sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Alunos Curiosos e Meticulosos.


Coisas surpreendentes que encontro nas pastas de trabalho dos alunos quando faço a avaliação após a aula. Alguns revelam-se surpreendentemente capazes no uso de aplicações 3D. Caso do autor deste robot, criança discreta que mal começa a aula se dedica a criações meticulosas que revelam criatividade, gosto nas tarefas e uma vontade enorme de experimentar.


Neste outro caso o aluno que o realizou passou mais tempo a perguntar-me sobre pontos de vista, posições de camera, reposicionamento de objectos e pontos de luz. O questionar-me era uma forma de pensar em voz alta, testando ideias que ia tendo que vão de encontro a conceitos de iluminação de cenas em 3D.


Hoje terminei uma das aulas com uma demonstração rápida de importação de objectos em Bryce, com um em formtado .obj descarregado de um repositório online e outro em .dxf criado no momento em Doga. Era um cheirinho da próxima aula, mas um dos alunos insistiu em aplicar no trabalho de hoje, introdutório ao 3D em Bryce, uma das suas criações em Doga. Quando viu o objecto difuso no ecrã percebeu o porquê de ser má ideia utilizar pores-do-sol como ambiência de cena. Mas tudo bem. Logo a seguir percebeu o poder dos pontos de iluminação.


Para terminar, o aluno que deslumbra a criar robots hoje passou a aula a construir um sistema solar. Nada mau para a primeira vez que utiliza esta aplicação. Resta saber se os planetas estão na sequência certa...

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Bel Geddes


Não sei muito bem o que fazer, diz-me o aluno no princípio da aula. Para equilibrar o ritmo de trabalho das diferentes turmas tive de agendar algumas aulas de exploração semi-livre. Não porque acredite muito na uniformização de conteúdos mas facilita o trabalho de preparação e avaliação. Neste momento de exploração cada aluno pode escolher a ferramenta tecnológica que prefere e desenvolver as suas competências de trabalho. Este estava desinspirado mas com vontade de fazer qualquer coisa no jogo Minecraft. Pesquisa imagens, um monumento ou outra coisa, disse-lhe. Lembrando-me que passei o fim de semana rodeado de iconografia fantástica e me recordei particularmente do conto The Gernsback Continuum do William Gibson sugeri olha, e que tal... googla Bel Geddes. Quem foi? Pesquisa... e pesquisou, reclamou que era impossível fazer aqueles carros aerodinâmicos ou aquelas aeronaves gigantescas. Até que descobriu o rádio. Os olhos iluminaram-se, os dedos voaram no rato, o jogo arrancou e o resto da aula foi passado numa sanha construtora de blocos na estética 8bit.


Duas janelas abertas, martelo em riste, mão e cérebro coordenados na recriação. Não ficou terminado... ainda. Na próxima aula há mais. Note-se que este aluno em particular é hiperactivo comprovado e tem sérias dificuldades em manter-se concentrado. Mas é como todos nós. Quando encontramos algo que nos desperta o interesse o resto torna-se secundário.


E é claro que já lancei o desafio de algum me recriar as aeronaves do Bel Geddes em 3D. Hint hint...

domingo, 17 de novembro de 2013

Convencido/Babado/Recompensado


São aquelas pequenas coisas que nos recompensam enormemente e nos fazem sentir que o caminho escolhido vale a pena ser percorrido. É muito recompensador ser contactado por ex-alunos que nos querem mostrar o que estão a fazer com aquilo que nas aulas tentámos dar uma incipiente introdução. Pronto, não é um 3D (awwww :'( ) mas é edição avançada de imagem. Mostra-me que vale a pena insistir num tipo de trabalho diferente, cujos frutos não são imediatos mas podem vir a ter um importante impacto futuro nas ideias e capacidade de trabalho daqueles que são agora meus alunos. Mostrar-lhes agora que são capazes de muito mais do que imaginariam dá-lhes maior diversidade de ferramentas para os seus futuros. Ou então estou muito convencido. Babado é certo que estou...

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

TIC 8: Scratch(ing)




Para os alunos de 8.º ano chegou a altura de (finalmente) experimentarem o Scratch. Algo que me deixa um pouco nervoso, uma vez que o meu domínio desta vertente das TIC oscila entre nulo e inexistente. Estou muito mais confortável com as imaginação à solta do 3D, manipulação de imagem e edição vídeo, mas estaria a prestar um mau serviço aos alunos se centrasse um currículo bi-semestral apenas num grupo restrito de ferramentas. Os meus objectivos passam por estimular o uso das TIC no desenvolvimento de competências do século XXI como design e criatividade e nestas coisas os gostos individuais contam muito. Alunos que se dêem bem com 3D poderão diminuir o nível de interesse noutras tecnologias, e vice versa, por isso quanto mais abrangente for o leque de tecnologias a experimentar maiores são a diversidade de experiências de aprendizagem e possibilidades de encontrar os pontos de interesse individuais. É por isso que o semestre termina num projecto final individual ou grupal não vinculativo à tecnologia a utilizar. Primeiro, aprender rudimentos que possibilitam domínio elementar e depois aplicar  o que se sabe num projecto com significância pessoal .

