sexta-feira, 14 de setembro de 2018

From coding projects to 3D Modelling


One of the most interesting new activities designed has been From Pixel to Plastic: Using Europeana as a resource for 3D printing projects, produced by Prof. Artur Coelho, Coordenador PTE - Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro in Portugal. His scenario aims to use Europeana as a resource for 3D printing projects. The primary goal is challenging students to create 3D modelling projects using images found on Europeana, which can be either 3D printed (if the school has the device) or produced in a makerspace.

Foi uma das boas notícias com que iniciámos este novo ano TIC em 3D, o destaque dado à forma como participámos no Europeana DSI-III, aproveitando os recursos da biblioteca digital europeia para projetos de modelação 3D. Texto completo aqui: From coding projects to 3D Modelling: enriched pedagogical material and recommendations from the User Group.

Escola eTwinning


Na passada sexta-feira, dia 7, estivemos presentes na cerimónia de entrega dos selos Escola eTwinning, atribuídos pela Comissão Europeia às escolas que têm desenvolvido muitos projetos e envolvido docentes e alunos em parcerias eTwinning. O Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro foi uma das escolas distinguidas com este galardão.


Também recebemos a bandeira eTwinning, qie já está hasteada à entrada da nossa escola.

Alguns dos projetos que permitiram esta distinção foram desenvolvidos no âmbito das TIC em 3D. Neste novo ano letivo que se está a iniciar, um dos nossos objetivos é o de aprofundar o trabalho de projeto através de parcerias eTwinning. Com o 3D como fator distintivo, claro!

sábado, 25 de agosto de 2018

3DC.io Education


Tive acesso à versão educacional do 3DC.io, aplicação de modelação 3D para dispositivos móveis que, no meu ponto de vista, é das melhores que existem para 3D no ecossistema Android. A Formit, um verdadeiro Sketchup móvel, deixou de ser suportada e a Onshape é excelente, mas demasiado complexa para a maioria dos utilizadores. A superioridade do 3DC é um pouco por defeito, não há muitas aplicações de 3D no ambiente Android, esta distingue-se pela sua simplicidade, consistência e potencial.

A primeira coisa que notei ao arrancar a app foi o fundo, um azul claro que substitui o preto da app tradicional. Resolve o que para mim é um dos problemas da app, o fundo escuro dificultava um pouco a visualização e, em projeção, tornava alguns elementos quase invisíveis. O fundo claro resolve isso (no que toca à projeção, só poderei testar quando regressar à escola), mas cria um outro problema. Lá iremos.

Dois pormenores no arranque: nesta versão do 3DC.io não há ecrãs de login, e o espaço de partilha/galeria desapareceu. São opções que respeitam o RGPD, garantindo o anonimato dos utilizadores e criando ambientes de trabalho seguros. É de recordar que esta app se destina a crianças e jovens, não é um jogo, é uma ferramenta, e os espaços de partilha social levantavam algumas questões de privacidade ou comportamentos menos aceitáveis por parte de alguns utilizadores. Desconheço se a equipa de desenvolvimento vai manter as galerias na versão não educacional.


A primeira experiência com o interface foi um pouco lenta, manipular figuras no espaço 3D arrastava-se bastante. Não me surpreendeu. 3D requer potência computacional. O meu tablet tem 2gb de RAM, e mesmo assim arrasta-se nesta app (um destes dias tenho de o deixar cair estrategicamente no chão, para justificar o upgrade para um equipamento com 4gb, que já estão no mercado a preços razoáveis.

No entanto, é muito fácil acelerar o 3DC.io. Basta ir às definições no menu, e desligar o modo de alta qualidade. Visualmente, não notamos a diferença, mas a fluidez de trabalho dispara.


A explorar o menu, deparei com duas novas opções de importação/exportação. O 3DC.io Education funciona localmente, todos os ficheiros são gravados na memória interna do dispositivo, e os projetos podem ser exportados em OBJ e STL. As duas novas opções prendem-se com gestão de sala de aula. Imaginem um grupo de alunos com acesso a tablets que não são deles (comum, no caso do meu clube de robótica ou salas de aula do futuro). Podem desenvolver um projeto em múltiplas sessões mudando de tablet, uma vez que podem importar e exportar o projeto do 3DC para serviços de cloud computing.

É útil? Claro. Recordo que um dos problemas que tinha com esta app no clube de robótica era quando os alunos não encontravam o tablet onde tinham estado a trabalhar na sessão anterior. Em ambientes BYOD também é útil como forma rápida de partilhar projetos. Faz sentido. Quando quero imprimir em 3D projetos criados pelos alunos, prefiro analisar o ficheiro do 3DC.io do que confiar no STL, procurando erros de modelação ou volumetrias muito finas. Esta exportação resolve a forma rudimentar como fazia isso: pedia aos alunos para exportar o projeto para a galeria, enviando-me o url, para que eu posteriormente os localizasse e importasse para o meu tablet. Cansativo, não?

