Espaço dos projetos TIC em 3D, Fab@rts - O 3D nas mãos da Educação!, Laboratório de Criatividade Digital - Clube de Robótica AEVP e outros projetos digitais desenvolvidos no Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro.
quinta-feira, 7 de junho de 2018
Invent your Future
Demorou o seu tempo, porque foram muitos projetos, mas terminámos, finalmente, a impressão dos trabalhos dos alunos. Para o fim ficaram os relativos ao projeto eTwinning Invent Your Future. Começamos com caravelas...
O avião que levou Gago Coutinho e Sacadura Cabral ao Brasil (foram três, na verdade, e por coincidência, imprimimos três...)
Pirelióforo...
Identificadores de Via Verde...
Caravelas...
Sextantes...
Orquestrola...
Passarolas...
Astrolábios...
Sextantes...
Portagem de auto-estrada com Via Verde...
E o sistema Color Add. Tudo invenções portuguesas, que partilhámos com os colegas no projeto.
Cá estão todos os projetos desta turma. Foi um excelente trabalho, que se prolongou para o segundo semestre, com outro grupo de alunos.
Como imaginas o futuro da computação?
É uma questão que coloco todos os anos aos alunos, num momento formal de avaliação online. Algumas respostas surpreendem-me, pela forma como as crianças de hoje concebem o mundo digital em que estão imersas. Deixo aqui algumas das mais interessantes, dos alunos do segundo semestre. Perdoem alguns erros ortográficos. Não são sinal de ignorância, mas sim de mentes jovens a progredir nas suas aprendizagens.
"Pensamos que os computadores iram substituir os humanos, por exemplo nas tarefas domésticas, nas portagens,etc... e hoje em dia isso já aconteçe."
"O futuro da computação poderá ajudar os humanos a terem descanso uma vez que as máquinas podem ser programadas para todos tipos de trabalho. Também penso que no futuro poderam ser inventadas máquinas/dispositivos que sejam controladas pela menta. É na minha cabeça uma ideia muito interessante."
"Na minha opinião, em breve os computadores deixarão de ser um bem essencial na vida de tantas pessoas, devido à evolução dos telemóveis e à grande mudança na sua tecnologia que permite que os mesmos tenham tantas capacidades e possibilidades de pesquisa e trabalho quanto os computadores."
"Imagino empresas comandadas por robots, imagino edifícios e outros objetos construídos por computadores de inteligência artificial"
"Imagino que grande parte das coisas que fazemos no nosso dia à dia serão substituídas pela computação "
"Eu imagino o futuro da computação, no uso de robôs para substituir as pessoas nos seus postos de trabalhos."
"Eu imagino o futuro da computação o início de uma nova era. Os computadores irão estar integrados em relógios, óculos ou mesmo podendo aceder ao telemóvel com um único gesto, por exemplo: Podemos aceder ao perfil de uma pessoa ou às redes sociais, num computador que estará integrado nos nosso óculos. Também com a evolução da mesma os rôbots poderão trabalhar para a espécie humana e quando tiverem inteligencia artificial completa poderão dominar a espécie humana. O ser humano terá de recorrer à ajuda da computação para sobreviver visto que está a gastar todos os seus recursos, tendo de procurar outro planeta para abitar caso a Terra se torne inabitável, pois então, os computadores já deverão ser capazes de criar água potável e luz caso não aja sol. Também serão capazes de preservar um ser humano numa câmara que os congelará durante uns anos. E é assim que imagino o futuro da computação."
"Eu imagino que no futuro iremos viver à base de computadores e outros dispositivos eletrónicos, viveremos como robôs e/ou poderemos ter robôs "domésticos". Ou seja, os humanos já não iriam fazer mais falta pois será tudo feito por robôs."
"Neste últimos anos temos vindo a observar uma grande evolução na tecnologia, o que quer dizer que no futuro podemos vir a observar grandes invenções que nos puderam ajudar muito e contribuir para coisas boas, mas também pode haver coisas más. "
"Atualmente, a computação encontra-se em patamares bastante elevados sendo a sua evolução constante, com efeito, hoje em dia, existem inúmeras progeções de desenvolvimento da computação. Na minha opinião, esse desenvovimento ( baseando-me na evolução da computação até à atualidade , consecutivo aperfeiçoamento das tecnologias existentes) poderá passar pelo aperfeiçoamento de alguns modos de processamento já existentes, assim como pela automatização de algumas tarefas e pela criação de novos aparelhos como consequência da alteração dos modos de vida da população, como disso é exemplo os já projetados interfaces futuros. "
"Eu imagino que no futuro da computação os computadores vão se tormar muito , muito pequenos do tamanho de um átomo."