Nestas primeiras experiências, noto a facilidade com que os alunos ficam imersos no trabalho, encarando a tarefa como um problema a resolver. Quase se ouvem os mecanismos cerebrais a ranger enquanto o olhar concentrado mistura o intrigado com a resolução de problemas. O tempo voa e nem se dá pelo final das aulas.

Estas capturas de ecrã mostram algumas das primeiras experiências. São os primeiros passos de um longo caminho. Custa assumir que se está a ensinar algo que não se conhece bem, mas que se sabe ser pertinente e concebido para ser soltado entre os alunos.  Para alguém habituado a pensar em termos de design e concepção de produto final, quer seja desenho, modelo 3D ou qualquer outro produto do acto criativo, a abertura do ambiente Scratch é desafiante e um pouco enervante, apesar de sublinhar o melhor do processo criativo: o rabiscar, testar, aprimorar, corrigir, verificar, processo cíclico não linear subjacente ao acto de criação. Pegar numa ferramenta 3D ou multimédia dá à partida uma ideia de objecto final. No Scratch... o leque de possibilidades abre-se. E nestas sessões de Scratch não sei quem é que está a aprender mais: se o professor se os alunos. Estamos todos a dar pequenos passos decisivos. Mas não pensem que o 3D fica de parte. O Scratch é mais uma arma no arsenal de tecnologias criativas.

TIC 7: 3D em Doga





Apesar de ser um programa antigo e descontinuado, o DogaL3 oferece grandes vantagens para introduzir o 3D de forma lúdica e descontraída. A estrutura modular permite aos alunos começar a criar rapidamente formas tridimensionais complexas enquanto o interface de múltiplos pontos de vista obriga a a aprender a pensar em coordenadas cartesianas e controle de diferentes vistas enquanto se modela em 3D. Possibilitando uma enorme diversidade de criações dentro de uma faixa estreita de conteúdos, também é uma boa forma de começar a falar de VRML através da exportação dos modelos neste formato.

TIC 7: 3D em Bryce.




Outro dos passos de aprendizagem de 3D é perceber como criar imagens e vídeos com algum realismo. Para isso utilizamos o Bryce, que não sendo muito complexo simplifica este processo. Apesar das suas muitas virtudes este é um programa bastante limitado dentro do mundo de possibilidades da modelação e animação 3D, mas não deixa de ser útil para se conseguir criar ambientes com realismo e feedback quase em tempo real, o que é muito importante na faixa etária destes alunos. Também é útil para perceber o conceito de importação/exportação e compreender que o que é criado num programa específico pode ser transportado e modificado noutros programas. Sublinhe-se que estes são trabalhos de iniciação e representam os primeiros passos dos alunos na utilização deste programa. Quanto aos planetas no espaço, diria que é influência do professor...

terça-feira, 12 de novembro de 2013

3D no Sketchfab

Um primeiro trabalho utilizando o Doga L3 para criar modelos de robots.

Um surpreendente primeiro trabalho em Sketchup. É difícil acreditar que esta foi a primeira experiência do aluno com este programa.

Numa segunda experiência os alunos já começam a utilizar recursos mais avançados. Como todos os modelos Sketchfab, basta clicar para visualizar em 3D.

TIC 7: Sketchup





Os alunos de 7.º ano já iniciaram há umas semanas o caminho na aprendizagem de 3D e Multimédia, mas apenas agora consegui ter tempo para processar os primeiros trabalhos e escolher os melhores para partilha. É sempre surpreendente ver a facilidade com que crianças sem experiência prévia nestas aplicações depressa começam a criar objectos com alguma complexidade. Claro que há muitos pequenos erros, arestas a limar e técnicas a aperfeiçoar, mas o primeiro passo - experimentar, está dado.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Scratch (ing)


Espantado com o poder do Scratch. Estamos na primeira aula e fico espantado com a rapidez com que os alunos se interessam. O mais intrigante é a forma como as experiências se tornam problemas a resolver, através de discussão, experiências e partilha de aprendizagens. É uma sensação e tanto ver o olhar intrigado e a expressão de cérebro a cem à hora no rosto dos alunos.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Sketching...



