quinta-feira, 19 de abril de 2018

Workshop Impressão 3D - Encontro Nacional APEVT


Este foi um momento que nos aqueceu especialmente o coração. Já batalhamos há algum tempo para poder trazer as tecnologias 3D para a nossa área de origem, Educação Visual e Tecnológica. No âmbito do encontro nacional da Associação de Professores de EVT, que decorreu no passado dia 14 de abril no Porto, fomos desafiados a dinamizar uma sessão sobre impressão 3D nas áreas artísticas.


Foi uma sessão curta, de cerca de uma hora, mantida em tom informal. Demonstrámos o funcionamento de uma impressora 3D, antes de avançar para o que em educação, quer seja nas TIC ou nas Artes, é o mais importante: o como conceber, desenhar e criar com esta tecnologia. Os participantes ficaram a conhecer como modelar em 3D com Tinkercad e Sketchup Make/Free. Sabemos que o público alvo, ao contrário dos docentes de TIC, não dispõe nas suas salas de aula de acesso a computadores em número suficiente para usar estas aplicações de forma alargada, por isso sublinhámos mais a crescente diversidade de apps de modelação 3D para dispositivos móveis, com uma abordagem ao Onshape e demonstração de como modelar no 3DC.io.


A sessão, e o evento, contou com a presença de elementos da BEEVERYCREATIVE, empresa de Aveiro que concebe e fabrica as impressoras 3D que utilizamos. O apoio da equipe foi fundamental para este momento, quer por nos ter cedido temporariamente uma impressora, quer pelo dia que passaram a mostrar esta tecnologia aos participantes neste encontro. À BEEVERYCREATIVE, agradecemos profundamente todo o apoio que nos deu, permitindo dinamizar este momento significativo. Esperemos que as sementes plantadas germinem!

Da Janela da Minha Escola: Mapas 3D


Os alunos da turma escolhida para o projeto Da Janela da Minha Escola, participante na iniciativa Ciência na Escola, estão a trabalhar num dos elementos mais importantes: um mapa tridimensional, impresso em 3D, da bacia do rio Lizandro entre as zonas da Ericeira e Venda do Pinheiro. O objetivo deste projeto é levá-los a conhecer melhor a região onde vivem.


Produzir mapas em 3D não é uma tarefa fácil. Numa primeira fase, desafiámos todos os alunos a experimentar aplicações simples que a partir de mapas geram um modelo 3D em STL. Foi um exercício de localização geográfica, os alunos tinha de encontrar nos mapas a região de Mafra para poderem converter para 3D.


No entanto, estas aplicações não nos dão modelos 3D com o nível de detalhe que precisamos para este projeto. Demos um passo em frente, utilizando as bases de dados geográficas do Open Topography para recorrer a mapas mais detalhados. Sendo um trabalho mais minucioso, optámos por desafiar um pequeno grupo de alunos, enquanto o resto da turma afina competências em Sketchup para poder avançar com outra vertente deste projeto.

Na primeira fase, as alunas encarregues dos mapas 3D extraíram do OpenTopography mapas em formato GeoTIFF para selecionar o tipo de captura que nos traria melhores resultados. Em pesquisa global, este site disponibiliza mapas criados a partir dos projetos Global Multi-Resolution Topography (GMRT), ALOS (Advanced Land Observing Satellite) Global Digital Surface Model (AW3D30) e Shuttle Radar Topography Mission (SRTM). Cada um tem as suas resoluções, e as alunas fizeram uma captura da zona da Ericeira-Mafra-Venda do Pinheiro com os vários datasets para aferir qual o mais adequado.

O passo seguinte foi dado pelo professor, que converteu os mapas GeoTIFF para ficheiros DEM (modelos de elevação digitais) utilizando o MicroDEM, utilizando o Accutrans para transformar os DEM em superfícies 3D com volume estanque para impressão 3D. Todo este processo pode ser encontrado no Instructables Make 3D Printed Topo Maps of Anywhere. Originalmente, a os serviços geográficos da Câmara Municipal de Mafra forneceram-nos mapas extraídos dos seus sistemas de informação geográfica, mas não conseguimos adaptá-los para 3D.

Em seguida, avaliámos com a professora de Ciências qual o mapa 3D mais adequado aos nossos objetivos. Optámos pelos mapas obtidos na SRTM, os mais detalhados para impressão 3D.


