quarta-feira, 20 de março de 2013

Gimp (I)




Experiências de aprendizagem de edição de imagem com o Gimp, de alunos de nono ano. Para já, o foco está no uso de filtros, selecções, trabalho em selecções, layers e efeitos de mesclagem de camadas.

Vislumbre


Edição de imagem em Gimp: trabalho com layers, blending modes, selecções e canal alfa.



Experiências de criação 3D em Sketchup.

As agruras do final de semestre e período paralisaram um pouco os trabalhos de TIC. A necessária rotina das avaliações e reuniões dita uma pausa forçada na divulgação de trabalhos. Mesmo assim, fica aqui um vislumbre, pequeno exemplo do que tem sido desenvolvido por alunos de 9.º ano em Sketchup e no aprender de edição de imagem avançada em Gimp.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

As if they can “read” but not “write.”

Mitch Resnick talking about Scratch, the programming language designed for children and young people wich has an astounding success: "Why Programming? It has become commonplace to refer to young people as “digital natives” due to their apparent fluency with digital technologies. Indeed, many young people are very comfortable sending text messages, playing online games, and browsing the Web. But does that really make them fluent with new technologies? Though they interact with digital media all the time, few are able to create their own games, animations, or simulations. It’s as if they can “read” but not “write.”"

The motivation behind 3D Alpha project is the same. We know instinctively that children use the computer, but for what? Sharing on social networks, watching videos, listening to music, playing digital games? As dazzling as the ability to use these services, often opaque to adults (despite the huge efforts of designers to simplify access) such use is only the basic level, that of consuming. Complex, innovative and stunning to previous generations who did not have universes of information at their fingertips, but only consuming.

The key step is to helping to create. Show how to take ownership of the computer to do whatever we want with it. Draw, recreate, simulate, plan, remix, find ways of personal lyrical expression or building projects that may cross the frontier between the digital and the real. Essentially, doing instead of looking. Create rather than consume. Act instead of having a passive relationship with digital media. The great virtue of the computer is its open nature, without predefined purpose, which enables everyone to make whit it what they wish. But if the stimulus is social consumption is very easy to be dazzled by the bright motions and colors of the digital mermaid and wasting our individual creativity skills.

Not that there's anything wrong per se with gaming or simply vegetate while listening to video playlists. But we can do more, create more, invent more. Why not do it? Schools, whose role in the information society is under permanent questioning, assumes importance as a way to ensure that a comprehensive slice of the population has access to technology and learn to use it as more than media consumption. Actually, today it goes far beyond schhol to institutions, free associations, communities of practice, individuals who freely share their knowledge. In our hyperconnected world the school is only one element of a broad range of knowledge sources, and perhaps due to its historic role one institution that is better prepared to help constructing of relevant knowledge.

The path taken by the 3D alpha project is 3D, simulation, the challenging puzzle of digitally recreating with vertex and surfaces the complex forms of reality. There are so many other ways, robotics, programming, DIY movements such as Make. What they have in common is the idea of ​​appropriating technology, learning by doing and the rejection of the concept of computer as an object of consumption, with economic conglomerates dictating what users can and can not do with their machines, a trend that has increased with the increasing use of app stores and their private gardens, the progressive opacity in our relation to a digital that is increasingly a gilded cage where economic interests dictate what is permissible and acceptable, as Doctorow points out in its "coming war on general computing".

This reflection was inspired by the quoted paragraph, the article by Resnick et al "Scratch: Programming for all". Fascinating, the insight shown in the comparison "It’s as if they can “read” but not “write.”"

Como se soubessem "ler" mas não "escrever".

Mitch Resnick a falar sobre Scratch, a linguagem de programação criada para crianças e jovens que tem sido um sucesso estrondoso: "Why Programming? It has become commonplace to refer to young people as “digital natives” due to their apparent fluency with digital technologies. Indeed, many young people are very comfortable sending text messages, playing online games, and browsing the Web. But does that really make them fluent with new technologies? Though they interact with digital media all the time, few are able to create their own games, animations, or simulations. It’s as if they can “read” but not “write.”"

A motivação por detrás do 3D Alpha é a mesma. Sabemos que as crianças utilizam instintivamente o computador, mas para quê? Partilhas de estados em redes sociais, visualizar vídeos, ouvir música, jogar? Por muito que nos deslumbre a capacidade de por si sós utilizarem estes serviços muitas vezes opacos aos adultos (apesar dos enormes esforços dos designers para simplificar acessos) esta utilização é apenas um nível de consumo. Complexo, inovador e deslumbrante para gerações anteriores que não tiveram universos de informação na ponta dos dedos, mas apenas consumo.