Há outra forma de dar a volta a isto, envolve usar um explorador de ficheiros para aceder à pasta do android onde o 3DC.io guarda os seus ficheiros. Nesta versão edu, a exportação/importação em cloud resolve isso.


Não há novidades nas ferramentas de modelação do 3DC. Continuamos a dispor de primitivos, ferramenta de desenho (as crianças adoram!) e texto. Seria muito interessante que esta app incluísse uma ferramenta de revolução, permitiria um salto qualitativo nas possibilidades criativas.


Exportar imagens, OBJ ou STL invoca as opções de partilha do nosso tablet, Dropbox ou email são para mim as ferramentas de eleição. Não verifiquei, ainda, se o 3DC assume o nome do projeto ao gerar o ficheiro exportado ou se mantém como a app não educacional, que renomeia os ficheiros 3D para "project". Algo que parece inócuo, até se perceber o complicado que é gerir um grupo de alunos, querer saber a quem pertence o projeto, mas todos os nomes de ficheiro são iguais.


Recordam-se de ter dito que o fundo de cor clara era uma melhoria, mas dava origem a outro problema? Ora cá está ele. O código de cores do 3DC mantém-se, cor sólida para a forma que estiver selecionada, transparente para as restantes. Este branco transparente em fundo claro pode complicar um pouco o trabalho de modelação em modelos mais complexos, no entanto, não creio que seja um fator que dificulte muito o fluxo de trabalho na app.


O 3DC.io Education não é uma versão freemium, e o preço é muito acessível, 3,99€. Vale a pena o investimento, dá-nos acesso às ferramentas de texturização com imagens, dando mais possibilidades de trabalho. 


Não foi preciso muito para criar uma cena convincente no 3DC.io Education. O carro fui buscá-lo à minha biblioteca do 3DC.io tradicional (as duas apps não comunicam entre si, mas na opção de importação podemos explorar as pastas do nosso sistema Android). O resto foi experimentar as texturas. Pormenor curioso: as texturas estão dependentes da cor sólida do objeto, se aplicarmos uma textura a um volume e depois lhe alterarmos a cor sólida, a textura final assume a textura e a cor. Também podemos importar fotos da biblioteca do nosso dispositivo. Assim de repente, lembrei-me que se poderia criar um pequeno museu virtual de trabalhos dos alunos, fotografando desenhos para serem incorporados como texturas em formas dentro do 3DC.io, com modelação de espaços (também serve para história de arte, ou ciências, entre outras possibilidades) (sintam-se à vontade para aproveitar a ideia).


Nota final, pessoal: passei boa parte de um encontro de professores organizado pela ANPRI a modelar uma nave espacial vagamente inspirada nos Eagle da série Space: 1999 (soa mal, mas sou daquelas pessoas que gosta de ter os dedos ocupados enquanto presta atenção a palestras). Foi divertido entrar na página da Playstore da 3DC.io Education e dar com esse meu projeto mostrado como um exemplo do que se pode modelar com esta app.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Projeto 3Digital


O Projeto 3Digital é uma iniciativa promovida pela Associação Nacional de Professores de Informática (ANPRI) nas áreas da modelação 3D e da realidade virtual. A participação no projeto implica que os/as alunos/as concebam e desenvolvam projetos, orientado/a por um/a professor/a de informática, ou por uma equipa de professores, desde que coordenada por um professor de informática, durante o ano letivo 2018/2019, na área da modelação 3D ou da realidade virtual.

Com a homologação das aprendizagens essenciais do Ensino Básico, a disciplina de TIC encontra novos desafios e espaços de atuação. No sétimo ano, a modelação 3D torna-se parte do currículo da disciplina de TIC. Com o projeto 3Digital pretendemos dar sentido a esta área e desafiar os docentes a tirar partido da modelação 3D como tecnologia integradora de experiências interdisciplinares. O potencial visual e multimédia das tecnologias 3D adapta-se com facilidade a projetos temáticos, que requerem a articulação  de diferentes áreas do conhecimento.

Neste primeiro ano  do concurso 3Digital, escolhemos como tema o Património, alusivo ao ano internacional do património.  Desafiamos os participantes a partilhar connosco as suas interpretações do património local, utilizando a modelação 3D para recriar e contextualizar monumentos, edifícios ou espaços de interesse histórico das regiões onde vivem. Participem, e levem-nos a descobrir o património histórico local num concurso a nível nacional.

Podem concorrer grupos de alunos do ensino básico e secundário, em duas categorias: modelação 3D e realidade virtual (não imersiva). Podem ser utilizados softwares comuns de modelação 3D e criação de ambientes de realidade virtual, gratuitos e acessíveis via web, ou em tablet ou computador. Antes de mais, este é um desafio à criatividade, levando os alunos a descobrir o poder da modelação 3D não através da exploração metódica de software, mas da criação de projetos significativos.

