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sábado, 11 de julho de 2026

XXV Encontro TIC na Educação do CCEMS

@archizer0 Quase de férias. #schematik #vibecoding #ccems #ticem3d ♬ asl audio - Infinite Universe🌍

Foram mesmo 25 anos? Nem por isso, o primeiro encontro data de 1999 e houve anos em que não se realizou. Mas este momento de encontro e partilha tornou-se um ponto de paragem obrigatório, no final de cada ano letivo. Pelas temáticas, pelo dinamismo, pela estrutura, como evento que se nos traz investigadores e pensadores, também coloca os professores e seus projetos em palco, sem esquecer um intenso programa de workshops. Rumar a Leiria é essencial, um ritual de amizades e aprendizagem.



Dia 9, partilhei uma das minhas loucuras, o meter IA nas mãos das crianças, entre machine learning, placas K10 e câmaras Huskylens, 3D  com Hunyuan e a programação descontraída. Espero ter defraudado os participantes, mostrando que a IA não se resume ao prompt, e dado ideias.










Dia 10,  o desafio foi dinamizar uma sessão sobre programação descontraída com IA. O desafio foi pouco pedagógico: usar os recursos da IA para pegar num poema e a partir daí gerar uma experiência multimédia com imagem, animação e interacção. Para além disso, ainda se falou de vibecoding de hardware com Schematik; IA e arte; aplicações de machine learning com a K10 e Huskylens; soberania digital, desresponsabilização algorítmica e impacto social da IA; e, para terminar, uma experiência com o llm português amalia. 


Ufa. Foi intenso... é sempre, bem como recompensador.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Inteligência Aliciana

@archizer0 #ticem3d ♬ original sound - teeharpo

Final de atividades, em modo de IA criativa, usando a sala led para exposição interativa de projetos de programação descontraída dos alunos de quinto ano, no âmbito  da semana cultural do AEVP. Os trabalhos dos alunos podem ser experimentados aqui: Utopias no País das Maravilhas.








À volta da Alice no País das Maravilhas, há jogos, instrumentos musicais virtuais, webcams criativas e experiências interativas para explorar. O que dá mais gosto? Ver os miúdos mais velhos a divertirem-se com as criações dos mais novos. 






Projetos que fizeram as delícias dos visitantes, que também aproveitavam para brincar com um gerador experimental (a ideia era simular a integração touchdesigner e stable diffusion, porque não houve tempo para the real thing). Sem se levar a sério, o slop é divertido.

Agora a sala led fecha - passamos das Utopias alicianas às distopias de provas digitais, mas sábado mostra-se um pouco disto na festa da criança em Mafra. 

sexta-feira, 15 de maio de 2026

WRO 2026

@archizer0 #ticem3d #anpri #wro ♬ son original - user19448538331

Dia 15 de maio, pelas Olimpíadas da Robótica da ANPRI.









Em modo de partilha e aprendizagem, a mostrar os projetos de programação descontraída dos alunos de 5º ano, e umas experiências dos alunos do clube. Em modo de IA, generativa e não só.

domingo, 10 de maio de 2026

IA: Criar/Desmistificar

Sábado, 9 de maio, foi dia de partilhar experiências práticas nas jornadas dos mestrados em ensino do IEUL.



De forma descontraída, espero, a falar do que experimento em sala de aula com robots, programação descontraída (vibe coding), introdução ao machine learning e 3D. Porque a IA generativa é uma potenciadora de criatividade.. Com aquele gostinho especial de falar aos meus colegas, presentes e futuros, do trabalho dos criadores que ajudam a inspirar. Um obrigado ao grande Paulo Torcato por me apanhar em flagrantes delitos.

 

terça-feira, 10 de março de 2026

Sociedades Paralelas

 

Ah, a ironia, penso, ao tirar esta foto após terminar de participar num painel de partilhas onde falei em modo relâmpago (regras do evento) do que se faz com tecnologia, capacitação e tecnologias abertas em educação. 

Claro que comecei a minha partilha com a piada de que deveria ter ido vestir uma destas t-shirts, como educador que sou (ainda por cima público e do sistema). Foi um desafio giro, pela desconferência (sim, isso existe) do festival Parallel Society. Amanhã dedicado à música eletronica, hoje, palestras, mostras de projetos e exposições de arte digital. 

