Espaço dos projetos TIC em 3D, Fab@rts - O 3D nas mãos da Educação!, Laboratório de Criatividade Digital - Clube de Robótica AEVP e outros projetos digitais desenvolvidos no Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Code Move PT
Não resistimos a deixar uma estrela impressa em 3D na árvore de natal do código no Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva. Estivemos presentes junto de instituições e clubes de programação e robótica no evento de encerramento da primeira iniciativa do Movimento Código Portugal, que durante a semana de 5 a 11 de dezembro colocou alunos de mais de mil escolas a programar.
Estivemos presentes como LCD_AEVP, o nosso clube de robótica, nascido das atividades das TIC em 3D e do projeto Fab@rts. Contámos com a presença de alguns dos alunos do clube, e da coordenadora do Centro de Recursos Poeta José Fanha.
O destaque no nosso espaço estava na impressão 3D, mostrando os que os nossos alunos têm feito em contexto de aula TIC, projectos interdisciplinares ou livremente, como actividade do clube. Optámos por levar a impressora do projecto Fab@rts, para divulgar as actividades do nosso sonhado e em construção makerspace na biblioteca da escola.
Também trouxemos um kit CodyRoby, para mostrar atividades de introdução à programação, a acompanhar as primeiras experiências com um kit LittleBits.
Montámos um pequeno circuito que acendia luzes sempre que o sensor ficava obscurecido.
De entre os muitos projectos patentes neste evento, um que nos é especialmente querido: o robot Anprino. Há poucos meses atrás era uma ideia na mente da Fernanda Ledesma da ANPRI e do Luís Dourado da AE Augusto Cabrita, ainda em malha poligonal na minha conta do Tinkercad. Hoje, é um enxame, e com apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, irá crescer ainda mais. É uma excelente sensação e um orgulho, estar a participar neste projecto.
Vamos fazer o trabalho de casa? Em fevereiro iremos ao RobôOeste, organizado pelo Clube de Robótica da Escola de S. Gonçalo, aprender a soldar, montar e programar um destes mecanismos. Os alunos do LCD_AEVP que estiveram presentes passaram pelo espaço, numa antevisão do que iremos fazer.
Aproveitámos o tempo do evento para imprimir trabalhos em curso. Agora, os projectos de casas ecológicas criados no âmbito do intercâmbio eTwinning Rainbow Village.
Uma das alunas do LCD_AEVP explica como se modela em 3D aos visitantes.
Os trabalhos dos alunos impressos em 3D em destaque. Thingmaker Design, Sketchup Make e Tinkercad foram as aplicações cujo potencial mostrámos.
Nestes eventos, não queremos que os nossos alunos fiquem no nosso espaço. Incentivamos a que visitem o evento, aprendendo e ganhando novas ideias. Quando dei por mim, estavam todos contentes a programar led pixels em Raspberry Pi...
Suspeito que tenho de investir num RasPi...
Fizemos algumas demonstrações de voo programado de drones, mas o local do nosso espaço, o varandim do átrio central do Pavilhão do Conhecimento, não nos pareceu oferecer condições de voo sem risco de quem estivesse no andar de baixo nos devolvesse peças de drone despenhado.
Entre impressões finais e de teste, o nosso projecto eTwinning segue com força.
Terminámos assim um dia de partilha e aprendizagem, tornado muito especial por estarmos acompanhados por alguns dos alunos que tornam o nosso incipiente clube de robótica um espaço tão divertido e prometedor. Um agradecimento especial aos seus pais e encarregados de educação, por ajudarem na logística de transportes e estarem também presentes connosco!
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sábado, 10 de dezembro de 2016
Instantes
Iniciámos as impressões de teste das casas para o projecto eTwinning Rainbow Village, experimentando também os resultados do filamento translúcido da BEE. Nunca cessa de surpreeder, o ar deliciado dos alunos quando seguram os seus projectos impressos pela primeira vez.
