terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Do possível


Começo a sentir o 7.º ano como, para mim, um novo 5.º ano. Agruras da transição de Educação Visual e Tecnológica para TIC. Noto nos alunos de sétimo mais energia, garra e criatividade pura. Já nos de oitavo sente-se consolidação e um aprofundar da separação de interesses pessoais que se vão afirmando e construindo. Estes registos estão a ser criados por alunos de uma turma de 7.º ano e mostram um pouco da diversidade de projectos que estão a criar. A simplicidade e realismo do Sketchup são o que mais os atrai.


Criar avatares é uma boa forma de trabalhar a figura humana com meios digitais. Podemos ficar apenas pela modelação e animação, mas uma das alunas está a descobrir que pode ir mais longe editando o mapa de texturas do avatar. É muito bom ver aqueles sorriso de descobri algo novo quando os alunos se apercebem que podem ir ainda mais além do que julgavam possível.


Nota-se também uma crescente preocupação com a complexidade dos espaços a recriar, que conjugam formas necessariamente simples (estes programas são de fácil aprendizagem mas requerem persistência e tempo para o domínio progressivo) em espaços complexos.


E ainda temos surpresas como esta, que me deixou de queixo caído. Um cuidado e elaborado projecto criado por um aluno de treze anos.

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