@archizer0 #ticem3d ♬ Guru Ramdas - flake
Penúltimo workshop CFAERC deste ano, dedicado à robótica.
Espaço dos projetos TIC em 3D, Fab@rts - O 3D nas mãos da Educação!, Laboratório de Criatividade Digital - Clube de Robótica AEVP e outros projetos digitais desenvolvidos no Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro.
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Penúltimo workshop CFAERC deste ano, dedicado à robótica.
Vá, acho que mereço ficar babado, depois de encontrar estes comentários em relatórios de reflexão de formação:
"Já conhecia este formador e gosto da forma descomplicada como apresenta os conteúdos."
"De destacar ainda a disponibilidade e prontidão do formador Artur Coelho em responder e esclarecer as dúvidas que foram surgindo. Foi muito objetivo e dinâmico, pelo que conseguiu manter-me sempre atenta ao que se passava nas sessões, não dando lugar a dispersões."
"Ação de formação muito interessante e profícua, tanto que ao falar dela aos meus colegas de grupo de recrutamento na escola onde me encontro a lecionar, despertou neles vontade de aprofundar conhecimentos nesta área."
"A ação, foi muito direcionada para a experimentação, o que do meu ponto de vista só a valorizou."
"Estou francamente agradado com esta formação. Vem na linha da qualidade que a ANPRI, demonstrando um compromisso contínuo com a excelência educativa. Obrigado!"
"Não estava à espera que a ação de formação contivesse tanta informação. Alguma estava fora do meu alcance. Reparei que também continha aspetos que constam noutras ações de formação da Anpri mas não tão aprofundadas. Foi interessante porque já fiquei com alguma ideia do que outras ações de formação poderão fornecer. A apresentação da ação de formação pareceu-me bem porque o formador fê-la duma maneira informal. A informação obtida na ação de formação foi muito válida pois apresentou uma série de alternativas que podem ser utilizadas dependendo dos recursos existentes na escola."
Não consigo deixar de refletir na boa ironia de eu, formado em artes, agradar a professores de informática numa formação de programação... sendo que, pelos trabalhos entregues, muitos deles me ultrapassam largamente (não é difícil). Mas o que está em causa na formação é o processo, o como levar a programação, robótica e pensamento computacional de forma significativa e acessível às crianças, e não competências técnicas profundas. No ensuno básico, nteressa despertar, motivar e abrir horizontes.
Experiências de geração 3D a partir de texto, com o Genie da LumaAI.
Sessão sobre robótica na formação de Capacitação Digital Nível 3 do CFAERC.
Uma prenda simpática da imagiLabs. Café é sempre bem vindo, os auto-colantes vão ser depressa rapinados pelos alunos. Mas foi a mensagem que me deixou com um profundo sorriso.
Hello world.
Dia de capacitação digital, a mexer com inteligência artificial mas a olhar para as tecnologias educativas de outros tempos.
Semana codeweek, semana dos alunos do 5º ano escreverem o seu primeiro programa. Um hello world em pixel art.
Nas aulas de TIC, programam-se pequenos algoritmos no 5º ano, e inicia-se a programação de objetos tangíveis com placas Microbit no 6º ano.
Experiências do Clube de Robótica.
Estava um pouco reticente nesta sessão de formação. Que sentido faz estar a desafiar professores do ensino especial, filosofia ou educação visual para mexer com robots e placas, ia pensando no caminho. Há um grupo de docentes do primeiro ciclo a quem estas coisas assentam como uma luva nesta turma, mas os restantes... bem, é importante que os desperte para as possibilidades destas tecnologias na educação, mesmo que não lhes seja directamente útil, pensei. O arranque da sessão não estava promissor, enquanto ia mostrando alguns ambientes e experiências com objectos tangíveis. Lá está este tipo outra vez com a ladainha da programação e robótica, lia no olhar cansado dos formandos (que espelhava o meu, em modo algo zombie nos dias finais de um primeiro período letivo insano de trabalho, especialmente não letivo, mas isso são outras histórias).