A partir das impressões de teste verificámos problemas e aspectos a melhorar. Os alunos estão a trabalhar em projectos criados em Educação Visual com métodos de representação rigorosa, a partir de isometrias, e apercebem-nos que os projectos em Sketchup focavam-se em três pontos de vista. Perante os objectos impressos, os alunos perceberam que também tinham de se concentrar nos lados dos seus modelos não visíveis na isometria.
Em Educação Visual, os alunos finalizam as representações isométricas dos seus projectos. Perceber como representar graficamente com rigor utilizando régua e esquadro é tão importante como modelar em 3D com o Sketchup Make.
Esta semana começaram a chegar algumas das aquisições que temos feito para o LCD_AEVP. Primeiro, um kit LittleBits, e a seguir um pequeno kit de veículo solar. Ainda nos falta uma surpresa que vai deixar os nossos pilotos de drone muito contentes....
Pequenos pormenores que contam. Os alunos do LCD estão todos orgulhosos com os seus cartões do clube. Quando se pretende construir um clima de trabalho diferente, criativo e livre, estes pormenores são significativos. Claro, o logotipo e mascote foram criados por alunos do LCD, o que dá ainda mais significado a este símbolo.
Na sessão desta semana do LCD_AEVP, organizámos uma exploração das actividades de programação do Movimento Código Portugal. Com dificuldades, porque com os problemas de conectividade da escola em obras, demorámos algum tempo para que todos os participantes pudessem arrancar. Como metade dos nossos alunos só dispõe de 45 minutos para estar no clube, não conseguimos avançar muito. Outra dificuldade inesperada é que, perante os tablest e enquanto organizávamos o espaço de trabalho, os alunos decidiram ir modelar em 3D no Sculp+...
Aproveitando a temática Hour of Code, trouxemos jogos de computação unplugged. Houve um jogo muito animado de CodyRoby!
A nossa pequena contribuição para o Código Portugal #1.
Os LittleBits estão a fazer as delícias dos alunos... e do professor. Aprender a criar circuitos simples é divertido, e estamos já a pensar em algo mais complexo!
A nossa sessão especial código iniciou com actividades Código Portugal, passou pelo CodyRoby e LittleBits, e como não poderia deixar de ser, terminou com drones. Assim aterrámos mais uma semana das TIC em 3D.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
Código Portugal
No próximo domingo, dia 11, as TIC em 3D na vertente LCD_AEVP juntam-se ao evento de encerramento das atividades da primeira edição do Movimento Código Portugal. Juntamo-nos aos mais de sessenta clubes de robótica e instituições que, no espaço do Pavilhão do Conhecimento Ciência Viva, vão partilhar as suas experiências com robótica e programação. Nós iremos partilhar as nossas valências de impressão 3D e programação de drones. O desafio surgiu muito em cima da hora, mas mesmo assim contamos poder contar com a presença de alguns dos nossos alunos e da professora bibliotecária que nos tem acompanhado nas vertentes maker.
Do site do Movimento Código Portugal:
"O encerramento da primeira iniciativa do Movimento Código Portugal terá lugar no dia 11 de dezembro, no Pavilhão do Conhecimento – Centro Ciência Viva. Neste dia, a entrada no Pavilhão do Conhecimento é gratuita, com um programa para crianças, jovens e adultos, que terão oportunidade de aprender a programar e partilhar os resultados dos seus projetos em oficinas de formação, atividades, demonstrações e instalações artísticas.
Em todo o espaço do Pavilhão do Conhecimento, alunos, investigadores, programadores e artistas partilham com o público os seus projetos. Poder-se-á descobrir como “pensam” os computadores e como evoluíram os jogos, aprender a criar novos cenários, desenvolver apps, controlar robôs de salvamento, robôs interativos e sociais, programar microsatélites, cultivar plantas em Marte, medir sinais biomédicos ou transformar simples objetos do dia a dia num botão ou touchpad. Muitos destes projetos são desenvolvidos por alunos, nas escolas portuguesas."
Convidamos a comunidade escolar a vir visitar este evento que promete ser fantástico!
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Circuitos em Segundos
Mais duas adições para os espaços maker da escola: um kit LittleBits e um kit solar. Suspeito que os alunos do LCD irão apreciar...
