domingo, 13 de dezembro de 2015

Detalhes


- A Liga Steampunk de Lisboa e Províncias Ultramarinas, um grupo dinâmico de cosplayers apaixonados pelo steampunk, apreciou de tal forma os nossos marcadores de livros impressos em 3D que levámos para o Conversas Imaginárias 2015 que os incorporou nos seus detalhados fatos.

- Chegar à escola de Santo Estevão das Galés para uma sessão Hour of Code e uma das alunas contar-me que na aula de informática na escola dele o meu irmão trouxe para casa uma coisa que imprimiu em 3D. Sorri. Eles não sabiam quem era o culpado das impressões 3D.

- O humor típico de miúdos de nove anos, com dois alunos que terminaram uma exigente Hour of Code Minecraft e decidiram preencher o certificado de conclusão com o nome de peidinhos enquanto se riam com um sorriso malandro. Eu fiz um ar solene e grave, a professora titular deu-lhes o óbvio raspanete com ar solene e grave, eles aperceberam-se da tremenda e terrível gravidade da situação. Já controlar as minhas gargalhadas foi mais difícil. Afinal, como levar a mal estas inocentes malandrices?

- Temos continuado a colaboração com a professora que nos desafiou para o workshop de impressão 3D na escola secundária de Loures. Desta vez, imprimimos em 3D o protótipo de uma capa de telemóvel criada por alunos de uma escola profissional. Como desenvolvemos este tipo de projecto com financiamento de prémio de mérito e a título experimental, não procuramos compensações. Mas a professora, mulher do norte, insistiu e deu-nos um salpicão de fumeiro e pasteis de nata da Manteigaria de Lisboa. Há uma ironia interessante em ser recompensado em géneros, das mais antigas formas de troca económica, por um projecto futurista de impressão 3D. Faz pensar no Postcapitalism de Paul Mason. O autómato humanóide por detrás das TIC em 3D não aprecia pasteis de nata, mas soube fazer-lhes justiça.

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