quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Sketching...



A curva de aprendizagem no Sketchup está a ser rápida. Já percebi que pelo menos esta turma tem um elevado número de alunos com especial apetência por esta vertente da modelação 3D. As experiências de aprendizagem não se ficam por aqui. Nos próximos passos os alunos irão aprender a criar imagens ou vídeo com algum realismo no Bryce, percebendo que podem repescar para aqui o trabalho que desenvolvem no Doga; mexer com avatares humanóides, experimentar mundos virtuais e se houver tempo antes das necessárias quatro aulas de final de semestre para desenvolver projectos multimédia ainda tocamos na edição de imagem e vídeo.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Scratching


Surpreendido com a rapidez com que os alunos pegam no Scratch e o modificam para o que querem. Também ajuda a preparação prévia noutro tipo de aplicações potenciadoras da criatividade com meios digitais. Essencialmente é bom ver que estes alunos, no segundo ano a trabalhar nas aulas de TIC, têm cada vez menos medo das novidades digitais.

sábado, 26 de outubro de 2013

Do zero ao 3D: Sketching.


Entra-se... por aqui, não é?


Traçar planos e levantar paredes.


Bem, professor, não estou a conseguir fazer uma casa. Então porque não brincas, respondi. Traça linhas, extrude formas, aplica cor e texturas... e saiu uma divertida experiência. Novamente do zero ao 3D, desta vez na variante de modelação arquitectónica. Abordar o Sketchup é sempre interessante pela ponte que permite fazer com os elementos mais áridos da geometria. Nunca me canso de explicar que os pontos - vértices são unidos com segmentos de recta - arestas que formam superfícies que geram volumes... e ouvir o coro de ooohs! e aaah! de surpresa vindos dos alunos quando a ferramenta push/pull (extrusão) do Sketchup transforma um rectângulo num paralelepídedo, e daí por diante numa casa com alguns pormenores. Esta é outra ferramenta que disfarça a complexidade debaixo de um excelente design de interface. É muito fácil para crianças e jovens arrancar o programa e começar a fazer coisas giras. Basta dar o primeiro empurrão que eles tratam do resto.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Sketching


Já conhecias este programa, perguntei ao aluno que estava concentrado a trabalhar após a introdução da turma à modelação 3D em Sketchup. Não, stor, é a primeira vez. Não acredito. Já mexeste nisto de certeza. Não não, stor, é mesmo a primeira vez! E afasto-me, fascinado. Alguns alunos têm uma apetência natural para este tipo de trabalho. Felizmente posso criar um espaço que os estimula. E, nesta turma de 7.º ano, não é o único a começar a fazer coisas interessantes no primeiro embate com o programa.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Scratch(es)


O projecto desta semana para os alunos é experimentar em modo livre vídeo ou imagem fixa, explorando o que aprenderam nas aulas anteriores. É uma forma de parar para respirar e ter um pouco de tempo para explorar livremente dentro do espaço temporal apertado de uma disciplina semestral leccionada de uma forma que tenta cobrir a introdução a diferentes aplicações multimédia, terminar com uma boa almofada de tempo para que cada grupo desenvolva um projecto em tecnologias à escolha, e ainda tenta não esquecer algumas introduções teóricas à evolução histórica da tecnologia digital e à segurança online. Ou como se diz no português vernacular, tenta dar uma no cravo e outra na ferradura. Estes momentos de pausa também são uma boa desculpa para eu ter tempo para instalar aplicações, rever algumas incorrecções no parque informático da sala TIC (geralmente resolvidos com clonagens via Acronis) ou resolver alguns problemas de hardware. Agora, preparando o terreno para as próximas semanas, estou a instalar o Scratch nos pcs. Já faz parte da imagem standard de clonagem mas fazer esse rollout agora é impraticável. Naturalmente os alunos ficam curiosos com a aplicação que está a ser instalada e, mal viro costas, começam a experintar. Stor, isto é giro, dizem enquanto sem qualquer orientação vão experimentando o que fazem os blocos de programação.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Do Zero ao 3D



Diria que este é o método do zero ao 3D em 30 minutos, que é essencialmente o tempo que demoro a introduzir esta aplicação. Inclui demonstrar processos de trabalho e introduzir conceitos como wireframe, textura relativa a materiais e iluminação, coordenação de pontos de vista e perspectiva (o que obriga a falar de projecções ortogonais e métodos de projecção, reparem nisto, caros colegas de educação visual), e coordenadas cartesianas. Cinquenta minutos após iniciar a aula, e introduzir os alunos ao 3D, era este o aspecto da sala. Todos a explorar, construindo objectos de complexidades diversas, alguns com menor dificuldade e outros a encontrarem-se na orientação induzida dos pontos de vista.