A curva de aprendizagem no Sketchup está a ser rápida. Já percebi que pelo menos esta turma tem um elevado número de alunos com especial apetência por esta vertente da modelação 3D. As experiências de aprendizagem não se ficam por aqui. Nos próximos passos os alunos irão aprender a criar imagens ou vídeo com algum realismo no Bryce, percebendo que podem repescar para aqui o trabalho que desenvolvem no Doga; mexer com avatares humanóides, experimentar mundos virtuais e se houver tempo antes das necessárias quatro aulas de final de semestre para desenvolver projectos multimédia ainda tocamos na edição de imagem e vídeo.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Scratching


Surpreendido com a rapidez com que os alunos pegam no Scratch e o modificam para o que querem. Também ajuda a preparação prévia noutro tipo de aplicações potenciadoras da criatividade com meios digitais. Essencialmente é bom ver que estes alunos, no segundo ano a trabalhar nas aulas de TIC, têm cada vez menos medo das novidades digitais.

sábado, 26 de outubro de 2013

Do zero ao 3D: Sketching.


Entra-se... por aqui, não é?


Traçar planos e levantar paredes.


Bem, professor, não estou a conseguir fazer uma casa. Então porque não brincas, respondi. Traça linhas, extrude formas, aplica cor e texturas... e saiu uma divertida experiência. Novamente do zero ao 3D, desta vez na variante de modelação arquitectónica. Abordar o Sketchup é sempre interessante pela ponte que permite fazer com os elementos mais áridos da geometria. Nunca me canso de explicar que os pontos - vértices são unidos com segmentos de recta - arestas que formam superfícies que geram volumes... e ouvir o coro de ooohs! e aaah! de surpresa vindos dos alunos quando a ferramenta push/pull (extrusão) do Sketchup transforma um rectângulo num paralelepídedo, e daí por diante numa casa com alguns pormenores. Esta é outra ferramenta que disfarça a complexidade debaixo de um excelente design de interface. É muito fácil para crianças e jovens arrancar o programa e começar a fazer coisas giras. Basta dar o primeiro empurrão que eles tratam do resto.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Sketching


Já conhecias este programa, perguntei ao aluno que estava concentrado a trabalhar após a introdução da turma à modelação 3D em Sketchup. Não, stor, é a primeira vez. Não acredito. Já mexeste nisto de certeza. Não não, stor, é mesmo a primeira vez! E afasto-me, fascinado. Alguns alunos têm uma apetência natural para este tipo de trabalho. Felizmente posso criar um espaço que os estimula. E, nesta turma de 7.º ano, não é o único a começar a fazer coisas interessantes no primeiro embate com o programa.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Scratch(es)


O projecto desta semana para os alunos é experimentar em modo livre vídeo ou imagem fixa, explorando o que aprenderam nas aulas anteriores. É uma forma de parar para respirar e ter um pouco de tempo para explorar livremente dentro do espaço temporal apertado de uma disciplina semestral leccionada de uma forma que tenta cobrir a introdução a diferentes aplicações multimédia, terminar com uma boa almofada de tempo para que cada grupo desenvolva um projecto em tecnologias à escolha, e ainda tenta não esquecer algumas introduções teóricas à evolução histórica da tecnologia digital e à segurança online. Ou como se diz no português vernacular, tenta dar uma no cravo e outra na ferradura. Estes momentos de pausa também são uma boa desculpa para eu ter tempo para instalar aplicações, rever algumas incorrecções no parque informático da sala TIC (geralmente resolvidos com clonagens via Acronis) ou resolver alguns problemas de hardware. Agora, preparando o terreno para as próximas semanas, estou a instalar o Scratch nos pcs. Já faz parte da imagem standard de clonagem mas fazer esse rollout agora é impraticável. Naturalmente os alunos ficam curiosos com a aplicação que está a ser instalada e, mal viro costas, começam a experintar. Stor, isto é giro, dizem enquanto sem qualquer orientação vão experimentando o que fazem os blocos de programação.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Do Zero ao 3D



Diria que este é o método do zero ao 3D em 30 minutos, que é essencialmente o tempo que demoro a introduzir esta aplicação. Inclui demonstrar processos de trabalho e introduzir conceitos como wireframe, textura relativa a materiais e iluminação, coordenação de pontos de vista e perspectiva (o que obriga a falar de projecções ortogonais e métodos de projecção, reparem nisto, caros colegas de educação visual), e coordenadas cartesianas. Cinquenta minutos após iniciar a aula, e introduzir os alunos ao 3D, era este o aspecto da sala. Todos a explorar, construindo objectos de complexidades diversas, alguns com menor dificuldade e outros a encontrarem-se na orientação induzida dos pontos de vista.


