sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Instantes






Semana dedicada ao final do semestre de TIC, com finalização de trabalhos e avaliações. Com muitas boas surpresas nos projetos dos alunos.






Terminar a semana instalando a versão beta mais recente do BEESOFT, para poder começar a imprimir em TPU-FLEX. Agora só falta fazer o upgrade ao extrusor.






Fim à vista na impressão das casas do projeto Rainbow Village. Finalmente. A cidade está quase completa.


Sessão do Laboratório de Criatividade Digital dedicada ao treino do uso de impressoras 3D. O objetivo era aprenderem a carregar e descarregar filamento, tentando várias vezes até se tornar uma operação rotineira. O extrusor da Beethefirst sofreu um bocado com tantos load/unload, mas foi por uma boa causa.


O LCD é um espaço aberto, e enquanto alguns treinavam o uso da impressora, outros fazem experiências com os LittleBits.


O melhor momento da sessão? Quando viro costas intencionalmente durante uns minutos, e ao regressar um dos alunos do clube, do quinto ano, aponta para o colega e me diz "stor, já fiz três vezes, ensinei-o, e ele já fez duas vezes!". É esse o espírito. Estou apostado em preparar impressores 3D  de topo!


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Tutorial: Validação e Correcção de STL com Netfabb


Este programa é uma ferramenta valiosa para garantir que a impressão 3D dos modelos corra sem problemas. Recomenda-se que antes de importar um ficheiro STL para o software de impressão 3D, este seja previamente verificado, validado e corrigido pelo Netfabb.

Com as operações de correção automatizada, podemos corrigir facilmente problemas que não detetámos e que provocariam impressões 3D falhadas, com os custos de tempo e material associados. Com os cortes, podemos visualizar o interior da peça. Se a peça ultrapassar o volume de impressão da impressora 3D, pode ser dividida em várias partes utilizando os cortes. Podemos alterar as medidas de uma peça com rigor.

A validação de um ficheiro STL pelo Netfabb garante que a impressão 3D da peça decorra sem problemas, ajudando a poupar tempo e filamento.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Instantes


Em TIC, estamos na reta final dos projectos. Há trabalhos muito awesome a surgir!


Some assembly required. Recebemos de volta o extrusor da nossa BEEINSCHOOL, bem como um tubo PTFE, com os problemas de entupimento resolvido. Mas veio mais na caixa: o kit de upgrade e uma bobine de TPU-Flex, para testarmos a impressão com outros materiais. Fomos convidados a ser beta testers dos novos filamentos da BEEVERYCREATIVE. Como queremos envolver o clube LCD, ainda não montámos o upgrade.


Ainda estamos a imprimir marcadores...


Faltava-nos algo para mostrar o que se pode fazer com o Thingmaker Design nas formações. Agora já não falta.


Segunda-feira, foi dia de inaugurar os novos espaços da nossa escola. A secretária de estado da Educação apreciou os nossos projectos.


 Voltar a montar o extrusor da BEEINSCHOOL depois da intervenção correu impecavelmente. E nem precisámos de calibrar a impressora.



Com as duas impressoras a funcionar em conjunto, pudemos acelerar a impressão dos elementos do projecto eTwinning Rainbow Village. Uma turma está quase despachada.


A semana também foi dedicada à formação. Encerrámos, com duas sessões, a formação de Sketchup no CFAERC, e dinamizámos um workshop no AE Cidade do Entroncamento.


Finalmente, conseguimos um tempo livre para estruturar o projecto A Terra Treme mas a Ponte Segura-se!. Isto é o que acontece quando um professor de Ciências e outro de TIC juntam as ideias. O projecto original evoluiu num caminho inesperado. Vai envolver mapas 3D. E adorámos o olhar de compreensão quando o nosso colega percebeu as competências cognitivas colocadas em marcha quando modelamos em 3D por primitivos: os miúdos têm que raciocinar muito para conseguir fazer isto... e conseguem!