E ainda há tempo para umas brincadeiras bem humoradas. Um meu professo ódio assassino a hello kittys e fatiotas cor de rosa é uma velha running joke com os meus alunos, alguns dos quais fazem questão em trazer t-shirts e adereços dessa cor para a minha aula. E presentear-me com assistência felpuda.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Mineworlds


Os Mineworlds estão de regresso. Se bem que no decorrer previsto nas aulas de TIC a elaboração de projectos multimédia de final de semestre ainda venha longe, e os alunos estão a explorar aplicações que posteriormente poderão utilizar para os seus trabalhos finais.


Alguns alunos já estão a mostrar que para além do que estão a aprender em sala de aula aproveitam os tempos livres para desenvolver elementos complexos que querem levar à fase final. Note-se que estamos a falar de adolescentes que, por puro gosto criativo, se dedicam a recriar arquitecturas complexas utilizando o Minecraft como ferramenta de trabalho. Este é um trabalho em progresso, complexo e massivo. A imagem e o modelo no Sketchfab são as exportações para VRML. No ambiente de jogo a escala é tão grande que ao entrar na catedral o LOD não nos mostra a maior parte do interior. Semanalmente, no final de cada aula, estes alunos vêem ter comigo e não me deixam sair enquanto não me mostram e explicam os detalhes que estão a adicionar.

(Pois, os meus alunos deixam-me babado. É um privilégio trabalhar com eles e um orgulho saber que o que ensino lhes é significativo.)

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Alunos Impacientes


O novo ano em TIC mal começou. Ainda mal passámos a fase de abordagem teórica aos conceitos elementares e segurança digital (técnica e online) mas os alunos já me estão a perguntar que trabalhos podem fazer para a fase final de trabalho multimédia. Eu vou-lhes dizendo para ter paciência, que este é um novo ano e irão descobrir outras tecnologias digitais para além das que abordaram no ano passado. Estou muito curioso para ver o que é que eles fazem com o Scratch, por exemplo.


Mas tenho alunos teimosos. Hoje dois insistiram-me em mostrar o trabalho que já estão a fazer para entregar no final de janeiro. E o queixo caiu-me. "Stor", disseram-me, "estamos a mostrar-lhe já que é para saber que somos nós que estamos a fazer e que não sacámos um mapa da internet (...) isto está a dar uma trabalheira..."

Pudera. Estão, literalmente, a construir um mundo pedra sobre pedra no Minecraft. Em casa, nos tempos livres, partilhando o mapa de jogo via internet.


Confesso-me privilegiado por ter os alunos fabulosos que tenho.

domingo, 22 de setembro de 2013

3D Alpha 2013

Com o arranque do novo ano lectivo o 3D Alpha prepara-se para recomeçar as actividades de exploração criativa das tecnologias digitais. Este ano, para além do habitual foco na criação em multimédia e 3D, esperamos conseguir trabalhar com realidade aumentada e Scratch. Na realidade aumentada o desafio é o criar um percurso narrativo que misture espaços reais e elementos 3D. Resta saber se o conseguimos atingir, mas o processo de exploração promete. Trocamos o Augment pelo Aurasma, que promete facilitar o trabalho de geolocalização. Quanto ao Scratch, é uma extensão lógica para um projecto que nasceu em Educação Visual e Tecnológica, teve fases interdisciplinares e agora estrutura abordagens à disciplina de TIC. Apesar do foco intenso no 3D, o principal objectivo é o de mostrar às crianças e jovens ferramentas avançadas e dar-lhes espaço para descoberta e criação de acordo com os interesses individuais. O potencial do Scratch é reconhecido e, no nosso caso específico, algo a incluir numa sequência de aprendizagens que se envolve dois anos curriculares permitindo alargar a panóplia de experiências dos alunos. Não faria sentido repetir técnicas e aplicações.

