sexta-feira, 21 de julho de 2017

@ LAB Center


Ontem estivemos no LAB Center, espaço incubador de novas tecnologias em Torres Vedras. O desafio partiu do António Gonçalves, coordenador da Associação LAB Aberto, à qual pertencemos: ajudar a dinamizar uma feira de ciências e demonstrações das valências do Lab Center, por ocasião da visita do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor. A visita ao LAB Center foi efetuada no contexto da assinatura de protocolos entre o Instituto Politécnico de Leiria e o município de Torres Vedras, para abertura de cursos técnicos especializados.

Apesar de impressoras 3D ser coisa que não falta no LAB Aberto, trouxemos uma das nossas, mostrando que é possível, já, utilizar esta tecnologias em contextos que não os da comunidade maker ou pessoais, como ferramenta de trabalho em sala de aula. Estes momentos são boas oportunidades de mostrar o que se faz no Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro, no domínio da disciplina de TIC, em clube de robótica e na biblioteca escolar.


O átrio do LAB Center transformou-se durante esta tarde em feira de ciências, com demonstrações das mais variadas experiências, desafios de aprendizagem nas ciências. Aviões de papel, foguetões de ar, eletricidade produzida por vegetais, insectos, drones e areonaves, e, claro, a sempre atrativa impressão 3D. Mais do que os objetos, interessam as colaborações, e o mérito do Lab Center é ser um espaço que permite juntar criadores das mais diversas áreas.




Uma pequena visão do espaço, ainda antes de encher. Nota-se em primeiro plano o robot para crianças do Clube de Robótica de S. Gonçalo, com um tapete de atividades-percurso.


Fomos apanhados a mostrar como se faz, e não perdemos tempo: mostramos a estas crianças como podem usar os seus tablets e telemóveis para criar em 3D. Se as aplicações móveis não são tão potentes quanto as de desktop, são acessíveis e permitem responder ao eterno problema da falta de equipamentos.


Como explicar o 3D a uma jovem invisual?  Um momento intrigante, respeitando o esforço da monitora da criança, e relembrando-nos que a impressão 3D pode ter um papel a desempenhar no campo das tecnologias assistivas.

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