Às voltas com o Argon no Gemini, saiu uma experiência de desenho computacional. Ainda ando de volta dela (como qualquer projeto vibe coded, nunca está realmente finalizado), mas os alunos toparam... e quiseram experimentar.
Espaço dos projetos TIC em 3D, Fab@rts - O 3D nas mãos da Educação!, Laboratório de Criatividade Digital - Clube de Robótica AEVP e outros projetos digitais desenvolvidos no Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro.
Às voltas com o Argon no Gemini, saiu uma experiência de desenho computacional. Ainda ando de volta dela (como qualquer projeto vibe coded, nunca está realmente finalizado), mas os alunos toparam... e quiseram experimentar.
O primeiro algoritmo a funcionar, e afinal o computador consegue desenhar.
Programar, no clube de robótica, jogos na descontra, mas também a meter robots a cumprir ordens (some assembly required).
A nerdar com IA chinesa, lidar da maçã e 3D na formação LED.
Experimentar carapaças para uma esp32.
Pedir à IA um retrato em código, pedir-lhe um retrato a partir desse código.
Um miminho para os meninos do quinto ano.
Não estou a ser bem sucedido.
É por causa deste olhar que sou incapaz de me posicionar ao lado daqueles para quem o mais importante no estímulo das competências digitais é o ensinar a operar o computador e a manejar sistemas comuns. Não que este aspecto não tenha a sua importância, mas não é o basilar para a necessária compreensão do mundo digital em que vivemos.
Há tanto mais a descobrir e aprofundar, e tantas possibilidades que se abrem quando damos às crianças acesso ao lado mais profundo da computação, através da programação, robótica e outras tecnologias (3D, e até IA). Acima de tudo, tentar manter o olhar inquisitivo, sintoma exterior de uma mente cuja curiosidade foi aguçada.
Sendo bruto, detesto quando aquele olhar de deleite é soterrado sob uma avalanche de exercícios de formatação de texto.
Dar um workshop com duas sessões onde apareceram um total de cinco ou seis pessoas seria tecnicamente um flop, se eu os fizesse na sanha de ganhar visualizações. E não deixa de ser um pouco irritante, ter tido o trabalho de preparar materiais e acartar com eles para algo tão tranquilo. Não necessariamente pouco frutuoso, o da tarde até deu para excelentes conversas sobre IA e educação com quem veio espreitar.
Este ano notei que o Fórum Fantástico tem estado mais deserto. Algo me diz que houve falhas de comunicação, quer da organização quer da BMOR. Em anos anteriores, as manhãs de sábado tinham muitos curiosos que traziam os seus filhos para as atividades pensadas para crianças, e nas tardes o átrio da biblioteca enchia-se. Este ano, quem estava na manhã de sábado ou ia apresentar livros, ou tinha a sua banca.
Não desistir do Arduino, embora o tempo não seja muito.
Novidade para a sala LED, com regras e dicas de boa manutenção do espaço.
Voltar ao clube de robótica. Objectivo deste ano, ser exclusivo e não inclusivo. A lição dos anos anteriores ensinou-me que quando se quer abrir ao máximo mas as condições de tempo e as imposições de outras tarefas na escola se interpõem, deixa de haver condições para dar o acompanhamento potenciador que estes miúdos precisam