"Para mim o futuro da computação passa por existir um computador central que nos vai ajudar em todas as tarefas habitacionais e no dia a dia ( como ligar o forno, a máquina da loiça etc..) através de um dispositivo móvel."
"Na minha opinião o futuro da computação poderá passar pelo aperfeiçoamento de alguns serviços já existentes assim como pela automatização de algumas tarefas. Podendo também ser influenciada pela alteração dos hábitos e modos de vida da população mundial. "
"Os computadores pensaram sozinhos, conseguiram perceber o que estamos a pensar e irão substituir o ser humano em muitas tarefas, como nas portagens, etc... ( e hoje em dia isso já está a acontecer )."
"No futuro eu imagino que nas escolas trabalhem com computadores em diversas disciplinas (para além de TIC)."
"Eu prevejo que futuro da computação vai retirar trabalho a algumas pessoas como já se observa nas portagens, nos supermercados e em muitas outras ocasiões."
"Eu imagino a futura computação com imensas e diversas coisas novas, não consigo imaginar nada em concreto, como quando o primeiro computador foi criado, ninguém imaginava o que poderia existir nem uma milésima da tecnologia que conseguimos aceder hoje em dia. Mas não tenho dúvidas que ainda vai evoluir muito. "
quarta-feira, 6 de junho de 2018
Chindogu
Um despertador que foge do utilizador...
Uma caneta-carregador USB...
Um cartão SD para resolver o problema da memória curta dos peixes. Três projetos, dos alunos da escolas Institut Joan Solà, Catalunha, Scuola Secundaria Statale Vinci-Nucula, Itália, e Collège Louis Brisson, França. São os nossos parceiros no projeto eTwinning Invent Your Future, que se focou na partilha de conhecimento sobre invenções e inventores dos países participantes, e finaliza com a criação de chindogu, objetos e invenções inúteis. Na nossa contribuição, optámos pela modelação e impressão 3D, com dois grupos de alunos. Em breve partilharemos os nossos trabalhos.
Ainda houve tempo para lançar um desafio extra aos nossos alunos: transformar em 3D alguns dos projetos das restantes escolas. Escolheram um de cada escola, essencialmente o projeto que mais os divertiu, e ou no Tinkercad ou no Sketchup deram-lhe forma tridimensional. Os modelos resultantes já estão impressos em 3D e seguem em breve para as escolas parceiras. Por correio, que ainda não dispomos de máquinas de teleporte que permitam enviar objetos de forma eletrónica. Ou melhor, poderíamos fazê-lo, se os nossos companheiros dispussem de impressoras 3D...
terça-feira, 5 de junho de 2018
Europeana Learning Diary VI
The final mission patch.
So, the end is near. To create my classroom scenario, I've tried to reflect on how to use Europeana as a visual resource for 3D printing projects. Specifically, as a repository of visual information for students to mine, in order to create their own 3D models using common 3D modelling software. I assume the scenario will be published together with the other plans from this course, but it can be read here: From Pixel to Plastic. I'm actually doing this in one of my classes, in a few days I'll have some very cool results to share.
Loved the peer reviews:
As for that wich, for me, was the most pertinent idea discussed in this course? Assessment:
And thus ends my Europeana Learning Journal.
So, the end is near. To create my classroom scenario, I've tried to reflect on how to use Europeana as a visual resource for 3D printing projects. Specifically, as a repository of visual information for students to mine, in order to create their own 3D models using common 3D modelling software. I assume the scenario will be published together with the other plans from this course, but it can be read here: From Pixel to Plastic. I'm actually doing this in one of my classes, in a few days I'll have some very cool results to share.
Loved the peer reviews:
I find your project very interesting, well articulated. The resources you propose are very usable. You have very clear the topic you want to deal with. Congratulations on a job well done.
Waw, Your lesson is very interesting, complex, with many practical applications. I can appreciate that it is well done and is well proportioned, the moments of the lesson being carefully distributed.
