terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Hour of Code (II)





Ó professor, afinal aqueles desafios não eram assim tão difíceis, disseram-me depois de uma aula que terminei dizendo aos alunos que esperava que eles não tivessem ficado a abominar os vislumbres da programação. Não me pareceu que tivessem ficado, pelos comentários entusiasmados enquanto desafio a desafio evoluíam nos níveis de complexidade da actividade. Sorriso nos lábios, olhar focalizado e expressão cerrada de quem está a pensar em alta velocidade é a expressão que mais recordo de ver nesta turma de 7. Ano que hoje trocou o 3D pela introdução à programação. Que fixe! Este foi complicado! O que é que estou a fazer mal para... ah, espere, já percebi! foi o que mais se ouviu esta manhã até ao inevitável olha, cheguei ao fim. O lado puzzle labiríntico dos desafios que vão conduzindo a níveis de complexidade progressiva seduziu os alunos que participaram nesta sessão da semana dedicada à Hour of Code. A parte chata? É que hoje não tenho imaginativas criações 3D para ficar deslumbrado. Se bem que alguns aproveitaram o tempo disponível no final do desafio para mexer um bocadinho no Sketchup. Deviam pensar que não os via mas topei-os...

Posso fazer isto fora da escola, perguntou-me um dos alunos de ontem. Podes, respondi, mas prefiro fazer aqui na sala, é mais divertido, disse-me. E olhe, stor, tem que desafiar mais o XXXX, porque ele é ganda génio e foi ele que me ajudou a chegar ao fim. Ele gosta destas coisas...

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