Win Some, Lose Some


Hoje tomei a decisão de cancelar a acção de formação de impressão 3D que dinamizo para a Associação de Professores de Educação Visual e Tecnológica. Havia poucas inscrições, com problemas de divulgação e uma certa descredibilização da associação junto de um grupo de professores que se sente aniquilado com os acontecimentos do passado recente. Cancelar a acção abriu a agenda para outras similares nas datas previstas. Em breve partilho quais, e onde. Não deixa de ser um sentimento amargo ver-me forçado a cancelar uma iniciativa que visa partilhar o potencial estético e plástico da tecnologia junto dos professores de EVT. É esta a minha formação de base, e foi na sala de aula de EVT que este projecto nasceu e se desenvolveu, antes de passar às TIC, sempre mantendo o espírito de trabalho de projecto e ligação entre técnica e estética que é o grande legado de EVT.

Para além de contribuir com a minha experiência para a modernização desta área, o envolvimento com a APEVT é também uma tentativa de combater o alheamento que sinto das áreas artísticas face ao movimento pujante e interdisciplinar das TIC na Educação. Nos últimos anos, tenho descoberto inúmeros projetos e iniciativas que tiram partido e inovam práticas lectivas recorrendo às tecnologias digitais. A robótica educativa é hoje uma força nas escolas, multiplicam-se projectos e metodologias recorrendo a tablets e apps, com novas dinâmicas de aprendizem, a tendência das salas de aula do futuro é de crescer e multiplicar-se pelas escolas portuguesas. Vejo docentes de línguas, matemática, ciências sociais e humanas entusiasmados, mostrando como potenciaram práticas recorrendo a tecnologias digitais. Assisto (e participo) à explosão de criatividade das TIC com a robótica e programação. Não vejo professores de áreas artísticas envolvidos nestas dinâmicas. Nunca vi uma apresentação académica ou partilha de práticas onde professores de artes visuais, educação visual e tecnológica ou educação musical mostrassem o que fazem com ferramentas digitais. A própria dinâmica da Sala de Aula do Futuro, com as suas divisões em zonas de criação, pesquisa, apresentação e chill out, não parece levar em conta as especificidades das áreas artísticas. Entre tablets, quadros interativos e mesas multitoque, ficou de fora o espaço para estiradores.

Note-se que até já encontrei docentes de Educação Física envolvidos em projectos tecnológicos. A georeferenciação e os jogos com GPS permitem este tipo de práticas, com a vertente de descoberta de património à mistura. No que toca às artes, o único projecto que conheço que se atreve a desbravar o campo expressivo possibilitado pelas tecnologias é o Arte Transformer. As TIC em 3D são a minha contribuição para mostrar que outros caminhos são possíveis.

Há um certo perigo em deixar entregue a expressão criativa com meios digitais entregue aos bem intencionados e dinâmicos docentes de outras áreas, que percebem a forma, mas não o conteúdo específico. Há uma diferença enorme entre, por exemplo, o que apps e plataformas de criação de banda desenhada permitem e o que realmente é a banda desenhada enquanto linguagem expressiva. O mesmo pode ser observado em relação ao vídeo ou design gráfico, as áreas que tenho visto como representativas de uma visão de criatividade ao serviço da aquisição e processamento de informação. De fora fica o riquíssimo mundo da expressão, e pergunto-me porquê. Seremos nós, professores de áreas artísticas, assim tão arreigados a uma certa visão tradicionalista dos media de expressão, aceitando apenas os clássicos como fundamentais para o estímulo à expressão artística? Um conservadorismo que a arte contemporânea já rejeitou? Pessoalmente, sempre que me apontam a excelência de Picasso ou Matisse, pergunto mas e se fossem vivos hoje? pintariam a óleo ou fariam código interactivo de realidade mista?