Na aula seguinte o desafio ao grupo de trabalho foi repetir a captura da região, desta vez utilizando um único dataset. As alunas fizeram duas capturas, uma mais abrangente, outra mais restrita. Em seguida, aprenderam a extrair o modelo 3D a partir do mapa GeoTIFF, e começaram a processar o modelo STL no netfabb. Estes mapas dão-nos modelos à escala real, e não dispomos de impressoras capazes de imprimir um mapa 3D com 30 quilómetros no eixo maior. Temos de reduzir o tamanho dos modelos, e cortar em módulos para imprimir um modelo maior do que o volume de impressão nos permite. Será esse o desafio para a próxima aula.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Desafios


O humanóide das TIC em 3D está algures nesta foto.

Renovou-se o compromisso com a Associação de Professores de EVT. Apesar de estar dedicado a TIC, área que me enriquece diariamente (e gosto de pensar que contribuo para o seu enriquecimento), sinto o dever de contribuir para a revitalização de uma área artística que não tem tido uma vida fácil no sistema de ensino. Não estou nisto para mudar o mundo, ou por necessidade de engrandecimento pessoal. O sentido de dever de que falo é o de partilhar a minha experiência nas TIC com a minha área de origem, mostrando o potencial das tecnologias digitais como ferramenta criativa. O pendor maior vai para o 3D, claro. Nem outra coisa seria de esperar do humanóide por detrás das TIC em 3D. Mas também se arranjam pontes para outras tecnologias e metodologias.

Não estou à espera de tarefa fácil. Divulgar algo de novo junto de um grupo de docentes desmoralizado e sem o acesso às ferramentas elementares da tecnologia digital a que estou habituado em TIC tem o seu quê de provação de sísifo. No entanto, com paciência e resiliência, talvez se chegue a algum lado. Se numa sessão de formação se conseguir convencer pelo menos um colega professor, já é mais um do que seria se estes momentos não acontecessem.

Outra área onde espero algumas agruras é a expansão de TIC como área disciplinar do 5º ao 9º ano. Algo que pode ser sentido como uma intrusão, ou no limite um retirar de tempo já de si reduzido, até mesmo ameaça, pelos docentes das áreas artísticas. No entanto, nesta minha aprendizagem como docente de TIC, percebo e aplaudo a extensão desta área disciplinar. Não chega anunciar intenções de preparar os alunos para os desafios do século XXI. É preciso agir, e os docentes de TIC têm demonstrado ao longo dos anos que compreendem os reais desafios que aguardam no futuro dos nossos alunos de hoje, tendo sabido adaptar o conhecimento sobre tecnologia digital em perspetivas inovadoras. Por muito interessante que sinta o meu trabalho no domínio do 3D, fico sempre humilde quando vejo os enormes avanços que os professores de TIC têm feito nos domínios da programação, robótica, automação e internet das coisas. É um dinamismo incrível, alastrando a todo o país, sempre com uma postura ativa, que contraria o formalismo tão habitual na educação em Portugal. E, o que é mais importante, mudando o foco da aprendizagem de ferramentas para conceção de projetos, usando metodologias muito similares àquelas que aprendi enquanto docente de EVT.


Um dia, hei de ter tempo para comparar a metodologia de projeto de EVT com o pensamento computacional de TIC. Sempre que ouço especialistas a falar dos processos iterativos de tentativa e erro, lembro-me logo de como se pinta um quadro. Pista: nenhuma obra prima se faz à primeira pincelada sobre o primeiro rascunho.

É um esforço que não se resolve com a confortável visão das TIC como transversais. Podem sê-lo, de facto, como ferramentas de processamento de informação ao serviço de outras áreas disciplinares, mas só isto não chega, se a visão dos desafios para o século XXI for mais abrangente do que formar futuros consumidores. O resultado disto seria uma sucessão de textos, apresentações, padlets e outras formas de processamento de informação com recursos multimédia simples. Coisas que enchem o olho, sustentam aquisição de conhecimentos em áreas diversas (e por isso têm validade e potencial pedagógico), mas não permitem o passo lógico necessário, dotar os alunos de competências técnicas que lhes permitam apropriar-se do potencial das tecnologias digitais. Para isto, faz falta um espaço e tempo de especialização, onde se podem aprofundar conceitos e saberes específicos, enriquecidos com abordagens transversais. Sabemos, por exemplo, da ligação entre programação e matemática, mas não faria sentido exigir aos docentes de matemática que ensinassem linguagens de programação na sua disciplina. Ou aos de línguas que se responsabilizassem pelas técnicas de processamento de texto, os de história por apresentações multimédia. Podia continuar a dar exemplos, mas creio que já sublinhei o ponto de vista. São precisos docentes especializados, com competências técnicas sólidas e capacidade para ver além das fronteiras da sua área. E, claro, um tempo específico, não se consegue desenvolver trabalho sustentado sem tempo. Os muitos docentes de TIC que tenho tido o privilégio de conhecer nestas aventuras têm mostrado, vezes sem conta, estas capacidades e vontade de agir.  Ver a área reconhecida e estendida ao longo dos ciclos não é uma recompensa, é uma necessidade.