O LittleBits é o que mais possibilidades desperta, e mal abri a caixa tive de experimentar.
Não mentem, é mesmo fácil criar circuitos electrónicos com este kit. A caixa promete circuits in seconds e depressa se fizeram umas experiências. Será que.... controlando o LittleBits com sensor de luz e imprimindo a base de um carro, poderemos construir um veículo? Venham daí ideias!
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
LCD a Programar!
Tendo o espaço escolar em obras, sem conectividade nas salas de informática e centro de recursos que permita desenvolver actividades Hour of Code de forma alargada, seguimos outro caminho. Vamos desafiar os alunos do Laboratório de Criatividade Digital, que passam as sessões do clube a construir com Legos, voar drones em voo programado, e a mexer com modelação e impressão 3D, a experimentar as actividades sequenciais do Vamos Programar. Como? Não temos computadores, mas temos tablets, graças ao apoio da Rede de Bibliotecas Escolares no âmbito do projecto Fab@rts, que nos permitiu integrar a impressão 3D dentro do espaço da biblioteca. É a nossa pequena contribuição, a possível neste ano. Não queríamos deixar passar a iniciativa!
Acabámos de registar a nossa actividade, LCD a Programar! circunscrita aos alunos do LCD. Mas como as sessões do clube decorrem sempre no espaço da biblioteca escolar, sempre cheia de alunos, suspeitamos que se vá alargar a mais participantes. Na próxima sexta-feira, para além dos voos programados de drones, impressão 3D e aquele Lego RCX que se vai tornar lendário, teremos a actividade Vamos Programar! para todos.
Só pudemos registar hoje. Antes de avançar, tínhamos de ter a certeza que as actividades Vamos Programar! funcionariam em tablets android. Como funcionam, avançámos!
(O Lego RCX tem história. Esquecido durante anos num armário, faz as delícias dos alunos do LCD. Infelizmente, as tentativas de o colocar a comunicar com o computador têm falhado, mesmo com drivers actualizados da torre de comunicações em infravermelhos para windows 7. Não o conseguimos programar, mas isso não trava os alunos, que adoram construir e reconstruir variantes de veículos e depois testar como andam utilizando os programas nativos do brick do RCX. Não o conseguimos programar, mas elaborar construções em Lego não deixa de ser uma boa actividade para o nosso espaço maker. Para o próximo período estabelecemos como desafio dominar o robot que iremos trazer do evento RobôOeste, e montar o nosso Robot Anprino. Para este só precisamos de adquirir os componentes electrónicos... as peças, imprimimos nas nossas impressoras 3D.)
O Vamos Programar! é uma inspiração da Hour of Code trazida para Portugal pela FCT no âmbito do Movimento Código Portugal.
sábado, 3 de dezembro de 2016
FormIt
Às voltas com o FormIt, uma aplicação de modelação 3D da Autodesk. A busca por apps que permitam modelar em 3D em tablets Android tem sido uma das minhas guerras nos últimos tempos, por causa dos projectos em que tenho envolvido a escola. Se modelar em 3D no computador dá acesso a muitas vertentes e metodologias de trabalho, o tablet é muito portátil, relativamente barato e algo que anda nas mãos da maior parte dos meus alunos. A biblioteca da escola, no âmbito de um projecto de literacia digital e impressão 3D, está dotada de um grande número destes equipamentos. Para muitas tarefas, substituem o computador. E no 3D, como é?
Para utilizadores de iPads, existe um grande número de aplicações de modelação 3D. Mantenho algumas debaixo do radar: a Gravity Sketch, pela facilidade de modelação, e a Morphi, pelo investimento que o seu criador faz no mesmo tipo de trabalho que desenvolvo nos projectos TIC em 3D/Fa@rts, centrado nas CTEM, colocando a modelação e impressão 3D nas mãos das crianças. É um ecossistema diverso, com muitas apps à escolha. Há uma razão para isto: a Apple adquiriu as patentes das tecnologias de interacção 3D em tablets que permite a modelação.