Hora de meter as mãos na massa. As primeiras experiências com micro:bit também não estavam a convencer, quando se está do lado de cá percebe-se quando não há faísca do outro lado. Até ao momento em que começaram a ligar fitas de led. Aí, a sessão explodiu, e foi ver o entusiasmo adolescente de adultos a brincar com programação de luzes e leds, a querer ir bem mais longe. "Mas como é que se consegue meter isto a mostrar várias cores e a animar", perguntava um dos grupos, deixando-me a temer ter de ensinar a trabalhar com variáveis professoras de filosofia e bibliotecárias. Esta foi a foto mais respeitável do momento, há rumores, que negarei em nome do bom nome das envolvidas, de fitas de led programadas usadas como adereço de beleza corporal.
Não ajuda o não conseguir dizer " strip show" com uma cara honesta (quem programa neopixels em Makecode percebe a piada). Momentos, recompensadores, da formação de capacitação digital III.
Começar o novo ano com um regresso aos desafios anteriores. No âmbito do VIII Encontro do CFAERC, dinamizámos um painel dedicado à capacitação digital. O painel "Ações de Capacitação Digital: partilha de práticas com tecnologias criativas", permitiu-nos dar voz aos formandos das formações que dinamizámos no CFAER (a de capacitação digital nível 3, e a muito divertida, pelo menos do meu ponto de vista, Tecnologias Criativas). Este momento de partilha iniciou-se com o diretor do centro de formação, Carlos Manique, e Marília Peres, a apresentar o livro digital sobre o impacto das ações de capacitação digital desenvolvidas em Mafra.
Para começar o painel, espaço à minha colega de longa data, Carla Farinha, que mostrou aos participantes uma experiência de uso de inteligência artificial na aula de Português. Desafiou os alunos a criar, usando a GauGAN da Nvidia, fotos de paisagens que nunca existiram, para em seguida construírem pequenos textos descritivos a partir dessas imagens. No rescaldo dessa partilha, permitiu mostrar o quanto a tecnologia de geração de imagens por inteligência artificial evoluiu, mostrando-se algoritmos como o DALL-E ou Stable Diffusion.
Seguiu-se a Maria João Marques, docente da secundária de Mafra, que partilhou uma experiência de animação com programação em ambientes visuais desenvolvida na formação Tecnologias Criativas. Um pequeno exercício de storytelling com programação tornou-se uma animação complexa.
O foco principal está no telemóvel, pela sua portabilidade. No caso do iPhone, pelas capacidades dos sensores Lidar, e no caso dos Android, pelas várias apps que permitem fazer fotogrametria com facilidade (por pura sorte, a Polycam disponibilizou o seu modo fotogrametria alguns dias antes desta sessão). Levei telemóveis para se poder experimentar, mas optei por não o fazer, porque queria dar o máximo de espaço à última intervenção do painel.
Momentos da ACD CFAERC sobre realidade aumentada no telemóvel, que após algumas remarcações decorreu no dia 7 de maio. Uma sessão que tinha de ser presencial, para que se compreenda o potencial e o divertido, desta tecnologia.
Coisas que nos animam: receber uma partilha de experiências vinda de um jardim de infãncia da Golegã, que implementou com os seus meninos um projeto sobre os cavalos.
Um projeto que teve várias componentes, e uma aqueceu-nos o coração: os meninos envolvidos modelaram em 3D, usando tablets, pequenos cavalos que depois foram impressos nas impressoras 3D. Só posso imaginar o sorriso de deslumbre destas crianças, ao ver as suas criações digitais a emergir da impressora.
Este trabalho teve origem numa formação ANPRI dedicada a docentes e assistentes da região da CIMLT, focada nas escolas da zona da lezíria do Tejo. Como formador, sei que as formações sempre deixam alguma marca, mas no caso desta, foi muito bom ficar a conhecer um resultado prático.
O registo completo do projeto, que envolveu outras vertentes para lá do 3D, pode ser visto aqui: Laboratório Vivo.
Tecnologia Criativa Projetos Interdisciplinares com Pensamento Computacional, Robótica e Inteligência Artificial.
Esta atividade insere-se no âmbito da EU Codeweek 2020, é desenvolvida em parceria com o Centro de Recursos Poeta José Fanha.Será desenvolvida com equipamentos do AE Venda do Pinheiro. Sugere-se que os participantes tragam tablet.