Loved your work/scenario. Innovation skills are really in focus in your work! Excellent learning design. Nothing to add.And don't worry, you don't actually need 3D printers to use my lesson plan. The important factor is enabling pupils to learn how to create using 3D. For me, creating in 3D is a valuable information processing strategy, where the student needs to understand the historical and visual aspects of the chosen model in order to create a successful project. Sadly, if you plan to use 3D content on Europeana, there's not a lot to use, and what exists, has little visual quality. Head over to Sketchfab, where researchers, artists and museums share high quality models and 3D scans of historical artefacts.
As for that wich, for me, was the most pertinent idea discussed in this course? Assessment:
This course covered a lot of interesting topics, but to me the most eye-opening ones were on digital assessment, specifically on how the digital artefacts created by the students are, in itself, a more powerful form of assessment than testing. Creating a digital artefact (presentation, document, video, 3D model, etc.) means that the pupils have to mobilize knowledge about given topics, use digital tools and organize coherent workflows and narratives to create.
And thus ends my Europeana Learning Journal.
From Pixel to Plastic
From Pixel to Plastic: Using Europeana as a resource for 3D printing projects
Name of author: Artur Coelho
Relevant Trends: Addictive manufacturing with 3D printing and 3D modelling; digital creation tools; Problem Based Learning.
Learning Objectives, Skills and competencies:
Learning and Innovation Skills: Creativity and Innovation, Critical Thinking and Problem Solving, Communication, Collaboration.
Information, Media and Technology Skills: Information Literacy, Media Literacy, ICT Literacy.
Life and Career Skills: Initiative & Self Direction.
Learner’s Role:
Free and directed content search using the Europeana library;
Project management: setting goals and a work plan;
Computational thinking: decomposition (breaking complex shapes into modular parts);
3D creation using accessible modelling tools (Tinkercad, Sketchup Make/Free, 3DC.io);
Text processing: creating project reports;
Collaboration within small groups;
3D printing: preparing a model for printing, delevoping user strategies for good results using addictive manufacturing technologies.
Tools and Resources:
Search phase: Web browser
Information processing phase: e-mail, word processing software
Creation phase: 3D modelling apps (Tinkercad, 3DC.io or Sketchup Make/Free);
Presentation phase: for 3D printing, Netfabb (STL validation tool), Cura or BEESOFT (slicer softwares for 3D printing) and a 3D printer. For virtual presentation, CoSpaces or Sketchfab.
Final report: word processor.
Learning space: Classroom (preferably, an ICT class, but using mobile devices, this project is achievable using classrooms without computers); maker space.
Future Classroom Scenario Narrative:
This scenario uses Europeana as a resource for 3D printing projects. It's primary goal is challenging students to create 3D modelling projects using images found on Europeana, which can be 3D printed if the school has 3D printers in the classroom or in a makerspace. Themes are open ended, but we recommend architectural heritage. A secondary goal of this scenario is enabling students to use multimedia to go beyond usual information processing strategies, centred in using word processing, presentations or web apps that gather text and image (such as Padlet), using 3D modelling and printing to present information.
This type of scenario can use a lot of information repositories, from simple google search to museums, space agencies or cultural institutions. Using Europeana has the added value of enabling students to learn about our common european heritage.
Schema:
- Free search activity on the Europeana website, to learn how to use to its interface;
- Establishing a common theme (architectural heritage preferable) in classroom discussion or interdisciplinary project;
- Self-organizing in small groups (2/3 pupils per group);
- Directed search about the chosen theme, choosing one artefact per pupil/small group (picture, 3d model);
- Information processing, correctly identifying URL, authors, dataset origin and intellectual property status, in a document to be shared with the teacher;
- Recreating chosen artefact using 3D modelling (3D drawing), using Tinkercad (primitive modelling) or Sketchup (surface subdivision). If an adequate number of computers is unavailable, 3D modelling can be done using 3DC.io on tablets or smartphones;
- Sharing the recreated artefact, printing the resulting 3D model if possible (using the classroom 3D printer or a makerspace), or using virtual sharing platforms such as CoSpaces Edu or Sketchfab;
- Creating a report containing information about the chosen artefact, chosen technology and workflow (the actual process of gathering information and 3D modelling technique);
- Assessment: digital (and physible) artefacts created by students (criteria ranging from quality to 3D modelling complexity); group reports containing searched information and workflow descriptions.
