quarta-feira, 29 de abril de 2026

Festival Nacional STEAM Innovation


Hoje foi dia de partilhar os projetos de programação descontraída com recurso à Inteligência Artificial dos nossos alunos de 5º ano, desenvolvidos quer em TIC quer no clube de robótica. 



Estivemos presentes no Festival Nacional STEAM Innovation, que decorreu na Escola Secundária de Carnaxide em paralelo com o Encontro de Clubes Ciência Viva de Oeiras. Os alunos participantes distinguiram-se pelo entusiasmo e conhecimento evidenciado ao partilhar projetos, seus e dos colegas, entre jogos, experiências artísticas ou robots controlados por IA. Encantaram os colegas das outras escolas, professores e júri do festival. Este evento foi organizado pelo Nuclio, em parceria com o município de Oeiras, IST, ITQB e InovLabs. 


sábado, 25 de abril de 2026

Workshop Programação Descontraída - Moita

@archizer0 Suspeito que este tenha sido dos primeiros workshops destes feitos por cá na educação. #ticem3d ♬ FUNDO DE VIDEO - SATX

Dia 24, os caminhos levaram à escola da Moita, com um desafio novo: colocar alunos a programar com ajuda da IA.



Utilizando o Gemini, os participantes puderam experimentar a capacidade de criar pequenos jogos e aplicações. Descobrir que se consegue fazer coisas acima do que se pensava possível, mas também a importância de perceber que para ir mais longe, para compreender, a IA não chega, é preciso refletir e descobrir, estudar e aprender.


Foi o meu primeiro workshop destes (exceto, claro, o que se faz nas aulas de TIC com os meus alunos). E suspeito que terá sido o primeiro workshop de programação descontraída (vibe coding) para crianças por cá.

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Instantes

@archizer0 #ticem3d ♬ Chase - zerofrequency

A aprofundar as placas.






O desafio foi de interação, usando o acelerómetro para controlar a placa.

sexta-feira, 17 de abril de 2026

segunda-feira, 30 de março de 2026

EcoRoots

Regresso de uma intensa semana de partilha e aprendizagem Erasmus. Dias recheados a mergulhar na riqueza humana e diversidade cultural de Türkiye, acolhidos pelos nossos colegas e amigos da Bilim ve Sanat Merkezi em Kastamonu. Uma experiência emocionante, que permitiu ficar a conhecer a riqueza natural da região, com destaque para o impressionante desfiladeiro de Hourma, mergulhar no dia a dia da vida numa cidade da Anatólia, provar (ou em bom rigor, deliciar) a saborosa gastronomia. 


Pediram um café turco?


No aeroporto, após o regresso.


As nossas alunas a testar o seu carro solar.



Um salto a Ìstanbul.


Em visita a uma mesquita.


Almoço numa escola em Pinerbaçi, com direito a uma oração islâmica.


Workshops práticos.


Vestígios arqueológicos romanos no museu arqueológico. 


É uma tradição, dar comida aos pombos na praça Nasrullah. 


Capa de jornal destacando o momento Erasmus.


Colaboração na montagem de um carro a energia solar.


Danças tradicionais, na primeira receção.


Visita à direção de educação regional. 


Cascatas no desfiladeiro de Hourma.


Amizades internacionais.


Mostrar a nossa escola e região.



Cerimónia de encerramento da mobilidade Erasmus.

Visita ao governo civil de Pinerbaçi.

Foram dias entrecortados pela beleza vocal do chamamento do adhan, nas ruas onde a arquitectura tradicional otomana se rodeia de um intenso e rápido desenvolvimento urbano. A cada esquina uma mesquita, um cheiro, um som ou um olhar que nos recordava a necessidade de conhecer esse imenso mundo que está ao lado do regrado ocidente europeu. 

Descobrimos uma nação orgulhosa da sua história, ciosa da sua identidade, onde a vontade de se desenvolver e modernizar é um esforço assumido por todos. A educação é um dos componentes desse movimento imparável. E apesar da aceleração da modernidade, não se deixa de sentir o antigo mundo da Anatólia, terra de hititas, bitínios, paflagões, gregos, romanos, persas e turcos. Um cadinho cultural único, mas também uma cultura de tolerância onde a tradição coexiste com o contemporânea.

Perceber o mundo através dos olhos de uma cultura mais distante é uma experiência que nos deixa humildes, descobrir que as nossas notas de rodapé na história ocidental são peças centrais da mitologia da construção de uma nação recorda-nos que também a nossa história mais fundamental é rodapé nas terras de outras gentes e tradições. 

Acima de tudo, as crianças. Ai, o que as minhas queridas companheiras de viagem me zurzirão se lerem isto, quais crianças, são umas verdadeiras senhoras! O real objectivo desta viagem é consciencializar e integrar os nossos alunos, levando à partilha de culturas, conhecimento de outras realidades e laços de amizade internacionais. A semana fez-se de desafios, atividades práticas, visitas culturais e institucionais e os grupos de turcos, letões, romenos e portugueses depressa se tornaram um grupo coeso, de amizades, talvez paixões, cumplicidades, brincadeiras. Relações que se constroem com aquela intensidade com que a adolescência vive a vida. 