Perdem-se umas (mas não se desiste), ganham-se outras. Horas depois de ter publicado uma nota amarga na página da APEVT anunciando a suspensão da formação de impressão 3D, descobri a partilha nas redes sociais do clube de robótica do AE de Vilela. É o primeiro Anprino que vejo in the wild, montado pelos alunos de um clube de robótica. E tinha logo que ser um modelo Arthur. Ganhei o dia, diria! Aquele projecto de sanidade duvidosa para o qual a Fernanda Ledesma me desafiou, que despertou alguma desconfiança e incredulidade nos meios da robótica educativa, está mesmo a chegar ao terreno, muito graças ao poder da impressão 3D. Tenho de me preparar para o comentário mas os (inserir aqui lego/mBot/bq/ardózia) são muito melhores. Notem que os Lego e similares são desenvolvidos por empresas, não por equipes de professores.

É impossível não sentir orgulho nestas imagens. As TIC em 3D também deram o seu contributo para que isto fosse possível.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Workshop Introdução à Impressão 3D - Entroncamento


Aquele cansaço recompensador. Ontem, no Agrupamento de Escolas Cidade do Entroncamento, perdemos a conta ao número de formandos presentes no workshop de introdução à impressão 3D. O convite partiu do sub-diretor do Agrupamento, e prende-se com o seu projecto de criar um espaço sala de aula do futuro na sua escola. Nesse foco, pediu-nos aconselhamento no tipo de impressora a adquirir para o espaço, e um workshop de introdução.

Apesar de terem uma estrutura elementar, não há dois workshops iguais. Este teve uma novidade: estreámos a impressora 3D do AECE. A sessão começou pelo unboxing e primeira impressão da impressora, um logotipo que criámos com o Inkscape e Tinkercad. O resto foi o expectável: falar da tecnologia e seu potencial, mostrar exemplos de uso, mostrar repositórios online de conteúdo 3D, demonstrar o fluxo de trabalho da concepção em Tinkercad e Sketchup à impressão, passando pelas fases de correcção e validação com o netfabb e o Meshlab. As duas horas e meia prevista para a sessão estenderam-se para quatro.

O objectivo era despertar um grupo alargado de docentes para esta tecnologia, e pôr a funcionar a impressora BEEINSCHOOL do AECE. O segundo foi logo cumprido no início da sessão, o primeiro, percebemos pelas perguntas, pela presença de um número elevado de participantes (auditório cheio), boa parte dos quais ficaram connosco a conversar bem para lá do final da sessão, que também o atingimos.


O que se segue? Mais sessões de formação, direccionadas para a modelação 3D. Como colocou, muito bem, um dos formandos, olhe, precisamos mesmo é de formação nisto do desenho em 3D, que a parte técnica da impressão já se percebeu que é fácil. Temos é que aprender a modelar!

Em breve, mais duas sessões, sobre Tinkercad, Sketchup e validação/correcção de STL.

Rede de Clubes de Programação e Robótica


 O Laboratório de Criatividade Digital, clube de programação e robótica do Agrupamento, encontra-se referenciado com um dos 188 clubes deste género existentes nas escolas, e um dos dois a nível concelhio. A lista georeferenciada pode ser consultada aqui: Rede de Clubes de Programação e Robótica (2017).

domingo, 29 de janeiro de 2017

Workshop Lab Aberto


Sábado, 28, foi dia do segundo workshop de impressão 3D no Lab Aberto. Sem formandos inscritos, a equipe de impressores 3D da associação dedicou-se a efectuar manutenção e afinar as impressoras  3D.


O novo espaço do Lab Aberto, no Fórum das Associações Culturais de Torres Vedras.


Esta HelloBEEPrusa levou novas barras de aço. António Gonçalves, professor de Física e João Simões, engenheiro da Força Aérea juntaram-se para serrar e limar perfis de aço. Alguém falou em espírito maker e partilha de saberes?


A mim calhou a limpeza do extrusor da BEETHEFIRST do Lab. Os alunos que trabalham com o António Gonçalves, o coordenador do espaço e mentor do projecto, têm tendência a forçar a entrada do filamento pelo tubo PTFE quando os rolamentos não o apanham. Resultado: entupimentos constantes, e um babar de plástico derretido na zona da resistência.