Learning Activities: https://v.gd/eGrMIl
This Future Classroom Scenario has been developed as part of the Europeana DSI-3 project.
Ribbon seaweed
Referência, já antiga, ao uso de técnicas de impressão 3D em meio artístico:
"Artist Annie Cattrell makes fine bodily structures using filigree glass - hearts and lungs, formed by intimate hands - and lips-on glass-blowing and sculpting techniques. But in making sculptures of the brain, she does more than simply reproduce architectural form. The brain is the silent receptacle of consciousness and the route to perception, and she seems to seek the animate 'spirit that resides in matter, the non-existent ghost in the machine. in finding a way to convey this, Cattrell has turned to technology but brought her own inventiveness to the process. Rapid Prototyping (RP) is usually used in engineering or by brain surgeons trying to identify potentially life-threatening conditions before operations. 3D computer information, stereolithography, is transferred through laser technology into different materials, such as wax, resin and nylon, so they can be seen and felt as 'real'. Working with neuroscientists Steve Smith and Mark Lythgoe, Cattrell captured fMR digital data relayed while subjects were caught in the act of looking and listening, and then used RP to transform these isolated processes into computerised virtual models. Out of these she made waxy resin sculptures, embedding them in solid square 'brain-boxes' made of transparent hot-cure resin. These split-second moments of seeing and hearing look like pieces of yellowy-brown ribbon seaweed set in a clear block of ice." (p. 138)
in Ede, S. (2008). Art & Science. Londres: I.B. Tauris.
Royal College of Art - Annie Cattrell
Annie Cattrell: Timespan Museum and Arts Centre, Helmsdale, until 12 August 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2018
Workshop de Impressão 3D no SCi-Fi Lx 2018
No dia 15 de julho, como é já tradição, vamos estar no festival Sci-Fi Lx 2018, participando com uma sessão sobre impressão 3D. O Sci-Fi Lx decorre nos dias 14 e 15 de julho, no Instituto Superior Técnico, em Lisboa.
domingo, 3 de junho de 2018
URL
New technique for additive manufacturing design: A manufatura aditiva tem sido vista como prototipagem rápida em contextos de design, ou processo industrial inovador. Estes projetos de investigação dos laboratórios Sandia mostram que o próprio processo de design industrial é influenciado pelas valências da manufatura aditiva: "Instead of concentrating on printing precision parts, the project focused on how to put less precise 3-D printed parts together with precise tools, taking advantage of the rapid prototyping, design and manufacturing possible with additive manufacturing. "That's the nuance that seems to get lost, that you have to design differently," Winrow said. "It doesn't plug into a standard design process."
You'll soon be able to get a 3D printed model of your brain: Novas técnicas para simplificar a extração de modelos 3D a partir de dados de ressonâncias magnéticas ou tomogafia axial computorizada.
Scientists create the first 3D-printed human corneas: O bioprinting é uma das áreas mais fascinantes das tecnologias de manufatura aditiva.
Modular Mounting System: Um sistema modular de tripés para máquinas fotográfias e smartphones. Faz jeito, andava à procura (fugindo ao ter de desenhar em 3D...) de um sistema de tripé para imprimir em 3D que permitisse colocar a lente de um telemóvel paralela a um plano, para animação em stop motion.
sexta-feira, 1 de junho de 2018
Feira Pedagógica do Barreiro
Dia 31 de maio estivemos presentes no espaço Sala de Aula do Futuro da ANPRI, criada como demonstração no âmbito da Feira Pedagógica do Barreiro. Juntámos uma das nossas impressoras 3D à da ANPRI, para mostrar as valências desta tecnologia nos domínios da educação.
Boa parte das tecnologias em evidência na Sala, especialmente as de programação e robótica, são tecnologias criativas, mas a ligação da impressão 3D à plasticidade e ao desenho são por excelência sinónimo de criação.
Procurar objetos grandes, poucos, mas com impacto visual. Entre o Thingiverse e as criações dos nossos alunos.
A Feira Pedagógica conta com um espaço de exposição de trabalhos dos alunos das escolas do concelho do Barreiro, e ao visitar descobrimos estes projetos fantásticos, que trazem para a tridimensionalidade as obras pictóricas. Fonte de inspiração!