Em Android o panorama não é animador. Contam-se pelos dedos de uma mão as aplicações na Playstore da Google que oferecem soluções de modelação 3D simples e intuitivas. A maior parte delas não garante grandes resultados, dá problemas de compatibilidade, ou está limitada no tipo de trabalho que se pode fazer. As aplicações web, como o Tinkercad e o My.Sketchup, não correm nos browsers dos tablets. Das aplicações disponíveis, o Sculpt+ da Autodesk permite modelar em escultura digital, mas gera ficheiros com malhas poligonais muitop densas, um pesadelo de tratar para impressão 3D. O Thingmaker Design é excelente e divertido, mas não permite ir além da conjugação das suas peças modulares. O 3DCreationist é prometedor, possibilitando modelação por primitivos, mas o seu interface é problemático e dificulta a criação. O exótico SubDivFormer permite boas aventuras em subdivisão de superfícies, mas as versões mais recentes geram um tipo de STL ilegível por qualquer outra aplicação. Resta o FormIt, que durante muito tempo pensei que serviria para pouco mais do que aglutinar cubos. Há uns tempos atrás, dei-lhe uma segunda oportunidade e dediquei-me a ver uns tutoriais em vídeo. Percebi que ao contrário do que pensava, esta app é uma ferramenta poderosa, diria que quase um Sketchup Make para tablets. E não se fica por aí.
O FormIt está integrado com a solução cloud A360 Drive da Autodesk. Se se modelar em tablet, a única forma de descarregar o projecto (em OBJ) é exportar para a drive A360. É um passo bizantino, especialmente se se perceber que o FormIt também pode ser utilizado no PC quer como aplicação instalada no computador quer como web app, a correr no browser. Acedendo ao FormIt na web com uma conta Autodesk, podemos editar qualquer ficheiro que esteja na drive A360.
Trabalhar com o FomIt no tablet tem as suas agruras. Há procedimentos muito fáceis, outros nem por isso. Criar extrusões é simplíssimo - basta tocar numa superfície para a seleccionar e empurrar com o dedo para gerar uma forma. As inferências ajudam ao traçado de linhas. Podemos utilizar operações de união e intersecção (para modelar para impressão 3D, a união ajuda imenso a obter malhas poligonais estanques). Outras operações, como a rotação, posicionamento e escalagem, apesar de simples colidem com algumas opções de interface e poderiam ser mais fluídas. No global, é fácil de utilizar, tem uma curva de aprendizagem rápida, apenas as problemáticas inerentes ao tipo de interface de tablet complicam o trabalho nesta app.
Ou seja, posso modelar no tablet, sincronizar com a conta Autodesk (a mesma para o Tinkercad e Autodesk 123), e posteriormente utilizar o FormIt A360 Web no browser para rever, melhorar ou aplicar ferramentas de modelação mais avançadas ou trabalho de texturas. No browser podemos descarregar directamente para o computador o projecto em STL, OBJ e nos formatos da Autodesk.
A experiência mostrada neste post é um modelo criado integralmente no meu tablet, da modelação 3D à texturização. Mostra que a ferramenta é mais poderosa do que aparenta. Exportar do FormIt A360 web permitiu obter um ficheiro OBJ que o Bryce reconheceu e permitiu rever texturas e fazer um rendering mais complexo. Para o Sketchfab foram importados o OBJ e materiais directamente gerados pelo A360. Ainda não experimentei imprimir em 3D, mas os ficheiros STL gerados pelo FormIt costumam passar sem erros, ou com erros mínimos, na análise e validação com o netfabb.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
Instantes
O que é que estamos a imprimir no Centro de Recursos Poeta José Fanha? Na sessão da semana passada do LCD_AEVP, os alunos estiveram a modelar decorações de natal no Sculpt+.
O FormIt, da Autodesk, tem um enorme potencial de modelação 3D, embora não seja das aplicações mais fáceis de utilizar. Vamos reforçar a sua aprendizagem junto dos alunos, e como habitual, a persistência é recompensadora. Na terceira sessão de uso, a criadora deste projecto já consegue criar formas com alguma complexidade.
