Síntese:
Projeto interdisciplinar entre Ciências da Natureza, Estudo Acompanhado e Educação Visual e Tecnológica. Instalação de realidade mista com cenários em animação 3D e objetos físicos modelados em materiais reciclados. Constitui-se numa exposição sobre o tema com peixes modelados e cenários em 3D digital. Uma visualização em HD pode ser consultada no url http://www.youtube.com/watch?v=FOEIoTw_ge4
Competências:
Ciências da Natureza
- Reconhecer locais onde existe vida.
- Compreender as relações entre as características dos organismos e os ambientes onde eles vivem.
- Conhecer a diversidade de ambientes e de seres vivos existentes na bioesfera.
Educação Visual e Tecnológica
- Explorar forma, luz e cor
- Aproveitar e reciclar materiais
- Utilizar ferramentas TIC de forma criativa
Materiais:
Ciências da Natureza
Fichas de trabalho e apresentações powerpoint.
EVT
Computadores, software de modelação e animação 3D, edição audio e vídeo, materiais recicláveis, cola branca, tintas.
Metodologia:
Ciências da Natureza
- Exploração de conceitos ligados ao tema.
- Actividade experimental: simular viagem ao fundo do mar.
Estudo Acompanhado
- Pesquisa bibliográfica e preenchimento de guiões.
Educação Visual e Tecnológica
- Representação gráfica dos objectos a modelar.
- Construção e pintura de objectos biomórficos (peixes) em pasta de papel
- Exploração de aplicações de modelação 3D (Bryce, DogaL3)
- Criação e animação de objectos virtuais
- Cenarização, guionização, rendering, edição vídeo.
Produto final:
Instalação de realidade mista com cenários em animação 3D e objetos físicos modelados em materiais reciclados:
- documentos produzidos pelos alunos (bilhete de identificação do peixe)
- peixes em pasta de papel
- vídeo em animação 3D "O que está no fundo do mar" (http://www.youtube.com/watch?v=UqjVY7V4Cyw)
Bibliografia:
"Mergulhar Bem Fundo", MÉTODOS DE APRENDIZAGEM EXPERIMENTAL EM CIÊNCIAS.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Disponível no URL http://www.cienciasexperimentais.org/mergulhar.asp
Coelho, A. (2010). Aplicações de 3D Genérico e VRML/X3D em Educação Visual e Tecnológica. Disponível no URL http://pt.scribd.com/doc/82682709/Dissertacao-EVT-Virtual-Aplicacoes-de-3D-Generico-e-VRML-X3D-em-Educacao-Visual-e-Tecnologica
Infodump, eu sei. Fica como registo da inscrição no concurso Kit do Mar e partilha do que está por detrás da face visível destes trabalhos. Mentiria se dissesse que isto implica longas reuniões a discutir ideias. Tenho a sorte de trabalhar com colegas flexíveis. Bastam algumas conversas ao pé da máquina de café e a coisa orienta-se. Se calhar não devia ter escrito isto e deixar passar uma imagem que este tipo de actividades requer uma longa e bem pensada preparação... mas na verdade o que é necessário são ideias criativas e vontade de trabalhar de forma diferente. Agora resta esperar por dia 18, para saber se fomos aceites nesta iniciativa.
Espaço dos projetos TIC em 3D, Fab@rts - O 3D nas mãos da Educação!, Laboratório de Criatividade Digital - Clube de Robótica AEVP e outros projetos digitais desenvolvidos no Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Kit do Mar II
As alunas cuja voz ficou gravada nas narrações do vídeo ficaram surpreendidas. É normal. Habituados ao que imaginamos ser o som da nossa voz, ficamos sempre a estranhar quando a ouvimos numa gravação. Gravação em Audacity, que no meu caso tem algumas preciosidades. Como o tenho modificado para o databending tenho de utilizar formatos de audio alternativos.