Seguindo argumentos mais utilitaristas, pode-se apontar a importância crescente da economia digital, os impactos presentes e futuros da automação, robótica, machine learning e inteligência artificial na sociedade. Observar que estamos a preparar os alunos de hoje para desafios que ainda não conseguimos imaginar é uma bela frase feita que disfarça mal o potencial disruptivo desta combinação de tecnologia nas carreiras e empregabilidade como até agora a entendemos. Quer se seja optimista ou opte pelos modelos pessimistas que prevêem uma hecatombe de desemprego numa economia automatizada, há um ponto comum nestas ideias: a necessidade de repensar o papel do humano na sociedade. Quer se imagine um futuro rosáceo de lazer apoiado na prosperidade tecnológico, quer se anteveja pobreza esmagadora numa sociedade robotizada (e todas as nuances entre estes extremos). Apostar nas TIC, não como meras ferramentas na ótica do utilizador, mas como forma de pensar e agir, de potenciar capacidades humana com as valências aumentativas da tecnologia, é fundamental para dotar os alunos de hoje de competências que lhes permitam viver vidas recompensadoras no seu futuro.

Esta posição pode parecer paradoxal num envolvimento com áreas artísticas, tradicionalmente vistas como aversas à tecnologia digital. Mas não quero ver as artes, com o seu humanismo inerente, foco na expressão criativa, pensamento individual e multiliteracias, afastada dos processos tecnológicos que estão a moldar a sociedade contemporânea. As artes têm muito a dizer, um papel a desempenhar dentro da preponderância das áreas CTEM. Um foco exclusivo na tecnologia é estéril e desumanizante.

Quando penso em tudo o que tenho aprendido em TIC, nas amizades que fiz, no incrível desafio da impressão 3D, na vitalidade da robótica e programação, no sucesso do projeto Robot Anprino, sei que me seria quase impossível regressar à tradicional EVT. Se o fizesse, seria certamente mais enriquecido. Partilhar esta dinâmica é um dever que sinto, ajudando a valorizar a minha área de origem. Mas sem ilusões de supremacia. Quando comecei a experimentar com tecnologias de expressão digital na sala de aula, há alguns longínquos anos, sempre assumi que seriam mais um meio de expressão, em paralelo com os tradicionais. Apesar do meu foco ter mudado, a postura não se alterou. Espero conseguir contribuir, neste novo desafio, com as minhas capacidades e as experiências adquiridas em modo standing on the shoulders of giants, com tantas pessoas fascinantes e dinâmicas que conheci nestes últimos anos.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

European Maker Week: Literatura com Volume


Dia 10 de maio, no âmbito do festival literário Livros a Oeste, vamos dinamizar dois workshops sobre impressão 3D para alunos das escolas da Lourinhã. Cruzando inspiração literária com tecnologia, inscrevemos estas sessões como parte do evento europeu European Maker Week, que agrega iniciativas maker em toda a Europa. Os detalhes do nosso evento podem ser consultados aqui: EMW - Literature With Volume.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Instantes


De regresso ao clube de robótica, após a pausa letiva da Páscoa. Dia de rever se a modelação 3D em Onshape pegou... e quando vemos uma das nossas alunas a mostrar a uma colega como fazer formas por revolução, diria que sim.


É bom ver os alunos cada vez mais autónomos na operação da impressora 3D. E sempre com cuidado.


Temos um grupo especialmente dedicado ao LittleBits, que adora construir mecanismos.


Também se programa no nosso clube.


O desafio partiu da professora de história: e que tal criar um barco para abordar a Ericeira? O aluno de quinto ano, que frequenta o clube, respondeu à altura modelando em Sketchup.


Isto não é uma sessão do clube. São os alunos do clube de robótica, nos seus intervalos de aulas. Preferem ir ter com os colegas e mexer nos seus projetos na zona makerspace do Centro de Recursos.


Ter muitos alunos de TIC para impressão 3D não é tarefa fácil. Os porta-chaves dos alunos de sétimo estão a ficar prontos.


Novo projeto: testar cenários de aprendizagem no âmbito do Europeana DSI-3. Foi uma aula muito animada, de pesquisa orientada à volta de um tema de trabalho.