Os projetos serão avaliados por um júri de especialistas no 3D e multimédia. Estamos a trabalhar com empresas e entidades parceiras para poder atribuir um conjunto significativo de prémios.

Desafiamos os docentes de TIC a estimular a criatividade e o conhecimento do património local, articulando com outras áreas disciplinares para tirar partido do potencial do 3D.

Visitem a página 3Digital da ANPRI para mais informações e conhecer o regulamento. Aguardamos as vossas inscrições!

WIP


Duas propostas gráficas para o projeto 3Digital, um concurso nacional dinamizado pela ANPRI que visa estimular a modelação 3D no ensino básico e secundário, desafiando alunos a participar em categorias de modelação 3D e realidade virtual com o tema Património Local.

Claro que o grafismo foi criado em 3D, a primeira proposta foi criada no Onshape utilizando exclusivamente a versão em tablet (exceto na captura de ecrã) e a segunda no Sketchup Make (ainda não me habituei ao Sketchup Free, mas isso tem de mudar).


As imagens são essencialmente as mesmas, a versão Sketchup foi a escolhida. Mergulhado como estou em formação, responsabilidades escolares, projetos e iniciativas, tem faltado tempo para fazer aquilo que mais gosto, simplesmente criar em 3D. Este mini-projeto gráfico foi uma pausa refrescante.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Scientix: From Pixel to Plastic



Mais uma boa surpresa, hoje. A organização do Europeana DSI-3 partilhou a abordagem que fizemos aos conteúdos Europeana no blog da Scientix, a rede europeia de professores ligados às ciências: From Pixel to Plastic: Using Europeana as a resource for 3D printing projects.

Maker Faire Rome


O projeto Robot Anprino foi aceite para participar na maior Maker Faire europeia! De 12 a 14 de outubro, vamos estar na Maker Faire Rome a partilhar, aprender e ter inspiração para mais projetos.

sábado, 21 de julho de 2018

Selo de Qualidade eTwinning


Confesso que fui surpreendido esta manhã, ao receber o email com a atribuição do selo de qualidade ao projeto eTwnning Invent Your Future. Dado que do meu lado aquilo não seguiu o caminho convencional, alternando com duas turmas, e optando por um tipo de trabalho muito diferente do dos parceiros, preenchi o formulário sem expetativas. Mas hey, awesome! Especialmente porque quem nos avaliou percebeu onde queremos chegar:

"Em relação ao trabalho que desenvolveu, foram destacados os seguintes aspetos:
O projeto apresenta objetivos comuns e um plano partilhado, está terminado ou encontra-se nas suas etapas finais, houve um contributo significativo do professor que candidata o projeto, é evidente a colaboração entre os parceiros e é fácil ter acesso aos resultados do projeto.

A criatividade é uma das competências a desenvolver no aluno à luz do novo perfil, assim sendo a criação de chingodus pode ser uma tarefa interessantíssima nesse âmbito. Os participantes portugueses levaram o conceito mais além com a modelação 3D de alguns dos seus chingodus.I Muito interessante, também conhecer os inventores de cada país para perceber que a criatividade está ao alcance de todos e que os grandes homens e mulheres podem aparecer em cada um dos jovens que hoje se preparam para o futuro.A troca de correspondência tradicional parece ter sido uma opção que terá agradado aos alunos. Parabéns".

Compensou dar tanto trabalho à impressora 3D de TIC.

É de notar que o projeto Fab@rts também esteve envolvido no Invent Your Future, com sessões de pesquisa orientada nas fases de trabalho relevantes. Enquanto o Twinspace não ficar público, podem espreitar o que se fez na página pública do projeto: Invent Your Future.


terça-feira, 17 de julho de 2018

TIC em 3D @ Sci-Fi Lx 2018


Quantas pessoas são precisas para um bom workshop? Se calhar, basta uma. Foi isso o que aconteceu este ano no festival Sci-Fi Lx 2018, que decorreu no pavilhão central do Instituto Superior Técnico nos dias 14 e 15 de julho. O público era pouco, mas muito interessado, e melhor do que uma cansativa sessão expositiva foi poder ter uma boa e tranquila conversa, que se prolongou para lá do tempo previsto para o workshop. Até deu para a participante poder criar o seu primeiro modelo 3D e imprimi-lo. Entretanto, quem passava ia entrando, espreitando e colocando perguntas. Confesso que estava mesmo a precisar de um momento tranquilo para finalizar o ano letivo das TIC em 3D.


Claro que levei o meu Anprino Arthur, para ver se o metia à solta pelos corredores do Técnico.