Ufa. Vídeo montado, narrações gravadas (em formato ogg vorbis, e viva o open source), música escolhida (uma das variações Vathek de Luís Freitas Branco) e versões HD e normal renderizadas. Agora a lenta fase dos uploads.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Cenários 3D
O arranque do terceiro período traz mais um desafio, desta vez à turma 5º C. Criar cenários em animação 3D para juntar a instalações físicas de animais modelados em pasta de papel. Similar a um trabalho anterior com outra turma. Os primeiros resultados são promissores.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Kit do Mar I
Sneak preview: e que tal inscrever o vídeo/instalação "O que está no fundo do mar" no concurso nacional Kit do Mar 2011/2012? Para mostrar este projecto segue um vídeo (ainda em beta) demonstrando as fases do trabalho interdisciplinar, desde aprendizagem, pesquisa, recriação, modelação, animação 3D e montagem. É a vantagem de ir recolhendo imagens e vídeos durante o decorrer dos trabalhos. faz jeito nestas alturas. Vídeo quase pronto, com tudo organizado. Falta banda sonora ou narração.
Mais informações sobre o concursos Kit do Mar no site da Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar.
sexta-feira, 23 de março de 2012
+eco
Certificado de participação na 2ª fase do concurso de ideias.
Foi com agrado que recebemos a boa notícia: o projecto +eco foi um dos seleccionados para a fase de desenvolvimento da iniciativa Prémio Ciência na Escola da Fundação Ilídio Pinho. Este ano participamos com um projecto abrangente e multidisciplinar com uma equipe de professores de Educação Visual e Tecnológica, Ciências da Natureza e Ciências Naturais. Temos como objectivo realizar um documentário que analise a possibilidade de adopção de energias renováveis no espaço físico da escola. Envolve actividades de tomada de consciência para os problemas ambientais, inquéritos sobre tecnologias verdes, estudos e propostas de implementação de equipamentos energéticos e de reciclagem e pesquisas sobre soluções energéticas.
Cerimónia de entrega de prémios de participação no dia 22 de Março, Escola Secundária Dom Pedro V.
Para além de apoio generalizado ao projecto, o 3D Alpha está envolvido especificamente nas componentes de edição vídeo e criação de animações ou modelos 3D de equipamentos de energias renováveis.
(momento pequeno orgulho pessoal do dia: ir receber os certificados e ao cumprimentar o director regional adjunto da DRELVT ouvi-lo dizer que se recordava do projecto do ano anterior, "um com imagens em 3D".)
Tinkercad
A brincar com o Tinkercad, um site que permite criar modelos 3D a partir de um interface simples. Tem coisas giras: é fácil de criar objectos a partir de formas primitivas num interface bem desenhado (AJAX e Canvas em HTML5, parece-me. Permite enviar o ficheiro directamente para um serviço de impressão 3D ou... e disto gosto muito: exporta em .stl e descarrega para o computador local.
Interface do Tinkercad: clicar sobre forma primitiva, e reposicionar/redimensionar no espaço tridimensional (a base milimétrica ajuda muito). Como o resultado poderá ser impresso em 3D, a aplicação dá-nos medidas em milímetros e linhas de cota em tempo real nas operações de rotação e redimensionamento.
O Tinkercad dá-nos a opção de descarregar o ficheiro STL para o computador. Aberto no Meshlab está cá tudo. Esta é uma primeira experiência, e o site promete. A dica veio da Popular Mechanics: How to Get Started: 3D Modeling and Printing.
Interface do Tinkercad: clicar sobre forma primitiva, e reposicionar/redimensionar no espaço tridimensional (a base milimétrica ajuda muito). Como o resultado poderá ser impresso em 3D, a aplicação dá-nos medidas em milímetros e linhas de cota em tempo real nas operações de rotação e redimensionamento.
O Tinkercad dá-nos a opção de descarregar o ficheiro STL para o computador. Aberto no Meshlab está cá tudo. Esta é uma primeira experiência, e o site promete. A dica veio da Popular Mechanics: How to Get Started: 3D Modeling and Printing.
quarta-feira, 21 de março de 2012
O que está no fundo do mar? II
Imagens da instalação que reúne os modelos criados em pasta de papel e a animação 3D, resultado do trabalho dos alunos da turma 5º E. Em exposição no átrio da Escola Básica Venda do Pinheiro.
segunda-feira, 19 de março de 2012
O que está no fundo do mar?