Uma tarefa difícil: recolher no Open Topography mapas da zona do vale do rio Lizandro, no âmbito do projeto Da Janela da Minha Escola.

Europeana DSI-3: Astronomy, Art & Technology Through The Ages


First run of the Europeana DSI-3 project in our classroom. We've chosen a 7th year class of about 30 pupils. Our goal is to go beyond implementing Europeana learning scenarios, we'll try to use the learning scenario as a theme for the students projects, using the visual resources of the digital library as references for 3D modeling and printing projects. Specifically, we want students to use Europeana and the learning scenario to find photos, drawings and paintings of objects pertaining to the theme, to be used as visual reference guides for 3D modeling.


But before any termoplastic melting, we have to introduce the digital library, learning scenario and specific goals. In order to do that, we've planned an oriented research activity. We began with an overview of the Europeana project, and a quick tutorial on how to use the search tools on the site, as well as changing languages. After this introduction, we presented the chosen learning scenario: Astronomy, Art & Technology Through The Ages, created by Ana Paiva.

From all the possible learning scenarios available within this project, we felt that this was the one wich applies better to our ICT class, with its focus on creative use of digital tools, 3D modeling and printing.


Students were encouraged to do the activity in two ways: first, using Ana Paiva's curated links to search for digital assets within the theme. After these links, they were encouraged to search Europeana with a set of keywords associated with the theme. These were defined by brainstorming ideas associated with astronomy and technology.


To finish the task, students had to send, via email, to the teacher the following data: digital resource title, type of resoursce (photo, painting, drawing, etc.), author if applicable, small description of the resource, it's url, an annexed image of the resource, and student's identification. We prefer this method to filling a document template, because we're encouraging forma use of digital communications platforms in work contexts.

The class was lively and productive. Students engaged very enthusiastically with Europeana. However, we encountered a problem. Most of the resources available either within the curated links or keyword search are not very useful as visual references for drawing and 3D modeling. We were unable to find rich visual resources on technological objects. Most of Europeana results are either bibliographical or types of representation that are not useful as visual references for our future projects. We will have to go beyond Europeana, to ESA and NASA repositories, for it. That was predicted in the learning scenario.

That being said, it should be noted that we are bending the learning scenario to our classroom context. The scenario is very straightforward in art, art history, science, science history or history contexts. For ICT, applying the scenario is a great way to explore digital search techniques, copyright and correct identification of researched resources.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Selo de Escola eTwinning

O Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro faz parte do grupo de escolas distinguidas com o Selo de Escola eTwinning. Este prémio foi atribuído às escolas da rede eTwinning que se destacaram nos domínios das práticas digitais, práticas de eSafety, abordagens pedagógicas inovadoras e criativas, promoção do desenvolvimento profissional contínuo dos professores e promoção de práticas de aprendizagem colaborativas entre os professores e os alunos, dentro dos projetos eTwining que desenvolveram. Este ano, dentro das TIC em 3D/Fab@rts, estamos envolvidos em dois destes projetos: Invent your Future, com escolas francesas. italianas e espanholas, e 3D Print 3D Heritage, com uma escola turca. Para ficar a conhecer a lista de escolas galardoadas com este prémio, visite a página Prémios Selo de Escola eTwinning.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Literatura com Volume



É este o desafio colocado pelo João Morales, programador do festival literário da Lourinhã. Dia 10 de maio, na Biblioteca Municipal da Lourinhã, vamos dinamizar os workshops Literatura com Volume, destinados a alunos de sétimo ano. A partir da inspiração literária, vamos mostrar como dar uma nova vida ao imaginário através da modelação e impressão 3D. Para ficar a conhecer o todo o programa do festival, visitem a página do Livros a Oeste.

domingo, 25 de março de 2018

Instantes


Uma nova aprendizagem: CAD com Onshape. É uma ferramenta mais complexa do que o que os alunos estão habituados, mas abre imensas vertentes de exploração. E pode ser utilizada em tablets.


O que nos leva ao melhor momento da semana: um dos nossos mais jovens criadores, ás no 3DC.io mas a ter enorme dificuldades em Sketchup, que insistiu em aprender a desenhar com Onshape. Contra as nossas expectativas, conseguiu.


E que tal ensinar os colegas a programar no Raspberry Pi? É esse o desafio de um dos nossos alunos monitores.


Falta de ideias para modelar em 3D? E que tal tentar desenhar aquilo que já se faz no diário gráfico? Diga-se que capacidade artística é algo que abunda no nosso clube.