As nossas alunas, para além do prazer e excelência com que nos representaram, distinguiram-se pelo seu cativante entusiasmo. Agora, na hora do regresso, recorda-se os bons momentos, as cumplicidades de viagem (pois, queridas alunas, os vossos professores também são humanos e apreciam cultura para além das suas áreas disciplinares), as aventuras, os sorrisos e os vislumbres de um mundo que agora conhecemos de forma palpável. 

Terminámos com uma visita relâmpago ao cadinho histórico que é Ístanbul, um vislumbre apaixonante que soube a muito pouco. 

Na despedida, uma palavra de carinho e amizade para a professora @ozgenveozgur, bem como aos seus colegas  e amigos, pelo acolhimento caloroso e uma semana que nos enriqueceu a todos, principalmente aos nossos alunos. Por tudo, teşekkür ederiz, dear Özgen and friends. 

ACD 11 - Programação Descontraída

 



Não estava prevista, mas há que aproveitar a tendência. Dia 23 de maio, o desafio é o descobrir o que se pode fazer de criativo e pedagógico com programação descontraída, assistida por Inteligência Artificial. Inscrições aqui: https://forms.gle/o9aXYZrDhkpJwJn98.

quarta-feira, 18 de março de 2026

Robótica no 1C: Animação com Microbit

@archizer0 #aevendadopinheiro #ticem3d ♬ som original - Artur Coelho 🇵🇹


Última sessão de robótica no Primeiro Ciclo do segundo período, desta vez em dose dupla. 





Uma manhã de micro:bit, mas também alguns conselhos práticos sobre os computadores e, porque não, um pouqinho de programação na descontra?

quarta-feira, 11 de março de 2026

Robótica no 1C: Pequenos Circuitos

@archizer0 “O robot tem vida?” Bela pergunta. #aevendadopinheiro #ticem3d ♬ dark ambient(1380351) - ガト


Uma manhã de aquecer o coração, junto dos meninos do primeiro ano do Milharado. 



O desafio foi o de construir pequenos circuitos, algo que aquelas pequenas mãozinhas fizeram muito melhor do que esperava, mas claro que não se resistiu a deixar os meninos brincar com os robots. Ele tem vida, perguntou um dos pequenos, fascinado com um dos nossos robots.

terça-feira, 10 de março de 2026

Sociedades Paralelas

 

Ah, a ironia, penso, ao tirar esta foto após terminar de participar num painel de partilhas onde falei em modo relâmpago (regras do evento) do que se faz com tecnologia, capacitação e tecnologias abertas em educação. 

Claro que comecei a minha partilha com a piada de que deveria ter ido vestir uma destas t-shirts, como educador que sou (ainda por cima público e do sistema). Foi um desafio giro, pela desconferência (sim, isso existe) do festival Parallel Society. Amanhã dedicado à música eletronica, hoje, palestras, mostras de projetos e exposições de arte digital. 

Deveria ter lido melhor o tema do evento. Esperava culturas alternativas, FOSS e arte digital, mas mal lá entrei vi-me rodeado de cryptobros, expats, nómadas digitais e libertários digitais (aquela malta que adora falar de se livrar das imposições opressivas do estado e das alegrias da cidadania soberana - exceto na hora da doença ou da ameaça de um qualquer meliante, que isto da gestão estatal de recursos comuns à sociedade faz imenso jeito nas horas de aperto). Ou seja, aquela malta que anda de aeroporto em aeroporto fazendo disparar os preços das casas nos sítios onde aterra e reformulando a cultura local para se passar a ter brunch em vez de pequeno almoço ou almond latte em vez de bica pingada. 

Fiquei a saber mais do que queria sobre defi, por um entusiasta que parecia algo imune à ironia de nos querer converter à especulação avançada em crypto num momento em que eu abro a minha carteira e só vejo os valores das stablecoins a vermelho. Tive o gosto de partilhar espaço com pessoas da Wikimedia, docentes austríacas que mostraram uma ferramenta de gestão de informação que só consigo descrever como a encarnação século XXI do Xanadu de Ted Nelson. E fiquei a conhecer um dos criadores de uma das minhas aplicações essenciais- o maps.me, privado, rigoroso e totalmente offline. Mas já não open source, observou, enquanto mostrava o seu novo projeto descentralizado de mapas offline. 

Os projetos artísticos, o que me levou ao evento, eram interessantes. E apesar de ter penetrado claramente numa bolha que não é de todo a minha, foi um gosto ter tido oportunidade de falar da nossa capacidade criativa na educação digital. Até deu para recordar o Anprino.