Animação 3D para cenário de instalação sob o tema o que está no fundo do mar. Software utilizado: Doga L3 para modelos mecânicos; Bryce 7 para modelos orgânicos, texturização, cenários, animação e rendering; Vegas Movie Studio HD para edição vídeo. Sons provenientes do repositório Freesounds.org. Criado pelos alunos da turma 5ºE em Educação Visual e Tecnológica, Estudo Acompanhado e Ciências da Natureza.
sexta-feira, 16 de março de 2012
O que está no fundo do mar?
A finalizar a edição da animação 3D dos alunos do 5º E. Só ficará terminada depois de na aula se analisar com o grupo de alunos as sequências e acertos de pormenores. Mas o pior - os longos renderings do bryce, já passou.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Atelier Avatar Studio - Humanos Digitais
Inserido nas actividades de comemoração do dia do Departamento de Expressões do Agrupamento de Escolas da Venda do Pinheiro, foi dinamizado um atelier de demonstração e exploração do programa de criação de avatares 3D em VRML Avatar Studio. Alunos do 5º ao 8º ano tiveram uma oportunidade de saber como se criam modelos humanóides em VRML e fazer uma curta experiência de criação nos computadores disponíveis.
Debaixo do capot: e que tal ver como é o código VRML de um avatar? Não se assustem. Com o Avatar Studio o trabalho é muito simples.
A descobrir as opções do programa.
Robots e avatares. Em paralelo eram mostrados vídeos sobre robótica humanóide, modelação 3D e mundos virtuais. Momentos uncanny valley: crianças a olhar para vídeos de um actroid japonês e a observar "mas isto não é uma mulher, é um robot!"
A curta duração das sessões impediu explorações mais profundas. Em compensação, um elevado número de alunos tomaram contacto com estas tecnologias e descobriram outro meio de exprimir as suas ideias.
Neste ano, o dia do departamento de Expressões contou com ateliers de música, educação física, educação especial, pintura e um interessantíssimo atelier de experiências sensoriais. E este de TIC criativa.
(Momento aluno perspicaz do dia:
"Stor, este programa é bué da simples. Havia melhor."
"Pois havia, mas são mais complicados..."
"Mas era giro de ver. Mas se o stor os mostrasse quase ninguém ia perceber do que estava a falar. Assim foi melhor.")
quarta-feira, 14 de março de 2012
Gerei monstros...
Bolas, gerei monstros, pensei esta manhã na sala. Última aula possível para terminar o trabalho dos peixes pelágicos ou bioluminescentes (ainda não acertei com o título) e chega-me uma aluna a dizer "ó stor, precisamos de uma baleia e de uns golfinhos". E vai de tirar um bloquinho de notas onde já tinha esquematizado um dos animais em três vistas, tal e qual como lhe ensinei aquando da introdução ao 3D. Não resisti. Mais dois elementos criados pela aluna para inserir na animação. À última da hora. A obrigar a rever a sequência de cenas.
Das coisas que me anima neste género de trabalhos é ver o ar de deleite que os alunos fazem ao ver o produto final dos seus trabalhos em animação. Por questões de tempo (leia-se colisão entre o algoritmo lento do Bryce e a propensão dos alunos para utilizar materiais reflexivos que complicam o rendering) não posso fazer a animação em tempo real na sala de aula. Mas é um deleite ver e ouvir as suas expressões e sorrisos, a apontar com orgulho para os objectos que criaram e texturizaram.
Das coisas que me anima neste género de trabalhos é ver o ar de deleite que os alunos fazem ao ver o produto final dos seus trabalhos em animação. Por questões de tempo (leia-se colisão entre o algoritmo lento do Bryce e a propensão dos alunos para utilizar materiais reflexivos que complicam o rendering) não posso fazer a animação em tempo real na sala de aula. Mas é um deleite ver e ouvir as suas expressões e sorrisos, a apontar com orgulho para os objectos que criaram e texturizaram.
sábado, 10 de março de 2012
... animando...
Em fase de animações 3D. Por constrangimentos de tempo e hardware, é esta a fase que não posso fazer em conjunto com os alunos. Renderizar animações 3D no Bryce é um processo moroso, que demora horas para cada clip de cerca de cinco/seis segundos, tornando impossível de realizar na sala de aula. Como fazer então?