Não é frustrante ter tido poucos participantes no workshop, reparei que este ano foi comum aos restantes previstos. Uma participante sei que faltou por não ter acordado a horas. Descobri isso ao passar pela banca da Leo Couture e conhecer uma cosplayer, que queria estar na minha sessão de introdução à impressão 3D, mas não chegou a tempo. Queria saber como usar o 3D para criar props para cosplay (ok, eu explico: props são adereços para fatos; cosplay é a criação manual de fatos elaborados por fãs que encarnam as suas personagens favoritas). Bem, percebendo que o que ela necessitava era descobrir como modelar em 3D, nada que duas cadeiras, um tablet e o 3DC.io não resolvessem. E seguiu mais um mini-workshop.

É mesmo este o objetivo do Sci-Fi Lx. Ser um ponto de encontro de fãs, onde nos podemos juntar, trocar ideias, partilhar projetos e discutir o nosso grande gosto pelas diversas vertentes da Ficção Científica e Fantástico.

O sítio onde me sinto bem



A escola para mim é o sítio onde me sinto bem, onde eu aprendo, observou a Sr.ª Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, rematando que a resposta ao como as escolas podem aproveitar a cultura dos fablabs se encontra na partilha de experiências potenciada pelos fablabs. O XII Fablab Bootcamp terminou com esta intervenção, antecedida das palavras de apoio da representante da Embaixada dos Estados Unidos e da Exm.ª Vice-Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras. Estamos sem palavras, emocionados. O XII Fablab Bootcamp, que foi um momento de partilha, aprendizagem, e ponto de encontro makers com professores, correu acima de todas as nossas expetativas. No final, vimos os sorrisos dos participantes, e ouvimos as suas palavras de encorajamento.


Nos dias 13 e 14 de julho vesti a camisola do Lab Aberto e colaborámos no XII Fablab Bootcamp, que foi organizado pela nossa equipa. Foi um projeto ambicioso, que não esperávamos vir a ser tão bem sucedido. Há meses atrás, quando acelerávamos a preparação do evento, tudo parecia difícil, quase inatingível. Conseguiríamos ter forma de trazer cá os convidados estrangeiros, que vieram partilhar experiências avançadas de fablabs na educação? Seríamos bem sucedidos na criação de uma ação de formação para professores sobre esta temática, entre a reflexão sobre cultura maker e sessões de introdução a tecnologias? Conseguiríamos convencer os makers a estar presentes num evento que, sendo tradicionalmente virado para eles, também se abria ao público da educação? O sorriso no rosto de todos, participantes, organizadores, voluntários, parceiros, na sessão de encerramento, mostrou-nos que sim.


Fiquei responsável por dinamizar um workshop de introdução à impressão 3D para professores, em conjunto com Paulo Cabrita, nosso colega na equipa multi-disciplinar do Lab Aberto. Fomos ambiciosos, e arriscámos uma sessão sobre tecnologias móveis, 3D e impressão 3D na educação. Graças à facilidade de uso do 3DC.io, conseguimos em poucos minutos que os participantes criassem modelos 3D, que depois foram utilizados para demonstrar os restantes passos do processo de impressão: questões sobre STL, validação, impressão.


A sessão também incluiu demonstrações de Sketchup Free, Tinkercad e Onshape. Pessoalmente, como formador, pensei que exagerei no conteúdo, que na ânsia de dar aos participantes um panorama geral do mundo da impressão 3D, os sobrecarreguei de informação. Estes, quando falaram comigo após a sessão, manifestaram a visão oposta. E quando partilham nas redes sociais o que já estão a fazer com 3D no telemóvel, e ideias para desenvolver com os seus alunos, percebemos que de facto, deixámos a nossa marca, que entusiasmámos os participantes e os desafiámos a criar.


Entre os muitos workshops disponíveis neste Bootcamp, a ANPRI dinamizou um sobre o Robot Anprino. É, para mim, um orgulho muito especial ter este projeto a participar nas iniciativas do Lab Aberto.


De todos os restantes workshops de um grande evento, destaco este: o Como Construir uma Escola a Partir de um FabLab. Contou com Liz Whitewolf, coordenadora do fabab da universidade de Carnegie Mellon, Miquel Carreras, do Liceu Politecnic de Barcelona, Francisco Mendes, da Beeverycreative e Sunset Hackathon, Tauan Bernardo, do OPO Lab, professores, coordenadores de fablabs, elementos da ERTE-DGE e... a coordenadora das bibliotecas da nossa escola, que saiu de lá cheia de ideias para levarmos o projeto Fab@rts ainda mais longe. Deste workshop saiu  um conjunto de ideias sobre o potencial da cultura maker na educação que, esperamos, se torne um ponto de partida para as escolas e entidades da tutela aproveitarem as valências dos fablabs. Há, à partida, um ponto comum: a estrutura e metodologias dos espaços Maker enquadram-se nos domínios do conceito Future Classroom.