Tem o seu quê de cantina band de Star Wars...
... mas foi o concurso de dança robótica com Anprinos. Sim, estava um robot anprino dentro do que parecia ser um boneco de peluche cheio de vivacidade!
Europeana Learning Diary V
Some very useful items for assessment of activities in XXIst century learning settings:
assess a student's skill in relation to a cultural heritage lesson can be, for instance:As a teacher whose practice is focused on practical projects and activities, I've also found very interesting the idea of using pupil-created artifacts as an active assessment tool.
- Ability to perform a basic search (identify keywords and collect information about cultural heritage)
- Ability to use digital tools (use a variety of techniques)
- Competence to work in a team (assume shared responsibilities, respect different viewpoints)
- Competence to communicate (listen actively and express ideas)
- Development of critical thinking (reflecting on learning; justifying arguments)
- Character (respect and maintaining of positive values)
segunda-feira, 28 de maio de 2018
URL
Marine Corps Expeditionary Manufacturing Mobile Test Bed: Não é o tipo de problema que nos afete no dia a dia das TIC em 3D, mas mostra bem o quanto a fabricação digital está a alterar os sistemas tradicionais. Este artigo detalha o sistema ExMan dos fuzileiros norte-americanos, um projeto de fabricação digital imediata de peças de manutenção para veículos de combate no terreno activo. Peças plásticas podem ser usadas imediatamente, metálicas requerem alguma maquinação, mas o resultado é diminuição de custos e maior rapidez na reparação de veículos de combate com danos ou avarias, no próprio teatro de operações.
Layers of Innovation: A 3D-Printing Timeline: Sempre que dizem que isto da impressão 3D é uma coisa nova... é bom recordar que tem mais de quarenta anos. Das patentes originais de Hideo Kodama em 1981 para impressão de objetos em camadas e Chuck Hull em 1984 para estereolitografia, esta tecnologia amadureceu e tornou-se motor de uma nova revolução industrial. De caminho, graças à comunidade opensource, democratizou-se e tornou-se acessível a todos. Parece ultra-recente, mas já conta com décadas de experiência a inovar.
BMW Shows Off 3D Printed BMW S1000RR Frame: Outro exemplo do impacto que a fabricação digital por manufatura aditiva está a ter na indústria: toda a estrutura de uma mota da BMW, impressa em 3D.
Google’s Grasshopper app teaches you how to code: Mais uma aplicação a adicionar à categoria de apps para aprender programação. Vinda da Google, foca-se na aprendizagem de javascript.
PrintABrick: Gostam de Legos? Precisam de mais peças? Têm uma impressora 3D? Este site ajuda-vos, com a sua biblioteca de peças tipo lego para descarregar e imprimir. Não copia as peças originais, estas são versões criadas pelos utilizadores do LDraw.
Articulated Woolly Mammoth Manga: Um divertido mangá onde um artista e designer de brinquedos mostra como adaptou um dos modelos hiper-detalhados de digitalizações 3D do Smithsonian para criar um modelo 3D simplificado, otimizado e articulado do esqueleto de um mamute.
How I 3D Printed My Kidneys: Como utilizar dados de TAC para criar modelos 3D.
sexta-feira, 25 de maio de 2018
From Europeana to Sketchup
The first implementation of our chosen Europeana Learning Scenario went great, but the results were not very adequate for our projects. That was expected, the scenarios were planned with information processing and research in mind, supporting theoretical and fact-finding work. We need other types of resources, to allow our students to create 3D models. The images found with the chosen theme were not very appealing for our pupils, so we tried another approach.
In our class, we challenge our students to learn 3D modeling and apply the knowledge in projects. With that in mind, we let them loose on the Europeana Collections, with a simple instruction: find an artifact that catches your eye, and recreate it in 3D. We'll 3D print some of them. Even though it's not a very structured activiy, the student took it to heart and my entire class is busy carefully recreating in 3D, using Sketchup, elements from the european heritage, collected in Europeana.
Chindogu
Estamos nisto...