Se bem que muitos, ao regressarem, perguntaram logo se podiam continuar a usar o minecraft, a continuar projectos no Sketchup ("professor, eu durante as férias estive a expandir o meu trabalho, posso usá-lo como projecto final?") ou perguntaram se poderiam experimentar outras aplicações. Um chegou a sugerir o Endorphin. A ver vamos. A metodologia continua a mesma. Experimentar, criar e depois pegar no que se descobriu para produzir um produto multimédia final num qualquer suporte/tecnologia à escolha do aluno. Antes de mais, importa que cada um descubra qual o seu interesse individual, qual a vertente preferida, da vasta panóplia de ferramentas digitais quais as que lhe são mais significativas.


A boa notícia é a aceitação de apresentação deste projecto na sexta International Conference of Education, Research and Innovation. Mostra que o projecto tem pés para andar e sublinha que não seria possível sem o entusiasmo e criatividade dos alunos. Neste tempos difíceis que atravessamos, estas pequenas vitórias dão-nos ânimo para não desistir.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

3DAplha - TIC@Portugal



Tivemos oportunidade de participar no encontro TIC@Portugal promovido pelo centro de competências Educom. Este decorreu em várias cidades e a nossa participação decorreu em Setúbal. Para além de apresentar uma visão geral deste projecto fomos desafiados a dinamizar um pequeno workshop sobre tecnologias 3D.



Escolhemos o Doga L3 pela sua simplicidade, interface similar às aplicações 3D comuns e capacidade de introdução ao VRML.




Da demonstração depressa se passou à criação. O público era composto por docentes de diversas áreas, o que levanta um problema. Se para professores de áreas artística a resposta à questão o que fazer com isto não é difícil, para os de outras áreas já não é assim tão simples. Por isso, para além de experiências de modelação 3D ainda fizemos um périplo por outras aplicações, mundos virtuais e metodologias simples de criação com estas tecnologias. Aos participantes foi distribuído um conjunto abrangente de recursos e tutoriais que permitem uma iniciação à utilização pedagógica e criativa deste género de aplicações.

Projecto Final Multimédia - Sketchup (7.º Ano)


Para encerrar este ano lectivo, deixo um dos trabalhos cujo desenvolvimento foi mais interessante. Um projecto potencialmente interminável em Sketchup criado de forma quase obsessiva por um aluno de 7.º ano. Com muitos pormenores a descobrir.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

TIC em 3D



Apresentação no encontro TIC@Portugal 2013, Setúbal, Escola Superior de Educação.

Notas:

Slide 1: apresentação.

Slide 2: 3D como uma das vertentes possíveis de estimulação do uso criativo das TIC por crianças e jovens, aproveitando aprendizagens informais vindas da cultura mediática de jogos e filmes de animação, estimulando também uma atitude de capacidade de produção de conteúdos ao invés de simples consumo do disponibilizado pela cultura mediática online; olhamos também para alguns aspectos metacognitivos de aprendizagem de colaboração, processos de trabalho que envolvam fases de pesquisa, recriação e modelação, e o puzzle mental que é a modelação 3D que obriga a interiorizar visualização espacial na conceptualização mental das formas a recriar, estimulando o desenvolvimento destas capacidades nas crianças e jovens.

Slide 3: uma breve observação sobre a grande quantidade de aplicações utilizadas, salientando que foram escolhidas pela sua enorme simplicidade de utilização e facilidade de obter resultados em tempo real, sublinhando que ao trabalhar com este público é importante que o aluno obtenha resultados rápidos de boa qualidade que o estimulem a aprofundar a aprendizagem. A utilização do VRML como tecnologia base prende-se com questões de estabilidade da tecnologia e facilidade de acesso no ambiente económico das escolas.

Slide 4: Resumir o tipo de produtos criado pelos alunos, essencialmente objectos em 3D que são utilizados por si, em rendering gráfico, aplicados em mundos virtuais temáticos ou como elementos de animações simples.

Slide 5: Procura-se carácter inter e trans-disciplinar; ao longo do projecto tem-se trabalhado com crianças do 1.º Ciclo, que surpreendem pela aderência e capacidade de exploração; quer aqui quer no 2.º Ciclo a aposta está na interdisciplinaridade, integrando a aprendizagem e criação em 3D com processos de pesquisa e aprendizagem noutras áreas curriculares, nomeadamente no domínio das ciências.