O primeiro passo está dado. O encontro terminou com professores motivados, com vontade de levar esta cultura, e as tecnologias que experimentaram, para a sala de aula. É hoje um lugar comum dizer que as escolas têm de preparar os alunos para profissões que não só não existem hoje, como sequer as podemos antever. A cultura maker, o espírito de inovação, projeto e partilha que caracteriza os Fablabs são uma das respostas possíveis à questão de como preparar as crianças e jovens para esse futuro de desenvolvimento rápido que antevemos, mas não conseguimos definir.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

domingo, 8 de julho de 2018

Sci-Fi Lx 2018: Workshop Impressão 3D


É já uma tradição TIC em 3D, finalizar o ano letivo com a presença no festival Sci-Fi Lx. Este ano, o workshop de Impressão 3D está marcado para dia 15, às 14:00. Ponto de encontro obrigatório dos fãs de ficção científica, fantástico, banda desenhada e cultura japonesa, o Sci-Fi Lx decorre no pavilhão central do Instituto Superior Técnico nos dias 14 e 15 de julho, e tem um extenso programa de workshops, palestras e exposições.

Podem inscrever-se aqui: Workshop Impressão 3D. A inscrição tem um custo simbólico, que reverte totalmente a favor da organização do Sci-Fi Lx e equivale a uma rifa.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Workshop Fablab Bootcamp LabAberto: Imprimir e modelar em 3D com telemóvel ou tablet



Formadores

Artur Coelho (Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro)
Paulo Cabrita (LabAberto)

Inscrições:

Fablab bootcamp LabAberto



Imprimir e modelar em 3D com telemóvel ou tablet


Do fascínio pelas máquinas que imprimem objetos aos desafios da manufatura aditiva. A impressão 3D é uma tecnologia que já está a revolucionar o mundo que nos rodeia, possibilitando novas aplicações técnicas, económicas, científicas e pedagógicas. Neste workshop, iremos fazer uma introdução a estas tecnologias, mostrando como criar um objeto desde a conceção até à impressão, e abordando o potencial da impressão 3D como ferramenta ao serviço das aprendizagens dos alunos.

Quem se interessa por 3D e o pretende levar para a sala de aula, debate-se com problemas de acessibilidade e capacidade do material informático disponível. Sabemos que nas nossas escolas nem sempre temos as melhores condições para experimentar com os alunos tecnologias que exigem bastante dos recursos dos computadores. Neste workshop, iremos mostrar uma via diferente, aproveitando a fácil disponibilidade das ferramentas móveis (tablets e telemóveis) nas mãos dos alunos. Os participantes irão experimentar diferentes vertentes do 3D em dispositivos móveis, com aplicações de pesquisa, visualização de conteúdo 3D e modelação 3D disponíveis no ecossistema Android, com aplicação nos domínios da impressão 3D em contexto educativo.

A modelação 3D é um processo complexo, dependente de aplicações com interfaces difíceis de aprender. O 3D é um excelente amplificador das actividades e aprendizagens que podemos oferecer aos nossos alunos. A complexidade das aplicações e técnicas de modelação 3D, grande parte das quais não são adequadas para uso generalizado nas faixas etárias dos alunos do ensino básico, aliada à perceção destas ferramentas como difíceis por parte dos docentes, podem ser fatores que impedem a exploração da modelação 3D em contextos pedagógicos.

Nesta sessão, iremos experimentar modelar em 3D com 3DC.io, descobrir OnShape, analisar a tecnologia de impressão 3D e as suas implicações no domínio da educação.

Requisitos da sessão

- tablet Android
- ligação à internet.

Estrutura

- Aprender a modelar em 3D com 3DC.io;
- Descobrir OnShape;
- Enviar ao formador modelo 3D criado em 3DC.io
- Preparação de modelos para impressão 3D: correção e deteção de erros;
- Impressão 3D: hardware, materiais, técnicas, conceitos.

Conteúdos

Modelação 3D em dispositivos móveis:

- ferramentas do 3DC.io (mover/rodar/escalar)
- interface do 3DC.io
- criar formas 3D (primitivos, extrusão de superfícies, texto)
- operações booleanas de corte e união
- exportação de modelos
- interface do Onshape

Impressão 3D:

- O que é Impressão 3D: hardware e manufatura aditiva;
- Aplicações de Modelação 3D para PC e android);
- Como imprimir em 3D: validação e correção de modelos;
- Impressão 3D e Educação: potencial e projetos específicos.

Local



Torres Vedras LabCenter - Fablab Bootcamp Lab Aberto.

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Encerramento Probótica


Dia 4 de julho estivemos no evento de encerramento do Probótica 2018, a partilhar experiências sobre impressão 3D e clubes de robótica.