O passo fundamental é ajudar a criar. Mostrar como apropriar o computador para fazer com ele o que quisermos. Desenhar, recriar, simular, programar, remixar, encontrar caminhos de expressão pessoal lírica ou construindo projectos que poderão passar a fronteira do digital para o real. Essencialmente, fazer ao invés de ver. Criar ao invés de consumir. Agir e não ter uma relação passiva com os media digitais. A grande virtude do computador é o seu carácter aberto, sem fins definidos, que possibilita a todos fazerem dele o que quiserem. Mas se o estímulo social é de consumo é muito fácil ficarmos deslumbrados com as cores brilhantes em movimento da sereia digital e desperdiçar as nossas capacidades individuais de criação.

Não que haja algo de errado em jogar ou simplesmente vegetar ao som de listas de reprodução de vídeo. Mas podemos fazer mais, criar mais, inventar mais. Porque não fazê-lo? A escola, cujo papel na sociedade da informação e conhecimento está sob um questionar permanente, assume importância como forma de assegurar que uma abrangente fatia da população tenha acesso à tecnologia e aprenda a utilizá-la como mais do que media de consumo. A escola, e não só. Instituições, associações livres, comunidades de prática, indivíduos que partilham livremente o seu conhecimento. No mundo hiperconectado a escola é apenas um dos elementos de um vasto conjunto de fontes de conhecimento, e pelo seu papel histórico talvez aquele que esteja melhor preparado para ajudar à construção de conhecimentos relevantes.

O caminho trilhado pelo 3D alpha é o 3D, a simulação, o puzzle de recriar digitalmente com vértices e superfícies as formas complexas da realidade. Há tantos outros caminhos, de robótica à programação passando pelos movimentos dyi como o  Make. Em comum está a ideia de apropriar a tecnologia e aprender fazendo e a rejeição do conceito de computador como objecto de consumo, com conglomerados económicos a ditar o que os utilizadores podem ou não fazer com os seus equipamentos, tendência que se acentua cada vez mais com as app stores e os seus jardins privados, o progressivo nível de opacidade na relação com um digital que é cada vez mais uma gaiola dourada onde interesses económicos ditam o que é permissível e aceitável, como Doctorow observa em The coming war on general computing.

Esta reflexão foi inspirada pelo parágrafo citado, do artigo de Resnick et al Scratch: Programming for all. Fascinante, a intuição mostrada pela comparação é como se soubessem ler mas não escrever.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Animações em Bryce


Grupo de alunas do sétimo ano.


Trabalho individual, aluno de 7.º ano.


Trabalho individual, aluno de 7.º ano.

Os trabalhos semestrais de TIC foram escolhidos pelos alunos. A regra era utilizarem uma ou mais das aplicações aprendidas e a seguir criarem algo em multimédia. Três dos trabalhos foram pequenas animações 3D no Bryce.

Velociraptor



Dos muitos trabalhos interessantes que os meus alunos de TIC de 7.º  e 8.º ano realizaram no final do primeiro semestre, este é o que me deixa mais orgulhoso. Não é o que tem resultados finais mais complexos (alguns dos mundos em Minecraft ficaram com uma diversidade espantosa de espaços a explorar) nem é daqueles que ficaram estéticamente mais apelativos (nisso os melhores foram indubitavelmente alguns dos modelos arquitectónicos em Sketchup). Mas em termos de complexidade oculta num processo difícil de trabalho este é sem dúvida o trabalho que se destaca.


O dinossauro foi modelado por um aluno de oitavo ano que apesar da dificuldade do trabalho nunca desistiu. Foi criado a partir da montagem, posicionamento e rotação de formas primitivas, que obriga a um forte esforço mental de conceptualização do objecto a recriar em 3D. Para tornar as formas mais próximas do objecto real foi ainda necessário manipular directamente vértices e superfícies, algo que não é nada fácil. O programa utilizado foi o Vivaty Studio, pensado para criação de mundos virtuais em VRML/X3D e que contém algumas ferramentas avançadas de modelação. Modelar em 3D é um misto de escultura e puzzle mental.


Para terminar, o objecto foi convertido para o formado obj no Meshlab para se poder utilizar o UV Mapper para gerar um mapa de texturas editável no Gimp e novo objecto com as coordenadas correctas para aplicação noutros programas. O modelo final foi exportado para VRML sem compressão e incorporado no Sketchfab. Ao Pedro, o aluno que em dezembro se virou para mim e me disse "stor, quero fazer um velociraptor em 3D", vai um grande parabéns pelo esforço, pelos resultados e pela persistência.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Ferramentas Digitais no Mundo Visual


José Alberto Rodrigues está de parabéns por mais esta iniciativa, um recurso online que reúne uma vasta lista de aplicações digitais nas várias vertentes de expressão plástica categorizadas de acordo com as metas curriculares de Educação Visual (que veio substituir a saudosa Educação Visual e Tecnológica). O trabalho do EVT Digital tem sido muito abrangente, contando já com uma listagem enorme de recursos e aplicações com sugestões de trabalho pedagógico reunidas num web site, uma distro linux personalizada (EVTux) e agora esta aplicação web. Para saber mais visitem o EVT Digital e experimentem a aplicação Ferramentas Digitais no Mundo Visual. Um desafio: busquem as de 3D, integradas em diversas temáticas programáticas, que vão além do que se pode encontrar aqui no 3D Alpha que é mais direccionado para VRML/X3D.

