necessário num projecto que vai transformar radicalmente a nossa escola. É uma lista de coisas a fazer algo... desafiante!

3D Printing: A Practical Guide for Librarians


Sara Gonzalez, Denise Bennett (2016). 3D Printing: A Practical Guide for Librarians. Blue Ridge: Rowman & Littlefield.

Como implementar um serviço de impressão 3D numa biblioteca? Este livro oferece, de forma estruturada, metodologias que permitem aos bibliotecários aprender a trabalhar com impressão 3D e disponibilizar este tipo de serviços em espaços que, hoje, são muito mais do que zonas de leitura e aceitam a disponibilização equalitária do acesso à informação mediado por tecnologias. Passo a passo, discute como estruturar este tipo de espaços dentro de bibliotecas, cobrindo conceitos elementares da impressão 3D, modelação, formação dos envolvidos, gestão dos fluxos de trabalho, lidar com problemas técnicos e divulgar a tecnologia e as iniciativas. Conciso, contém muitos exemplos práticos retirados de bibliotecas escolares universitárias que já desbravaram terreno e estão a experimentar com esta tecnologia nos seus espaços.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Clubes de Programação e Robótica

A boa notícia do dia: as TIC em 3D são, oficialmente, Clube de Programação e Robótica. Fomos apoiados como Clube de Programação e Robótica, no âmbito do recenseamento a estas iniciativas por parte da ERTE-DGE. Apesar de desenvolvermos mais as vertentes de arte digital do que programação e robótica puras, é excelente passar a fazer parte desta rede de espaços que, em escolas de todo o país, procuram novas formas de estimular a aprendizagem e o uso de tecnologias, com muita criatividade, esforço e dinamismo. A lista completa de escolas apoiadas pode ser consultada aqui: Clubes de Programação e Robótica 2015/2016.

Ajuda a financiar filamento, acessórios para os drones (baterias e hélices, que o resto imprime-se), e talvez nos permita avançar com algo específico para o primeiro ciclo.

PDW Coding and Robotics


Próximo desafio: estar presente no Personal Development Workshop eTwinning Coding and Robotics organizado em Braga, com tarefa tripla: imprimir modelos alusivos ao evento, e dinamizar dois workshops sobre impressão 3D em parceria com professores da Estónia. De 5 a 7 de maio, a aprender e partilhar em Braga!

sábado, 23 de abril de 2016

Instantes


De regresso ao espaço habitual, imprimindo os projectos dos alunos. A inovação nasce aqui, no terreno. As ideias surgem e são desenvolvidas no diálogo da sala de aula.


No arranque oficial de um dos próximos desafios, no Espaço Noesis, com a coordenadora das bibliotecas escolares do Agrupamento, a coordenadora concelhia das bibliotecas escolares, o director do agrupamento e o humanóide das TIC em 3D. Em breve, a biblioteca do AE Venda do Pinheiro vai ser um mini-fablab!


Enquanto estive pela Qualifica, os alunos tiveram aula de substituição. Como ainda não estão suficientemente avançados para um trabalho autónomo que sobrecarregue o professor disponível para estas aulas, optei por um trabalho clássico de pesquisa. Já me confidenciaram que os meus colegas têm terror de me substituir, por medo dessa coisa complicada que é a aula de TIC. Já os alunos... nem quando falto se livram do 3D.


Olhe, professor, fiz H2! E fez muito bem, é gás de hidrogénio. Ter a impressora numa sala de aula que não é exclusiva das TIC não nos é possível, mas a porta do gabinete de trabalho está sempre aberta. Se nos intervalos me esquecer de dar um salto à sala de professores para ir tomar um café... já sei que serei invadido por alunos curiosos, que querem saber o que é que se está a imprimir.


Mais um projecto quase terminado. No âmbito do Ciência na Escola os alunos criaram estas moléculas em 3D. Os modelos impressos estão prontos, os modelos virtuais também. Resta finalizar e escrever os relatórios.

Cá estão os alunos a modelar... ácido nítrico?


Quinta feira é o dia da Programação no 1 CEB. Estamos a experimentar como usar os drones em actividade com os alunos. Para já, sentamo-nos no chão com os alunos e começamos a testar blocos de comandos. É um início, e estamos a aprender!


Numa destas tardes, fomos visitados por alunos do 4.º ano da EB 1 da Venda do Pinheiro. Não os que já trabalham nos projectos de programação, mas os de outras turmas. Não resisti a convidar a professora titular a passar pelo nosso canto. O melhor comentário? O de uma criança que ao tomar contacto com a impressora 3D me diz eu não acreditava que elas existiam!


Para terminar a semana, a preparação do nosso próximo desafio, para o encontro eTwinning em Braga. Pequenas recordações, a imprimir lá, e um teste para um objecto multicolor que depende de encaixes com precisão.