O bloco de notas é de rigueur, a placa uma ideaspark com que ando a experimentar com ajuda do Gemini, aproveitei para deixar o meu projeto Very Slow Particle Painter retratar-me, e o livro é de 1971, porque preciso de estar sempre atualizado.
Não resisto a registar esta peripécia: uma das participantes decidiu usar um bot de notas para participar. No final enviou-nos o resumo e transcrição. Rebolei-me a rir com estes fails todos. Desde o resumo que refere que não consegue perceber o sentido da conversa às transcrições absolutamente surreais do que foi dito. Como é óbvio, não andei a ensinar professores a programar penis...
O notetaker também faz capturas de ecrã automáticas. Graças a isso, fiquei imortalizado desta forma. Posso afiançar que nem estava a ameaçar invadir a Polónia, nem a sentir algum paroxismo de dor. Mas que foi um screenshot infeliz, foi.
A cereja em cima do bolo é que conheço a pessoa que optou por usar este bot em vez de estar presente na sessão (poderia ter recusado o acesso, mas quis ver o que é que aquilo dava). Já chegamos a partilhar palco. É professora e formadora com destaque, merecido, na zona norte, e certamente que fez isto com a melhor das intenções, gerir o tempo numa altura do ano complicada para todos nós. A ela, correu-lhe mal. Eu, fico com uma boa história sobre usos da IA e seus limites, e uma foto divertida.

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