Este evento, balanço final da iniciativa da ERTE-DGE que apoia e incentiva a dinamização de experiências de programação e robótica no ensino básico, decorreu no espaço da Escola Secundária de Vergílio Ferreira, em Lisboa.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

We're All Stories


No evento final Probótica 2018, desafiaram-nos a participar numa conversa sobre clubes de robótica, partilhando a nossa experiência. Correu em modo de improviso, mas alinhavei as ideias gerais neste texto. A imagem a que faço referência não a publico aqui, respeitando a política de privacidade de dados do Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro, mostra o núcleo do clube a trabalhar nos seus projetos num intervalo entre aulas.

Esta é, para mim, a melhor imagem do clube de robótica do AE Venda do Pinheiro. São alguns dos alunos, completamente fora de horas, a frequentar o espaço do clube durante os intervalos. Este nível inesperado de autonomia e reforço de interações sociais foi, este ano, das experiências mais enriquecedoras de dinamizar um clube de robótica.

Tenho sempre a sensação que somos um clube algo atípico. Logo a começar pelo espaço onde trabalhamos. As atividades decorrem no Centro de Recursos, durante o seu funcionamento normal. Deveríamos ser um clube de robótica e programação, mas modelamos e derretemos filamento termoplástico, com os robots e os drones um pouco esquecidos. Salve-se a programação, que isto desde que os alunos aprenderam a fazer Pixel Art a programar a matriz de leds do SenseHat para Raspberry Pi, tem sido uma loucura visual. Mas não participamos em desafios Scratch ou Apps for Good.

Ainda. Lá chegaremos, espero. Porque antes de tudo o resto, temos de criar na nossa escola uma cultura de criatividade tecnológica. Esse foi o nosso verdadeiro desafio neste ano, o segundo ano formal do clube.

Não temos uma sala para nós. São as agruras de trabalhar numa escola sobrelotada. Mas queremos trabalhar na Biblioteca Escolar, há uma lógica por detrás disso. A professora bibliotecária do Agrupamento foi uma das vítimas colaterais da nossa incursão na criatividade digital. Tornou-se ainda mais fanática por impressão 3D, programação e robótica do que eu, por estranho que isso pareça. A faísca está a pegar, penso, quando nos vemos obrigados a fazer engenharia financeira comprar caixas de robots para as bibliotecas dos estabelecimentos do primeiro ciclo.

Trabalhamos 3D e programação com tablets, para colmatar as falhas na acessibilidade a computadores e porque creio que temos de apostar na computação móvel. Em contextos mais formais, o poder computacional do computador tradicional, desktop ou portátil, é sempre o mais adequado, mas a portabilidade e capacidade dos dispositivos móveis está em expansão constante. No nicho específico do 3D, já é possível trabalhar em CAD a nível semi-profissional com um simples tablet android. Há que aproveitar o menor custo desta tecnologia, e tirar partido daquele dispositivo computacional que todos, nós e os alunos, têm no bolso.

Desenvolver atividades de clube de robótica na biblioteca não acontece só por questões de espaço. Montámos um pequeno espaço Maker no Centro de Recursos, onde os nossos alunos podem estar a desenvolver competências com o nosso arsenal digital. Os nossos alunos fazem serviço como monitores 3D e de tecnologias, estando disponíveis fora das horas do clube para ajudar os restantes utentes do Centro de Recursos a descobrir as tecnologias com que trabalham. Durante as sessões, o que fazem é visível para todos, despertando a curiosidade e tornando a tecnologia algo de acessível. A outro nível, aquele que a professora bibliotecária não cessa de me recordar, é um tipo de projeto que experimenta novas literacias no espaço da biblioteca.

Temos sido afortunados, contamos com dois computadores mais recentes do que os quase defuntos PTE, um Raspberry Pi (das melhores aquisições que fiz), impressora 3D, tablets, kits littlebits e robots de três tipos. Um espaço tornado possível pelo investimento dos prémios de Mérito da Rede de Bibliotecas Escolares. Não resisto a sorrir, ao recordar o ar de contentamento da nossa bibliotecária e sua coordenadora concelhia a escolher os móveis e decoração deste espaço. Eu mantive-me saudavelmente afastado das visitas ao Ikea, alegando que tinha de resolver problemas técnicos. Mas adorei o sorriso dos nossos alunos quando chegaram e viram o espaço composto. Especialmente quando descobriram os puffs.

Não somos um clube muito formal. Quando candidatos esperançosos perguntam como é que podem fazer parte, a regra é aparecerem nas horas do clube. Quando puderem, quando quiserem. Sem obrigações. Alguns vão e vêem, muitos ficam. Nunca sei ao certo quantos alunos frequentam o clube, mas sei que tenho um núcleo de vinte alunos que frequentam regularmente as sessões e usam o espaço nos seus tempos livres. Os mais novos são acolhidos e guiados pelos veteranos. São um grupo heterogéneo, do quinto ao nono ano, que nos acompanha nos eventos em que participamos.