Slide 6: exemplos de trabalho com crianças do 1.º ciclo combinando saberes de diversas áreas em produtos multimédia.

Slide 7: exemplos de projectos de simulação interdisciplinar que combinam aprendizagens de diferentes disciplinas num produto final.

Slide 8: A introdução da disciplina de TIC no 3º ciclo trouxe um novo desafio. Aqui, procuramos integrar o 3D com as metas curriculares, especificamente no domínio da produção multimédia, pesquisa e tratamento de informação, essencialmente desafiando os alunos a trabalhar em conjunto, estimulando a destreza na utilização do computador (se sobreviverem ao 3D, não há tarefa que lhes faça medo), e a aprender processos de criação que obriguem a interacção entre imaginação, pesquisa e construção.

Slide 9: Os processos de trabalho implicam a aprendizagem elementar das aplicações, e sua utilização em projectos "multimédia" à escolha dos alunos, utilizando as aplicações que lhes são favoritas. O objectivo deste projecto é iniciar os alunos de forma lúdica, abrindo horizontes e despertando interesses, e não um percurso formal de aprendizagem de 3D que não se justificaria nestas idades e nível de ensino.

Slide 10: Isto explica, entre outros detalhes, a utilização do jogo Minecraft como ferramenta de criação de conteúdo 3D, aproveitando o forte interesse dos alunos neste jogo, onde desenvolvem construções e espaços virtuais de complexidade assinalável.

Slide 11: mais valias deste género de trabalho, ao nível da descoberta do 3D com autonomia, trabalho em colaboração entre crianças, processos e disciplinas, e equilíbrio entre meios, privilegiando o 3D mas sem esquecer outras formas de expressão plástica ou outras vias de introdução às TIC, como as aplicações office, vídeo ou edição de imagem.

Slide 12: áreas de incidência - 3D e realidade aumentada móvel.

Slide 13: vídeo ilustrativo.

Slide 14: Convidamos à visita à página do 3D Alpha, à galeria no Sketchfab e ao Babel. Para encerrar, reflectimos sobre a citação de Mitchel Resnick, “children have many opportunities to interact with new technologies – in the form of video games, electronic storybooks, and “intelligent” stuffed animals. But rarely do children have the opportunity to create with new technologies”. Às crianças são dadas muitas possibilidades de interagir com o digital, mas poucas de criar com o digital, dando significado pessoal às suas aprendizagens. Marshall McLuhan apontava o computador como uma extensão da mente. Com o 3D Alpha, queremos que também seja uma extensão da mão criadora.

domingo, 7 de julho de 2013

iTEC: Geometria em 3D


Neste projecto alunos de 7.º ano utilizaram elementos gráficos geométricos criados em Educação Visual para integrar como textura para objectos em animação 3D. Aplicaram conhecimentos de geometria e tecnologias de informação e comunicação num projecto multimédia colaborativo. Como resultado final foi criado um vídeo constituído por diversas animações 3D criadas pelos alunos intervenientes.

Os objectivos expressos desta experiência foram o estimular a utilização criativa das TIC; ir além do paradigma "pesquisa-produção de texto/apresentação"; estimular sinergia de aprendizagens efectuadas em múltiplas áreas. Iniciámos o projecto discutindo abertamente com os alunos participantes o que fazer para gerar um intercâmbio entre Educação Visual e TIC, respeitando as planificações originais das disciplinas. Foi decidido um trabalho de animação em 3D utilizando aplicação criativa de construções geométricas geométricas. Os alunos foram agrupados para criar a animação 3D em pequeno grupo. Esta utilizou formas geométricas assembladas de forma concreta ou abstracta para cujos mapas de textura foram utilizados desenhos digitalizados. Seguiu-se em TIC um processo de aprendizagem dos conceitos elementares de modelação e animação em 3D ao mesmo tempo que em Educação Visual os alunos aprendiam e aplicavam conceitos de geometria. Na finalização do trabalho cada grupo modelou, texturizou e animou os elementos para o seu pequeno filme. Os diversos clips foram por nós montados num pequeno vídeo. Calendarizações: 2 aulas para apresentação do projecto e estruturação das propostas dos alunos; 6 aulas para aprendizagem de modelação em 3D; 4 aulas para elaboração do projecto final. Cada aula teve duração média de 90 minuntos.