E ainda há tempo para umas brincadeiras bem humoradas. Um meu professo ódio assassino a hello kittys e fatiotas cor de rosa é uma velha running joke com os meus alunos, alguns dos quais fazem questão em trazer t-shirts e adereços dessa cor para a minha aula. E presentear-me com assistência felpuda.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Mineworlds


Os Mineworlds estão de regresso. Se bem que no decorrer previsto nas aulas de TIC a elaboração de projectos multimédia de final de semestre ainda venha longe, e os alunos estão a explorar aplicações que posteriormente poderão utilizar para os seus trabalhos finais.


Alguns alunos já estão a mostrar que para além do que estão a aprender em sala de aula aproveitam os tempos livres para desenvolver elementos complexos que querem levar à fase final. Note-se que estamos a falar de adolescentes que, por puro gosto criativo, se dedicam a recriar arquitecturas complexas utilizando o Minecraft como ferramenta de trabalho. Este é um trabalho em progresso, complexo e massivo. A imagem e o modelo no Sketchfab são as exportações para VRML. No ambiente de jogo a escala é tão grande que ao entrar na catedral o LOD não nos mostra a maior parte do interior. Semanalmente, no final de cada aula, estes alunos vêem ter comigo e não me deixam sair enquanto não me mostram e explicam os detalhes que estão a adicionar.

(Pois, os meus alunos deixam-me babado. É um privilégio trabalhar com eles e um orgulho saber que o que ensino lhes é significativo.)

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Alunos Impacientes


O novo ano em TIC mal começou. Ainda mal passámos a fase de abordagem teórica aos conceitos elementares e segurança digital (técnica e online) mas os alunos já me estão a perguntar que trabalhos podem fazer para a fase final de trabalho multimédia. Eu vou-lhes dizendo para ter paciência, que este é um novo ano e irão descobrir outras tecnologias digitais para além das que abordaram no ano passado. Estou muito curioso para ver o que é que eles fazem com o Scratch, por exemplo.


Mas tenho alunos teimosos. Hoje dois insistiram-me em mostrar o trabalho que já estão a fazer para entregar no final de janeiro. E o queixo caiu-me. "Stor", disseram-me, "estamos a mostrar-lhe já que é para saber que somos nós que estamos a fazer e que não sacámos um mapa da internet (...) isto está a dar uma trabalheira..."

Pudera. Estão, literalmente, a construir um mundo pedra sobre pedra no Minecraft. Em casa, nos tempos livres, partilhando o mapa de jogo via internet.


Confesso-me privilegiado por ter os alunos fabulosos que tenho.

domingo, 22 de setembro de 2013

3D Alpha 2013

Com o arranque do novo ano lectivo o 3D Alpha prepara-se para recomeçar as actividades de exploração criativa das tecnologias digitais. Este ano, para além do habitual foco na criação em multimédia e 3D, esperamos conseguir trabalhar com realidade aumentada e Scratch. Na realidade aumentada o desafio é o criar um percurso narrativo que misture espaços reais e elementos 3D. Resta saber se o conseguimos atingir, mas o processo de exploração promete. Trocamos o Augment pelo Aurasma, que promete facilitar o trabalho de geolocalização. Quanto ao Scratch, é uma extensão lógica para um projecto que nasceu em Educação Visual e Tecnológica, teve fases interdisciplinares e agora estrutura abordagens à disciplina de TIC. Apesar do foco intenso no 3D, o principal objectivo é o de mostrar às crianças e jovens ferramentas avançadas e dar-lhes espaço para descoberta e criação de acordo com os interesses individuais. O potencial do Scratch é reconhecido e, no nosso caso específico, algo a incluir numa sequência de aprendizagens que se envolve dois anos curriculares permitindo alargar a panóplia de experiências dos alunos. Não faria sentido repetir técnicas e aplicações.

Se bem que muitos, ao regressarem, perguntaram logo se podiam continuar a usar o minecraft, a continuar projectos no Sketchup ("professor, eu durante as férias estive a expandir o meu trabalho, posso usá-lo como projecto final?") ou perguntaram se poderiam experimentar outras aplicações. Um chegou a sugerir o Endorphin. A ver vamos. A metodologia continua a mesma. Experimentar, criar e depois pegar no que se descobriu para produzir um produto multimédia final num qualquer suporte/tecnologia à escolha do aluno. Antes de mais, importa que cada um descubra qual o seu interesse individual, qual a vertente preferida, da vasta panóplia de ferramentas digitais quais as que lhe são mais significativas.


A boa notícia é a aceitação de apresentação deste projecto na sexta International Conference of Education, Research and Innovation. Mostra que o projecto tem pés para andar e sublinha que não seria possível sem o entusiasmo e criatividade dos alunos. Neste tempos difíceis que atravessamos, estas pequenas vitórias dão-nos ânimo para não desistir.