Então, a fazer o tpc antes da aula? Ao longo do dia, nas várias aulas, foi-se afinando o jogo para trabalhar algoritmos, a conjugar com jogos de cartas e uns robozitos para introduzir os pequenos do quinto ano ao pensamento computacional. A cada novo teste com os alunos havia sempre algo a melhorar. Ou os níveis eram previsíveis, ou podia incorporar ciclos, ou havia ajustes ao layout. Se calhar saia mais barato comprar já feito, mas não daria tanto gozo.
Primeiros passos a destrinçar essa coisa que é o algoritmo.
Experiências de aprendizagem multi-medias, ou dar os primeiros passos no pensamento computacional a cruzar jogos de tabuleiro, jogo digital vibe coded ao longo das aulas e um toque de robots só para passar as ideias para o espaço físico. Tenta-se que os alunos acabem a aula a sorrir.
Os robots foram fruto do acaso - antes das aulas começarem a bibliotecária despachou o material maker e robótica que estava na biblioteca (durante uns anos, usei o espaço para clube de robótica) e deparei com clássico Doc, que pensava que estava avariado, mas com uma limpeza e pilhas novas, regressou à vida.
Claro, o Alvik estaria ali a mais, se eu não tivesse dado com o código que replica os robots programáveis por botões simples.
Acabar a semana a ir espreitar a conferência Inferência, organizada pelo Sh/fter, a ouvir especialistas em tecnologia, direito e jornalismo a falar sobre IA. Aproveitar para mais um livro, e ir experimentando brincadeiras vibecoded para as aulas.
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