Este trabalho tem vindo a ser desenvolvido desde há alguns anos pelo seu autor com o auxílio de uma enorme lista de colaboradores (confesso uns toquezinhos no que diz respeito a algumas aplicações de 3D). Como professor de EVT desterrado nas TIC que sou, observo que a utilidade desta aplicação não se esgota na Educação Visual de 5.º e 6.º ano.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Trabalhos Semestrais de TIC - Mineworlds


Usar o Minecraft para modelar em 3D: mundo minecraft visualizado em VRML... 


... e mapa original em conversão no Mineways.


Mundo Minecraft pista de corrida (adoro o pormenor do sorriso pixelizado).


Casas, barco e avião visto no Mineways...


... e exportação VRML.

Valeu a pena o paciente compasso de espera para receber estes trabalhos criados pelos alunos no jogo Minecraft. Estão deslumbrantes, particularmente o primeiro que ultrapassou as expectativas já elevadas que tinha sobre o aluno. Agora o próximo passo é utilizar o Vivaty Studio para adicionar iluminação, céu, pontos de vista e navegação para começar a mostrar as possibilidades do Minecraft enquanto programa de modelação 3D. Com este trabalho conseguiu-se captar os alunos aproveitando a modelação 3D lúdica que fazem enquanto jogam aquele que é o jogo digital mais popular do momento. E os alunos que irão ter TIC no segundo semestre já me vêem contar os planos que estão a fazer para os seus futuros mundos minecraft. Para visualizar em 3D visitem a galeria Sketchfab.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Trabalhos Semanais de TIC (VI)


A aluna estava indecisa quanto ao trabalho final a realizar. Chegou à aula, arrancou o Sketchup e começou a  fazer o que está na imagem. No fim da aula vira-se para e diz-me que não valia a pena guardar o trabalho, não estava grande coisa. Perodem-me, mas discordo.


Um mineworld, retirado de um mapa minecraft. De acordo com o aluno responsável, ainda não está terminado.


O objectivo era o de criar uma animação, mas os alunos acabaram por se ficar pela imagem fixa. Ainda há tempo para algumas experiências.


O investimento na criação de mundos virtuais neste primeiro semestre centrou-se mais nos mineworlds. Mesmo assim alguns alunos insistiram em criar um tipo de trabalho que recorre a recursos de várias aplicações 3D.


E mais uma experiência de animação 3D.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Trabalhos Semestrais - Sketchup




A processar os trabalhos de final de semestre das turmas de 7.º e 8.º  ano. Felizmente incentivei o trabalho em grupo, senão teria centenas para avaliar. As três imagens mostram trabalhos finais em Sketchup de grupos de alunos. Confesso uma pontinha especial de orgulho pelo modelo do Taj Mahal, criado por quatro alunas de sétimo ano. Note-se que se as imagens aparentam complexidade o processo de trabalho é mais simples. Basta divividir o objecto em partes e seleccionar os elementos a recriar em 3D. Depois resta o trabalho entediante de duplicar, colar, posicionar, agrupar, colar, posicionar... and so on and so forth. Aqui costumo dar uma ajudinha, porque as ferramentas de rotação, escalagem e posicionamento do Sketchup são um bocadinho chatas ao manipular.

Alguns dos modelos, ainda em fase de finalização, podem ser vistos em 3D na galeria Sketchfab.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Trabalhos Semestrais de TIC (V)


Na reta final dos trabalhos das turmas de 1º semestre. Os projectos começam a ganhar sua forma final, restando limar arestas e aperfeiçoar detalhes. Este trabalho no Sketchup de um grupo de alunos de 8.º ano mostra como uma ideia simples consegue dar bons resultados.


A modelação em 3D de um dinossauro é o projecto de trabalho tecnicamente mais ambicioso de todos os propostos pelos alunos. O essencial já está, falta agora começar a mexer nos vértices e arestas.


Criar mundos virtuais requer a integração de diferentes elementos criados em diversas aplicações. Neste exemplo, um avatar mostra-se em pose para um pequeno mundo virtual em construção.


Os mineworlds são uma forma interessante de misturar jogo e aprendizagem. Os alunos adoram a oportunidade de utilizar o seu jogo favorito para criar conteúdos para a aula. Acima, um projecto de um grupo de alunas visualizado no Mineways, conversor de Minecraft para VRML e OBJ.