Confesso que me sinto surpreendido por ter conseguido desmontar parcialmente este extrusor, sem que tenham sobrado peças. Retirar o nozzle, retirar a ventoinha e armadura de protecção, limpar o invólucro da resistência com uma espátula, para retirar o plástico acumulado. Algo que tem de ser feito com a peça à temperatura de impressão.

Só me queimei uma vez. Novamente, estou a surpreender-me.


E cá está, limpo (na medida do possivel), apertado, pronto a ser colocado. Há uma folga entre a resistência e o canal frio, por onde saem resto de plástico, mas não tive tempo de resolver isso neste sábado. Como suspeito que os alunos do António lhe voltem a entupir o extrusor, fica para a próxima.


E, a terminar, uma estreia. Eu a mexer com uma Prusa Hephaestus da Bq. Claramente estou mal habituado à usabilidade de todo o ecossistema da BEEVERYCREATIVE. Às voltas com o Cura, estreei-me naqueles passos que o Beesoft facilita, como escolher a temperatura de extrusão, ou ficar a pensar quais as dimensões para a parede interior e exterior, ou a velocidade de entrada do filamento. Passos que nas BEE estão resolvidas com os perfis de filamento. Também notei enormes diferenças no uso dos equipamentos. Com a Prusa, enviar o ficheiro e deixar a imprimir não foi boa ideia... um pouco por problemas de aderência numa zona especialmente fria do espaço Lab Aberto. Testei ainda exportar gcode do Beesoft e tentar imprimir na Prusa, o que não se revelou boa ideia. A Prusa descoordenou-se e foi preciso recalibrar, operação que estava a cargo do Paulo Cabrita.

Apesar de ter pena de não ter havido formandos neste workshop, o tempo não foi perdido. Um dia passado a aprender com o resto da equipa, em modo de tinkering, partilhando experiências e conhecimentos, ajuda-me a evoluir nesta aventura da impressão 3D.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Prémios Quadradinho Fantástico


O sorriso do ilustrador Patrick Caetano, um dos talentos emergentes da BD portuguesa, pela distinção com um prémio Quadradinho Fantástico pela melhor história na revista H-alt #3. O troféu foi recriado em 3D com o Tinkercad e impresso nas impressoras BEETHEFIRST e BEEINSCHOOL dos projectos TIC em 3D e Fab@rts do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro.


Quinze troféus simples, não houve tempo para algo mais elaborado. Entre projectos de TIC e eTwinning, só com algo rápido é que poderíamos ter respondido a este desafio lançado por Sérgio Santos, coordenador do projecto H-alt, revista digital que edita regularmente banda desenhada de autores emergentes no panorama da BD portuguesa.

Entretanto, o humanóide das TIC em 3D deu por si, não sabe muito bem como, a fazer parte do júri dos prémios, ao pé de gigantes como Penim Loureiro, fabuloso desenhador e autor de BD, e José Hartvig de Freitas, que como editor de BD com a Devir e Levoir tem trazido ao público português o que de melhor se publica no mundo dos comics. Foi uma excelente razão para reler as revistas H-alt.

Mão na Massa


Apanhado em vídeo pelo Arte Estúdio Imaginário no workshop de introdução à impressão 3D do passado sábado. Uma tarde muito recompensadora. Adoro partilhar o gosto por esta tecnologia criativa!

Instantes








Arenas, campos de quidditch, modelos do Titanic: os alunos de TIC estão a entrar na reta final dos seus projectos, e alguns estão mesmo awesome!



Casa a casa, cresce a Rainbow Village. Com tempos de impressão entre as três e quatro horas, a aldeia demora o seu tempo a ficar finalizada.


Chegar ao Centro de Recursos e deparar com dois membros do Laboratório de Criatividade Digital, um a desenhar, outro a trabalhar na ideia para um pequeno filme.