... mas começou por ser isto. A turma que temos a trabalhar no projeto eTwinning Invent Your Future estão a terminar os seus projetos, e alguns estão com um desafio extra: recriar em 3D um projeto por cada escola participante. Depois de se divertirem a ver as propostas dos colegas franceses, catalães e italianos, escolheram os que mais gostaram, e estão a recriar em 3D. Um já está pronto para ser metido num envelope e enviado para França.
Podem ver o que se passa neste projeto aqui: Invent Your Future.
terça-feira, 22 de maio de 2018
Europeana Learning Diary IV
Module 4 done.
I'm skipping the journal entry for the previous module, did it in a bit of a hurry, pressed for time.
Still, proof of achievment of module 3.
This is a cool resource: ISTE.
My contribution to the PBL and AR padlet wall, with a trip down memory lane:
I've started with AR in 2012... and gave up to focus on 3d printing. Life's like that, sometimes.
Interesting info:
And contribution to the Collaborative Learning wall:
I'm skipping the journal entry for the previous module, did it in a bit of a hurry, pressed for time.
Still, proof of achievment of module 3.
This is a cool resource: ISTE.
My contribution to the PBL and AR padlet wall, with a trip down memory lane:
"As for AR, i've actually gave up on it about four years ago. QR code or marker tools (like aurasma) to display AR information in the form of text/image/video are cool, but I'm focused on 3D modeling and at the time none of the main android apps had a usable interface to display 3D content. Except Augment, and i've done a few projects with AR and 3D in... 2013: https://www.youtube.com/watch?v=ItuFZSgMT64
PBL is a structural component of my teaching methods since before the term came into general use. as an arts teacher, we use a method called problem solving, an iterative cycle that starts with a question/problem. now, teaching ICT, i still use a version of this method, more directed due to time constraints."
I've started with AR in 2012... and gave up to focus on 3d printing. Life's like that, sometimes.
Interesting info:
But what is Inquiry-Based Science Education (IBSE)?
Inquiry-based learning (IBL) is an educational strategy through which students follow methods and practices similar to those of professional scientists in order to construct knowledge (Keselman, 2003). One of the benefits of using IBL is that the students are an active part of their own learning process: they must suggest an experimental activity to peers and design it. IBL is organised into different steps, in which teachers guide the students to think about an experimental idea, design the experiment and present the results to their peers.
There are four levels of inquiry-based learning:
- Confirmation inquiry: At this level, the teacher uses inquiry as confirmation for already acquired knowledge. For example, the teacher gives a lesson about a topic, then prepares an activity by posing questions and guides students through it to an answer that is already known by them.
- Structured inquiry: The teacher provides the scientific question and guidelines or structure to the investigation. Students are required to explain their findings.
- Guided inquiry: The teacher only provides the research question. Students are responsible for designing their own experiments and validating data at the end of the process.
- Open inquiry: Students formulate their own research questions, design the experiment and present their findings.
And contribution to the Collaborative Learning wall:
Learning Designer: I'm already familiar with this tool, but I dislike its structural approach. I prefer my learning designs more lean, not too much structured, with flexibility in timings and learning/work sequences.Essentially, time. the learning outcomes are more solid with this method, and also more fun, but time management of the curriculum will create difficulties. too much to teach, too little time...?
In all, this was a very useful module, showing us how to use Europeana resources within specific teaching methods (PBL, Collaborative Learning, IBSE). Still, one aspect is, for me, problematic. The scenarios were a lot about information processing - students search for information to support knowledge acquisition. These methdologies are very pertinent to teachers from more theoretical areas, but how can we use these resources to spark creativity and practical projects?
domingo, 20 de maio de 2018
Criatix: Raiz da Criatividade
Dia 19 estivemos presentes no Criatix: Raiz da Criatividade. Organizado pela CAF da Escola Básica de S. Vicente, em Telheiras, oferece aos visitantes um conjunto diversificado de atividades, workshops e projetos para visitar. O público está restrito aos alunos e encarregados de educação da escola, mais por informação do que por restrição de acessos. O resultado é um evento divertido mas calmo, bom contraponto para fins de semana intensos no Festival Nacional de Robótica e E-Tech Portugal.
Estivemos presentes como TIC em 3D, representando as atividades desenvolvidas no domínio da impressão 3D em TIC, clube de robótica e projetos interdisciplinares.
Estávamos bem acompanhados pelas girls in ICT da ANPRI, a partilhar o espaço com os kits FischerTechnic da Ludicenter, os robots da Ardozia e a escola de programação Happy Code.