É no guionizar que está o segredo. Antes de partir para os renderings, reúno com os alunos encarregues dos cenários e animação e com eles estruturamos iluminação, movimentos de objectos e câmara, pontos de vista e ambientes. Tudo é anotado para depois eu poder renderizar vídeo indo de encontro à vontade dos alunos. É um momento curioso, que leva a comentários como os que uma aluna me fez esta semana: se o professor sabe como é que isto pode ser feito, porque é que temos que estar aqui a decidir? Porque se não fosse assim eu não estaria a ser bom professor. Pode demorar um pouquinho até os alunos perceberem as possibilidades do como contar uma história em vídeo, mas quando engrenam, o entusiasmo é visível e as ideias saem em torrentes.
O filme em questão terá três cenas, duas das quais divididas em sete segmentos. A estruturação da terceira ficará para a próxima aula. Até lá, são catorze clips de vídeo que vão obrigar o processador do meu computador a suar as estopinhas.
É no guionizar que está o segredo. Antes de partir para os renderings, reúno com os alunos encarregues dos cenários e animação e com eles estruturamos iluminação, movimentos de objectos e câmara, pontos de vista e ambientes. Tudo é anotado para depois eu poder renderizar vídeo indo de encontro à vontade dos alunos. É um momento curioso, que leva a comentários como os que uma aluna me fez esta semana: se o professor sabe como é que isto pode ser feito, porque é que temos que estar aqui a decidir? Porque se não fosse assim eu não estaria a ser bom professor. Pode demorar um pouquinho até os alunos perceberem as possibilidades do como contar uma história em vídeo, mas quando engrenam, o entusiasmo é visível e as ideias saem em torrentes.
O filme em questão terá três cenas, duas das quais divididas em sete segmentos. A estruturação da terceira ficará para a próxima aula. Até lá, são catorze clips de vídeo que vão obrigar o processador do meu computador a suar as estopinhas.
quinta-feira, 8 de março de 2012
5º E - Peixes Pelágicos IV
Mais um projecto que se encontra na recta final. Com os peixes em papier-machê modelados e pintados, os objectos 3D criados e texturizados, e os principais cenários de animação montados, só restou afinar pormenores e guionizar. O trabalho agora cabe aos professores, não por dificuldade do software mas porque gerar animações em 3D requer muito tempo para renderizar. Ou como disse uma aluna: agora é o professor que tem trabalho de casa. Pois. Mas o grosso do trabalho está feito. Todos os modelos necessários estão criados e texturizados (até sobraram) e temos peixes virtuais suficientes para encher um aquário de bom tamanho. E para o fundo do mar as alunas da equipe de cenários prepararam uma surpresa...
No vídeo, o resultado dos trabalhos da semana. Conclusão de modelos, texturização, alguns testes de animação, esquema de guião e uma antevisão dos modelos físicos.
domingo, 4 de março de 2012
5º E - Peixes Pelágicos III
O projecto da turma desenvolve-se em duas vertentes: modelação em pasta de papel de peixes após pesquisa, e criação de uma animação 3D. Estas serão conjugadas numa instalação a colocar no átrio da escola. No vídeo de hoje, alguns dos objectos já criados, peixes texturizados e uma antevisão de um dos cenários. Note-se que os modelos 3D criados no Doga pelos alunos começam a adquirir complexidade.
sexta-feira, 2 de março de 2012
5º C - iniciação à animação II
Os alunos já dominam bem a criação de meshes em Doga L3 e importam sem dificuldade para o Bryce. Também perceberam os elementos básicos da animação em Bryce. Agora têm de aprender a controlar o tempo. É o próximo passo.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Ciência à bomba
- Ó stor, posso pôr aqui uns canhões?
- Mas estás a modelar um barco de pesquisa científica. Agora a ciência faz-se à bomba, com explosões?!?
- Pronto stor, não ponho... diz o aluno com um ar um pouco triste.
A progredir nos peixes pelágicos. Nesta fase, alguns alunos estão a modelar em DogaL3 objectos específicos para a animação - barcos e ROVs e outros a preparar o cenário para a animação 3D. Sem canhões. Por muito que reclamem...