A grande surpresa destas últimas semanas: este às do Sketchup, a modelar em 3D um barco de pesca ericeirense. Fora do clube, frequenta o 5º ano.


Os nossos kits LittleBits não estão a apanhar pó. Temos um grupo dedicado que adora construir circuitos.


Outra boa surpresa esta semana: os bifaces pintados por alunos de Educação Visual, 5º ano, utilizando os objetos do Projeto Paleo.


Em TIC, estamos na fase de aprender técnicas de processamento de texto e introdução ao 3D. Entretanto, estamos quase a terminar a impressão 3D dos modelos criados pelos alunos do primeiro semestre. Um quase ainda algo longo.

quinta-feira, 22 de março de 2018

Modo eTwinning

Uma publicação partilhada por Mihraç Kulu (@mihrackulu) a

Demorou o seu tempo, mas sabemos que nestas coisas do 3D não podemos ser apressados. Os nossos parceiros turcos estão a começar a imprimir os seus modelos 3D de monumentos portugueses. Os resultados prometem!

sábado, 17 de março de 2018

É de pequenino...

Não resistimos a partilhar este vídeo, vindo da escola de Castro Verde:


Nunca imaginámos os Anprinos a serem montados por mãos tão pequenas! Nota completa no site do Robot Anprino.

sexta-feira, 16 de março de 2018

Ação de Formação: Impressão 3D


Com a APEVT, estamos a dinamizar a ação de formação Impressão 3D: Ferramentas e Metodologias, focada no 3D enquanto meio de expressão plástica. Para mais informações e inscrições, visitem a página da APEVT.

Instantes


Nas atividades da semana do departamento de Matemática e Ciências Experimentais, os alunos do clube de robótica disponibilizaram-se para vir ajudar nas demonstrações de TIC, junto do espaço de ciências.


Os robots Anprino vieram ao átrio da escola, surpreender os alunos.


Programar também pode ser relaxante.


E o que é que vamos fazer no intervalo? Dois alunos do clube a testar ideias com LittleBits, para mostrarem ao público na atividade da semana do departamento.


Um robot que anda sozinho? Como é que isso se faz?


Chegar ao espaço do Centro de Recursos e encontrar alunos de volta do Tinkercad, a modelar objetos. Só precisam da faísca...


Depois de aprender a utilizar a impressora, hora de imprimir.


Os drones de regresso, como ferramenta de programação.




Sim, ainda estamos a imprimir os projetos que os alunos de primeiro semestre criaram em TIC. São só 130...



Alguns dos projetos dos alunos de TIC, expostos na exposição do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais.


Uma nova versão para a Anprino Nana, menos volumosa que a primeira. Impressa em filamento translúcido, com os leds da nodemcu a piscar, deve dar um efeito interessante....

quarta-feira, 14 de março de 2018

Encontro APEVT Educação Artística e Tecnológica, uma nova possibilidade de aprender.


No dia 14 de abril, o espaço da Escola Secundária Garcia de Orta no Porto recebe o Encontro Nacional da APEVT. Sob o tema Educação Artística e Tecnológica, uma nova possibilidade de aprender, reúne oradores e painéis sobre as diferentes vertentes das Artes na Educação. As TIC em 3D estão responsáveis pelo painel Área artística e tecnológica: Aplicações práticas de tecnologias digitais em contexto, problemáticas de implementação, de partilha de experiência de uso de tecnologias digitais como ferramenta de expressão criativa. Programa completo e inscrições aqui: APEVT: Encontro Nacional.

domingo, 11 de março de 2018

ACD - Modelação 3D (Barreiro)





No sábado, 10 de março, desenvolvemos na Escola Secundária Augusto Cabrita, Barreiro, uma ação de curta duração dedicada à modelação 3D. Tocámos nos tópicos de modelação 3D por primitivos com Tinkercad, com exercício prático para os formandos; subdivisão de superfícies com Sketchup Free; técnicas de validação e impressão 3D; 3D para além do computador com apps Android de modelação 3D (OnShape e 3DC.io). Apesar do nosso gosto especial pela impressão 3D, sublinhamos que o foco do uso destas tecnologias em contextos pedagógicos não deve estar na impressão, que é um resultado final, mas sim na modelação como forma de acelerar o potencial dos alunos, interligando conhecimentos interdisciplinares e pensamento computacional, como ferramenta de criação com múltiplas aplicações. Um exemplo: criar formas complexas no Tinkercad para aplicar em espaços virtuais/RV 3D no CoSpaces.