Nas tecnologias previstas no âmbito do iTEC foram utilizadas plataformas de publicação online (blogger e tumblr). Recorremos intensivamente a outras tecnologias: aplicações de modelação 3D - Bryce, Doga L3, Sketchup, BS Contact (VRML); edição vídeo: Vegas Movie Studio.

Lançamo-nos neste projecto tentando equilibrar as interessantes propostas do iTEC com um percurso investigativo na área da utilização de tecnologias 3D com crianças e jovens. Estudamos este género de aplicações focalizando no estímulo à criatividade, produção de conteúdos e aprendizagem de conceitos elementares para modelação, realidade virtual e 3d printing. O tempo de aula disponível não facilitou o trabalho. Aulas semanais de 90 minutos revelaram-se pouco adequadas a um tipo de trabalho que requer grande esforço de aprendizagem de aplicações específicas. O ritmo de trabalhodefinido na aula - aprender, aplicar, partilhar resultados nem sempre era concluído. O resultado final desvia-se dos objectivos especificados no iTEC. Assumimos este projecto como uma experiência de integração de 3D em contextos interdisciplinares que falhou na vertente de partilha e colaboração online, por questões de tempo e calendarização. O empenho dos alunos foi assinalável, traduzindo-se num entusiasmo generalizado pelas tarefas propostas, pela discussão de ideias, aprendizagem de técnicas específicas e soluções criativas encontradas para os projectos de grupo.

Na generalidade os alunos participaram com entusiasmo neste projecto. A possibilidade de partilha online interessou-os muito, o que nos levou a escolher a plataforma tumblr já usada pelos alunos em detrimento do blogger. Não nos foi possível tirar partido do TeamUp. A fase de aprendizagem de aplicações envolveu o domínio elementar de programas de modelação 3D com alguma complexidade, e neste desafio os alunos distinguiram-se pelo esforço colocado nesta vertente. No projecto final cada grupo desenvolveu soluções criativas para o seu segmento de vídeo, mas não foi possível avançar para registo audio e video das suas  percepções.  O elevado nível de envolvimento  mostrado pelos alunos demonstrou o seu interesse por este género de actividades. A utilização do método histórias de aprendizagem revelou-se um potente instrumento para facilitar processos de planificação, discussão e organização do trabalho.

Pessoalmente faço uma avaliação negativa desta minha experiência, não devido ao projecto em si ou ao empenho dos alunos mas pelas más surpresas trazidas pelo reduzido tempo disponível e questões de organização. A integração de 3D com este género de projecto é possível mas requer uma melhor estruturação temporal com atenção à adequação das actividades com a sua distribuição temporal., que o início destas actividades no terceiro período não nos permitiu. Como pontos fortes sublinhamos a aprendizagem de tecnologias multimedia pelos alunos, o estímulo ao trabalho colaborativo e interdisciplinar e aderência e entusiasmo dos participantes.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Projectos Finais Multimédia - 7.º ano (Sketchup)


Um dos trabalhos que mais gosto deu a acompanhar, com um nível muito elevado de criatividade e detalhes.



Trabalhos em Sketchup.

Projecto Final Multimédia - Trabalhos de 7.º ano (Minecraft



Um pequeno edifício construído através de trabalho colaborativo.


Brincadeiras com pixel art.

Projecto Final Multimédia - Trabalhos de 7.º Ano (Vídeo)




Capturas de ecrã do processo de edição de video não linear. Trabalhos de alunos de 7.º ano.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Projecto Multimédia Final TIC 8.º Ano (Mundo Virtual)


Por vezes o tempo é inclemente. O objectivo do aluno que criou estes trabalhos era desenvolver um pequeno mundo virtual com vários robots em movimento. O esforço foi muito, mas o tempo disponível não permitiu concluir o trabalho dentro dos objectivos previstos.





E foi pena. Foi mesmo por muito pouco que o mundo virtual em VRML não ficou montado.

Projecto Final Multimédia TIC - 8.º Ano (Sketchupo/Minecraft)


Mais alguns trabalhos criados por alunos de 8.º ano em Sketchup e Minecraft.