Esta semana tivemos de interromper as sessões do LCD. Entre finalização de obras na escola e necessidade de aplicar questionários da IGE, a sessão foi desmarcada. O ar triste dos alunos espelhava o do professor. Mas durante a semana ainda houve tempo para imprimir um barco da autoria de um dos alunos do LCD.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Ligações 3D

Nos workshops que nos desafiam a fazer sobre impressão 3D abordamos algumas das aplicações que utilizamos regularmente na sala de aula e nas atividades de impressão 3D. Organizamos aqui as ligações onde podem ser descarregadas, quer na internet quer nas lojas de aplicações. No kit de recursos distribuído aos participantes dos workshops, estas ligações estão disponíveis num ficheiro de texto.

Apps PC:



Sketchup Make
Autodesk 123D (123D Design, 123D Catch, 123D Sculpt+)
Inkscape


Apps Android:



Thingmaker Design
Autodesk FormIt

Web Apps:




Autodesk FormIt
Tinkercad
my.Sketchup

Conversão de ficheiros 3D, validação STL e limpeza de mesh:



Netfabb
Meshlab
3D Transform

Slicing:


Beesoft
Cura

Repositórios de Modelos 3D e motores de pesquisa 3D:



Thingiverse
GrabCAD
Sketchfab
Nasa
BodyParts3D
Smithsonian
Yeggi
Yobi3D

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Tutorial Sketchup: Traçar sobre Imagens





Mais um tutorial sobre Sketchup disponível. Neste, mostramos como importar imagens e utilizar as ferramentas de traço para criar contornos para geração de formas 3D. Este, e outros tutoriais estão disponíveis na página Recursos: Tutoriais.

domingo, 22 de janeiro de 2017

Workshop Introdução à Impressão 3D - Arte Estúdio Imaginário.


Apesar de estruturalmente semelhantes, nunca há dois workshops iguais. Cada público, cada contexto, pede a sua abordagem. Para quem está habituado a trabalhar com professores, sessões abertas a outros públicos são mais desafiantes.


Situado no Quintal, aldeia perto de Mafra, o Arte Estúdio Imaginário é um daqueles espaços que nos fascina. Misto de bar, sala de estar e atelier, funciona como atelier de trabalho de Joana Imaginário e Francisco Lança, tendo um interessante e dinâmico programa de animação cultural local focado nas artes. Mais do que um atelier, é um espaço colaborativo, criado com ajuda de muito elementos. Foi uma enorme honra para nós, o convite para levar a impressão 3D a este espaço.


A zona de trabalho, ante do arranque do workshop. Computadores, tablets, e uma impressora desligada. Ligar e preparar a impressora são elementos fundamentais da sessão.


Mesas de trabalho, matraquilhos, cavaletes, impressoras 3D. Yep, é este o espírito de atelier que pessoalmente creio que tem muito em comum com a cultura maker


Iniciar a sessão com a impressora, e nestas coisas, há sempre um paciente membro da audiência que é desafiado a trabalhar com a impressora 3D. Com a BEETHEFIRST aberta para se perceber como é que funciona a tecnologia.




Depois de uma breve exploração dos conceitos de impressão 3D, passámos à prática com uma introdução ao Tinkercad e Sketchup Make, à validação e correcção com Meshlab e Netfabb, e ainda houve tempo para mostrar o que se pode fazer num tablet com o Thingmaker Design e o FormIt. O foco esteve sempre na impressão 3D como ferramenta ao serviço da criatividade, desmistificando o fascínio com a tecnologia e apostando na modelação como elemento fundamental para que se tire o melhor partido desta ferramenta. Mas sem fundamentalismos. Os repositórios online também são uma rica fonte de elementos 3D, úteis em diversos contextos. Não temos de estar constantemente a inventar a roda.


No final da sessão, com algumas das dezanove pessoas presentes na formação (sem contar com as crianças que andavam por ali a correr, e os visitantes do espaço de galeria que iam entrando e deitando um olhinho ao que se andava a fazer). À direita, o dinâmico Francisco Lança, um dos dinamizadores deste espaço fantástico perto de Mafra. Esperamos que tenham gostado da sessão.