Não desistir do Arduino, embora o tempo não seja muito.
Espaço dos projetos TIC em 3D, Fab@rts - O 3D nas mãos da Educação!, Laboratório de Criatividade Digital - Clube de Robótica AEVP e outros projetos digitais desenvolvidos no Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro.
Não desistir do Arduino, embora o tempo não seja muito.
Novidade para a sala LED, com regras e dicas de boa manutenção do espaço.
Voltar ao clube de robótica. Objectivo deste ano, ser exclusivo e não inclusivo. A lição dos anos anteriores ensinou-me que quando se quer abrir ao máximo mas as condições de tempo e as imposições de outras tarefas na escola se interpõem, deixa de haver condições para dar o acompanhamento potenciador que estes miúdos precisam
Então, a fazer o tpc antes da aula? Ao longo do dia, nas várias aulas, foi-se afinando o jogo para trabalhar algoritmos, a conjugar com jogos de cartas e uns robozitos para introduzir os pequenos do quinto ano ao pensamento computacional. A cada novo teste com os alunos havia sempre algo a melhorar. Ou os níveis eram previsíveis, ou podia incorporar ciclos, ou havia ajustes ao layout. Se calhar saia mais barato comprar já feito, mas não daria tanto gozo.
Primeiros passos a destrinçar essa coisa que é o algoritmo.
Experiências de aprendizagem multi-medias, ou dar os primeiros passos no pensamento computacional a cruzar jogos de tabuleiro, jogo digital vibe coded ao longo das aulas e um toque de robots só para passar as ideias para o espaço físico. Tenta-se que os alunos acabem a aula a sorrir.
Os robots foram fruto do acaso - antes das aulas começarem a bibliotecária despachou o material maker e robótica que estava na biblioteca (durante uns anos, usei o espaço para clube de robótica) e deparei com clássico Doc, que pensava que estava avariado, mas com uma limpeza e pilhas novas, regressou à vida.
Claro, o Alvik estaria ali a mais, se eu não tivesse dado com o código que replica os robots programáveis por botões simples.
Acabar a semana a ir espreitar a conferência Inferência, organizada pelo Sh/fter, a ouvir especialistas em tecnologia, direito e jornalismo a falar sobre IA. Aproveitar para mais um livro, e ir experimentando brincadeiras vibecoded para as aulas.
Ainda em modo de arranque de ano. Uma brincadeira de robótica para tentar encantar os meninos (com a K10 e o Schematik), e a decisão de colocar em arrumação as impressoras 3D BEEVERYCREATIVE - estão funcionais, e penso que está na hora de entrar em modo de preservação da memória tecnológica.
O desafio de hoje: explorar as possibilidades democráticas da criatividade assistida por IA com programação descontraída (vibe coding). Workshop integrado no XII Encontro do CFAERC.
Menti aos formandos, não lhes disse (deliberadamente) que iam para uma sessão sobre programação com IA, o nome da sessão era muito menos assustador. Graças a isso, um grupo de professores que ia deste educadores de infância a matemática e ciências do secundário experimentou programar pequenos recursos para a sua atividade, usando o Gemini. Em poucos minutos, apareceram coisas tão díspares como o jogo da cidadania ateniense, super mario versão gramática, ou o jogo do acolhimento para o pré-escolar. É isto que me interessa no vibe coding, e IA em geral - a capacidade de nos permitir ir além de bases técnicas e criar as nossas soluções personalizadas. Sem pretender que sejam melhores que as profissionais, mas são as nossas.
Para iniciar bem o ano de 2026-2027, um momento de partilha sobre 3D e IA.
Experimentar o Hunyuan foi o grande tema da sessão, mas ainda deu para falar de gaussian splatting, lidar scanning, fotogrametria e a importância da preservação do património. Sessão concorrida, com mais de cinquenta participantes.