Confronto de anprinos? Dois Arthurs, o nosso (o que tem mais estilo, se nos permitirem o convencimento) e um dos da ANPRI, às voltas na pista de robots.
Eu queria fazer uma letra chinesa, diz-me uma das pequenas alunas do projeto Vicentix. Como fazer, e imprimir em pouco tempo? Graças ao 3DC.io, foi só desenhar a letra à vista e enviar para a nossa impressora. A recompensa? O brilho nos olhos de uma criança.
Sendo um evento tranquilo, dá pra usar o tempo mais livre noutras coisas. Como continuar a aprender a desenhar no Onshape. É desenhando que se aprende a dominar a ferramenta, e quanto mais experimentamos, mais próximos nos sentimos de desenvolver estratégias para ensinar a modelar em 3D com esta ferramenta.
Projetos como o Criatix merecem todo o nosso apoio. É, nas palavras do responsável, um ambiente boa onda. Pode não ter o impacto de eventos institucionais, mas se queremos ajudar a dinamizar a mudança educativa, temos de olhar para todos os públicos. Momentos de partilha intimista e relaxada são tão importantes como as grandes ações de divulgação. Se para o ano o Criatix se repetir, e nos voltarem a desafiar, a nossa resposta é, obviamente, contem connosco.
sexta-feira, 18 de maio de 2018
Gestech
Atravessar um corredor da antiga FIL, agora centro de congressos de Lisboa, rodeado destes belos cartazes. Há verdade nesta publicidade, estas tecnologias são tendências que já se sentem hoje. O evento Gestech, onde estive presente na passada terça-feira, pretendia ser um encontro virado para diretores e gestores técnicos escolares, onde se exploraria os impactos, ferramentas e possibilidades destas tecnologias na gestão escolar.
Proposta sumarenta, mas como demasiadas vezes nestes tipo de eventos, a discussão ficou muito aquém do projetado.
Sim, é verdade, mas é banal repetir este tipo de chavões de forma acrítica, sem explicitar como é que essa coisa da transformação digital irá realmente melhorar aprendizagens.
Depois de lutar contra o sistema de transportes lisboeta (chegar à antiga FIL implicou um autocarro, metro e comboio), cheguei a tempo de assistir ao discurso de abertura da ministra da modernização administrativa. O âmbito deste encontro era o de discutir o papel das tendências tecnológicas na gestão educativa, mas como é habitual nestas coisas, a discussão fugiu para o domínio da pedagogia. É bastante doloroso ouvir responsáveis governamentais de áreas não educativas a falar das maravilhas das TIC na educação, de formas superficiais, mostrando deslumbre e uma certa visão inocente de potenciação de aprendizagem pela mera exposição ao digital. Dica importante, para todos os não especialistas que gostam de opinar sobre TIC e educação: usar a expressão nativos digitais é descrédito automático. Até Marc Prensky, o seu criador, a renegou. O discurso da ministra referiu-os muitas vezes. Sublinhe-se que ao falar do impacto da inteligência artificial, machine learning e big data na governabilidade e serviços públicos, mostrou que compreendia perfeitamente o potencial destas tecnologias.
Mas pronto, fala-se de tecnologia na educação, e em vez de se manterem no contexto específico do evento, todos decidem tornar-se treinadores de bancada. Pode sempre ser pior. Uma coisa para a qual já não tenho paciência, é ouvir comentários sobre a extraordinária proficiências das crianças de hoje para a tecnologia, baseada na experiência do comentador com o filho ou o sobrinho que mexe muito bem com o telemóvel. Sim, isso foi comentado nalguns dos painéis de discussão. Não, estas opiniões esparsas e pessoais não têm nada a ver com tecnologias bleeding edge aplicadas aos serviços públicos. É por estas que a minha confiança na validade destes eventos é muito baixa.