Quem pertence a este clube, fá-lo porque quer mesmo. Porque se sente bem e aprende a desenvolver as suas ideias. Mas suspeito que o estar entre pares, a fazer amizades, é uma das principais razões desta constância.

Há que saber contornar as dificuldades organizacionais de uma escola que otimiza os horários dos alunos. Funcionamos à hora de almoço, para permitir a um grande número de alunos estar connosco. O tempo do clube rivaliza com outros interesses, e por vezes sobrepõe-se a horas de apoio pedagógico.

A informalidade do clube e o seu espaço de trabalho são também problemáticos. Nem sempre é fácil desenolver projetos sustentados neste tipo de condições. Melhorar esse aspeto é o grande objetivo do próximo ano. Neste, criámos um núcleo e uma cultura. Agora temos de a fazer crescer.

Gosto de chamar ao grupo os Misfits. Um grupo de crianças com interesses e dinâmicas diversas, que encontra no espaço Maker da biblioteca um ponto de encontro entre iguais. Onde tem à disposição diferentes maneiras de se exprimir com tecnologia, entre 3D printing, kits de eletrónica, robots, drones ou programação. Cada um tem a sua cena, e vai aprofundando ao seu ritmo e interesse. Mais do que encarrileirar numa direção, preferimos disponibilizar e orientar. Dar a faísca, tentar criar condições. Eles, estes fantásticos e fantásticas Misfits, fazem o resto. E se acham que é mau apelidá-los de Misfits, reparem: onde é que estes meninos gostam de passar os seus intervalos?

We're all stories in the end, just make it a good one, como diz o Doctor Who. Nós, professores, gostamos das histórias que as recordações dos nossos alunos. Poderia contar a daquele aluno problemático, ao nível de saúde mental, cuja diretora de turma o retirou dos apoios educativos para frequentar o nosso espaço. Ao fim de umas sessões sem participar em nada, disse-lhe que não estava a resultar e saiu do grupo. Algumas semanas depois vem ter connosco, e pede-me "professor, pode-me ensinar a fazer porta-chaves em 3D?" Não só se integrou no grupo, como se tornou dos mais ativos.

Falando em apoios educativos, recordo uma conversa azeda que tive com a diretora de turma de um outro aluno, que queria que eu metesse na ordem num aluno que estava a faltar aos apoios para frequentar o clube. Não gostou muito da minha opinião de que provavelmente estaria a desenvolver trabalho mais útil enquanto membro do clube do que nos apoios, e muito menos quando lhe expliquei que o espírito do clube é informal. Mas fiz o reparo ao aluno. Semanas depois, regressou. Quando lhe perguntei se estava a faltar a aulas de apoio, disse-me "não, estudei, esforcei-me, melhorei as notas e deixei de precisar de ir a estas aulas". É o meu gestor de impressão 3D.

As últimas semanas do clube, este ano, foram marcadas por dois problemas gravosos. Foram relatados por um dos alunos, que sendo mais velho se sentia responsável pelos colegas. Estava preocupado, com ar de realmente apoquentado, enquanto me relatava situações problemáticas. Disse-me que um aluno que tinha saído do clube por comportamentos inadequados entrava à socapa na biblioteca da escola e usava a impressora 3D para imprimir objetos seus. Fiquei sem saber se ficava chateado ou contente. Se por um lado este aluno estava a usar o espaço indevidamente, por outro, mostrou-se capaz de o fazer em autonomia.

O outro acontecimento gravoso envolveu puro empreendedorismo. "Sabe, o XXX está a aceitar dinheiro para imprimir coisas. Ele faz e imprime para os outros, disse-me o meu preocupado aluno. Novamente, fiquei indeciso. Deveria ficar irritado ou contente? Falei com o jovem empreendedor e parece que para o ano temos uma solução para ajudar a adquirir filamento.

Quando deixei uma impressora 3D ao abandono nas mãos dos alunos, não era bem estes os resultados que esperava. Afastar-me e deixar os alunos tomar conta da máquina foi algo que tive de me forçar a fazer. Só intervi em caso de entupimento grave, ou troubleshooting quando eles não conseguiam resolver os problemas por si sós. A princípio temi o pior. Temi alunos hospitalizados com queimaduras graves do extrusor ou uma máquina bastante cara irremediavelmente irreparável. O ano terminou com a máquina em excelentes condições, um grupo de alunos em auto-aprendizagem acelerada, e muitas bobines de filamento vazias.

Sou professor, e por isso metodologias muito livres causam-me alguma relutância. O instinto de guiar e orientar é muito forte. Entre a falta de foco na programação e robótica e o informalismo das sessões, ficava com o sentimento de que os alunos não estavam a aprender e desenvolver as suas competências da melhor forma. Um anacronismo, bem sei, da parte de quem sempre sublinhu aos alunos que as sessões do clube não eram aulas. Tive a prova que de facto aprenderam e desenvolveram ideias na última semana de aulas. Uma equipa da Beeverycreative esteve connosco a filmar um case study sobre impressão 3D na educação, com depoimentos dos alunos. Quando estes me perguntaram o que teriam que dizer nas entrevistas, disse-lhes que falassem do que sentiam. Não os treinei com declarações feitas. E quando falaram, frente à câmara, caiu-me o queixo e encheu-se o coração. Mesmo os mais novatos mostraram que aprenderam muito mais do o que eu imaginava.

