quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Não vamos ao programa da floresta?


Foi com estas deliciosas palavras de uma aluna que arrancou a sessão de hoje. Sim, vamos, mas antes temos de aprender uma coisa nova. O tema era complexo. Queria mostrar-lhes como criar modelos em 3D intercambiáveis entre aplicações, usando como exemplo a criação de objectos em Doga para texturizar em Bryce. Implica um conjunto de operações que se tornam rotineiras mas que para estes iniciados de 5.º ano não são assim tão fáceis... à primeira. Porque à segunda a maioria consegue e à terceira só os distraídos não se safam.


Exportar meshes e texturizar era o objectivo da sessão, mas apanhei alguns a boicotar o tema. Uns porque descobriram funções ocultas do 3D no bryce e perceberam que podem criar de raiz um terreno, e que essa maneira de trabalhar lhes permite desenhar e até escrever o nome.


Outros porque estão fascinados pela modelação no Sketchup e criam meticulosamente espaços com grande pormenor. É o caso deste trabalho, criado por um dos alunos. Note-se que pertence a uma turma de 5.º ano. Precoce. Esta é uma das coisas que me dá gosto neste tipo de projectos: o poder iniciar alunos talentosos que, eventualmente, poderiam aprender por si esta vertente de trabalho. Mas desta forma abre-se mais cedo horizontes e estimula-se a exploração e aprendizagem individual. Deixei no Sketchfab para poderem visualizar em 3D.


Se há coisa que detesto é que me risquem os quadros com giz. Mas com mensagens destas... o perdão aos é garantido.

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