Fiquei especialmente irritado com a intervanção de um responsável da OCDE. A apresentação seria sobre TI e gestão educativa, mas resvalou para o digital na educação. Sublinhou o papel dos professores, desmistificou as estatísticas que mostram relações negativas entre uso do computador e desempenho escolar (o uso, disse-nos, é um conceito demasiado generalista e não se centra no uso pedagógico de tecnologias. No entanto, houve um pormenor que me tocou negativamente. É sempre cansativo ouvir responsáveis (da OCDE, neste caso) falar de TIC na educação como pesquisa, colaboração, laboratório virtual... e nunca como ferramenta de criação. Um enviesamento, que traduz uma visão do sistema de ensino que continua a ser de introdução de conhecimentos na cabeça dos alunos, apesar de todos os discursos de competências em ambientes high tech. Creio que quem o tem nem se apercebe disso. São gestores, economistas, analistas, académicos. Analisam estudos e tendências, processos e sistemas. Para eles, tecnologias de informação são em essência processamento de informação. Se lhes pedem para extrapolar para a educação, é isso que sentem ser importante, porque é o que para eles tem significado. Eu conheço o meu viés, qualquer tecnologia ou ferramenta digital que não possa usar para desenhar, pintar, modelar ou outras, o meu primeiro instinto é pensar isto é-me inútil. Mas obrigo-me sempre a perguntar e para os outros, os colegas e alunos? Não posso reduzir as tecnologias na educação apenas à área que me apaixona.
A manhã continuou com uma curiosa apresentação da CIO da cidade de Estocolmo, que falou da visão digital trazida pelo seu município, com implicações na educação, como informação em tempo real aos pais, programação e robótica nas escolas primárias, ou uso de inteligência artificil para detetar dificuldades de aprendizagem. Interessante, mas ficou a faltar o como, que ferramentas e estratégias foram utilizadas.
Houve ainda um painel com três responsáveis de serviços públicos que se desviou de tal forma do tema em debate que me pareceu ser uma versão funcionário público do sketch The People's Front of Judea do filme The Life of Brian dos Monty Python. Ou episódio de Yes, Minister, com atores e argumentistas alcoolizados. O tema tinha o pomposo nome de "Novos Modelos de Governance na Administração Pública", mas ninguém falou realmente disso.
A tarde prometia melhor. Selecionei a sala que me levaria a ouvir a palestra Big Data in Education e uma apresentação do projeto Escola 360. A palestra foi uma desilusão. Superficial, cheia de chavões, claramente um pitch que nem sequer foi adaptado ao público do evento. Só destaco um slide, desconsiderado pelo apresentador como demasiado técnico para vocês, mas que detalha as tecnologias que permitem extrair informação das quantidades massivas de dados que produzimos. É um tema interessante, mas falar dele com buzzwords e generalidades não nos leva a nada.
O Escola 360 promete agregar numa só base de dados a informação de todos os alunos do ensino básico. Percebi que surgiu como forma de resolver um problema de uma entidade do ministério, a MISI, que se dedica a dados estatísticos. Cansados de recolher informação a partir de diferentes bases de dados, de uma forma pouco fiável, optaram por avançar com uma aplicação que substitua todas as correntes aplicações de gestão de alunos. Poderiam ter criado uma API para sincronizar aplicações nas escolas, com os servidores locais a comunicar com os seus, e criar protocolos que uniformizassem os formatos de dados a transferir. Mas não, e o que está criado, tendo em conta a sua real utilidade, parece estranho na forma como se sobrepõe à gestão local das escolas, e armazena informação que parece excessiva. Qual é o objetivo de registar sumários de aulas em bases de dados centralizadas à escala nacional? No entanto, quer em termos de desenvolvimento da plataforma quer das suas reais capacidades, ela parece ter ainda muito caminho a percorrer antes de ser generalizável.
Como saldo final da Gestech, digamos que valeu pela experiência. O que realmente estaria em discussão não o foi, ou foi abordado de forma superficial. Pelo menos registo a preocupação dos responsáveis do sector público em tirar partido do potencial da IA/big data/machine learning.
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Da Janela da Minha Escola: Mapa 3D
Stor, isto já parece uma aula de TD, confessa uma das alunas, às volta com cola e x-actos na aula de TIC.
Terminámos a impressão dos segmentos do mapa tridimensional do eixo Ericeira-Venda do Pinheiro. Os módulos foram montados sobre k-line, para destacar a volumetria do modelo 3D.
O mapa 3D está pronto, só falta identificar o projeto, as localidades e elementos geográficos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















