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Testes de Conceito
A fase de exploração do 3D pelos alunos do 5ºE chegou ao momento em que tem de ser criados modelos sob tema definido para animação. O primeiro passo é fugir ao computador e colocar em papel rascunhos e ideias do que os alunos querem modelar em 3D. Em seguida, é preciso olhar para os desenhos e começar a pensar como modelar, que objectos criar e quais os programas mais adequados. O 3D não é fácil, mesmo utilizado aplicações simples como o Bryce ou o Doga. Faz algum jeito que antes de deixar os alunos avançar se façam testes, recriando as suas ideias, para ver quais as técnicas e programas mais eficazes para que possam desenvolver o seu trabalho com um mínimo de problemas. É nesta sequência que surge este barco, modelado por mim a partir dos esboços de uma aluna para perceber qual a estratégia mais eficaz para que uma criança consiga recriar em 3D as suas ideias.
Após os desenhos iniciais discute-se com o aluno qual a forma tridimensional do rascunho, para perceber como visualizou o objecto.
Em seguida, passamos à fase de modelação. Como fazer, que programas utilizar? Para alguns elementos, o Doga L3 é óptimo por permitir a montagem de objectos a partir de peças disponíveis. Outros já obrigam a formas de modelação avançadas - é o caso da cabine, criada com extrusões e operações booleanas. Outros modelos podem ser obtidos através de pesquisas em sites que oferecem objectos 3D gratuitos.
O modelo foi criado no Vivaty Studio, modelador 3D orientado para o VRML/X3D. Para uma antevisão do objecto com maior realismo, foi exportado em formato DXF para o Bryce 7. Após uma aplicação de materiais e luzes ambiente, o rendering deu este resultado.
Para terminar, uma versão mais próxima do que se pretende do trabalho dos alunos. Estes modelos e renders são uma prova de conceito, para perceber qual a melhor forma de orientar os alunos na criação dos seus modelos 3D.
Após os desenhos iniciais discute-se com o aluno qual a forma tridimensional do rascunho, para perceber como visualizou o objecto.
Em seguida, passamos à fase de modelação. Como fazer, que programas utilizar? Para alguns elementos, o Doga L3 é óptimo por permitir a montagem de objectos a partir de peças disponíveis. Outros já obrigam a formas de modelação avançadas - é o caso da cabine, criada com extrusões e operações booleanas. Outros modelos podem ser obtidos através de pesquisas em sites que oferecem objectos 3D gratuitos.
O modelo foi criado no Vivaty Studio, modelador 3D orientado para o VRML/X3D. Para uma antevisão do objecto com maior realismo, foi exportado em formato DXF para o Bryce 7. Após uma aplicação de materiais e luzes ambiente, o rendering deu este resultado.
Para terminar, uma versão mais próxima do que se pretende do trabalho dos alunos. Estes modelos e renders são uma prova de conceito, para perceber qual a melhor forma de orientar os alunos na criação dos seus modelos 3D.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Bryce 7
A DAZ3D graciosamente oferece o Bryce 7 Pro gratuitamente, bem como o DAZ Studio (obriga a actualizar o OpenGL e eu não estou para isso) e o Hexagon. Sendo um inveterado utilizador do Bryce, lá fiz a descarga e estou a testar. Como vantagens em relação às versões anteriores, vejo uma biblioteca de materiais ampliada e com interessantes opções, novas luzes ambientais, melhor integração no interface gráfico e uma boa surpresa: pode-se parar um rendering, gravar o ficheiro, e quando este volta a ser aberto podemos regressar ao rendering no ponto em que ficou aquando da interrupção. Coisa muito boa, porque o rendering no Bryce está... glacial. Os novos materiais e luzes sobrecarregam e a renderização em imagem o vídeo estende-se por horas... e dias.
O Bryce é um programa engraçado, fácil de utilizar, que uso por gosto pessoal e para introduzir o 3D aos meus alunos. Mas é um beco sem saída. Para além da lentidão nos renders, continua a não exportar modelos criados com primitivos e operações booleanas para formatos como o VRML, OBJ ou DXF, o que significa que a facilidade de criação acaba por não servir para nada. Mas gera imagens giras.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
5º C - iniciação à animação
Os alunos do 5º C deram esta semana o primeiro passo na aprendizagem de animação 3D utilizando o Bryce. Para primeira experiência foi pedida uma animação simples com esferas. Alguns alunos já quiseram ir mais longe e criar animações com objectos criados noutras aplicações. Podem ver aqui os primeiros resultados.
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