Podemos não ser grande coisa a programar e mexer em robots. 3D é a nossa principal área de intervenção, muito por minha culpa. Mas ao longo deste ano um grupo crescente de jovens entusiasmados teve oportunidade de desenvolver livremente as suas capacidades nestas áreas, partilhou experiências com os colegas e descobriu o que se pode fazer em eventos. Mais importante do que isso, criaram laços fortes de cumplicidade que ultrapassaram idades, turmas e anos de escolaridade. Este lado humano, das relações que se criam, sinto que é o mais enriquecedor da experiência de dinamizar um clube de robótica.

E também ajuda passar pelos corredores da escola com um qualquer artefato tecnológico e ouvir os alunos a comentar "lá vai o stor de robótica fazer coisas fixes". É uma curiosa evolução, para quem começou por ser professor de artes.

terça-feira, 3 de julho de 2018

Lab Aberto na Feira de S. Pedro


Na sexta-feira, 28 de junho, foi dia de ajudar o Lab Aberto a divulgar as suas atividades, bem como o fablab bootcamp, no espaço Torres Inov-e na Feira de S. Pedro. Ao longo dos próximos dias, a equipa do Lab Aberto irá continuar a dinamizar atividades neste espaço. O principal objetivo foi o de divulgar quer o Lab Aberto quer o que se faz com impressão 3D a todos os visitantes da Feira.


A Blocks do Lab Aberto... e as peças impressas pelas Beethefirst e Beeinschool da nossa escola. Fomos surpreendidos por uma intensa chuva, e optámos por deixar as nossas impressoras em segurança.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Projetos Finais de TIC (Turma F - 2º Semestre)

Para os alunos desta turma, o desafio começou com um teste ao cenário Art and Astronomy through the Ages, um dos cenários de aprendizagem disponíveis no âmbito do projeto Europeana DSI-3. Após o teste ao cenário, verificamos que não nos dava resultados que permitissem aos alunos criar em 3D. Optou-se, para que executassem os seus projetos finais, em deixar os grupos de trabalho pesquisar com tema livre. Após a fase de modelação 3D, cada grupo elaborou um pequeno relatório onde indicou o recurso utilizado e processos de trabalho. A única regra era o utilizar o Europeana como recurso de pesquisa. Organizamos a estrutura deste projeto no plano From Pixel to Plastic. O nosso objetivo era cruzar o Europeana como repositório de recursos e a modelação 3D, com potencial finalização em impressão 3D. Os melhores modelos 3D deste projeto foram organizados na coleção Sketchfab Europeana.

For the students in this class, the challenge began with a test of the Art and Astronomy through the Ages scenario, one of the learning scenarios available under the Europeana DSI-3 project. After testing the scenario, we found that it did not give us results that would allow students to create in 3D. In order for them to execute their final projects, we decided to let the groups search freely. The only rule was to use Europeana as a research resource. After the 3D modelling phase, students wrote a short report identifying the chosen resource and detailing their workflow. We organized the structure of this project in the From Pixel to Plastic plan. Our goal was to cross Europeana as a resource repository and 3D modeling, with potential completion in 3D printing. The best 3D models were grouped as a Sketchfab Collection: Europeana.






Telescópio. Referência original no Europeana: Telescopio refractor.



Farol de Locomotiva. Referência original no Europeana: Farol de Locomotiva: "858".



Binóculos. Referência original Europeana: Fernglas von Gustav Gramm.



Troféu Eurovisão. Referência original Europeana: Eurovision Song Contest 2015.



Telescópio. Referência original no Europeana: Telescopio | Dollond John.



Sistema Solar. Referência original Europeana: Systèmes Planétaires : [carte] | Lapié, Pierre, 1779-1850.



Satélite Integral (ESA). Referência original Europeana: Maqueta módulo orbital E.S.A. Integral.



Telescópio. Referência original Europeana: telescopio | La Filotecnica Salmoiraghi.



Telescópio. Referência original Europeana: Telescopio | Selva.


Azulejo. Referência original Europeana: Painel de azulejos de padrão.


Igreja Ordem do Carmo. Referência original Europeana: Klosterkirche.


Barco.


Iluminura. Referência original Europeana: Moon from BL Harley 4940, f. 37.


E, para terminar, um projeto livre, para dar oportunidade a um daqueles alunos de boas capacidades mas com dificuldades em organizar-se num projeto de pesquisa.