Estando o FormIt integrado numa conta Autodesk, foi fácil sincronizar com o serviço cloud A360. Desafiei a criadora deste projecto a passar ao meu gabinete de trabalho (de momento, os computadores do Centro de Recursos estão desligados). Usando a versão web do FormIt, descarregámos em STL, verificámos a integridade da malha poligonal no netfabb, e no final da sessão do LCD deixámos a impressora 3D a imprimir este objecto.
Pronto a descolar? Mais do que estímulo à programação, as atividades com drones assumem agora o carácter de treino para o RobôOeste. Sabemos que no evento teremos de aprender a programar em Picaxe, mas se o modo de pensar em programação estiver consolidado, o resto é uma questão de esforço.
Apesar de não estarmos a conseguir ligar o Lego RCX ao computador para programação, os alunos do LCD adoram montar, desmontar e recomentar várias combinações de veículos e depois testar com os programas pré-carregados no brick.
Hoje, por exemplo, criaram um veículo com o centro de gravidade deslocado que, ao fim de alguns metros, dá uma pirueta.
O LCD já tem mascote a condizer. Bite our shiny digital creativity! Fizemos batota, utilizámos um modelo encontrado no Thingiverse em vez de modelar de raiz. A Beeinschool das TIC fez a impressão, em filamento translúcido.
Mais uma das criaturas criadas no Codeweek 3D. A impressão que ocupou a impressora durante esta semana...
Com dois bonecos articulados, o que é que poderemos fazer? Com uma máquina fotográfica, um tripé e um cenário a condizer, talvez uma animação? Fica para a semana...
Fim de sessões, fim de semana de trabalho nas TIC em 3D/LCD_AEVP/Fab@rts. Hora de dar descanso às impressoras. Deixámos o Bender a tomar conta da Beethefirst da biblioteca.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
Identidade
Como escolher? Desafiámos os alunos do LCD a criar um logótipo para o clube, para aplicar em cartões de identificação. Recebemos de uma aluna estas seis propostas... o primeiro é muito adequado ao que precisamos, mas os outros também terão utilidade.
... e ainda uma mascote! O professor, geek assumido, aprova.
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Robô Oeste
Organizado pelo clube de robótica da Escola de S. Gonçalo, o Robô Oeste é um evento onde durante dois dias grupos de participantes serão desafiados a construir, programar e testar um robot em diversas provas. Este ano, um grupo de alunos do Laboratório de Criatividade Digital do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro vai estar, pela primeira vez, presente neste evento. São três alunos brilhantes, e um professor que percebe pouco de programação e tem medo de ferros de soldar, mas pensa que tão importante como transmitir o que sabe é o abrir horizontes e proporcionar experiências e oportunidades de desenvolvimento aos alunos.
Uma aluna empenhada, que já esteve connosco na Maker Faire, e não tem medo de explicar o que é isso da impressão 3D a qualquer pessoa. Um daqueles raros alunos que nos interrompe a qualquer hora para aprofundar mais o tema em discussão, e grande fã de programar os nossos drones em esquemas de voo inesperados. Nas mãos dele, as probabilidades dos drones voarem contra a parede são baixas. Outro aluno, minecrafter atento e construtor exímio de robots em Lego. Só não irão mais porque a equipe está restrita a quatro e requer a presença de um adulto como elemento, mas esperamos poder contrabandear mais um ou outro aluno como assistente...
O nosso objectivo não é o de ganhar competições. Aliás, estamos apostados em vir de Torres Vedras com um muito honrado último lugar. Queremos aprender os elementos de electrónica e programação que são a base deste evento, para depois trazer esses conhecimentos, e um robot, para a nossa escola. E daí disseminar junto dos restantes alunos que fazem parte do LCD_AEVP. É a primeira vez que participamos num evento destes. Não estamos preparados, mas estamos com vontade de arriscar e aprender. O verdadeiro objectivo é o de trazer de lá ideias, plantar sementes na nossa escola, que com tempo e trabalho irão germinar em resultados inesperados.
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