Um mineworld em test render, para testar as opções de conversão. Trabalho de um aluno de 7.º ano.


Alguns alunos estão a experimentar formas simples de animação 3D. Aqui fica um test render de um trabalho criado por um aluno de 7.º ano. Alguns modelos 3D podem ser visualizados em tempo real na galeria Sketchfab.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Trabalhos Semestrais de TIC (IV)


Modelação de um velociraptor no Vivaty Studio


Mapa do Minecraft na conversão para VRML.


Objecto criado no Doga L3.


Avatar criado no Avatar Studio.

Outros trabalhos de final de semestre: modelação avançada em 3D, mundos virtuais que requerem a mesclagem de conteúdo 3D criado em diversas aplicações.

Trabalhos semestrais de TIC (III)



O Bryce é outro dos programas que os alunos estão a utilizar. Não muitos, a preferência vai claramente para o Sketchup e o Minecraft. Os trabalhos possíveis são imagens realistas ou animações.

Trabalhos semestrais de TIC (II)




O Minecraft é um jogo muito popular entre os alunos que possibilita a criação de espaços tridimensionais complexos. Sendo possível aproveitar construções do jogo para mundos virtuais em VRML, abri  a possibilidade de criarem o seu trabalho final no jogo, posteriormente convertido através do Mineways. O entusiasmo é enorme e os resultados preliminares surpreendentes. Os mineworlds fascinam.

Trabalhos semestrais de TIC (I)




Fases intermédias dos trabalhos de final de semestre dos alunos de 7.º e 8.º ano. O Sketchup foi uma das aplicações mais populares entre os alunos e não me surpreendeu que muitos o tenham escolhido para o seu trabalho final. Poderiam criar livremente, ou tentar recriar um edifício real... e tenho grupos de alunos às voltas com as intricacias do Taj Mahal, o falso gótico do Big Ben ou a Torre de Belém. Os trabalhos ainda vão a meio e os resultados preliminares prometem.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Sketchfab AEVP


O Sketchfab é um serviço Web que possibilita a visualização de conteúdos 3D em tempo real sem necessidade de software adicional através de WebGL a correr em browsers de última geração, como o Firefox ou o Chrome. Basta clicar na janela de visualização e utilizar o rato para rodar e visualizar os modelos. Foi criada uma galeria no Sketchfab para expor os trabalhos em 3D criados pelos alunos de TIC do Agrupamento de Escolas da Venda do Pinheiro, que terá actualizações constantes. Visitem-nos em Sketchfab | AEVP

Operações Booleanas





Esta semana, os alunos de nono ano estão a aprender a utilizar operações booleanas na modelação 3D. Estas são operações lógicas que permitem criar formas a partir da união, corte ou intersecção de duas meshes. O desafio era o de criar uma casa cujas paredes fossem esburacadas através da intersecção booleana de um cubo. Como sempre, os meus alunos surpreenderam-me.

Mineworlds


A minha colega responsável pela biblioteca chega-se ao pé de mim com ar apoquentado.
- Olha, sabes que os miúdos vêm jogar para os computadores do centro de recursos e dizem que foste tu que mandaste, que é um trabalho teu...
- É assim um jogo com muitos cubinhos, em 3D?
- Pois, isso mesmo. Eles dizem que é por tua causa...
- Yep, é mesmo assim, é o minecraft e faz parte dos trabalhos finais de TIC. Está tudo bem.

(e sim, com o final deste primeiro semestre os alunos andam numa roda viva a terminar trabalhos finais que vão de animações 3D em Bryce a mundos virtuais no Minecraft, sem esquecer uma boa dose de edifícios no Sketchup que nalguns casos estão a recriar edifícios da realidade. Tal roda viva que nos esquecemos regularmente do tempo de duração da aula... em breve lanço uma galeria no Sketchfab com os melhores trabalhos.)

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Simetrias





A introduzir o 3D a alunos de 9.º ano com o Bryce e a obter resultados interessantes. O objectivo do trabalho é simular simetrias através da manipulação profunda de texturas, o que me permite explicar uma série de conceitos ligados à luz e textura, e aos alunos criar imagens bastante psicadélicas...

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Divertimento Jurássico


Acabou aqui... (Bryce 7 PLE)


Começou aqui... (Vivaty Studio)


Passou por aqui (Meshlab)


Ainda precisou disto... (UV Mapper)


E a culpa é disto: um dos alunos de TIC - 8.º ano quer como projecto final de semestre modelar em 3D um velociraptor. Antes de avançar, eu tinha de fazer provas de conceito que estão a ser aproveitadas para animação de avatares. Mas isso ainda é outro longo caminho.