Deveria ter lido melhor o tema do evento. Esperava culturas alternativas, FOSS e arte digital, mas mal lá entrei vi-me rodeado de cryptobros, expats, nómadas digitais e libertários digitais (aquela malta que adora falar de se livrar das imposições opressivas do estado e das alegrias da cidadania soberana - exceto na hora da doença ou da ameaça de um qualquer meliante, que isto da gestão estatal de recursos comuns à sociedade faz imenso jeito nas horas de aperto). Ou seja, aquela malta que anda de aeroporto em aeroporto fazendo disparar os preços das casas nos sítios onde aterra e reformulando a cultura local para se passar a ter brunch em vez de pequeno almoço ou almond latte em vez de bica pingada. 

Fiquei a saber mais do que queria sobre defi, por um entusiasta que parecia algo imune à ironia de nos querer converter à especulação avançada em crypto num momento em que eu abro a minha carteira e só vejo os valores das stablecoins a vermelho. Tive o gosto de partilhar espaço com pessoas da Wikimedia, docentes austríacas que mostraram uma ferramenta de gestão de informação que só consigo descrever como a encarnação século XXI do Xanadu de Ted Nelson. E fiquei a conhecer um dos criadores de uma das minhas aplicações essenciais- o maps.me, privado, rigoroso e totalmente offline. Mas já não open source, observou, enquanto mostrava o seu novo projeto descentralizado de mapas offline. 

Os projetos artísticos, o que me levou ao evento, eram interessantes. E apesar de ter penetrado claramente numa bolha que não é de todo a minha, foi um gosto ter tido oportunidade de falar da nossa capacidade criativa na educação digital. Até deu para recordar o Anprino. 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Podcast Ubuntu Portugal #368: Ensino de TIC

 


Diz que me raptaram para isto. Temo as consequências de confirmar ou desmentir, da próxima em vez do clorofórmio posso ser cooptado com uma pancada. E pancadas na tola já tenho mais que muitas. 

O desafio partiu do Centro Linux, para participar no podcast Ubuntu Portugal. Podem ouvir nesta ligação: Podcast Ubuntu Portugal #368: Ensino de TIC em Portugal (Ubuntu, o sistema operativo de código aberto, não aquele programa educativo que parece ter caído em esquecimento). 

Foi uma oprtunidade de partilhar o que se faz por cá na educação digital com outro mundo, recordando que o que para nós, professores, é normal e bem conhecido é praticamente desconhecido para o resto da sociedade (mesmo que tenham filhos nas escolas ou paritlhem a vida com professoras). Foi uma conversa à solta, vale o que vale, espero não ter sido injusto ou esquecido colegas e projetos que deveria ter referido. Creio que é importante que partilhemos o que se faz na educação fora das nossas bolhas de informação, da mesma forma que é saber o que se passa noutros mundos culturais e profissionais. 

Por curiosidade, importei o registo audio da conversa para o Notebook LM, e fiquei intrigado com o destaque que deu a tudo o que foi conversado. Sobre o infográfico, deixo o caveat lector que sai de conversas e percepções, com todas as incorreções advindas da oralidade solta, não de achismos taxativos.

domingo, 1 de junho de 2025

Há Festa no Parque 2025

 









Dia 31 de maio, participámos na atividade Há Festa no Parque. Promovida pelo município de Mafra, esta festa das crianças celebra o dia mundial da criança com atividades, atrações e outros desafios. Este ano juntámo-nos às comemorações, com uma mostra dos projetos de TIC/Clube de Robótica do nosso Agrupamento.

domingo, 8 de setembro de 2024

Em Rede, e na Rede



 No dia 7 de setembro, tive a honra de ser desafiado a participar do I Encontro da Educação de Mafra, subordinado ao tema Escolas Felizes, num painel de discussão que contou com Rui Marques, coordenador do Relational Lab, a Inspetora Chefe da Unidade de Cibercrime da Polícia Judiciária, com moderção de Filipa Carvalho, a diretora do AE Venda do Pinheiro.

Estaria mais à vontade a falar de IA, programação e robótica ou tecnologias criativas, mas o tema depressa resvalou para questões sociais, perigos digitais e o papel das redes relacionais. Espero ter conseguido dar um contributo de visão positiva, entre o equilíbrio perante a adição a dispositivos, o papel  da programação e robótica como forma de quebrar a visão do uso do digital como consumo de informação e apropriação mais profunda da tecnologia, a visão da cultura maker de que o importante são as pessoas, as suas ideias, e só depois é que vêm as máquinas, e, claro, também do papel da infraestrutura, que apesar dos investimentos massivos do Escola Digital, continua muito aquém das necessidades. É que se a rede física vai abaixo, se o wifi não agienta, a escola fica muito infeliz. E as redes relacionais que se sustentam nas redes físicas vão ficar amargas.